Drone technology helps Indigenous rangers care for country I SBS NEWS | SBS News

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Indigenous rangers from a remote South Australian community are using drones and thermal technology to care for country. The rangers in Yalata, on the state’s far west coast, have rediscovered forgotten cultural sites and found seal populations.

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Reflection and celebration: First Nations artists urge allies to ‘get into’ NAIDOC Week | SBS NITV Radio

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Reflection and celebration: First Nations artists urge allies to ‘get into’ NAIDOC Week | SBS NITV Radio

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First Nations artists say there are many ways for both Indigenous people and allies to be ‘loud and proud’, the theme of this year’s NAIDOC Week celebrations.

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Joe Biden’s major gaffe during ‘big boy’ press speech: ‘Vice-President Trump’ | SBS News

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The gaffe comes after Joe Biden accidentally introduced Ukraine’s leader Volodymyr Zelenskyy as “President Putin”, amid intense focus on the US president’s health.

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What we know about the Russian-born Australian couple charged with espionage

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The married couple, who have now been named, are the first to be charged under Australia’s espionage laws.

Source: What we know about the Russian-born Australian couple charged with espionage

 

https://www.sbs.com.au/news/article/what-we-know-about-the-russian-born-australian-couple-charged-with-espionage/lythl4dp0?dlbl=[2024/07/12]%20del_newspm_bau_02&did=DM39293&cid=sbsnews:edm:acnewspm:relation:news:na:na

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José Soares O nacionalismo no futebol

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Peixe do meu quintal José Soares

 

O nacionalismo no futebol

 

Há poucas semanas atrás, prognostiquei que a Espanha ou a França ganharia o EURO2024.

“O palpite (sem aposta) neste momento sobre um vencedor, será uma Espanha ou uma França. Destes dois sairá o campeão.”

Com a França derrotada, resta-me a Espanha, a qual desde o princípio gostei de acompanhar, no seu futebol espetáculo, corrido e bonito. Uma seleção jovem com grandes craques de futebol.

Na final, esta Espanha enfrenta uma Inglaterra imprevisível e pobre em futebol. Longe do que nos habituou no passado. Mas mesmo assim e com a habitual frieza britânica, conseguiu passar por entre os pingos da chuva e chegar até à final, para disputar com a Espanha, invicta neste torneio.

Os nacionalismos são despertados de várias formas e o futebol não foge à regra.

Os estádios são coloridos pelas bandeiras que disputam em campo, antecedendo os hinos nacionais dos respetivos países. Não há grande diferença entre estes espasmos nacionalistas e outros que provocam os atritos e guerras entre bandeiras (leia-se países).

A violência está a crescer também no desporto e em particular no futebol, onde os biliões de euros e dólares tentam camuflar os resultados de tais incitamentos. E vejamos o que nos dizem os números:

“A posse ou uso de pirotecnia originou quase metade dos 6.099 incidentes em recintos desportivos na temporada 2022/23, indica o Relatório de Análise da Violência em Contexto Desportivo (RAViD), ao qual a Lusa teve acesso.

Entre 1 de julho de 2022 e 30 de junho de 2023, houve mais 1.964 ocorrências face ao período homólogo de 2021/22, numa tendência de crescimento em progressão desde a eclosão da pandemia de covid-19, a meio de 2019/20, e superior à fase pré-pandémica.

Esse panorama assentou numa “forte subida” de incidentes relacionados com pirotecnia recolhidos pelo Ponto Nacional de Informações sobre Desporto (PNID), ao passarem de 1.827 para 3.033 em 2022/23, à frente de injúrias (468), danos (382) e agressões (343), existindo ainda um acréscimo de incumprimentos de deveres pelos promotores (1.480).

Da globalidade das 6.099 ocorrências, 5.648 aconteceram no futebol – correspondente a pouco mais de 92% do total de incidentes -, 303 no futsal e 148 nas restantes modalidades, com 1.426 indivíduos suspeitos a serem identificados, 242 a ficarem detidos e 482 a serem expulsos ou impedidos de entrar em espaços desportivos.

No futebol, cujo peso subiu 48% face a 2021/22, a maior incidência esteve nos jogos da I Liga (2.525), das provas europeias (819) ou dos escalões distritais (725) e jovens (539).

A pirotecnia foi a tipologia de incidente mais frequente no escalão principal (72%), ao ter particular incidência nas partidas em que estiveram Benfica, FC Porto ou Sporting, e nas competições organizadas pela UEFA (60,9%), enquanto o incumprimento de deveres do promotor predomina entre as ocorrências mais visíveis no futebol distrital e de formação.

Na época passada, entraram em vigor 473 medidas de interdição de acesso aos recintos desportivos, que ditaram uma subida de 41,2% face às 335 somadas em 2021/22, sendo que 374 (79,1%) resultaram de decisão da Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto (APCVD) e 99 (20,9%) foram impostas por autoridades judiciárias.

A utilização de pirotecnia foi o principal motivo para estas sanções (326), seguindo-se as agressões (67), o incitamento à violência, ao racismo, à xenofobia e à intolerância (37), o lançamento de objetos (28), a invasão da área de espetáculo (13) ou as injúrias (dois).

Sete clubes concentram 66,5% dos adeptos alvos de medidas de interdição, tais como o campeão nacional de futebol Benfica (108), Sporting (78) – líder neste parâmetro em 2021/22 – FC Porto (68), Valongo (17), Vitória de Guimarães (15) e Boavista e Sporting de Braga (14 cada).

Os adeptos visados com medidas de interdição são preferencialmente homens (96,8%), residentes nos distritos de Lisboa e Porto (26,2% cada um) e com idades compreendidas entre os 21 e os 25 anos (34,2%), sendo que 67,1% integram os grupos organizados de adeptos, mais conhecidos por claques – 95 do Benfica, 64 do FC Porto e 56 do Sporting.

A maioria dos casos deveu-se ao uso de substâncias ou engenhos explosivos, artigos de pirotecnia ou fumígenos, ou objetos de efeito similar (324) e sucedeu no futebol (96,2%), com a I Liga a aglomerar 192 das 350 interdições verificadas nessa modalidade (53,3%).

“As discussões com os peritos internacionais revelam um panorama com preocupações crescentes em toda a Europa, com sintomas de ressurgimento do hooliganismo, a par da influência da subcultura casual, sobretudo após o período de confinamento. Estamos em crer que esta tendência europeia, já visível em vários outros países após o regresso dos adeptos aos estádios após o período pandémico, poderá influenciar o contexto nacional”, frisa o presidente da APCVD, Rodrigo Cavaleiro, numa mensagem publicada no RAViD.”

Fonte: https://tribuna.expresso.pt/atualidade/2023-12-29-Em-Portugal-92-dos-incidentes-de-violencia-no-desporto-em-2023

 

 

jose.soares@peixedomeuquintal.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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mais um pôr do sol nas ameias do castelo da Lomba da Maia (parafraseando daniel de Sá)

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morte na tourada

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Tribunal mantém condenação de chef no caso das alheiras com botulismo

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O Tribunal de Bragança manteve hoje o acórdão de condenação do chef Luís Portugal e da empresa de que é proprietário no caso de botulismo em que quatro pessoas ficaram doentes após ingerirem alheiras alegadamente contaminadas.

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Governo aprova recuperação do tempo de serviço dos professores

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O ministro da Presidência anunciou que o documento entrará em vigor a 1 de setembro.

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JOSÉ DE ALMEIDA PAVÃO

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JOSÉ DE ALMEIDA PAVÃO Jr.
José de Almeida Pavão Júnior, professor, escritor e figura ímpar da cultura açoriana.
Nasceu a 6 de dezembro de 1919 em Ponta Delgada e Faleceu a 20 de setembro de 2003 na mesma cidade, com 83 anos de idade. Completou, em 1937, no Liceu de Ponta Delgada, o seu ensino secundário com o curso complementar de letras. Formou-se em Filologia Clássica na Faculdade de Letras de Lisboa em 1941, onde seguidamente fez, no Liceu Normal de Pedro Nunes, o estágio pedagógico para o magistério Secundário.
Regressou a Ponta Delgada e, em 1943, ingressou no corpo docente do Liceu de Ponta Delgada, tornando-se no ano seguinte professor efetivo, onde permaneceu durante 34 anos, chegando a ser Vice-Reitor e, em 1964, Reitor deste. Foi professor e diretor da Escola do Magistério Primário, assistente e, em 1976, professor auxiliar da Universidade dos Açores. Foi nomeado vogal da Comissão Instaladora da Escola Normal Superior, que veio a ser extinta após a revolução de abril de 1974. Pertenceu também à Comissão Instaladora do Centro Integrado de Formação de Professores da Região dos Açores. Em 1980 doutorou-se em Filologia Romântica, sendo depois nomeado Professor Catedrático de Literatura Portuguesa. Já professor Catedrático, tomou parte num symphosium e em congressos e seminários em Portugal e no estrangeiro.
Na qualidade de cidadão, foi um importante colaborador da administração da Junta Geral do Distrito Autónomo de Ponta Delgada e vogal, vice-presidente e presidente do Instituto Cultural durante vários anos, cargo no âmbito do qual foi o coordenador da Revista «Insulana». Em 1983 foi condecorado pelo Presidente da República Ramalho Eanes com o grau de comendador da Ordem de Instrução Pública. Foi bolseiro do Instituto de Cultura e Língua Portuguesa, para investigação da literatura oral catarinense, e fez conferências na Universidade de São Paulo e na de Santa Catarina, tendo, nesta última, atividade docente entre março e abril de 1986 e em julho de 1987, como professor convidado. Acabou por jubilar-se, em 1989, devido a uma doença grave que exigiu tratamentos no estrangeiro, mas, no ano seguinte, aceitou o convite para diretor da Biblioteca Pública e Arquivo de Ponta Delgada, cargo que desempenhou até 1995.
Como escritor, tem da sua autoria mais de sessenta publicações que incluem obras de investigação, ensaio, poesia e ficção. O seu interesse crítico pela etnografia e literatura popular reconhece-se pela sua escrita ficcional, na sensibilidade viva com que, a partir de 1968, desenha figuras e ambientes populares em romances, contos e novelas de cariz regionalista. Neles procura criar artisticamente uma imagem do povo micaelense. Destaca-se obras como «O Fundo do Lago» (1978), «Os Xailes Negros» (1973), ou «O Além da Ilha» (1990). Pertencem-lhe dois títulos fundamentais para o conhecimento da cultura popular dos Açores: «Aspectos do Cancioneiro Popular Açoriano» e «Popular e Popularizante», apresentados em provas académicas.
O município de Ponta Delgada atribuiu o seu nome a uma das praças da cidade, onde foi colocado póstumo um busto da autoria de Álvaro França, como homenagem a um exemplar cidadão, professor, investigador, escritor de vasta e valiosa obra literária editada, chefe de família extremoso e colaborador em multifacetadas físicas e administrativas, que sempre revelou o seu persistente e incansável desvelo no serviço da sociedade.
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quando me quiseres falar de amor

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Aníbal Raposo: Letra, música, guitarra e voz – Rodrigo Medeiros: flauta transversal – Eduardo Botelho: guitarra solo, baixo e produção

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GASTRONOMIA POR Rui Vieira Nery”

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😉
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Vale apena ler este artigo de opinião de Rui Vieira Nery.
“Antigamente as cozinheiras dos bons restaurantes portugueses eram umas Senhoras rechonchudas e coradas, em geral já de idade respeitável, com nomes bem portugueses ainda a cheirar a aldeia – a D. Adosinda, a D. Felismina, a D. Gertrudes – e por vezes com uma sombra de buço que parecia fazer parte dos atributos da senioridade na profissão.
Tinham começado por baixo e aprendido o ofício lentamente, espreitando por cima do ombro dos mais velhos.
E tinham apurado a mão ao longo dos anos, para saberem gerir cada vez com mais mestria a arte do tempero, a ciência dos tempos de cozedura, os mistérios da regulação do lume.
A escolha dos ingredientes baseava-se numa sabedoria antiga, de experiência feita, que determinava o que “pertencia” a cada prato, o que “ia” com quê, os sabores que “ligavam” ou não entre si.
Traziam para a mesa verdadeiras obras de arte de culinária portuguesa, com um brio que disfarçavam com a falsa modéstia dos diminutivos – “Ora aqui está o cabritinho”, “Vamos lá ver se gosta do bacalhauzinho”, “Olhe que o agriãozinho é do meu quintal”.
Ficavam depois a olhar discretamente para nós, para nos verem na cara os sinais do prazer de cada petisco, mesmo quando à partida já tinham a certeza do triunfo, porque cada novo cliente satisfeito era como uma medalha de honra adicional.
E a melhor recompensa das boas Senhoras era o apetite com que nos viam: “Mais um filetezinho?” “Mais uma batatinha assada?”.
Hoje em dia, ao que parece, nestes tempos de terminologias filtradas, já não há cozinheiros, há “chefes”, e a respectiva média etária ronda a dos demais jovens empresários de sucesso com que os vemos cruzarem-se indistintamente nas páginas da “Caras” e da “Olá”.
Os nomes próprios seguem um abecedário previsível – Afonso, Bernardo, Caetano, Diogo, Estêvao, Frederico, Gonçalo, … – e os apelidos parecem um anuário do Conselho de Nobreza, com uma profusão ostensiva de arcaísmos ortográficos que funcionam como outros tantos marcadores de distinção – Vasconcellos, Athaydes, Souzas, Telles, Athouguias, Sylvas…
Quase nunca os vemos, claro, porque os deuses só raramente descem do Olimpo, mas somos recebidos por um exército de divindades menores cuja principal função é darem-nos a entender o enorme privilégio que é podermos aceder a semelhante espaço tão acima do nosso habitat social natural.
A explicação da lista é, por isso, um longo recitativo barroco, debitado em registo enjoado, em que, mais do que dar-nos uma ideia aproximada das escolhas possíveis, se pretende esmagar-nos com a consciência da nossa pressuposta inadequação à cerimónia em curso.
A regra de ouro é, claro, o inusitado das propostas culinárias em jogo e, preferivelmente, a sua absoluta ininteligibilidade para o cidadão comum.
Mandam, pois, o bom senso e o próprio instinto de auto-defesa que se delegue na casa a escolha do menu, sabendo-se, no entanto, que não vale a pena sonhar com que pelo meio nos apareça um pobre cabrito assado no forno, um humilde sável com açorda, ou uma honesta posta de bacalhau preparada segundo qualquer das “Cem Maneiras” santificadas das nossas Avós.
Seja o que Deus quiser!
E começam então a chegar a “profiterolle de anchova em cama de gomos de tangerina caramelizados, com espuma de champagne”, o “ceviche de vieira com molho quente de chocolate branco e raspa de trufa”, a “ratatouille de pepino e framboesa polvilhada com canela e manjericão”, e por aí fora, em geral com largos minutos de intervalo entre cada prato e o seguinte, para nos dar tempo de meditar sobre a experiência numa espécie de retiro espiritual momentâneo…
E é de experiência que se pode aqui falar no sentido mais fugaz do termo.
Deliciosa ou intragável, a oferta tende a ser, por princípio, “one time only”, porque quando o empregado anuncia, na sua meia voz enfadada, o “camarão salteado em calda de frutos silvestres e açafrão”, o uso do singular não é metafórico – é mesmo um exemplar único da espécie que se nos apresenta em toda a sua glória, ainda que possa reinar isolado no meio de um prato em que, em tempos, caberia um costeletão de novilho com os respectivos acompanhamentos.
Se se detestar, há pelo menos a consolação de que não haverá qualquer hipótese de reincidência do crime; se se adorar – o que há que reconhecer que muitas vezes acontece – ficará apenas a memória fugidia do prazer inesperado.
A função do “chefe” é proporcionar-nos no palato esta sucessão de sensações momentâneas irrepetíveis, todas elas em doses cuidadosamente homeopáticas, um pouco como as configurações sempre novas de um caleidoscópio – ou, se se preferir uma imagem mais forte, como a versão gastronómica de uma poderosa substância alucinogénia, daquelas que faziam as delícias da geração hippie dos anos 60 quando lhe davam a ver, ora elefantes cor-de-rosa, ora hipopótamos azul-celeste.
Wow!
Que saudades das Donas Adozindas, das Donas Felisminas, das Donas Gertrudes, mais camponesas ainda do que citadinas, com a sua sabedoria, as suas receitas de família, a sua simplicidade, a sua fartura, o seu gosto de servir bem, o seu sentido de tradição e de comunidade!”
Rui Vieira Nery”
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EXPRESSO.PT
A decadência da restauração alentejana, por Ricardo Dias Felner

A decadência da restauração alentejana, por Ricardo Dias Felner

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SANTA MARIA TRILHO FONTINHAS PRAIA FORMOSA

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