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SUEQUICES
Passei o dia a ouvir reações às declarações da Lagarde e os canais de informação fartam-se de exemplificar a subida esperada em créditos de 150 000 euros.
O banco de Portugal disponibiliza informação sobre o total do valor pedido em créditos mas não estima o endividamento por família. Ou pelo menos eu não consegui encontrar. Mas tenho alguma dificuldade em acreditar que, com o preço da habitação em Portugal, 150000 euros seja o “valor típico”. Ainda assim, para este caso esperam-se mais 60-70 euros por mês. Com a média salarial a rondar os 1000 eur, deduzo que faça mossa.
Pelo meio chega novo mail do meu banco, lá onde o sol não brilha. As taxas começam agora em 3.6% e vão até 4.5%.
Na realidade do bairro (onde não existem casas a 150 000 eur), isto significa que uma daquelas casas do mapa com espaço para uma família de 4, custava 1800 euros por mês até abril ou maio. Agora custa 3100.
No mesmo mapa onde aparecia uma casa de quando em vez, agora pululam vendas novas todos os dias.
Estou a adorar a solidariedade. Resta saber quem a paga. Mais disto no P1, assim que acabar de beijar a estátua do Eusébio.




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a crise que veio para ficar
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E em Portugal, quem nos defende dos lunáticos?
Em Praga, setenta mil patriotas – pessoas normais, cognitivamente aptas, racionais – saem à rua contra o suicídio económico da Europa. Em Colónia, milhares gritam ‘Nordstream’. Em Paris, outros tantos dizem ‘Vive la paix’. Estamos em Setembro, mas o Inverno já se faz sentir. Em Londres, o preço da electricidade subiu 500% num mês: um estudo recente indica que um em cada sete idosos britânicos não ligarão de todo o aquecimento durante a estação fria por não terem como pagá-lo; mais de metade julga ter de reduzi-lo. A Goldman prevê um pico inflaccionário de 22% no Reino Unido em 2023. Entretanto, no continente, a Arcelormittal começou a encerrar siderurgias – não tem como fazer frente aos custos com a electricidade. Na Alemanha, o preço da energia subiu 860% face ao ano anterior. O Euro, havendo perdido a paridade com o dólar, continua a naufragar – os europeus sentirão a sua moeda em queda livre na forma de mais inflação. Para sobreviver à tempestade, a Alemanha anuncia um pacote anti-crise de 65 mil milhões de euros. Não será suficiente: segundo avisa a Noruega, a falência em bloco do sector energético do continente custará pelo menos 1.5 triliões de euros aos contribuintes europeus. É uma economia espanhola inteira, sem contar com todos os outros custos que já se adivinham: quantos meses passarão até que, à crise energética, se junte uma crise financeira? E, depois da crise financeira, tardará a crise de dívida?
Empurrados para um cataclismo económico sem precedentes pela irresponsabilidade olímpica das suas lideranças, os europeus procurarão em breve os responsáveis. Procurarão igualmente aliados e porta-vozes. Em Itália, que tem eleições já no final do mês, a população sabe onde encontrá-los: Salvini e Berlusconi querem a paz, e serão governo dentro de semanas. Em França, tanto a direita nacional como a esquerda querem a negociação. Na Alemanha, a AfD galga as sondagens – salta para os 13% a 14%, e já quase ultrapassa os social-democratas de Scholz. Na Áustria e na República Checa, os partidos que estóica, solitária e pacientemente se opuseram à loucura dos últimos seis meses sobem, também, imparáveis. E em Portugal? Por quanto mais tempo se manterá o consenso suicida pelo qual avançam para o precipício famílias, empresas e o próprio Estado? As ruas que já enchem – e as sondagens que já tremem – além-Pirenéus são prelúdio do que cá chegará também. A pergunta é a fazer é esta: quem estará à cabeça do movimento? Quem colherá os louros da razão?
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E é com muito gosto, Laurentina, que vejo as coisas que se partilham a ter utilidade.
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IVA NÃO DESCE EM PORTUGAL
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abandonadas as Flores?
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Afinal um avião de carga para servir os Açores, única ideia pertinente da Berta, é para esquecer.
Podemos continuar com carga aérea paga por expresso e que demora um mês ou mais a chegar via marítima, para ela está bem. É verdade que não faz grande diferença para S Miguel: As prioridades mudam, ou será só a palavras.
Quanto ao porto das Lajes, que continua destruído como no primeiro dia e numa situação precária, afirma, aparentemente irritada por perder tempo sobre um assunto tão trivial, que está bem, e que “temos” 5 anos para “pensar numa solução”.
Do porto das Poças, parado há meses, atrasado anos e que continua cheio de entulho, nem uma palavra.
Tal palhaçada.
Isabel Pinheiro Magalhaes, César Costa and 96 others
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Frederico, situação precária?! Em breve “já podem operar a maior parte dos navios que vão às Lajes das Flores”! Está tudo controlado e planeado “com algum rigor”: no segundo trimestre do próximo ano é lançada a obra para o novo cais e depois a senhora tem tempo para pensar, quando estiver de novo na oposição
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Frederico Fournier a rampa de que a senhora fala é a que vai ser construída junto à ponte cais. Nos próximos verões, dada a ausência de um navio de passageiros para as Flores, julgo que essa nova rampa vai ser dedicada, única e exclusivamente, à pesca do chicharro
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Frederico Fournier 99% de quem toma gargos destes, é a pensar no seu bem estar, não por amor ao que faz.
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a fraude do desconto do iva
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