Navio russo passa cem horas em águas portuguesas – SIC Notícias

Views: 1

O navio em causa pode ter como missão recolher dados e mapear zonas de cabos submarinos. A passagem da embarcação foi acompanhada pela Marinha Portuguesa.

Source: Navio russo passa cem horas em águas portuguesas – SIC Notícias

Violência doméstica. Afastada revisão legal por escassez de casos – Plataforma Media

Views: 1

Além disso, os “últimos dois anos, o número de casos suspeitos de violência doméstica manteve-se a um nível relativamente baixo, com uma média mensal de cerca de 3,3 casos. A…

Source: Violência doméstica. Afastada revisão legal por escassez de casos – Plataforma Media

A VIDA EM PERSPETIVA DAQUI A CEM ANOS

Views: 0

Há 118 concelhos “em risco”. PCP tem 58% das câmaras em “fim de ciclo”

Views: 0

Mais de 39% dos presidentes de câmara do PSD atingiram o limite de três mandatos. No PS são mais de 36% e no CDS metade dos eleitos. Na limitação de mandatos, 40% das autarquias mudam de partido. PCP é o partido que, percentualmente, pode perder mais câmaras.

Source: Há 118 concelhos “em risco”. PCP tem 58% das câmaras em “fim de ciclo”

A DOR DA PERDA

Views: 0

A dor da perda é uma das piores dores relatada pelo ser humano, a perda de um ente querido, de uma expectativa, de uma companhia. A perda, sob quais circunstâncias forem, implica a rutura de um vínculo que preenchia e completava.
Deixa um espaço vazio, no qual muitas vezes o enlutado se vê perdido, desrealizado, deslocalizado, sem identidade.
O luto, processo natural da vida, não pode ser calado, escondido, desrespeitado. O luto é um processo feito de tempo, vontades e desejos.
Não podemos, porém, permitir que a pessoa enlutada se perca no vazio em que ficou, é preciso ser farol que sinaliza a realidade, onde a pessoa enlutada continua a ter um papel familiar e social, onde é amada, valorizada e necessária.
Podemos ajudar dando suporte na manutenção do laço afetivo entre a pessoa enlutada e pessoa que partiu, visto que este laço não se perde com a morte, o amor não morre e as memórias são reais.
Somos feitos de relações, somos a extensão daquele ente ou amigo que se perdeu fisicamente,somos outras formas de vida daquele que partiu.
Superar o luto implica conseguir viver gradualmente com mais memórias felizes acerca da pessoa que morreu e com menos dor.
Não existe uma forma correta de viver o luto, é um processo único, tanto na forma como no ritmo.
Para passar pelo processo de luto, apoie-se nos seus familiares e amigos, fale acerca da pessoa que morreu, tente manter algumas rotinas habituais e práticas de autocuidado!
Um psicólogo poderá ajudá-lo a passar por este processo.

Fique bem pela sua saúde e a de todos os açorianos.
Um conselho da Delegação Regional dos Açores da Ordem dos Psicólogos Portugueses.

Vera Silva *

 

—————————————–

CUIDADOS PALIATIVOS..

É bem verdade que temos uma ideia distorcida quanto à natureza dos cuidados paliativos, num certo senso comum é o conjunto de cuidados associados a gente que vai morrer, já nada há a fazer. Uma jornalista pôs-se num encalço de diferentes situações de doença grave ou incurável, ouviu profissionais, doentes e familiares e nesta poderosa narrativa A morrer ou a viver? Histórias de cuidados paliativos, por Sofia Teixeira, Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2024, afirma-se a convicção de que estas pessoas estão a viver e têm direito a serem cuidadas para terem o mínimo sofrimento e o máximo de apoio. Uma viagem em que se retratam cinco doentes, Nini, João, Francisco, Maria José e Djamila, e fica-nos uma certeza: há sempre algo mais a fazer. A autora diz-se que chegou ao fim do seu trabalho e ficou mais enriquecida, pois estar doente e pensar na morte ajuda-nos a refletir sobre a vida. “A vida não tem um final surpreendente. Este livro também não. A maioria dos seus protagonistas não teve a oportunidade de ler estas páginas. No entanto, deixaram a sua história, para que os outros a possam conhecer. Queria que este livro servisse que para quem o lê fizesse também a si próprio as perguntas que considera importantes, mesmo que não saiba as respostas.”

Nini nasceu com neurofibromatose, teve cancro nas vias óticas com dois anos; depois de doze anos de paz, veio a leucemia, a doença não cedeu, Nini não desarma: “Vivo um dia de cada vez, agradeço o que tenho e não penso no que me falta.” Entram em ação os cuidados paliativos, Nini continua a ser seguida pela sua oncologista, mas passou a ser acompanhada também pela Equipa Intra-Hospitalar de Suporte em Cuidados Paliativos Pediátricos do IPO do Porto. “A melhor maneira de explicar o que são Cuidados Paliativos é dizendo que oferecem a alguém muito doente o possível – quer do ponto científico, quer humano – exceto a cura da doença potencialmente fatal. Oferecem os cuidados necessários, adequados e proporcionais à situação. E se isso parece pouco é apenas porque nos habituámos a olhar a morte como um fracasso, em vez de uma inevitabilidade.” Por outras palavras, há sempre algo mais a fazer, estes cuidados são prestados por equipas multidisciplinares e interdisciplinares com médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais, outras valências serão suscitadas, como assistentes espirituais, fisioterapeutas, terapeutas da fala e terapeutas ocupacionais.
João tem o mesmo número de anos que de quilos: 14. Não faltam as dificuldades respiratórias, crises epiléticas diárias que não cedem aos quatro medicamentos antiepiléticos que toma e deformidades ósseas na anca e coluna, associadas à imobilidade e às alterações musculares. Não anda, não fala, não chora, não ri. Tem uma doença sem nome, a mãe é combativa. João é seguido pela Equipa Intra-hospitalar e Domiciliária de Suporte em Cuidados Paliativos do Hospital Pediátrico de Coimbra, equipa que segue doenças neurológicas, neuromusculares, genéticas ou metabólicas. A pediatra, Cândida Cancelinha, diz que a forma como o trabalho de equipa é explicado pelos colegas influencia muito a recetividade dos pais. A mãe de João tem esperança, a equipa visita o doente em casa quando ele piora, é um contacto direto, uma disponibilidade que não se encontra noutros serviços do hospital, a equipa dá uma resposta quando é necessária.
Maria José tem 70 anos e nunca tinha estado doente, diagnosticaram-lhe um cancro nos ovários. Olhar para trás e não para a frente foi a forma que encontrou de viver o melhor que pode. É acompanhada pela Equipa Comunitária de Cuidados Paliativos Beja+, estava reticente, mas mudou de ideias quando recebeu a primeira visita da equipa em casa. A autora observa que quando a pessoa doente e a família conseguem reconhecer e apropriar-se do seu sofrimento conseguem também encontrar caminhos para o aliviar um pouco.
Francisco Brandão Ferreira foi jornalista na Rádio Renascença e depois na RFM, reformou-se e a doença chegou depois de cinco anos, com um cancro no pulmão, a seguir foi detetada uma metástase no cérebro, faz quimioterapia. Descobriu-se que o seu cérebro entrara em autodestruição. Incapaz de andar, debilitado e confuso, do hospital passou para uma unidade de cuidados continuados. Por sugestão da médica de família, a mulher, Manuela, recorreu à LInQUE, uma cooperativa que conta com uma equipa multidisciplinar. Uma das fundadoras, a médica Elsa Mourão, depois da experiência que teve no INEM, o problema não era a morte das pessoas, era a morte desacompanhada, assume que uma das dificuldades de encarar esta realidade passa pela formação médica geral. E também aqui a autora observa que o tempo é um inimigo cruel de quem tem demência ou outras doenças progressivas. É graças aos cuidados paliativos que Manuela está consciente de que se aproxima o dia em que terá de fazer uma difícil transição: deixar de amar Francisco na sua presença para o amar na ausência.”
A autora não se limita a esta verificação, procura saber o depois, volta a ouvir os cuidadores, e, quando possível, os doentes, caso de Maria José Mestre ou da Nini. Temos por último Djamila, autora e doente conversaram na Unidade de Cuidados Paliativos das Irmãs Hospitaleiras da Idanha, em Belas, Djamila tem um cancro no útero, já com metástases noutros órgãos, veio para Portugal à procura de soluções que já não existem na Guiné-Bissau. É uma paciente com necessidades complexas, pois não se consegue manter de pé, precisa de um rigoroso controlo sintomático, a urina e as fezes são drenadas diretamente para sacos externos. O médico paliativista Paulo Pina recorda que os pacientes chegam demasiado tarde; é que além dos sintomas físicos chegam com outras necessidades: fragilidades emocionais, dúvidas espirituais, uma família preocupada.
É o momento propício para a autora discorrer sobre a amplitude dos cuidados paliativos:
“A morte é cada vez menos um acontecimento inesperado, prematuro e repentino. Os números mostram que a maioria das pessoas não morre no decurso de eventos súbitos, como um ataque de coração fulminante ou um acidente de viação fatal, mas de doenças crónicas e prolongadas que causam sofrimento. Isso significa que morrer não é apenas um momento, mas um processo, que será mais ou menos penoso consoante as decisões médicas tomadas, os cuidados paliativos a que cada um tem acesso e a cultura familiar, social e comunitária em torno destes temas.” O epílogo da obra é uma peça de grande humanidade sobre quem morre e quem fica, avulta um mistério, quando a autora escrevia, Djamila continuava internada em Belas, pois há mistérios que nem as equipas médicas sabem explicar.
De leitura obrigatória, mormente para quem é profissional de saúde ou tem a seu cargo doentes de longa duração ou mal incurável.

Mário Beja Santos

DO YOU KNOW WHO I AM? também vai ter de ir para a fila para isso

Views: 1

It happened at a New York Airport. This is hilarious. I wish I had the guts of this girl. An award should go to the United

Airlines gate agent in New York for being smart and funny, while making her point, when confronted with a passenger who probably

deserved to fly as cargo. For all of you out there who have had to

deal with an irate customer, this one is for you.

A crowded United Airlines flight was canceled. A single agent was re-booking a long line of inconvenienced travelers.

Suddenly, an angry passenger pushed his way to the desk. He slapped his ticket on the counter and said, “I HAVE to be on this flight and it has to be FIRST CLASS.”

The agent replied, “I’m sorry, sir. I’ll be happy to try to help you, but I’ve got to help these folks first; and then I’m sure we’ll be able to work something out.”

The passenger was unimpressed. He asked loudly, so that

the passengers behind him could hear, “DO YOU HAVE ANY IDEA WHO I AM?”

Without hesitating, the agent smiled and grabbed her public address microphone. “May I have your attention, please?”, she began, her voice heard clearly throughout the terminal. “We have a passenger here at Gate 14 WHO DOES NOT KNOW WHO HE IS. If anyone can help him with his identity, please come to Gate 14”.

With the folks behind him in line laughing hysterically,

the man glared at the United Airlines agent, gritted his teeth, and said, “F*** You!”

Without flinching, she smiled and said, “I’m sorry sir,

you’ll have to get in line for that, too.”

Life isn’t about how to survive the storm, but how to dance in the rain.

SUDÃO, DARFUR GENOCÍDIO SEM TESTEMUNHAS

Views: 0

Queridos amigos e amigas,
Neste momento, o Sudão é o inferno na Terra.

Um exército genocida está violentando e massacrando milhares de pessoas. Há evidências da existência de crianças-soldado, lutando e morrendo, enquanto valas comuns acumulam corpos no deserto.

Agora a capital da região de Darfur está sob ataque, com quase um milhão de refugiados sem poder deixar a cidade. Os especialistas se referem ao local como um matadouro.

Essas atrocidades indescritíveis ocorrem em meio a um blecaute quase total de informações. O Sudão derrubou a Internet, prendeu repórteres locais e impede a entrada de jornalistas estrangeiros — o que significa que há muito pouca cobertura da mídia ou pressão sobre os governos.

Mas um pequeno grupo de investigadores de crimes de guerra conseguiu quebrar o bloqueio, usando uma combinação pioneira de imagens de satélite e relatos de testemunhas para documentar a violência alarmante. O projeto já gerou grandes reportagens e intervenções do governo, ajudando a desencadear sanções contra os senhores de guerra mais cruéis.

Com o ataque em Darfur em curso, esse trabalho é mais necessário do que nunca — mas precisa urgentemente de financiamento para continuar.

Se um número suficiente de pessoas contribuir, poderemos apoiar esse projeto crucial, financiar investigações e fazer campanhas e ações de pressão política. Juntos e juntas, podemos fornecer a jornalistas, governos e promotorias de justiça as evidências que eles precisam para mobilizar ações urgentes. Você também estará fortalecendo as campanhas da Avaaz de defesa dos direitos humanos em todo o mundo.

Vamos nos solidarizar com as famílias aterrorizadas que estão no meio do fogo cruzado — doe o que puder agora para ajudar a pôr fim ao sofrimento silencioso no Sudão:

VOU DOAR $2
VOU DOAR $3
VOU DOAR $6
VOU DOAR $12
VOU DOAR $24
A Avaaz já ajudou a romper o silêncio diante de massacres de civis na Síria, no Iêmen e na Ucrânia. Agora precisamos fazer o mesmo no Sudão, para podermos realmente dizer: nunca mais.

Com grande esperança e determinação,

Camille, Bert, Kaitlin, Will, John, Marigona, Shayna, Mike, Andrea, João e todo o time da Avaaz

PS: Essa pode ser sua primeira doação para nosso movimento. E que primeira doação!! Você sabia que a Avaaz se sustenta totalmente com pequenas doações de membros da comunidade como você? É por isso que somos totalmente independentes, ágeis e eficazes. Junte-se a mais de 1 milhão de pessoas que doaram para tornar a Avaaz uma verdadeira força do bem no mundo.

Observação: Os membros da Avaaz ajudaram diretamente a financiar alguns dos relatórios mencionados neste e-mail. A cobertura incluiu os seguintes veículos: BBC, Al Jazeera, The Economist, Reuters, Washington Post, New York Times, Wall Street Journal, NBC, The Guardian, Der Spiegel, Foreign Policy, Refugees International, Global Centre for the Responsibility to Protect, Human Rights Watch, The Globe and Mail, The New Humanitarian, Libération, Le Point, PassBlue, The New Arab, Sudan Tribune, Ayin, entre outros.

Mais informações:

  1. Sudão poderá ter a maior crise de deslocamento do mundo, diz agência da ONU (CNN)
  2. A guerra que mata mais que a da Ucrânia (BBC)
  3. Entenda como a crise em Darfur se tornou humanitária e de direitos humanos (ONU)
  4. Sudão: Declarada zona de catástrofe no Darfur (DW)
A Avaaz é uma rede de campanhas global de 70 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas nacionais e internacionais. (“Avaaz” significa “voz” e “canção” em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 18 países de 6 continentes, operando em 17 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter.
Você se tornou membro do movimento Avaaz e começou a receber estes emails quando assinou a campanha “Community Petitions Site” no dia 2018-09-02 usando o seguinte endereço de email: chrys@lusofonias.net.

Para garantir que as mensagens da Avaaz cheguem à sua caixa de entrada, por favor adicione avaaz@avaaz.org à sua lista de contatos. Para mudar o seu endereço de email, opções de idioma ou outras informações pessoais, entre em contato conosco, ou clique aqui para se descadastrar.

Para entrar em contato com a Avaaz, não responda este email, escreva para nós no link www.avaaz.org/po/contact.
27 Union Square West
Suite 500
New York, NY 10003

espelho, reversos horizontais

Views: 3

here’s a picture of a man lying down; a horizontal man:

You’ll notice that he’s wearing a black shoe on the foot closest to you, and a brown shoe on the foot farthest away from you (I’m deliberately not using the words “right” and “left”). He is also wearing an eye patch on the eye farthest away from you, but you can’t see that. Now let’s put a full-length mirror behind him, and examine the reflection:

The first thing to notice is that the mirror has not reversed things horizontally: the feet are still on the left of the picture and the head is still on the right. The next thing to notice is that it hasn’t reversed the image vertically either. The most important thing to notice is that (as far as the virtual man in the mirror is concerned) the brown shoe is now on the foot closest to you, and the black shoe is on the foot farthest away from you. Also, the eye patch is on the eye closest to you as opposed to the eye you can’t see. Does it now become clear? The mirror doesn’t reverse things horizontally (it may seem to, but that’s an illusion). It makes things that were on the back of the object that’s being reflected appear to be on the front. And vice versa.

Why, if you stand upright and look in a full length mirror, do you have the impression that your image has been horizontally reversed? Well, if you were to stand in front of a person, and they had a wrist watch on their left wrist, you’d have to move your eyes rightwards and downwards to see it. If you were standing behind them, you’d have to move your eyes leftwards and downwards to see it. If the features on the front of their body were somehow visible from the back, you’d still have to move your eyes leftwards and downwards to see the watch. That’s what the mirror does for you – shows you what’s on the front of the body without turning it round.

Why, if you write some text on a piece of paper and hold it up in front of the mirror, does the image of the text look horizontally reversed? That’s the equivalent of writing the text on something transparent – a sheet of glass, say – and then looking at it through the back of the sheet. All the letters are the wrong way round, and the word and letter order is backwards. Once again, the mirror is showing you what’s on the front of the object, as if you were looking through it.

EDIT: Many many thanks to the 158 thousand people who’ve read this piece since I posted it three and a half months ago, and to the 600 people who’ve upvoted it. A couple of people have reprimanded me for concocting the pictures (which I did, of course). So, as an answer to that criticism, here’s a photo I took today. A doll which I purchased from a charity shop (male equivalent of a Barbie); brown & black shoes; eye patch; reflection in a mirror:

I think that answers the question “Would this work if it was a real photo?”

(Why didn’t I get hold of a male model, 2 pairs of shoes, a full-length mirror & an eye-patch? ‘Cos I’m not made of money).

Upvote

1K
100
11