Prisão preventiva para suspeito de violação, sequestro e violência doméstica nos Açores – Jornal Açores 9

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Um homem ficou em prisão preventiva, nos Açores, após ter sido detido “por fortes indícios” de crimes de violação, sequestro e de violência doméstica contra a ex-namorada, revelou hoje a Polícia Judiciária (PJ). De acordo com o Departamento de Investigação Criminal dos Açores da PJ, os factos ocorreram “numa ilha do grupo Oriental”, composto por […]

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altar de ouro

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“O mundo é um palco e a vida um jogo de som e de fúria representado por um louco”, Erasmo. 6 milhões. Ai é!!!
No photo description available.

Isto aqui é tudo umas más línguas…
Afinal o Moedas desmentiu que o palco das JMJ custe 4,2 milhões…
Tem de se somar mais 1,06 milhões para as fundações e acrescentar o IVA…
São 6,5 milhões de euros 🤪
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Coordenador da Proteção Civil recebe o triplo de um professor com 25 anos de carreira? – SIC Notícias

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A comparação ilustrou a luta dos professores por melhores condições socioeconómicas.

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A SAÚDE É QUE NOS MATA?

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A SAÚDE É QUE NOS MATA?
Os indicadores económicos e demográficos revelados nos últimos dias do ano que terminou são demolidores para a nossa região.
A única conclusão a retirar é que a continuar no mesmo modelo de desenvolvimento que apostamos até aqui, vamos acabar todos no abismo.
Desde há vários anos que muita gente vem alertando para esta conclusão óbvia e é preciso começar a reflectir muito seriamente sobre muita coisa que dávamos por adquirido e que não é sustentável continuarmos nesta senda.
Ainda agora ficamos a saber que a Região voltou a divergir da Europa, passando para 65,8% da média do PIB per capita (67,2% em 2020; 69,7% em 2019; 75% em 2010). Estamos, portanto, a ficar para trás.
O risco de pobreza voltou a aumentar nos Açores, em conctraciclo com os valores nacionais, a desigualdade disparou e a perda de população e o envelhecimento generalizado estão a galopar.
Tudo conjugado, vamos ter problemas sérios nos próximos tempos em vários sectores, por falta de financiamento para este modo de vida, em que não criamos riqueza.
O primeiro governante a dar o alerta, esta semana, foi Clélio Meneses.
O Secretário Regional da Saúde fez bem em levantar a questão da sustentabilidade do Serviço Regional de Saúde tal como está. É preciso começar a sacudir mentes.
É impossível a nossa região arrecadar receitas para acudir a um sector que, de ano para ano, dispara brutalmente nas despesas, sem que haja nenhuma intervenção da República, porque estamos todos (ou devíamos estar) no Serviço Nacional de Saúde.
Cerca de 30% do nosso orçamento já é “comido” pela Saúde e este ano, devido à inflação e ao aumento brutal dos preços de medicamentos e equipamentos médicos, vamos derrapar com toda a certeza.
Pelos números que conseguimos obter, só no custo dos medicamentos (compra mais comparticipações) ultrapassamos, pela primeira vez, no ano passado, a barreira dos 100 milhões de euros (108.143.439,34 euros exactamente), numa preocupante trajectória ascendente que rondava os 72 milhões em 2019, aumentou mais 10 milhões em 2020 e atingiu mais de 85 milhões de euros em 2021.
Este é apenas um pequeno exemplo da enorme pressão orçamental a que está sujeita a nossa região, no sector da Saúde, sendo necessária uma intervenção rápida para travar o descalabro que se perspectiva.
Aliás, as agências de notificação não se fartam de chamar a atenção para esta situação, com a Moody’s, ainda há poucos meses, a alertar para a nossa situação financeira devido ao endividamento contraído para fazer fazer à pandemia e para a situação no sector da Saúde, que já leva uma fatia fora do comum no Orçamento da região.
Na verdade, para além de eleger a SATA como razão principal para a revisão do ‘rating’, a Moody’s faz múltiplas referências às obrigações crescentes regionais com a Saúde, um problema que já em 2011 era considerado grave pela mesma agência, que veio cavalgando por estes anos fora, ao ponto do governo de então ver-se obrigado a internalizar o enorme buraco, de mais de 750 milhões de euros da Saudaçor, no perímetro orçamental da região.
A baixa do ‘rating’ dos Açores tem, mesmo assim, em linha de conta a suposição da Moody’s de que existe uma probabilidade elevada de que a República ajudará os Açores, por via da redução dos custos de financiamento, numa situação extrema, uma vez que a Saúde e a Educação são uma parte substancial dos encargos regionais.
É uma discussão que terá que se fazer, mas desconfio que a República vá na cantiga, pelo menos por agora, já que os seus principais protagonistas estão obcecados com o défice e com as “contas certas”. A “situação extrema” há muito que a atingimos.
Se as Regiões Autónomas introduzirem esta questão, na actual conjuntura, mesmo por via da discussão da revisão da Lei de Finanças Regionais, o mais certo é que vamos levar uma enorme nega.
Mas a discussão tem que ser feita e, cá dentro, também não estamos a ver que se consiga algum consenso para revermos muita coisa que possa levar, necessariamente, à perda de benefícios adquiridos.
Pelo contrário, toda a gente quer médico e enfermeiro à porta de casa, medicamentos de graça, hospitais e centros de saúde em cada concelho ou freguesia e por aí fora…
Numa região rica, seria o mínimo que se exige.
Numa região pobre como a nossa e cada vez a ficar mais para trás, o problema vai agravar-se e não haverá capacidade de responder a tudo.
Há que alterar métodos, organizações e vícios, denunciar as capelinhas no sector da Saúde que agravam custos e gerir doutra forma, com os mesmos ou menos recursos, mas com mais eficiência e qualidade.
O sector público não é infinito e alguém tem de pagar.
Ainda agora estamos a assistir ao que aconteceu com a SATA, onde alguns julgavam que o poço não tinha fundo e era um tal fartar vilanagem com gestão ruinosa atrás de gestão ruinosa.
Esta cultura de “deixa andar” foi-nos impregnada, durante anos, por uma gestão política desastrosa que se fez nos Açores.
Mudar isto não vai ser fácil, porque os políticos estão sempre a olhar para o ciclo eleitoral.
Um dia vamos bater com a cabeça na parede.
Já foi com a SATA.
Seguir-se-á com a Saúde?
Osvaldo Cabral
Janeiro 2023
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  • Paula Torres Santos

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    Certamente, e agravando ainda mais as contas da saúde na Região, temos a recente situação com os médicos das urgências do HDES, cuja as negociações para, entre outras coisas, a nova tabela de preços de horas extraordinárias, ainda decorre, sem que, tan…

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  • Mário Raposo

    Aqui está um bom texto para aqueles que dizem que Açores é Portugal. Porquê que os Açores não estão no SNS! A República é que está a por os Açores nessa situação degradante, nenhum governo regional pode fazer milagres com um orçamento do mais pobre que…

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​Profissão professora. 850 euros e mais de 20 anos sem saber onde vai dar aulas – Renascença

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Para ficar na zona de residência e cansada de mais de 20 anos de incerteza, depois de ter percorrido o país e até emigrado para a Suíça para trabalhar nas limpezas, uma professora de História da Covilhã garante que recebe 850 euros (depois dos descontos) por 15 horas semanais de trabalho, mas com 140 alunos, oito turmas, acaba por dedicar 60 horas ou mais à escola.

Source: ​Profissão professora. 850 euros e mais de 20 anos sem saber onde vai dar aulas – Renascença

em mem´ria de mário mesquita

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Acabei de ler uma informação que me fez chegar um amigo e que a ser verdade e a concretizar-se,constitui um atentado à memória de um dos maiores jornalistas Portugueses-Mário Mesquita.Enquanto seu amigo e admirador de sempre não posso calar-me e manifesto a minha indignação por tal ignomínia,que aliás não me surpreende porque vem na linha de outras desconsiderações que lhe fez em vida.
Subscrevi e convido todos os jornalistas e seus amigos a subscreverem o documento,na defesa…

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Nota de repúdio sobre a retirada do nome de Mário Mesquita da capa de livro da coleção Regulação dos Media (ERC)
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Nota de repúdio sobre a retirada do nome de Mário Mesquita da capa de livro da coleção Regulação dos Media (ERC)
Vimos por este meio manifestar a nossa indignação e perplexidade com os factos que constam da notícia publicada no dia 23 de janeiro de 2023 no jornal Diário de Notícias, assinada pela jornalista Fernanda Câncio. A retirada do nome de Mário Mesquita da capa do livro A Desinformação. Context…
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Pedro Figueiredo, Santos Narciso and 95 others

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Detailed info, map, data, reports, updates about this earthquake: Weak mag. 2.5 earthquake – North Atlantic Ocean, 47 km southeast of Angra do Heroismo, Azores, Portugal, on Monday, Jan 23, 2023 at 1:21 pm (GMT -1) –

Source: Quake Info: Weak Mag. 2.5 Earthquake – North Atlantic Ocean, 47 km Southeast of Angra do Heroismo, Azores, Portugal, on Monday, Jan 23, 2023 at 1:21 pm (GMT -1)

Marcelo confirma que altar-palco para Papa receberá outros eventos

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PORTUGUESES NA TAILAndia / sião

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Subject:

[FORUM ELOS] A Portugalidade – os Protuket da Tailândia por Miguel Castelo Branco

From:

Margarida Castro <margaridadsc@yahoo.com>

Date:

24/01/2023, 3:12 pm

 

[FORUM ELOS]

Miguel Castelo Branco, autor

A Portugalidade – os Protuket da Tailândia

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Alguns amigos, movidos pela curiosidade, pedem-me que os esclareça sobre os Protuket [comunidade católica] da Tailândia, pelo que da Introdução ao texto agora saído em formato e-book e que muito em breve conhecerá edição tipográfica, retiro o seguinte parágrafo.
«Desde inícios de 2008, frequentei com assiduidade os bairros católicos de Banguecoque, sobretudo o Bairro da Conceição, em Samsen, onde nasceu a atual capital tailandesa. Ali, quase se poderia ouvir o eco das memórias das gerações que fizeram a guerra pelo Sião, desde os tempos de Ayutthaya às campanhas na península de Malaca, batalhas contra os vietnamitas pelo domínio do Camboja ou contra os irrequietos birmaneses. No cemitério da comunidade, por várias vezes me sentei perto do túmulo de Phraya Wisset Songkram, ou antes, Pascoal Ribeiro de Albergaria, que atingiu a mais alta posição no Tahan Khlang – exército de primeira linha – entre 1824 e finais da década de 1850. Ali estão campas de militares, mas também de diplomatas, de administradores e de funcionários da Coroa em cujas mãos residiu, durante quase um século, a sorte do Sião nos tempos difíceis em que o país, cercado por agressivas potências imperialistas, corria de sobressalto em sobressalto para impedir a absorção no Raj britânico ou na Indochina francesa. Os habitantes mais categorizados dessa comunidade ainda são, todos sem exceção, funcionários do Estado e perseveram nas qualidades que fizeram dos seus antepassados objeto do interesse dos reis. São médicos, oficiais da Armada, professores universitários, funcionários superiores do Ministério dos Negócios Estrangeiros, diretores de serviço, chefes de divisão, diretores de empresas públicas e outros serviços do Estado. Percorrendo as vielas da aldeia – solo inalienável da Igreja – fui deparando a cada passo com marcas dessa afirmação de soberania católica. Em cada casa, orgulhosos e públicos, encontramos o nome da família que a habita e um crucifixo. Flores à janela, azulejos, ou um rosário pendendo na porta assinalam que ali há um eco do Portugal distante. É um velho mundo, um bandel em plena capital da Tailândia. Ali respira-se um catolicismo militante. Toda a comunidade, estimada em 700 pessoas distribuídas por 130 famílias, vive para si, casa entre si, transmite memórias e mitos familiares. Falam com naturalidade de um bisavô diplomata, de um tetravô general, de um remoto antepassado que fora servidor no palácio. Por eles passou, durante muitas décadas, a intermediação entre os europeus que ao Sião chegavam e as autoridades locais. Foram intérpretes, responsáveis portuários, comandantes da marinha, remadores das barcas reais, secretários do Rei e do Uparat, serviram o Phra Khlang e, depois, com o advento do Estado moderno e burocrático, sobreviveram graças à inteligência, lealdade à Coroa e reputação impoluta.»
MCB – Relações entre Portugal e o Sião: 1782 ‑1939, p. 16.
Imagem: Phraya Wisset Songkram, ou antes, Pascoal Ribeiro de Albergaria, brigadeiro de Artilharia e chefe da comunidade protuket do Sião entre as décadas de 1840 e 1870.

 

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tudo gente honesta Gomes Cravinho tem empresa com sócio condenado por fraude fiscal

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O ministro dos Negócios Estrangeiros detém a sociedade imobiliária Eurolocarno, cujo fundador é um dos envolvidos no maior negócio imobiliário feito em Portugal nos últimos anos.

Source: Gomes Cravinho tem empresa com sócio condenado por fraude fiscal