Vem aí o maior aeroporto do mundo. Vai custar mais de 30 mil milhões de euros (e vai ficar pronto antes do de lisboa) – ZAP Notícias

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400 portas, cinco pistas, 260 milhões de passageiros e uma cidade inteira à volta de um aeroporto: a promessa de um Xeque para quintuplicar o seu centro internacional. É no mínimo ambicioso o megaprojeto do Xeque Mohammed bin Rashid Al Maktoum. O líder do Dubai vai investir num mega-aeroporto de 35 mil milhões de dólares (cerca de 32 mil milhões de euros), que promete ser o maior do mundo. Numa altura em que as viagens regressam aos níveis anteriores à pandemia, com 17,15 milhões de visitantes internacionais durante a noite em 2023, o novo projeto está previsto para os próximos

Source: Vem aí o maior aeroporto do mundo. Vai custar mais de 30 mil milhões de euros – ZAP Notícias

a palavra mãe Marco Neves

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Certas Palavras fez um cross-post de um post de Certas Palavras
Marco NevesMai 5 · Certas Palavras
Feliz Dia da Mãe!

Qual é a origem da palavra «mãe»?

No Dia da Mãe, fazemos uma viagem à origem dessa palavrinha.

Marco Neves

Mai 5

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Para começar, olhemos para o inglês. Podíamos ter começado por outra língua qualquer, mas esta é uma língua famosa, digamos assim… Não se preocupe: havemos de chegar à nossa, não sem antes viajar no tempo.

Hoje em dia os ingleses dizem «mother», é verdade. Mas, há uns bons séculos, no tempo do Inglês Antigo, essa «mother» era «mōdor», o que me soa a nome de reino da Terra Média.

Ora bem: há uns 1000 anos os ingleses diziam «mōdor». E há 5000 anos? Bem, por essas alturas ingleses era coisa que não havia — e a escrita estava ainda a dar os primeiros passos, o que nos impede de saber como se dizia «mãe». No entanto, os linguistas, nos últimos 200 anos, através de complexas comparações entre línguas, descobriram que muitas línguas da Europa e da Ásia pertencem a uma só família: a família indo-europeia.

Ora, através dessas comparações, chegou-se a uma forma provável para a palavra «mãe» tal como seria dita nessa língua muito antiga: «*méh₂tēr» (o asterisco serve para mostrar que a palavra é uma reconstrução e o h₂ não é nenhuma fórmula química, mas antes uma forma de representar um certo som para o qual não temos nem letra nem certezas).

Essa palavrinha reconstruída deu origem à «mother» inglesa — mas não só. Deu origem à «mâdar» persa, por exemplo. Deu também origem à «mãe» grega («mitéra»), russa («matʹ»), letã («māte»), irlandesa («máthair») e por aí fora. Curiosamente, deu também origem à «motër» albanesa, com a peculiaridade que, nessa língua, a palavra acabou por significar «irmã». Mistérios das línguas humanas…

Ah, pois! A tal língua indo-europeia desfez-se com o tempo. Lá pelo Norte da Europa, entre florestas antigas e alguma escuridão, transformou-se na guerreira «mother» inglesa, na carinhosa «Mutter» alemã, na abreviada «mor» sueca…

Pois, a mesma língua, mais a sul, deu origem à «mater» latina, que se foi transformando na «mamă» romena, na «madre» italiana e espanhola, na «mère» francesa, na «mare» catalã e, claro, na nossa palavrinha…

Chegámos, por fim, à nossa língua-mãe. A «mater» latina, neste canto da Europa, acabou por se tornar nesta palavra toda ela nasal, feita do inevitável «m» e, depois, do ditongo «ãe», que aflige os estrangeiros interessados em falar português. Quem não sabe, tem de aprender a controlar a saída do ar pelo nariz — nós fazemos isso sem dificuldade, mas peçam lá a um inglês para dizer «mãe» e verão como é difícil dizer as vogais nasais. Temos uma língua muito senhora do seu nariz, é o que é.

Ah, mas a palavra, mesmo dentro da nossa língua, muda. Já se escreveu «mãy» (e não só). Dizemos «mãe», mas também «mamã», «mãezinha» e todas as outras formas que multiplicam o carinho e o amor pela mãe. A mesma palavra, quando se ouve na boca dum filho a chamar a mãe ao longe, transforma-se noutra coisa: numa «mã-iiiiihn».

Ainda não acabou a viagem. Mesmo por cima de nós, temos a «nai» ou a «mai» galegas, a mostrar que as nossas palavras andam sempre ali na vizinhança das palavras dos vizinhos do Norte — e, como as línguas não param, a mesma «mai» aparece no cabo-verdiano, uma língua que nasceu do nosso português, continuando o mesmo eterno processo que nos trouxe até aqui a partir da tal palavra antiga que se dizia há 5000 anos — e que já vinha de outras palavras mais antigas, que já não conseguimos reconstruir, que o tempo apaga tudo, até as palavras mais bonitas.

Não importa. Há 5000 anos, algures na Europa, uma criança dizia «*méh₂tēr»; o meu filho diz «mãe», assim, com as três letrinhas apenas… As palavras mudam no tempo e no espaço, mas neste gesto de chamar a nossa mãe há qualquer coisa que nos une a todos.

Se o leitor não se importar, acabo esta viagem no tempo a dar um beijinho à minha mãe — e a todas as mães, em todas as línguas do mundo.

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Texto baseado em crónica escrita para o Sapo 24 em 2018. A imagem que serve de ilustração é um mapa simplificado das línguas indo-europeias, com base na palavra «mãe» e com um exemplo de língua por cada grupo. O percurso da palavra do proto-indo-europeu até ao português está sublinhado. O mapa foi criado por Ilídio J. B. Vasco para o Almanaque da Língua Portuguesa.

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Sensores, radares e câmaras passam a ser obrigatórios em todos os novos carros – Sociedade – Correio da Manhã

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Medida da União Europeia passará a ser obrigatória a 7 de julho.

Source: Sensores, radares e câmaras passam a ser obrigatórios em todos os novos carros – Sociedade – Correio da Manhã

CORTIÇA PARA DESPOLUIR OCEANOS

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Ambiente. Segundo um artigo da Science Daily, do American Institute of Physics, cientistas chineses descobriram que o aglomerado de cortiça tratado com laser e exposto à luz solar permite limpar em minutos os oceanos contaminados com petróleo. Será esta uma nova oportunidade para a indústria portuguesa? O artigo da Science Daily está em: https://www.sciencedaily.com/rel…/2024/04/240423113131.htm
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D PEDRO COLONIZADOR OU POVOADOR?

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São tantos os filhos bastardos de Dom Pedro que citar o nome de todos seria uma tarefa longa e quase infindável.
Praticamente todos os frutos dos seus romances são conhecidos, uns mais , outros menos. De uma maneira geral a unanimidade dos historiadores afirmam que o imperador não lhes negou a paternidade e legou-lhes algo na sua herança , até mesmo uma menina tida com uma escrava, Andreza dos Santos, pasteleira do Convento da Ajuda , no Rio deJaneiro. A criança nasceu em 1831.
Não se sabe ao certo o número exacto de filhos de Dom Pedro entre legítimos e bastardos. O mercenário austríaco Carl Schlichthorst escreveu um livro de memórias durante os anos que viveu no Brasil onde dizia serem 43 os filhos do imperador.
Contudo, a maioria dos estudos concordam que tenham sido trinta.
Houve, todavia, casos de ” meninas de boas famílias” cujas famílias não permitiram concordar ou aceitar o reconhecimento do fruto proibido para evitar o escândalo. Um exemplo é uma menina nascida em 1827, baptizada como Ignácia Carolina Soares de Gouvêa. Sua mãe, Florisbela Umbelina Rodrigues Horta teria tido um romance passageiro com Dom Pedro e descobriu que ficara grávida.
A família tinha dinheiro e prestígio. Conseguiram arranjar apressadamente um casamento e marido aceitou a condição da noiva e a reputação da mesma e de sua família permaneceu incólume.
” No dia 30 de Dezembro de 1828, um casal francês de sobrenome Saisset , formado por comerciantes estabelecidos na Rua do Ouvidor, no Rio de Janeiro,, embarcava apressadamente para a Europa com seus dois filhos pequeninos. A modista Clemence tinha-se
envolvido com D. Pedro I , enquanto o marido aparentemente fazia vista grossa. Até que, por fim, ela engravidou do imperador.
Prometendo, por escrito e com testemunho do seu bibliotecário particular, Germano Lassete, uma pensão vitalícia a Clemence, ao marido e à criança que esperava , D. Pedro conseguiu despachá-los para longe do Brasil. Tanto Resende como Barbacena, na Europa, e o Chalaça , no Brasil e depois em Portugal teriam que trabalhar arduamente para manter os Saisset sob controlo. Por conta do atraso nos pagamentos, os dois ameaçavam a todo momento fazer um escândalo, chegando mesmo a insinuar que tinham, consigo , correspondências comprometedoras entre D. Pedro e Clemence. “
( Dom Pedro IV, a história não contada. Por Paulo Rezzutti )
Contudo, a promessa da mesada generosa não foi integrada cumprida. A partir de 7 de abril de 1831, a situação da francesa e do menino começa a ser afetada pela abdicação de D. Pedro ao trono brasileiro. Um pouco depois, ele se muda para a Europa, onde inicia longa batalha contra o irmão, D. Miguel, três anos mais novo, para garantir o trono de Portugal à filha Maria da Glória, nascida no Rio de Janeiro em 1819. A menina, neta de D. João VI, passou a ter direito ao trono aos sete anos de idade. Com a morte do avô, o pai foi coroado Pedro IV de Portugal e estabeleceu um entendimento com o irmão, pelo qual Maria da Glória seria a rainha. Mas D. Miguel ignorou o acordo firmado e tomou o trono para si.
A morte de D. Pedro I, em setembro de 1834, foi um baque para Clémence de Saisset. O principal temor, expressado em carta a Francisco Gomes da Silva, datada de dezembro, era de que o filho não mais recebesse a ajuda financeira prometida pelo pai biológico. “Avalie o meu desespero ao saber de uma morte tão repentina. Meu pobre filho privado de um pai e de um protetor! Diga-me, senhor, que S.M. não se esqueceu dele em seu testamento. Conto com a sua amizade de sempre para informar-me, logo que este assunto chegar ao seu conhecimento. Preciso tranquilizar-me sobre o futuro de Pedro e necessito conhecer os arranjos de S. M. no que diz respeito a ele.
A francesa não levou o filho para as cerimônias fúnebres, mas o fez guardar luto. “Certa vez, porém, vestiram-me todo de preto, dizendo-me que meu Amigo estava morto. Eu não sabia quem era aquele que eu havia acabado de perder”, relembrará Pedro de Saisset, em carta ao meio-irmão D. Pedro II, três décadas depois. Enquanto viveu em Paris, o primeiro imperador do Brasil recebia visitas do filho, mas jamais revelou que era seu pai. O pequeno Pedro tinha cinco anos quando perdeu o misterioso Amigo, que o colocava nos joelhos e dava-lhe doces.
O imperador o reconheceu como seu filho em seu testamento e lhe deu uma parte de sua herança.Ele trabalhou em diversos empreendimentos de negócios nos Estados Unidos, onde serviu como agente consular da França por mais de três décadas.
Saisset tinha muito afeto e mantinha contacto com sua meia-irmã, a Princesa Dona Januária, Condessa d’Áquila. Ele mesmo guardou luto de cinco meses pela morte da Condessa em 1901.
Pedro Saisset casou-se com Maria de Jesus Palomares de Suñol (Jesusita), com quem teve quatro filhos:
Henriette de Saisset (1860[9] – 1947),Ernest de Saisset (1862 – 1899) Pierre de Saisset (1870 – 1933) e
Isabel de Saisset (1876- 1950).
Pedro de Saisset foi um grande empreendedor e partiu ainda jovem para a Califórnia onde trabalhou com navegação, propriedades e seguros.
Faleceu em San José, CA, em 1902.
Dos seus quatro filhos apenas a mais nova, Isabel, se casou mas nem mesmo ela deixou descendência.
A última neta de D. Pedro IV nos EUA faleceu em 1950.
Na foto: Pedro de Saisset .
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Vários feridos no incêndio nos Açores. Hospital sem previsão para abrir

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A administração do Hospital de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, Açores, não tem previsões sobre quando é que a situação naquela unidade ficará normalizada, mas garantiu que “vai ser reposta o mais brevemente possível”. Incêndio deixa nove bombeiros feridos.

Source: Vários feridos no incêndio nos Açores. Hospital sem previsão para abrir

O ataque “vil” a imigrantes no Porto. Como tudo aconteceu (e as reações)

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Seis homens foram identificados e um foi detido na sequência das agressões contra dezenas de imigrantes, no Porto. Várias figuras políticas reagiram a este ataque, considerando-os inaceitáveis e manifestando “repúdio” por qualquer ato racista e xenófobo.

Source: O ataque “vil” a imigrantes no Porto. Como tudo aconteceu (e as reações)

dia da mãe (eu prefiro 8 de dezº)

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583. dia da mãe #2 (lomba da maia) 5 maio 2013

 

maria nini de todos mãe

hoje é o teu dia

de filhos e filhas

do marido também

quem não te sabia

mãe destas ilhas

de quem te quer bem

 

maria nini de todos mãe

dizem que mãe não tem rima

é claro que rima tem

com carinho e amor

com este poeta também

 

maria nini de todos mãe

com sofrimento e dor

com beijos e lágrimas

emoção e alegrias

mãe é cheia de rimas

mulher das minhas folias

 

maria nini de todos mãe

cheiras a coco

sabes a morangos

nascida em lisboa

casada em sydney

trabalhas açorianidades

neste mundo oco

cheio de djangos

 

maria nini de todos mãe

repartes felicidade

sorrisos e sonhos

sem data nem idade

prazeres medonhos

contra a adversidade

~


569. mãe Bi (nos 90 anos da mãe Beatriz), 20 mar 2013

 

na leveza de três letras

se mede a palavra mãe

não se inventou ainda

o peso que a palavra tem

 

certa ou errada mãe

é sinónimo de amor e sabedoria

força oculta que nos protege

anima, perdoa e castiga

tudo foi escrito já

nada mais há a dizer

 

na certeza de três letras

se soletra a palavra mãe

não se inventou ainda

o amor que a palavra tem

 

 

feliz de nós que assistimos

às tuas nove décadas

dezoito lustros e cinco netos

fica connosco mais um pouco

para acabares as lições

que ainda não aprendemos


582. dia da mãe #1, 5 maio 2013

 

8 de dezembro é o meu dia da mãe

mas calendários mudam-nos os políticos

e mandam que seja hoje

contrariado, obedeço

para te dizer, mãe,

errei quando te dizia

não pedi para ser nascido

bem hajas por isso

valeu a pena ter vivido

 

em 90 anos assististe a muita dor

preocupações, canseiras e desgostos

mas feliz de mim que ainda te dei

netos, alegrias e vitórias

livros, colóquios e memórias

 

fica connosco para partilhares

mais sonhos que tenho para te dar


647. Dia da mãe fora de prazo, 4 maio 2014

 

queria escrever um poema à mãe

neste dia que decretaram ser dia dela

mas não consigo esquecer o 8 dezembro

e aliás é dia da mãe todo o santo dia

 

queria escrever um poema à mãe

a pedir desculpa pelo que fiz

pelo que não disse e devia

pelo que preocupei e não alegrei

pelo que senti e não disse

 

queria escrever um poema à mãe

dizer da saudade dos afagos e ternuras

sentir o conforto da infância

viver o futuro que sonhaste

apagar as tristezas do caminho

as mágoas, dores e canseiras

 

queria escrever um poema à mãe

dizer palavras que nunca disse

escrever esta partilha de amor

lembrar os momentos protegidos

as admoestações benignas

mas nunca aprendi a dizer

amo-te mãe


 

 

 

 

racismo há 9 anos e teria sido demitido????

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isto não pode ficar sem que pelo menos este energúmeno seja demitido, caso contrário ainda nos arriscamos a levar com ele como 1º ministro ou presidente da república….

Clemente Alves NOTÍCIAS SEM CENSURA
1 hr ·
Este hitleriano “coiso” é Professor Doutor na Faculdade de Economia do Porto e, para que conste, dá pelo nome de Pedro Cosme Vieira.
Um destes dias, numa das suas aulas, apresentou aos alunos a seguinte solução para o problema da emigração que assola alguns países da Europa:
“Em vez de tentar salvar as pessoas que vêm nos barcos precários, ‘salva-los’ atropelando-os com navios portugueses e, depois, todos os que consigam nadar, meter um tiro em cada um. Nos primeiros dias vão morrer algumas pessoas, talvez 1000 ou 2000 podendo mesmo chegar aos 5000 ou aos 10000 mas, depois, deixará de haver candidatos à tentativa de atravessar o Mediterraneo de barco”.
E se “salvássemos” o coiso “atropelando-lhe” a cósmica cachola com “quantum satis” de pares coices ? !

http://www.acidi.gov.pt/…/Parecer+da+AACS+sobre+Racismo…No photo description available.

Urgência vai funcionar durante 24 horas nos Centros de Saúde

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Admin

Urgência vai funcionar durante 24 horas nos Centros de Saúde
https://www.acorianooriental.pt/…/urgencia-vai…
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Chrys Chrystello

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Incêndio Açores.”Todos os doentes vão ser retirados” – Observador

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O fotojornalista Hugo Moreira sublinha que apesar de o incêndio no Hospital do Divino Espírito Santo em Ponta Delgada estar controlado, começa agora “um longo trabalho de transportar os pacientes”.

Source: Incêndio Açores.”Todos os doentes vão ser retirados” – Observador

incendiou-se um PT no HDES

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Incêndio no Hospital de Ponta Delgada obriga a retirar doentes. Doentes ventilados e bebés levados para a CUF

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Fogo no posto de transformação está a levar à evacuação do hospital de Ponta Delgada
Um incêndio que deflagrou no Posto de Transformação de Electricidade do Hospital do Espírito Santo de Ponta Delgada já levou à evacuação dos doentes com ventilação, nomeadamente os dos cuidados intensivos, para o hospital da CUF, na Lagoa.
O incêndio começou cerca das 9h30 e pouco tempo depois, os doentes da Pediatria que fica próxima do Posto de Transformação, foram para instalações mais distantes dentro do próprio hospital.
Há vários doentes que foram colocados do lado de fora do Hospital do Divino através das portas laterais, do lado sul da unidade hospitalar. Já a evacuação de doentes para o Hospital da CUF está a ser feita por uma porta próxima do Serviço de urgência.
O fogo está a ser extinto, com grande empenho e eficácia possível, pelos Bombeiros Voluntários de Ponta Delgada, que tiveram grande dificuldade em chegar ao foco do incêndio pelo amontoado de fios de electricidade que se encontram no edifício.
São também ambulâncias dos Bombeiros Voluntários de Ponta Delgada que estão a evacuar os doentes ventilados para o hospital da CUF.
Não está afastada a possibilidade de o Hospital do Divino Espírito Santo ser evacuado. A decisão será de uma Comissão de Catástrofes (gabinete de crise) que tem estado reunida na unidade hospitalar.
Fogo impede visitas aos doentes
do Hospital de Ponta Delgada
A administração do Hospital do Divino Espírito Santo emitiu um comunicado onde refere que “devido a um foco de incêndio detectado no piso 1 foi accionado o plano de emergência hospital e estão a ser tomadas todas as medidas previstas no mesmo.”
No comunicado, os responsáveis pela Unidade hospitalar pedem à população “no sentido de evitar a vinda ao hospital a não ser em situação de urgência/emergência.”
Pede igualmente às visitas para que não venham ao hospital até novas informações.
(Em desenvolvimento) https://www.facebook.com/jornalcorreiodosacores?locale=pt_PT
Correio dos Açores
Correio dos Açores
Correio dos Açores
1 h
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fogo no hospital

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finalmente 14 15h

RTP Açores com sinal aberto a transmitir do Hospital do Divino Espírito Santo de Ponta Delgada.

Henrique Schanderl

BURRICE?
Há muitos anos que afirmo que em vez de se aumentar as valências do HDES devia ser criado em São Miguel um segundo Hospital central. Nunca me deram ouvidos, felizmente que surgiu o Hospital da CUF, unidade privada na Cidade de Lagoa. Se esta não existisse, e se o incêndio ultrapassasse as zonas técnicas seria uma catástrofe terrível.
Felizmente que o Hospital da CUF e as Unidades de Saúde de toda a ilha estão a receber os doentes mais críticos.
Parece que os nossos Governantes, sejam do PSD ou os anteriores igualmente do PSD ou do PS, achavam que o que afirmava era uma autêntica burrice.
Infelizmente o tempo veio me dar razão!
Foto tirada da internet

urbanização de qualidade é isto

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UGLY CITY BECAME BEAUTIFUL AGAIN 😍
The old square in 1978 and today. Hildesheim in Germany was very beautiful before WWII. The city was completely destroyed in the war and was later rebuilt with boring architecture. Y

The city was completely destroyed in the war and was later rebuilt with boring architecture. Years passed and the inhabitants missed their historical square. The ugly houses were then demolished or rebuilt and some of the old buildings were reconstructed. In which square would you rather drink coffee?
Beauty matters!
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