Arquivo da Categoria: Politica Politicos 25 abr 1 mai 10 jun 5 out 25 nov 1 dez fascismo racismo xenofobia nazi SALAZAR judeus jews sionismo islao terror russia

o reino unido

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*** REINO UNIDO ***
O Reino Unido é uma união política de quatro “países constituintes”: Escócia, Inglaterra, Irlanda do Norte e País de Gales.
O governo é regido por um sistema parlamentar, cuja sede está localizada na cidade de Londres, a capital, e por uma monarquia constitucional que tem o rei Carlos III como chefe de Estado. As dependências da Coroa das Ilhas do Canal (ou Ilhas Anglo-Normandas) e a Ilha de Man (formalmente possessões da Coroa), não fazem parte do Reino Unido, mas formam uma confederação com ele.
O país tem 14 territórios ultramarinos (*), todos remanescentes do Império Britânico, que no seu auge possuía quase um quarto da superfície da Terra, fazendo desse o maior império da história.
Como resultado da era imperial, a influência britânica no mundo pode ser vista no idioma, na cultura e nos sistemas judiciários de muitas de suas antigas colónias, como o Canadá, a Austrália, a Índia e os Estados Unidos.
O rei Carlos III permanece como o chefe da Comunidade das Nações (Commonwealth) e chefe de Estado de cada uma das monarquias.
(*) Os catorze Territórios Britânicos Ultramarinos do Reino Unido, são: Anguila; Bermudas; Território Antártico Britânico; Território Britânico do Oceano Índico; Ilhas Virgens Britânicas; Ilhas Caimão; Ilhas Malvinas; Gibraltar; Montserrat; Santa Helena, Ascensão e Tristão da Cunha; Ilhas Turcas e Caicos; Ilhas Pitcairn; Geórgia do Sul e Ilhas Sandwich do Sul; e as Áreas de Base Soberanas em Chipre.
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crise inflacionista josé gabriel ávila

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Cron. Rádio Atlântida – Crise inflacionista
Estávamos bem longe de pensar – todos nós, incluindo organismos internacionais – que a guerra na Ucrânia iria prolongar-se tanto tempo e que os seus efeitos provocariam uma crise inflacionista que estamos a sofrer, também por causa das sanções.
Quem ganha com este conflito europeu? A indústria do armamento, as empresas fornecedoras de energia e de produtos petrolíferos. Quem sofre com a guerra? O país atacado, os familiares das vítimas, os que lutam no campo de batalha, quem vive do seu trabalho e não têm outros proventos, os idosos, os carenciados, os povos famintos, etc, etc… E poderia continuar o rosário doloroso e infindável de consequências que se traduzem sempre em morte, pobreza e mais guerra.
Perante este cenário de crise, a quem compete acudir? Ao Estado, à sociedade, à solidariedade humana, repartindo bens, sobretudo os que mais têm.
Esta é a receita que muitos governos estão a tomar, cientes de que o bem-comum deve traduzir-se em gestos efetivos, revertendo aos contribuintes, sobretudo aos que mais precisam o excesso de impostos cobrados devido à subida dos produtos.
ENTRE NÓS, o Governo Açoriano já veio dizer que, para já, não contem com a devolução de impostos. Posição contrária – e muito bem! – tem o presidente do Município da Ribeira Grande.
Gaudêncio afirma que “A [sua] preocupação é ajudar as famílias, com medidas concretas
que visam apoiar, em primeiro lugar, aqueles que mais precisam”. Uma dessas medidas é a criação de um Fundo de Emergência Social, para atuar de imediato, apoiando despesas básicas como água, eletricidade, gás ou alimentação. No próximo ano, no concelho nortenho, haverá a redução da taxa do IRS cobrado pela autarquia aos contribuintes.
Existindo uma associação de municípios de São Miguel e também dos Açores, por que não decidiram as autarquias ações conjuntas? O problema não atinge todas as ilhas?
Neste concelho maior (Ponta Delgada) e noutros por esses Açores abaixo, a indiferença face às dificuldades de tantas famílias e à pobreza é assustadora e olha-se, infelizmente, para os mais carenciados como um peso social ou casos de preguiça que importa denunciar e combater.
A estratégia de muitos autarcas parece ser adormecer o povo com festas brancas e multicolores para esconder as assimetrias sociais cada vez mais evidentes.
Vivemos tempos em que o estado, a região, os órgãos de poder local e outras instituições sócio-religiosas devem preocupar-se com as condições de vida de mais de um quarto da população açoriana e até da classe média, para evitar tempos de penúria, como os já vividos há décadas, que abriram a porta à emigração.
As instituições servem para responder aos problemas e não para instalar e perpetuar no poder os responsáveis quaisquer que eles sejam.
Os políticos e os governantes não são donos da democracia. Por isso, devem repensar e rever, constantemente, procedimentos e tomar atitudes que visem o bem-comum. É essa a sua única missão.
Indigna-me saber que o orçamento do Parlamento Açoriano para o próximo ano aumentou substancialmente e que nenhuma força política se dignou propor em plenário medidas que visem fazer face à presente crise financeira das famílias mais débeis.
Se os governantes, deputados e autarcas não se preocupam em discutir e resolver os problemas que, em tempos de grande dificuldade, mais afetam os cidadãos, para nada servem.
A democracia é um sistema dinâmico e, ao contrário do que se julga, o povo não dorme e sabe analisar quem está a seu lado e resolve as suas dificuldades.
José Gabriel Avila
10 set 2022
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Eu não tenho que pedir desculpas pelo crime de Wiriamu

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《Eu não tenho que pedir desculpas pelo crime de Wiriamu
A culpabilização colectiva por actos de uma ditadura em que os portugueses não foram tidos nem achados só serve para desculpabilizar os verdadeiros culpados.
José Pacheco Pereira
10 de Setembro de 2022
O pedido de desculpas de António Costa aos moçambicanos pelo massacre de Wiriamu pareceu-me bem no sentido geral do acto, não na sua forma. Wiriamu foi um crime de guerra que nunca deve ser esquecido nem subestimado, pelo qual a justiça devia ter funcionado punindo os culpados e reparando as vítimas. Como isso nunca foi feito, devia sê-lo mesmo hoje, porque esses crimes não prescrevem. Acresce que a memória inscrita na história escolar e mediática não pode tratar a Guerra Colonial como um acontecimento secundário na nossa história recente, mas sim um momento particularmente cruel da nossa história, num país que se gaba vezes de mais de ter «brandos costumes».》
Eu não tenho que pedir desculpas pelo crime de Wiriamu
PUBLICO.PT
Eu não tenho que pedir desculpas pelo crime de Wiriamu
A culpabilização colectiva por actos de uma ditadura em que os portugueses não foram tidos nem achados só serve para desculpabilizar os verdadeiros culpados.
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PS CHAMA AUMENTO A CORTE DE PENSÕES FUTURAS

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Como reformado sinto-me BURLADO. Quando me vêm dizer que me vão dar um apoio extraordinário em outubro, deveriam dizer que era um pagamento especial por conta, mas no lugar de ser o cidadão a faze-lo nesse caso é o governo que o faz. No ano seguinte 2023 os aumentos impostos por dec. lei , deviam ser entre os 7 e o 8 por cento, vão se situar entre os 3 e 5 por cento, sendo que o que é pago no próximo outubro compõe o que falta. NÃO EXISTE APOIO EXTRAORDINARIO NENHUM. Contas feitas o apoio é 000000000. Há ainda a considerar que se os aumentos ficam entre os 3% e os 5% a base para o calculo nos anos seguintes é mais baixa e por isso não só nada se ganha este ano e para o ano, como se vai perder em todos os anos para o resto da vida. Para mim trata-se de uma BURLA maquiavelicamente concebida.
Reformados e pensionistas NÃO se esqueçam de NÃO votar PS , da próxima.
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  • Tiago Almeida

    Na realidade estamos a assistir a um corte de pensões no longo prazo, e o PS chama-lhe “apoio”, ou “aumento” ou outra coisa qualquer. Esta gentalha, que não tem outro nome, está-se a aproveitar vergonhosamente da vulnerabilidade e do desconhecimento que estas pessoas geralmente têm, é vergonhoso, escandaloso, e muitas outras coisas que não posso aqui escrever.
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açores de desgoverno em desgoverno (título meu em artigo de Tomás Quental

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PS é o melhor “seguro de vida” da coligação política açoriana
O líder do PS-Açores alertou para “uma degradação crescente das finanças públicas regionais”.
Vasco Cordeiro, que é boa pessoa e honesto, sobre isso penso não existirem dúvidas, ainda não desceu das nuvens, onde aparentemente se refugiou após PSD-CDS-PPM, em estranha coligação, terem assumido o poder no arquipélago, repetindo, de algum modo, o modelo de “geringonça” já experimentado em Lisboa.
A coligação PSD-CDS-PPM está no poder na Região Autónoma dos Açores não por mérito próprio, mas por demérito do PS, que é, até ver, o maior partido nas ilhas açorianas.
O PS vem dizer que há “uma degradação crescente das finanças públicas regionais”. Não possuo competência para avaliar dessa falada “degradação”. Agora o que é notório é que o PS ainda não assumiu nem se redimiu dos muitos erros cometidos durante 24 anos de governação regional, tendo também – há que reconhecer – alguns aspectos positivos.
Um Governo Regional socialista entregou sob concessão a um privado as centenárias termas públicas das Furnas para serem transformadas num hotel-spa para ricos. Isso é socialismo? E vários militantes socialistas discordaram. Um Governo Regional socialista mandou destruir a maior parte do igualmente centenário jardim do Museu Carlos Machado para construir um pavilhão subterrâneo, que está concluído, mas não pode ser aproveitado, porque alegadamente o projecto foi mal concebido e há infiltração de águas. Esse atentado à Cultura é socialismo? E muita gente não concordou. Um Governo Regional socialista elaborou e aprovou um projecto escandaloso para os terrenos públicos da Calheta de Pêro de Teive, impedindo que aquele espaço conquistado ao mar fosse devolvido na sua totalidade à população para ser transformado numa zona de fruição, que podia ser, nomeadamente, uma praça ou um jardim. Isso é socialismo? Neste último caso, o PS, estranhamente, contou com a concordância e o apoio do PSD, ambos muito “amiguinhos” contra os interesses da população. Muitos socialistas e muitos sociais-democratas discordam do que vai ser feito na Calheta – um monstruoso hotel vai ser construído por um privado sob concessão em terrenos públicos -, mas os chefes partidários, instituídos em funções públicas, é que mandam, sem ouvirem a população, apesar de se apregoarem de muito democratas.
Além dessas tristes e lamentáveis situações em São Miguel, muitas outras ocorreram em outras ilhas dos Açores, em vários sectores e em diversos aspectos, durante os anos de governação socialista regional. Mas o PS continua a não assumir os erros cometidos, até parece que se orgulha deles. Portanto, não se pode queixar de a direita coligada ter chegado ao poder, de onde não vai sair facilmente, apesar de os resultados não serem famosos.
De resto, enquanto Vasco Cordeiro continuar às ordens de um cansativo clã familiar socialista regional, não vai conseguir regressar ao cargo de presidente do Governo Regional. Ser boa pessoa e honesto, apesar de serem apreciáveis qualidades, não dão garantia de levar o PS ao poder regional. Onde está o PS de Angelino de Almeida Páscoa, de Francisco Macedo, de Avelino Rodrigues e de outros verdadeiros e genuínos socialistas? Enquanto o PS não recuperar o seu património original, não assumir os erros cometidos e não se redimir, pode esperar sentado, porque ao poder regional não terá acesso nem tão cedo. Assim sendo, o melhor “seguro de vida” da coligação PSD-CDS-PPM é o próprio PS.
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  • Constantino Silva

    Perante os erros atrás descritos cometidos pelo PS e o actual “desgoverno” do PSD, completamente manietado por partidos praticamente sem votos. Fácil será de concluir que estamos bem “lixados”.
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O MONSTRO ACORDOU (INFLAÇÃO)

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Na década de 80, Portugal viveu durante anos consecutivos com taxas de inflação superiores a 20 por cento, um cenário que a entrada na União Europeia, primeiro, e a adesão ao euro e à Zona Euro, mais tarde, apagaram da nossa memória. Nunca nos seus curtos 24 anos de vida a Zona Euro passou por uma crise inflacionista como a que agora nos entra porta adentro.
Ao contrário do que se tem ouvido aqui e ali, o epicentro da crise inflacionista não está limitado à guerra na Ucrânia, até porque antes de os russos ultrapassarem a fronteira ucraniana já a inflação se agitava como reflexo de uma longa pandemia que paralisou o mundo e provocou o caos nas cadeias de distribuição.
O impacto somado desses vários fatores é o que permite perceber a voragem do monstro inflacionista que depois de décadas adormecido acordou cheio de fome e ameaça lançar a Europa para mais uma recessão.
Há incúria política ao nível dos estados-membros, há ganância e certamente negócios duvidosos que ajudaram a colocar a União Europeia, e em particular o seu grande motor económico, a Alemanha, nas mãos de Putin que agora fecha as torneiras do gás na-tural e deixa a Europa à beira de congelar. O Inverno vem aí e Putin vai usar o frio em beneficio próprio. A fazer fé nas palavras de Klaus-Dieter Maubach, CEO da Uniper, o pior da crise energética ainda está para chegar.
Com a inflação a comer rendimentos, e a injetar incerteza nas economias europeias e nos mercados internacionais, com a crise energética, as alterações climáticas e a disrupção nas cadeias de distribuição por resolver, não é de admirar que o BCE continue com a mão no travão e admita voltar a a subir as taxas de juros que “facilmente” poderão chegar aos 3% em 2023. Talvez não seja má ideia revisitar a crise do início dos anos oitenta nos EUA e as medidas duras tomadas pela FED na altura para se perceber o risco que a escalada da inflação representa.
Portugal, tal como outros países da UE, tem procurado criar medidas que alguns, erradamente, apelidam de combate à inflação. Na realidade, são medidas para ajudar a viver em inflação, nunca para a derrotar. Podem e devem discutir-se se os pacotes anunciados são bons, maus, ideais, contudo nunca se deve perder de vista o essencial: o dinheiro que os Estados encaixam “extraordinariamente” em impostos com a inflação não são uma benesse, antes um presente envenenado, e todos os políticos, dos que governam aos que são oposição, sabem disso.
(Paulo SimõesAçoriano Oriental de 11.09.2022)
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Falece aos 90 anos Saleta Goi

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No serán deste sábado faleceu na cidade da Coruña Saleta Goi, a viúva do escritor Manuel María. Goi, presidenta da fundación que acolle o legado do poeta na Casa-Museo Manuel María, levaba ligada á cultura galega desde os anos 50, participando da vida social e política do país.

Source: Falece aos 90 anos Saleta Goi

OS ESPOLIADOS

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Os espoliados
Na ressaca do pacote de medidas de apoio às famílias, anunciado por António Costa, já todos perceberam quem vai pagar por mais esta crise: a classe média e os pensionistas, os espoliados do costume em todas as crises.
Algumas das medidas são positivas, mas todas insuficientes, cheias de alçapões e tardias.
Por exemplo, a classe média é aquela que mais detém habitação própria com recurso ao crédito bancário.
Para as rendas é feita uma intervenção até aos 2%, recompensando os senhorios no IRS e IRC. E para os têm crédito à habitação?
Como pagar rendas bancárias que estão a subir mais do que as taxas das rendas?
No caso dos pensionistas o escândalo ainda é maior, tratando-se de um truque criado por um qualquer técnico da Autoridade Tributária que há-de ser recompensado por isso, como quem vai à caça das infracções tributárias dos contribuintes.
Então atribui-se, agora, uma meia pensão, para, depois, em Janeiro, se mudar o cálculo da lei e os pensionistas passarem a receber menos para o resto da vida?
Nem a ‘troika’ se lembrou de tal número ilusionista, apresentado como se fosse uma medida de apoio aos reformados. Não é.
Trata-se de uma manipulação técnica para espoliar os mais frágeis da sociedade.
No cheque de 125 euros há outra ilusão.
Quem ganha 1.500 euros desconta por mês quase 500 euros para o Estado, mas este devolve-lhe, num só mês, 125 euros! Uma esmola que nem dá para encher duas vezes o depósito da viatura apenas no mês de Outubro.
A mesma espoliação é feita na receita fiscal.
O Estado já arrecadou, nestes meses em que a inflação galopou, mais de 10 mil milhões de euros em receita fiscal extraordinária.
Ou seja, já ia com um excedente orçamental, a que se junta agora mais estes pecúlio inesperado, só porque o governo se atrasou, propositadamente, na implementação das medidas, para encher os cofres.
E o que dá em troca às famílias espoliadas?
Uns míseros 2,4 mil milhões!
Em resumo, os contribuintes e os mais fracos vão continuar a ser os espoliados pelo Estado glutão, enquanto as grandes empresas, especialmente as petrolíferas, a banca e as que comercializam bens alimentares, vão continuar com os seus lucros excessivos, uma benção do governo que está a ser taxada por outros governos mais inteligentes em países com líderes mais competentes.
É bom que o Governo dos Açores vá pondo as barbas de molho e não cometa as mesmas barbaridades.
É verdade que a governação açoriana está muito condicionada, sobretudo ao nível das fiscalidade, até porque já baixou os impostos este ano.
Mas existem outras formas de compensar as famílias açorianas, a começar pela distribuição do excedente da receita fiscal, de que o governo de Bolieiro não se deve aproveitar como fez Costa.
Dizer que o combate à inflação nos Açores começou em Janeiro com a baixa de impostos é uma falácia: Porque, pura e simplesmente, naquela altura não havia inflação!
Vir com estes argumentos enganadores, tipo continuação da “escola sergiana”, só descredibiliza a governação.
Há outras medidas boas, como foram implantadas pela vizinha Região Autónoma da Madeira, antecipando-se à República, que podemos copiar sem mais demora.
É que, aqui nos Açores, também já vamos tarde.
Para fazer sofrer as famílias, já bastou este governo ter legislado os apoios às vítimas das cheias nas Feteiras e Sete Cidades… um ano depois!
Mexam-se, que as férias já lá vão.
(Osvaldo Cabral – Diário dos Açores de 11.09.2022)
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os 125€ que vão devolver como esmola aos pobres

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O anúncio de António Costa foi um exercício de populismo e manipulação em que se aproveita da iliteracia económica das pessoas para fazer passar por positiva medidas que não acrescentam nada ou em alguns casos são um verdadeiro presente envenenado. Dois exemplos:
Medida dos 125€ por pessoa que ganhe até 2700€:
Uma pessoa que ganhe 2700€ brutos entrega todos os meses de IRS cerca de 700€ por mês. Aquilo que António Costa deixou implícito é que esta pessoa a quem o estado vai buscar 700€ de IRS todos os meses precisa da caridade do governo. Mas esta pessoa não precisa da caridade de Costa. Precisa que o estado a deixe ficar com uma parte maior do seu salário, daquilo que ganhou honestamente. Tirar 700€ de um lado todos os meses e dar 125€ por outro num único mês não é uma política social, é uma política de dependência. O raciocínio aplica-se também a quem ganha 1500€, recebe líquidos pouco mais de 1000€ e entrega 250€ ao estado todos os meses. Se o governo quisesse mesmo ajudar a passar por esta fase complicado, não o faria criando clientelas e dando esmolas, mas deixando que estes trabalhadores ficassem com mais daquilo que ganham. Aquilo que o governo faz e tirar com uma mão muito (e de forma permanente) e dar com outra mão pouco (e de forma excepcional).
Medida das pensões
Aqui há uma clara aposta na iliteracia económica dos portugueses. O governo estava obrigado por lei a dar uma aumento em 2023, mas irá dar um aumento menor, antecipando o valor que os pensionistas perderão em 2023 com um subsídio imediato. Poderão pensar que isto equilibra as coisas, mas não. Vamos imaginar um pensionista que recebe 1000€ e teria direito a receber 1100€ em 2023. O estado apenas aumenta para 1050, mas em troca atribui-lhe todo o valor perdido ao longo do ano já em Outubro. O pensionista fica melhor? Não, fica muito pior. Porque em 2024 a lei determinará novo aumento percentual que em vez de recair sobre os 1100 que supostamente receberia no final de 2023, apenas recairá sobre os 1050 que passou a receber. A perda dos 50€ até pode ser recompensada em 2023, mas será uma perda permanente a partir de 2024. Concorde-se ou não com estes aumentos, aquilo que António Costa anunciou como uma vitória dos pensionistas é, na verdade, uma enorme perda duradoura em relação ao que os pensionistas receberiam normalmente.
Estivemos perante um exercício de ilusionismo e o pior é que pode muito bem resultar eleitoralmente. Muitos trabalhadores e pensionistas irão exultar com o dinheiro extra recebido em Outubro sem se aperceberem que o pagam em triplo, quadruplo ou quíntuplo todos os meses (no caso dos trabalhadores) ou que pagarão o presente envenenado de Outubro com juros o resto da vida (no caso dos pensionistas).
Carlos Guimarães Pinto
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  • Jose Ourique Fagundes

    Poderá haver surpresas, já, nas eleições autárquicas. Costa, põe o Medina na ordem.

confrontos em timor, mais uma vez

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Vários feridos e detidos depois de confrontos entre grupos rivais em Díli
Díli, 06 set 2022 (Lusa) – Pelo menos quatro pessoas ficaram feridas, incluindo um efetivo das forças armadas, e pelo menos quatro pessoas foram detidas na sequência de confrontos entre grupos rivais e forças de segurança em Díli, disseram hoje policiais.
Os confrontos, que envolveram elementos de pelos menos dois grupos rivais de artes marciais, o PSHT e o 77, marcaram a tensão que se vive em Díli desde a morte, na sexta-feira, de um jovem de 21 anos que estava detido numa cela da Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL) em Díli.
Esse jovem, do grupo PSHT, foi detido na madrugada de quinta-feira depois de agredir violentamente um outro jovem, do grupo 77, que não resistiu aos ferimentos e morreu na segunda-feira à noite, no Hospital Nacional Guido Valadares.
Apesar das investigações iniciais apontarem o suicídio com causa da morte do jovem na cadeia, famílias e elementos do PSHT levantaram suspeitas sobre um possível envolvimento de efetivos policiais na morte, com rumores a espalharem-se nas redes sociais.
Preventivamente, e apesar de ainda estar a decorrer a investigação pela Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL) e pela Polícia Científica de Investigação Criminal (PCIC), o comando geral da polícia timorense suspendeu os oito agentes que estavam de piquete no dia da morte, sexta-feira passada.
Ainda assim, fontes da investigação explicaram à Lusa que os dados preliminares, incluindo a autópsia ao jovem de 21 anos não apontam ter havido qualquer agressão, confirmando a morte por “asfixia mecânica por meio de enforcamento”.
Perícias e diligências adicionais continuam a ser conduzidas para apurar exatamente as circunstâncias da morte, confirmaram fontes policiais.
Apesar disso, as suspeitas, na sequência do velório do jovem, levaram já na sexta-feira a confrontos no centro de Díli, com a polícia forçada a usar gás lacrimogéneo para dispersar uma multidão.
A tensão manteve-se durante o fim de semana, e, na segunda-feira, depois do funeral, apoiantes dos dois grupos rivais voltaram a confrontar-se, com vídeos amadores a registarem, entre outros momentos, as agressões com murros, pontapés e pedras a um efetivo das Forças de Defesa (F-FDTL), que tentava acalmar a situação
O vice-ministro do Interior, António Armindo, disse à Lusa que a situação causou muita preocupação e descontentamento no Governo, com o primeiro-ministro e ministro do Interior, Taur Matan Ruak, a “pedir desculpa à comunidade por esta perturbação da ordem pública”.
“O primeiro-ministro instruiu-me a mim e ao ministro da Defesa para trabalhar com as forças de segurança para evitar e prevenir mais violência entre estes dois grupos”, disse.
“Hoje de manhã vai haver uma reunião urgente para definir um mapa de operações em Díli a partir de hoje mesmo para garantir a segurança das pessoas em Díli. Entendemos que as perturbações causaram pânico e preocupação e sentimento de insegurança na comunidade, e por isso o Governo tem que atuar de acordo para garantir e repor a ordem e a segurança da população”, afirmou.
Armindo admitiu preocupação que a morte no hospital do jovem vítima de agressão possa ser um novo rastilho de violência hoje, prometendo que as autoridades vão atuar para evitar “mais escalada da violência”.
“Vai ser feita uma declaração conjunta pelos dois comandantes detalhando a operação conjunta que vai ser implementada”, disse, notando que, além das vítimas registadas nos confrontos das últimas 24 horas, foram também causados danos a casas e veículos.
ASP // EJ
Lusa/Fim
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  • Maria José Barbosa

    Curiosamente, todos, à exceção do militar, estão de capacete. Não é, seguramente, coincidência. Foi deliberado…
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a riqueza de timor não é petróleo, são timorenses

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Principal exportação de Timor Leste: timorenses… 🙂
You, José Bárbara Branco and 2 others
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  • Rui Fonseca

    Numa conversa informal com o saudoso Bispo D. Basílio do Nascimento, ironizava profeticamente dizendo que Timor-Lete era uma grande fábrica de emigrant

timor, processamento de gás natural

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PR timorense reconhece complexidade de projeto de processamento de gás natural
* António Sampaio, enviado da agência Lusa *
Darwin, Austrália, 10 set 2022 (Lusa) – O Presidente timorense reconheceu hoje a complexidade de um eventual projeto de processamento de gás natural em Timor-Leste, para o poço de Greater Sunrise, apontando, porém, os enormes potenciais benefícios do investimento.
José Ramos-Horta, que está na reta final de uma visita de Estado à Austrália, falava à Lusa depois de uma passagem pela Darwin GNL (Gás Natural Liquefeito), a unidade gerida pela operadora Santos e que processa desde 2006 o gás oriundo do campo de Bayu-Undan, no Mar de Timor – principal fonte de receita para os cofres timorenses desde a independência.
“Este é um local importante para Timor-Leste e revelador da enorme complexidade técnica, de engenharia, de segurança. Mais de mil milhões de dólares [praticamente o mesmo em euros] para estas infraestruturas, a que se soma o gasoduto”, disse.
“Tudo me preocupa, obviamente, porque estamos a lidar com alta tecnologia, meio ambiente, natureza, numa região do mundo sísmica, perto do Anel de Fogo e são tudo coisas imprevisíveis. E contra surpresas da natureza não há defesa possível”, explicou Ramos-Horta.
Richard Hinkley, da Santos, explicou aos jornalistas que, desde que começou a funcionar, o campo de Bayu-Undam representou receitas de 21 mil milhões de dólares (20,9 mil milhões de euros) para Timor-Leste, dando emprego a mais de 500 timorenses.
Na reta final de vida como campo de exploração, o Bayu-Undan deverá deixar de produzir em 2023, ganhando mais um ano devido a um investimento de 200 milhões de dólares (199 milhões de euros) feitos pela Santos em 2021.
“Quando a produção chegar ao fim da vida será levado do Bayu-Undan para a zona de Tibar, em Timor-Leste, um navio que é uma estrutura de armazenamento offshore, e que vai ser desmantelado, com um custo de cerca de 100 milhões de dólares” (99,6 milhões de euros), referiu Hinkley.
Ramos-Horta notou que, comparativamente ao Bayu Undan, o Greater Sunrise será de muito maior dimensão.
“Imaginemos isto em Beaço, ou Natarbora [no sul de Timor-Leste] e talvez ainda de maior dimensão do que este, e o que pode trazer para Timor, em termos de benefícios. 50 mil milhões [de dólares (49,8 mil milhões de euros)] só da venda do gás e outros tanto que resultam de indústrias secundárias que resultam desta”, referiu.
“Mas ficamos também no nosso solo com todo este equipamento que algum dia ali ficará, sem funcionar, porque o gás, como tudo, é finito”, disse Ramos-Horta, notando ainda a transição para as renováveis.
Hinkley deu conta da nova fase de vida do projeto que se vai tornar, explicou “no maior projeto de captura de carbono da Ásia-Pacífico, com a previsão de que possa, a partir de 2024, atingir uma capacidade de injeção de 10 milhões de toneladas de carbono no espaço do poço outrora ocupado pelo gás natural.
Para isso, explicou, a Santos já concluiu a fase de regulamentação esperando concluir n próximo ano a fase de decisão final sobre o investimento, momento que formaliza a decisão do investidor de avançar com o projeto.
“Temos aqui as bases para o que pode ser a maior unidade de armazenamento de carbono. Daqui a três anos teremos uma unidade idêntica à atual, com um gasoduto paralelo até Bayu-Undan, para armazenar carbono”, disse Hinkley, notando que a procura nesta área é hoje muito maior do que a oferta.
“Inicialmente vamos começar com dois milhões de toneladas por ano, mas podemos aumentar até aos 10 milhões e quando isso ocorrer será o maior do mundo, criando grandes oportunidades para Timor-Leste que se tornaria assim líder mundial em captura de carbono”, frisou.
A visita de Ramos-Horta a Camberra ocorre numa altura em que se intensifica o debate sobre o futuro desenvolvimento do projeto do Greater Sunrise, que está há anos parado devido ao diferendo entre os dois países sobre o modelo de desenvolvimento.
A posição australiana defende um gasoduto até Darwin – que se ligaria ao projeto do Darwin GNL – enquanto Timor-Leste, que tem posição maioritária no consórcio do projeto, insiste num gasoduto para o país.
Timor-Leste detém 56,6% do Greater Sunrise, localizado a 150 quilómetros (KM) a sudeste do país e a 450 km a noroeste de Darwin, em parceria com Woodside (34,44%) e a Osaka Gas (10%).
Na semana passada, numa curta visita de 24 horas a Díli, a chefe da diplomacia australiana, Penny Wong, disse que é preciso “desemperrar” o desenvolvimento do projeto dos campos de gás de Greater Sunrise, considerando-o extremamente importante para a resiliência económica de Timor-Leste.
“É importante reconhecer que os parceiros do consórcio [do Greater Sunrise] – a Timor Gap, a Woodside e a Osaka Gas têm que chegar a acordo para o projeto avançar e isso ainda não ocorreu”, disse Penny Wong em Díli.
“Isto está emperrado há muitos anos. Disse ao Presidente [timorense] e a outros que temos que o desemperrar, ver uma forma para resolver isto. Mas a melhor forma de resolver isso, respeitosamente, não é através dos ‘media’”, afirmou na altura.
A chegada ao poder dos trabalhistas na Austrália – onde governam desde maio com maioria absoluta – poderá representar um novo ímpeto à solução do problema que é crucial para Timor-Leste que enfrenta, possivelmente dentro de apenas uma década, o fim da sua atual principal fonte de financiamento, o Fundo Petrolífero.
Ramos-Horta espera, por isso, que a visita a Camberra possa permitir avançar com o projeto, tendo já ameaçado que, se a Austrália se mantiver intransigente, e num curto espaço de tempo, Timor-Leste poderá procurar outros parceiros, sejam a vizinha Indonésia, a Coreia do Sul, Japão ou a China.
ASP // VQ
Lusa/Fim
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Manuel Pizarro é o novo ministro da Saúde

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Manuel Pizarro substitui Marta Temido, que apresentou a demissão do cargo de ministra da Saúde no final de agosto.

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