Plano de Drenagem de Lisboa passou por 6 presidentes: Bloco quer “Cidade esponja” – ZAP Notícias

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Com Lisboa novamente inundada pelas águas, devido à chuva que caiu nas últimas horas, o Bloco de Esquerda propõe a criação de um plano que transforme a capital numa “cidade esponja”, para resolver um problema que tem sido recorrente há décadas. O Bloco de Esquerda avançou com uma proposta na Câma

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Fenómeno meteorológico de grande dimensão nas próximas horas (mas não se sabe onde)

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Presidente do IPMA deixa alerta sobre uma “estrutura meteorológica” em Portugal, que se pode deslocar para norte ou sul do país.

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AO MINUTO: Tempo vai agravar-se à tarde; Situação é “desoladora”

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Acompanhe aqui AO MINUTO os mais recentes desenvolvimentos sobre o mau tempo de esta terça-feira.

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Há “algumas centenas” de falhas de energia no país devido ao mau tempo

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A E-REDES reportou hoje “algumas centenas de casos” de falhas de iluminação a norte e a sul do país, devido ao mau tempo, mas salienta tratar-se de um “número residual” numa rede de seis milhões de clientes.

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TRIBUTE TO JILL JOLLIFFE

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HUMAN RIGHTS DAY TODAY, 10 December.
A good day to remember Jill Jolliffe who died last week in Melbourne. Inter alia, war correspondent, champion of East Timor, pebble in Suharto’s boot, ASIO interest, tireless campaigner for justice for her fellow journalists murdered in Balibo and Dili during Indonesia’s 1975 invasion of East Timor, and collector of a rich archive now held in the National Library of Australia. (CHART is preparing a guide to assist with access. Go to CHART at <timorarchives.wordpress.com>)
Here is a short tribute that I paid to Jill in 2021. I would now add meeting Miguel Nuak in Dili recently, an artist/architect and son of a painter, Joao Soriano ‘Nuak’, from whom Miguel thinks Jill bought anti-Portuguese paintings (in the spirit of revolutionary Fretilin’s early iteration) in Dili in 1975, assisted by Jose Ramos-Horta, who knew English and acted as Nuak’s PR man to visiting internationals….. Miguel’s huge portraits of Nicolau Lobato and Konis Santana grace the walls of Dili’s Palacio Presidential.
Jill Jolliffe AETA tribute Pat Walsh
YOUTUBE.COM
Jill Jolliffe AETA tribute Pat Walsh
Jill Jolliffe (born 1945) is an Australian journalist and author who has reported on East Timor since 1975. This is a personal tribute to Pat Walsh’s friend …
John Waddingham, Ken Westmoreland and 70 others
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«Volta Aos Açores Em Quinze Dias», da autoria de José Pedro Castanheira

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Foi um gosto poder participar na apresentação do livro «Volta Aos Açores Em Quinze Dias», da autoria de José Pedro Castanheira, ao lado dos Professores Onésimo Teotónio Almeida e Vamberto Freitas. Deixo-vos o texto lido nessa sessão.
VOLTA AOS AÇORES EM QUINZE DIAS
A apresentação de um livro carrega sempre uma forte carga emocional e é um momento de grande responsabilidade. Entrar no mundo de quem produz a obra e procurar entender os motivos que levaram à sua saída para o prelo nunca é tarefa fácil.
Assim, como mote ao que se segue, mas também como forma de contextualização, nada melhor do que começar esta apresentação com as palavras de quem acompanhou este projeto praticamente desde o início, e dele conhece praticamente todos os detalhes:
«Fui um dos recebedores das prestações deste diário de bordo, crónica de viagem há muito anunciada mas vítima de adiamentos sucessivos. Com o decorrer dos dias, o entusiasmo da minha leitura subiu em ritmo crescente à medida que as intempéries complicavam a aventura de cinco arrojados marinheiros – contando com o cronista-de-serviço que, sem nunca soçobrar ao peso dos elementos, nos ia reportando as alterações de planos sempre a complicar-se. É que, nos Açores, os elementos são quem mais ordena.» (Prefácio, p. 13).
José Pedro Castanheira será por muitos reconhecido como um jornalista português que integrou o quadro de diversos jornais, entre os quais o Expresso, onde, durante quase trinta anos, se dedicou à grande reportagem e ao jornalismo de investigação. Desempenhou, ao longo da sua carreira, cargos no Sindicato dos Jornalistas e, a solo ou em coautoria, é responsável por mais de uma dúzia de livros, dos quais emerge o título, «Jorge Sampaio – Uma Biografia» (Porto Editora, 2 vol. 2012 – 2017). O que talvez não seja do conhecimento do grande público é que o autor é um apaixonado pelos Açores e, embora nascido no Continente português, bem apartado do arquipélago, apresenta-nos aqui uma bonita declaração de amor à Região e às suas gentes. Ao saborearmos esta obra, ao notarmos a sensibilidade com que o autor reveste cada entrada deste diário, percebemos, por inteiro, o sentimento ilhéu que lhe molda as ilhargas do coração. Se José Pedro Castanheira já ganhara, há muito, o seu espaço físico na ilha, sobretudo na do Pico, legitima agora, e de forma brilhante, o seu lugar no coração de todos os leitores açorianos.
«Volta Aos Açores Em Quinze Dias, Diário De Bordo De Uma Viagem Para (Não) Esquecer», ou simplesmente VA15D, como o próprio decidiu designá-lo, foi a sua primeira incursão literária fora do âmbito do jornalismo, sendo que a mesma enquadrar-se-á naquilo a que, por definição, designamos por Literatura de Viagem. E que viagem, esta, navegando pelos inesperados humores do mar açoriano, onde as suas birras imprevisíveis, mas constantes, mantêm em alerta todos sentidos dos marinheiros que por estas bandas se aventuram.
Assumindo-se como um Diário de Bordo, este conjunto de textos nasceu no âmbito da concretização de um sonho acalentado durante quarenta anos, por este apaixonado pelo arquipélago açoriano, ele queria «Dar uma volta pelas ilhas dos Açores num barco à vela, com um grupo de amigos, e explorar as suas extraordinárias belezas […]». Como qualquer diário de viagem, teve como primeiro desígnio a eternização de todas as peripécias ocorridas quer a bordo do «Avanti» – o veleiro alugado na marina da Horta, e que se viria a revelar a embarcação certa para esta “empreitada” –, quer em terra, onde a jornada ganhou inesperados motivos de interesse, dignos de figurar nestes registos diários, inicialmente pensados para partilha com a família e amigos mais ou menos próximos. Não resista, todavia, a ideia de fragmentação; os textos, conexos, consubstanciam-se numa obra sólida e, sobretudo, muito harmoniosa. O que se levou a publicação não se resume à simples transcrição das entradas diárias. Houve o cuidado posterior da revisão textual, burilando-se cada uma das entradas agora partilhadas com o público leitor.
Conquanto este represente um assunto esgotado para muitos, tem-se revelado uma paixão perpétua para outros, havendo a reconhecer que os Açores, embora avexados pela posição ocupada em diversos indicadores de desenvolvimento económico e social, ocupam ainda uma posição cimeira, no que à produção literária concerne, ainda que esta possa chegar de quadrantes longínquos. Dentre estas novas vozes, muitas são as que têm sabido respeitar o legado dos mais experientes, e que tão bem têm trilhado o seu caminho, avolumando o corpo literário açoriano ou, pelo menos, o corpo literário que se debruça sobre os Açores. Neste torna-se agora imperioso contar com esta obra de José Pedro Castanheira que, mesmo à distância de um detalhe de naturalidade, (como outrora Raul Brandão), se assume, com todo o mérito, como um dos expoentes que mais enobrece a cada vez mais robusta literatura de viagens que tem os Açores como palco.
José Pedro Castanheira é um açoriano de coração – por ter nascido nas bandas de lá –, que, não sendo condição inferior, não representa também motivo suficiente que o aparte dessa condição de ser português ilhéu dos Açores. Tenhamos, pois, confiança e olhemos o futuro literário do arquipélago com reforçado otimismo, até porque, como escreveu recentemente um açoriano dos maiores, «O mau tempo nos Açores sempre ajudou os inclinados às letras a despejarem os sonhos e os fígados no papel (agora no ecrã).»
Na obra, e para além de uma nota introdutória, em jeito de contextualização, e de um prefácio assinado por Onésimo Teotónio Almeida, encontramos um total de dezoito entradas sequenciais, que se configuram como outros tantos capítulos, cada um coroado com uma espécie de sumário, o que se revela bem agradável, tal a curiosidade que suscita. Já no final da obra, o leitor é surpreendido com um texto adicional que, nas palavras do autor, surge «À laia de posfácio», e que, de alguma forma, restitui justiça ao desfecho de toda esta jornada, que tão mal poderia ter terminado! Permito-me sublinhar uma passagem do prefácio onde é feita referência muito pertinente à «Lei de Murphy», onde se recorda que, também nesta viagem, «Se alguma coisa pode correr mal, vai correr.»
Ao longo das páginas, vão surgindo diversas imagens – sejam fotografias captadas pelos tripulantes do «Avanti», sejam ilustrações, da autoria de David Casta –, que conferem um apoio muito interessante à leitura, ora transportando o leitor para os locais referenciados, ora prestando algum “amparo geográfico”, especialmente na representação inicial das diversas etapas que constituíram esta audaz jornada.
Esta foi uma viagem planeada minuciosamente. Como antes se referiu, representa um sonho com quarenta anos, e, depois, vítima de sucessivos adiamentos (considerando a época pandémica), houve tempo suficiente para detalhar cada passo a dar, cada milha a navegar; houve estudo e análise das rotas e da meteorologia, e, acauteladas todas as possíveis vicissitudes, respirava-se uma certa dose de confiança, sendo que os ânimos se mostravam de feição. Originalmente, contemplava paragem em sete das nove ilhas do arquipélago, excluindo-se as do grupo ocidental, dada a escassez de tempo: quinze dias seriam insuficientes. (Remete-nos esta incompletude para uma outra obra de idêntico propósito, escrita por Guilherme de Morais, «Ilhas do Infante» (Artes e Letras, 2019), onde também se lamenta a ausência do escrito sobre a passagem pela ilha Terceira, para dessa forma poder amplamente «[…] decorar o poema de beleza que existe em cada uma, para escutar a alma que palpita em todas […].»).
Embora com inúmeras passagens pela Região Autónoma dos Açores e, certamente, com um profundo conhecimento acerca do mar e da meteorologia que por cá se faz sentir, não contavam estes aventureiros com a maré de azares, más sortes e desventuras que Éolo e demais deuses lhes tinham reservado. À semelhança do que aconteceu a Ulisses no seu atribulado regresso a Ítaca, também nesta viagem, a Zéfiro se impuseram outros ventos bem mais tormentosos e desagradáveis, condições inesperadas que nem os mais potentes instrumentos de navegação conseguem prever. Como qualquer açoriano dirá, nas ilhas ocorrem as quatro estações num só dia, e, previsões, acredite nelas quem quiser!
Este é um livro sobre os Açores, sobre o mar dos Açores e, por isso, e apesar das contrariedades narradas, conserva uma frescura muito agradável, conferida, sobretudo, pelo recurso a uma linguagem acessível, arejada, mas sempre muito cuidada. Arrisquemos, pois, o embarque no «Avanti», e acompanhemos em segurança este afoito grupo de gente simpática e aventureira, numa expedição bem real por este naco de mar plantado na imensidão do Atlântico.
A todos muito obrigado!
José Pedro Castanheira, «Volta Aos Açores Em Quinze Dias», Tinta da China, setembro de 2022
Pode ser uma imagem de 7 pessoas, pessoas sentadas e interiores
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o canhão em Santa Maria

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Ângela Loura «Daqui e Dali – do que é nosso» | «Registos: Memórias da minha Ilha»

Há 3 dias

Santa Maria, 1981.
Algures entre o Polígono de Acústica Submarina e o Forte/Castelo do Cabrestante. O que será feito daquele canhão? O que será feito daquela estrutura?

Em 1999, quando foi gravado o programa “Horizontes de Memória” da RTP em Santa Maria, ainda estavam 2 canhões junto ao Forte/Castelo de São João Baptista, e outros 2 canhões junto ao local do Forte de Nossa Senhora dos Anjos. E desses? O que é feito?
Disse José Hermano Saraiva, segurando numa mão fragmentos de um dos canhões:
«Em breve, dos canhões só há a lembrança de que outrora eles estavam aqui. (…) Eu já mostrei isto faz agora meia dúzia de anos e volto a mostrar. Porque meia dúzia de anos depois ainda é mais urgente, e o estado destas peças ainda é mais lamentável.»
Acrescentou:
«Nós não temos outro passado. Se deixarmos perder este, o que é que nós temos para nos recordar aquilo que já fomos?»

E não diziam só os “de fora”. Ouçamos um “de cá”:
1) «A tua ilha tinha condições para haver guardado todas as memórias construídas desde a primeira casa de pedra que abrigou gente. (…) É certo que eles não saberiam que estaríamos tão interessados nessas relíquias do passado, mas isso não alivia a nossa sensação de perda.»
2) «Todos éramos guardiões dos lugares onde vivíamos, e por isso nesse tempo não era preciso haver zonas classificadas e protegidas oficialmente. Mas agora é. (…)»
3) «(…) E tudo em Santa Maria é demasiado precioso para que alguma coisa se perca.»
(Daniel de Sá, em “Santa Maria, a ilha-mãe”)

Afinal, o que é preciso para que se comece (mesmo) a valorizar e a preservar património em Santa Maria? Desde a fortificação mais antiga, à torre de controlo do aeroporto, não faltam “memórias construídas” que, anos após anos, décadas após décadas, nós, os “guardiões dos lugares”, elegemos como não prioritários na constante construção da nossa memória colectiva. E isto tem um custo. Quantas memórias construídas ao longo de mais de 500 anos deste lugar de memória e de futuro já deixámos ruir? Precisamos de classificar tudo? Precisamos de deixar cair a última pedra? Afinal, de quanto tempo mais é que precisamos para agir?

40 anos depois desta foto, e 20 anos depois do episódio no “Horizontes de Memória”, os trabalhos de investigação sobre a História de Santa Maria e o seu património são consideráveis, e as formas de preservação/salvaguarda de património também evoluíram. Saibamos aproveitar estes valiosos contributos. Mas saibamos também ser guardiões dos nossos lugares.

Não se esqueçam:
«(…) é .»
(Daniel de Sá, em “Santa Maria, a ilha-mãe”)

* Fotografia: ©J.H.C.Loura | ©J.P.Santos | ©ÂdSL

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