Povo desconhecido gravou símbolos misteriosos ao lado de pegadas de dinossauro no Brasil – ZAP Notícias

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Um local único no Brasil apresenta gravuras rupestres associadas a pegadas de dinossauro — que o povo pré-histórico que as esculpiu considerava aparentemente significativas. Gravuras rupestres misteriosas cuidadosamente esculpidas junto a pegadas de dinossauro no Brasil sugerem que os povos ancestrais que as descobriram há milhares de anos as consideravam importantes, e lhes terão eventualmente dado algum tipo de significado ritual. Encontradas no sítio de  Serrote do Letreiro, no estado da Paraíba, as pegadas foram deixadas por dinossauros terópodes, saurópodes e ornitópodes do início do Cretácico, entre 145 milhões e 100 milhões de anos atrás. Ao lado destas pegadas encontram-se

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já emigram para a islândia a fugir dos açores

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“Na Islândia pelo menos estamos a ganhar mais do triplo que nos Açores”, afirma Vítor Félix, que faz parte de um grupo de cinco jovens açorianos
Cinco açorianos – Filipe Costa, Hugo Félix, José Francisco Gamboa, Vítor Félix e Vítor Medeiros – começaram uma vida na Islândia, um país que conta com cerca de 380 mil habitantes, mais 144 mil habitantes que os Açores (236 mil habitantes). A primeira da série de cinco entrevistas ao jornal Correio dos Açores é a Vítor Félix, que explicou como surgiu a oportunidade de começar uma vida na Islândia, as dificuldades sentidas com a língua principal do país e quais são as maiores diferenças entre o arquipélago de origem e o país nórdico.
Correio dos Açores – Como surgiu esta ideia de começar uma vida na Islândia? Porquê esse país?
Vítor Félix (Funcionário de restauração) – A ideia de começar uma vida aqui na Islândia foi sugerida pelo meu irmão, quando durante uma noite, estava eu em Lisboa a trabalhar, e queria sair à noite. Mas estava sem dinheiro, então, liguei para o meu irmão a pedir 50€ emprestados. Ele disse-me que não precisava de pagar se prometesse ir para a Islândia trabalhar no futuro. E assim o fiz.
Nesse momento, eu só queria mesmo o dinheiro, mas como dois meses depois lembrei-me disso, fui para a Islândia sem conhecer nada, nem a língua que se falava, nem a moeda, nem o clima. Estava completamente às cegas. Mas tinha a certeza de que tinha lá o meu irmão, que me ajudou muito desde o princípio até ao momento em que estamos.
Qual tem sido o seu percurso na Islândia e qual a sua profissão actual? É diferente daquela que fazia nos Açores?
A minha profissão na Islândia é exactamente igual a que tinha em são Miguel: sou empregado de mesa. A única diferença é que em São Miguel trabalhava com os meus pais na nossa Pizzaria Porto das Baleias, na freguesia de São Vicente Ferreira, e na Islândia trabalho no Restaurante Caruso, que fica situado no centro de Reiquejavique.
Como tem sido a experiência? Quais foram as maiores dificuldades?
As maiores dificuldades que enfrentei foram mesmo o clima e a língua! Ao clima, depois de algum tempo o nosso corpo adapta-se e, também, nada que um bom casaco e umas boas luvas não resolvam. Agora, a língua é que no princípio estava mesmo às cegas. Mas como em tudo na vida, com esforço e dedicação só não aprendemos o que não queremos! Tanto que, hoje em dia, no meu trabalho, já tiro pedidos em islandês e tenho pequenas conversas em islandês, também.
A linguagem foi um entrave? Tem falado somente a língua inglesa? Adaptou-se bem à língua islandesa, até ao momento?
Na Islândia, eu falo por dia entre quatro a cinco línguas diferentes. Apesar de ter ido para a Islândia, o que não fazia a mínima ideia era que ia aprender espanhol ao mesmo tempo que aprendia o islandês, porque temos muitas pessoas da América Latina e mesmo Espanha, também. Então falo português, espanhol, islandês e, às vezes, francês, alemão e um bocadinho de italiano, devido aos turistas que vão comer ao restaurante… e até já aprendi algumas palavras também em mandarim.
Quais são as maiores diferenças e semelhanças entre a Islândia e a ilha de São Miguel?
Como digo sempre quando me perguntam de onde sou: a diferença entre os Açores e a Islândia é muito pouca. A única diferença é que na Islândia faz muito frio e tem neve, ao contrário dos Açores. Nós, também, temos as águas termais, muita natureza, cascatas, só nos faltava mesmo nos Açores os geysers, mas temos as fumarolas nas Furnas, que são muito parecidas.
Planeava sair dos Açores há muito tempo? Tem saudades da ilha de São Miguel?
Antes deir para a Islândia, eu já tinha saído dos Açores, estava em Lisboa a trabalhar, mas, infelizmente, o que ganhava não chegava para o que queria, então, decidi agarrar essa oportunidade que me foi dada pelo meu irmão.
Se sinto saudades, sim, sinto! Mas sinto mais necessidade de fazer algo melhor para o meu futuro, o que, infelizmente, em Portugal não digo que seja. Impossível não é, mas é muito difícil.
Visitou muitos países? Quais?
Desde que saí de Portugal já conheci alguns países. Já estive nos Países Baixos, nomeadamente Amesterdão e Roterdão; em Inglaterra, em Londres; em Espanha, em Alicante; em Itália, passei por Sardenha, e no Brasil, onde estive no Rio de Janeiro. Infelizmente, quando trabalhava em Portugal, nas minhas férias, só conseguia viajar dentro de Portugal, devido a pouco dinheiro.
O que diria às pessoas que planeiam viver no estrangeiro? Aconselha a Islândia? Porquê?
Eu aconselho, plenamente, às pessoas que gostavam de imigrar, pois o principal benefício vai ser financeiro. Na Islândia, pelo menos, estamos a ganhar mais entre o triplo e o quádruplo que em Portugal, mesmo trabalhando quase o mesmo. Mas digo que se em Portugal ganhasse o mesmo que agora ganho, nunca tinha saído, Apesar de nos abrir os horizontes e tudo mais, nada como estar na nossa casa com a nossa família.
Aproveito ainda para mandar um abraço a todos os meus amigos e familiares que já não os vejo há muito tempo.
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Vitor Felix

Muito obrigada a todos pelas mensagens!!! ❤️
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Tempestade ‘Nelson’ deixa rasto de destruição – Clima – Correio da Manhã

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Lisboa atingida por tornado. Vento forte arrancou a cobertura de um restaurante no Montijo e uma mulher foi retirada da água pelo marido, no Porto.

Source: Tempestade ‘Nelson’ deixa rasto de destruição – Clima – Correio da Manhã

Louis Gossett Jr., Oscar-winning star of ‘An Officer and a Gentleman,’ dead at 87 | CNN

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Louis Gossett Jr., a star of film and television who won an Academy Award for his performance in “An Officer and a Gentleman,” has died at age 87, according to a statement from his family.

Source: Louis Gossett Jr., Oscar-winning star of ‘An Officer and a Gentleman,’ dead at 87 | CNN

OS COLÓQUIOS DA LUSOFONIA da AICL não são da CPLP………São da lusofonia | blogue.lusofonias.net

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a propósito de uma recente manchete angola esclareço … OS COLÓQUIOS DA LUSOFONIA da AICL não são dos PALOP! nem da CPLP, nem da Portugalidade, nem do 5º Império São da lusofonia (basta ler o …

Source: OS COLÓQUIOS DA LUSOFONIA da AICL não são da CPLP………São da lusofonia | blogue.lusofonias.net

Homenagem de Anabela Freitas a Helena Chrystello

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🤍Homenagem de Anabela Freitas a Helena Chrystello🤍
«Não, não venho falar de Helena (Nini) Chrystello, dessa que conheci há mais de vinte anos, porque essa vocês também conhecem. A mulher sensata, conciliadora, discreta e trabalhadora, humilde admiradora da obra dos outros que a levava a antologiar muitos autores.
Sim, há outra Helena ou Nini – é a Helena/Nini Simões e é dela que vos quero falar. Tive o privilégio de agora estar a descobri-la, por especial deferência do Chrys Chrystello, a quem estou muito grata por isso mesmo.
A Helena era tão modesta que se esqueceu da outra Helena. Acho que era por modéstia que ela se dizia compiladora, não escritora. Não era verdade. A Nini começou a escrever muito novinha e seguiu escrevendo na sua juventude. Escrevia poemas (em português e francês), escrevia ficção.
O primeiro escrito com que me deparei data de 1965! E é uma novela que ficou incompleta. Era uma aventura de crianças em férias. Um pequeno policial, cheio de ação e de crianças traquinas. Já aí revela um grande sentido de organização do discurso, capacidade para transmitir diálogos realistas, um certo sentido de humor.
Que não foi um mero acaso pueril, prova-o facto de mais tarde ter voltado a escrever uma novela. Esta entre 1975-1976. Um texto de maturidade, apesar da juventude, muito ao gosto do existencialismo, muito introspetivo. Nela, Clara Viel, a protagonista, viaja entre o sonho e a realidade, numa obsessão por um amor perdido. Como pano de fundo, a Europa de finais dos anos 60, a primavera de Praga, Berlim dividida pelo Muro, mas também outras cidades, outros países e a presença constante do mar. Encontra-se manuscrito numa sebenta e num caderno, ainda conheceu alguns ensaios num outro caderninho.
Quantos aos poemas, o mais antigo data de 1963. São poemas simples, como seria de esperar dada a idade tão precoce em que foram escritos. Falam de amores adolescentes, de bonecas e de cavalos. Estão escritos em português e em francês, e nestes pode-se atestar o domínio perfeito da língua francesa.
Mas sim, a Nini, já nesses recuados anos, tinha vocação de compiladora. Em cadernos e sebentas, compilava frases de grandes pensadores, excertos de pequenos livros da ITAU (anos 70, pós 25 Abril), poemas e excertos de obras, quase todos identificados. Com uma tenacidade admirável de colecionadora de pensamentos, de belos pedaços de prosa ou verso. Sempre a sua abnegação, a sua admiração pelos outros!
Mas, pela Helena, urge ouvir a sua voz, dar-lhe a ela o que ela se negou. Por isso, trabalhamos para dar a conhecer o seu escrito maior, a novela, de que conto dar notícias em breve. Esta é a minha forma de lhe dizer como gosto dela».
Anabela Freitas
*No dia Mundial da Poesia, a Escola Básica e Integrada da Maia foi palco da cerimónia de homenagem póstuma à professora e escritora Helena Chrystello, falecida a 26 de Janeiro deste ano.
A cerimónia contou com um painel de escritores e amigos da homenageada, na qual foi apresentada a sua mais recente obra “9 Poetas 9 Línguas”. Entre os presentes estavam também antigos alunos que partilharam com saudade alguns dos momentos que passaram com a professora.
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“PEIXE DO MEU QUINTAL”.

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No próximo 24 de abril, pelas 18 horas, no Museu Militar dos Açores – Forte de São Brás, Campo de São Francisco em Ponta Delgada, São Miguel, Açores, será lançado o novo livro de José Soares “PEIXE DO MEU QUINTAL”.
A apresentação estará a cargo do Escritor Pedro de Almeida Maia e após a apresentação será servido um «Porto» comemorativo dos 50 anos da Revolução dos Cravos.
Todos e todas estão convidados, com entrada livre.May be a graphic of text
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