MORREU HANNU MIKKOLA 78

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Finland’s rallying great Hannu Mikkola has died at the age of 78.
He won the world title in 1983 at the wheel of an Audi Quattro and was runner-up in the championship three times.
Mikkola also claimed his home 1,000 Lakes event on a record seven occasions.
“We lost my father Hannu to cancer this weekend”.
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O MOSTEIRO NO TOPO DA MONTANHA

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The Fanjingshan or Mount Fanjing, located in Tongren, Guizhou province, is the highest peak of the Wuling Mountains in southwestern China, at an elevation of 2,570 m (8,430 ft).
The Fanjingshan National Nature Reserve was established in 1978 and designated a UNESCO Biosphere Reserve in 1986. Fanjingshan is a sacred mountain in Chinese Buddhism, considered to be the bodhimaṇḍa of the Maitreya Buddha. It became a UNESCO World Heritage Site in 2018
It takes about four hours to hike the nearly 9,000 steps to the temples, though there are rest stops with snacks along the way.
(Source Wikipedia)
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A VACA QUE QUERIA SER VACINADA CONTRA O COVID

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Voltando à vaca-fria, falemos de CONFUSÃO NO HOSPITAL.
Na Colômbia, uma vaca invadiu uma sala de espera do Hospital San Rafael, lançando o pânico.

CONGO TRAGÉDIAS E GENOCÍDIOS ESQUECIDOS

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PARA COMPREENDER UM POUCO O QUE SE PASSA NO CONGO
(NA SEQUÊNCIA DO ASSASSINATO DO EMBAIXADOR DA ITÁLIA)
Escreve Almeida fernandes no Público:
«Na segunda-feira, 22 de Fevereiro, foram assassinados a tiro na República Democrática do Congo (RDC) o embaixador italiano, Luca Attanasio, e o carabineiro Vittorio Iacovacci. O atentado ocorreu no Parque Nacional de Virunga, na província do Kivu-Norte. Iam em missão humanitária, integrados num ‘comboio’ da Monusco (a força de estabilização da ONU). O crime poderá ter decorrido de uma tentativa de rapto. Os trabalhadores da ONU e das ONG, e também os padres, são muito apreciados porque rendem bons resgates. Attanasio era um militante das muitas causas africanas.
Não há certeza quanto ao bando armado que matou os italianos. Pouco importa. À excepção da Itália, o crime deu lugar a curtas notícias. Mas lembra o dever de olharmos para as “guerras esquecidas” da África, um flagelo da nossa época. Neste momento a Europa está assolada pela pandemia da covid e centrada sobre si mesma, o que é lógico. Este texto, superficial, é apenas um convite para pensarmos durante alguns minutos numa tragédia que pode parecer longínqua, mas que nos diz respeito, no plano moral e no plano geopolítico.
A sua relevância pode ser resumida numa pergunta: qual é o mais sangrento conflito desde a II Guerra Mundial? É a “guerra silenciosa” que há 26 anos se trava no Kivu-Norte e que, nas suas várias fases, já terá feito um total de cinco milhões de mortos.
O Kivu-Norte tornou-se numa região sem lei e quase sem Estado, onde os massacres étnicos se multiplicam, a violação se tornou uma arma de guerra e as crianças-soldados são carne para canhão dos “senhores da guerra” – e também escravos sexuais. Há países em que as riquezas naturais são uma maldição. É o caso da RDC. Hoje, a tragédia gira em torno do negócio de um minério, o famoso coltan, combinação de dois minerais, um deles o tântalo, indispensável para as baterias dos telemóveis, tablets e computadores. O coltan alimenta os bandos armados e é o primeiro fio que liga o nosso quotidiano à tragédia dos kadoga, as crianças-soldados.
A “grande guerra africana”
Tudo é trágico nesta história, a começar pela sua origem, o genocídio do Ruanda, em 1994. A maioria hutu massacrou centenas de milhares de tutsis para “erradicar a sua raça”. Foi o último genocídio do milénio. Um exército de exilados tutsis respondeu ao genocídio conquistando o poder, que os tutsis ainda hoje mantêm.
Pouco interessam as peripécias. Derrotadas, as milícias hutus, refugiaram-se na RDC. Formaram as Forças Democráticas para Libertação do Ruanda (FDLR), que passaram a ser perseguidas por milícias tutsis. Entretanto, abriu-se uma disputa do poder na RDC, que gerou uma guerra regional envolvendo Angola, Namíbia, Chade, Ruanda, Burundi e Uganda. Chamaram-lhe a “grande guerra africana”. Esta fase terminou em 2003, após um acordo patrocinado pela ONU sobre um governo de transição congolês, deixando mais de três milhões de mortos, essencialmente civis massacrados ou mortos pela fome ou por doença. Hoje, só no Kivu-Norte, há cinco milhões de deslocados e, no ano passado, registaram-se 2000 mortes devido à miséria.
No entanto, a semente ficou. A FDLR decompôs-se em inúmeros bandos terroristas, que vivem da indústria do rapto e da extorsão das populações civis. O conflito tornou-se mais complexo e difícil de abordar. Haverá cerca de 130 milícias armadas, conhecidas por Mai-Mai: o termo designa qualquer tipo de milícia congolesa, para lá das etnias. Umas têm relações directas com o Ruanda, outras com o Uganda, país que interfere frequentemente no Kivu. Na generalidade, foram fundadas para defender um dado território de outras milícias. Vivem de saques, sequestros e banditismo. Está no terreno também outro grupo, as Forças Aliadas Democráticos (ADF), ligado aos islamistas do Uganda e que, segundo Washington, estará associado ao Estado Islâmico (ou ISIS). A ONU acusou as ADF de terem assassinado mais de mil pessoas desde 2019.
O reino do coltan
Se as variadas formas de banditismo são responsáveis por grande parte dos crimes, tudo roda, no entanto, em torno da exploração das riquezas naturais. A RDC tem 75% das reservas mundiais de coltan, mas também grandes reservas de estanho, tungsténio e diamantes.
O jornalista italiano Alberto Negri explica como o sistema funciona: “A extracção dos minérios no Congo não exige tecnologia sofisticada. O coltan, as pepitas de ouro, os diamantes aluviais ou o cobalto – em que o Congo representa 60% da produção mundial – podem ser recolhidos à superfície ou a baixa profundidade, apenas com o uso das mãos. Mão de homem, mas também de crianças.”
É uma engrenagem infernal. Prossegue Negri: “Num país desestabilizado por anos de guerra civil, esta actividade [mineira] levou à criação de milícias ligadas aos ‘senhores da guerra’, financiadas clandestinamente por empresas estrangeiras exportadoras. Ocuparam militarmente as áreas mais rentáveis, combatendo-se entre si, escravizando os mineiros e oprimindo as populações locais. É um mercado em que a mão-de-obra não custa praticamente nada e extrai as mercadorias indispensáveis à indústria high-tech do mundo inteiro. É um mercado ilegal de que se servem a China e as multinacionais mineiras do Ocidente.”
Em 2010, o Congresso dos EUA decidiu exigir às empresas americanas a certificação de que o seu coltan não era “minério de sangue”. Foi uma primeira tentativa de legalização. O efeito foi o contrário do desejado. Uma súbita interrupção da actividade reduziu o financiamento dos “senhores da guerra”, mas desocupou também milhares de mineiros e muitos se alistaram em bandos armados. E as empresas europeias não foram abrangidas pelas novas regras.
As crianças-soldados
Uma das características deste conflito é o uso dos kadoga, crianças-soldados. Escreve no La Repubblica o jornalista Pietro del Re: “Em todas as aldeias atacadas, as milícias rebeldes, depois de terem morto os homens e violado as mulheres, raptam os mais pequenos para os transformar em escravos sexuais ou em combatentes.”
Há quatro anos, o médico congolês Denis Mukuege recebeu o Nobel da Paz, pela criação de um hospital em Bukavu, onde já tratou mais de 40 mil mulheres violadas. Explicou ao mesmo jornal a tragédia dos kadoga: “Estas crianças, a quem entregam espingardas e punhais, muitas vezes para torturar prisioneiros, na absurda crença de que podem ser mais cruéis do que um adulto, crescem na violência mais absoluta. A que vão praticar quando, por sua vez, se tornam adultos.”
Antonella Napoli, repórter italiana que segue a tragédia congolesa, publicou em 2019 um livro sobre as crianças-soldados, L’ Innocenza Spezzata (A inocência despedaçada), em que testemunha casos de barbárie, como o de Suleya, uma menina de 12 anos que perdeu os pais, o pai assassinado e a mãe violada e feita desaparecer pelos rebeldes dum autodenominado Exército de Libertação do Senhor. Um dia chegaram à aldeia para a saquear. Raptada e levada para uma escola de treino, Suleya estava destinada a ser uma criança-soldado e escrava sexual.»
JORGE ALMEIDA FERNANDES
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UMA NOVA VIDA PARA Livros Cotovia

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Ultrapassei ontem a minha timidez, caros leitores da Cotovia, para vos dizer de viva voz que toda a existência da colecção de Poesia da Cotovia foi adquirida pela Livraria Poesia Incompleta, em Lisboa, no bairro da Lapa, muito perto da Infante Santo e do Jardim da Estrela: na Rua de São Ciro, 26.
A Poesia Incompleta é uma livraria praticamente única no mundo; e digo “praticamente” porque, como ela, ou seja, dedicada inteira e exclusivamente à poesia do mundo, existem duas ou três no mundo. E nós temos uma, em Lisboa. Que envia livros para todo o mundo.
Uma coisa tão rara, tão preciosa como a Livraria Poesia Incompleta deveria vir em todos os roteiros de Lisboa e de Portugal, deveria ser uma alegria e um assunto de conversa: Como é possível que um só homem, o dono e livreiro da Poesia Incompleta, tenha, sozinho, feito, e mantenha, num país com tão poucos leitores, uma livraria assim?
Por isso me alegra e orgulha que a colecção de Poesia da Cotovia esteja agora, doravante, ali.
A Cotovia foi sempre uma editora livre e guerreira; que uma das suas colecções mais emblemáticas (e uma das inaugurais) tenha sido adquirida por uma livraria livre e guerreira é, como não?, uma notícia boa e importante.
Divulguem-na, caros leitores. E vão lá ver e maravilhar-se com a poesia do mundo, em várias línguas; vão lá perguntar sobre os novos poetas ou aqueles já muito mortos; se morarem longe ou não não puderem ir lá, telefonem, escrevam, peçam informações, recomendações, enfim.
Lembro que traduções excelentes de poetas como Paul Clean, Antonio Machado, Jaime Gil de Biedma, Adrienne Rich, Luis Cernuda, Josep Brodskii, Edmond Jabès, Hans Magnus Enzensberger, Francis Ponge, Philip Larkin — para só mencionar os estrangeiros — começaram a ser publicadas no fim dos 80 pela Cotovia, naqueles livros sóbrios, com sobrecapa em papel vegetal.
E agora esse stock está na Livraria Poesia Incompleta:
Livraria Poesia Incompleta
Rua de São Ciro, 26, Lisboa
Tell: 21-5981035
Email: poesia.incompleta@gmail.com
https://www.facebook.com/Livraria-Poesia-Incompleta-1768044323294643
Poesia Incompleta
POESIA-INCOMPLETA.BLOGSPOT.COM
Poesia Incompleta

sismo 5 nos açores . s mig e sta mª

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O Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA) informa que às 23:10 (hora local = hora UTC-1), do dia 26 de Fevereiro foi registado um evento com magnitude 4,1 (Richter) e epicentro a cerca de 36 km a SE do Faial da Terra, ilha de São Miguel.
De acordo com a informação disponível até ao momento o sismo foi sentido com intensidade máxima IV/V (Escala de Mercalli Modificada) nas freguesias de Ribeira Quente, Nossa Senhora dos Remédios e Furnas (concelho da Povoação, ilha de São Miguel). O evento foi ainda sentido com as seguintes intensidades:
Ilha de São Miguel
IV nas freguesias de Faial da Terra e Água Retorta (concelho de Povoação);
IV nas freguesias de São Pedro do Nordestinho, Algarvia, Achadinha, Santana (concelho de Nordeste);
IV na freguesia de Ponta Garça (concelho de Vila Franca do Campo);
III/IV nas freguesias de Salga e Achada (concelho de Nordeste);
III/IV nas freguesias de Maia e Porto Formoso (concelho de Ribeira Grande);
III/IV na freguesia de Água d’Alto (concelho de Vila Framca do Campo);
III nas freguesias de Nordeste e Lomba da Fazenda (concelho de Nordeste);
III na freguesia de Água de Pau (concelho de Lagoa);
II/III na freguesia do Livramento (concelho de Ponta Delgada);
Ilha de Santa Maria
II/III na freguesia de Vila do Porto (concelho de Vila Porto);
Comunicado Sismológico 2/2021 (CORREÇÃO)
PROCIV.AZORES.GOV.PT
Comunicado Sismológico 2/2021 (CORREÇÃO)
Na sequência do comunicado 144/2021, emitido pelo Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores que aqui se reproduz, Sismo(…)
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Quake info: Moderate mag. 5.0 earthquake – North Atlantic Ocean, 72 km southeast of Ponta Delgada, Azores, Portugal, on Friday, 26 Feb 2021 11:10 pm (GMT -1) – 6 user experience reports / VolcanoDiscovery

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Detailed earthquake information – overview map, magnitude, time, depth, source, shake map, list of reports. File an “I felt it” report if you felt the quake! Features interactive map, read user reports and get links to further info.

Source: Quake info: Moderate mag. 5.0 earthquake – North Atlantic Ocean, 72 km southeast of Ponta Delgada, Azores, Portugal, on Friday, 26 Feb 2021 11:10 pm (GMT -1) – 6 user experience reports / VolcanoDiscovery

ALEXANDRE BORGES E OS DIRETORES

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É o que fazemos: bebemos, vemos filmes e dizemos coisas. Episódio da Barreira desta semana já disponível aqui em baixo. Boa escuta e bom descanso.
Barreira Invisível #34 - A quem pertencem as histórias? - Barreira Invisível
BUZZSPROUT.COM
Barreira Invisível #34 – A quem pertencem as histórias? – Barreira Invisível
em que o Alexandre e o Domingos discutem as maravilhas da montagem, dos Directors’ Cuts, dos direitos dos realizadores, passando pelo “Requiem for a Dream” e pelo Netflix dos anos 2500.

Associação Sindical da PSP contesta declarações de Francisco César – Açoriano Oriental

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A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia emitiu um comunicado, ao final da tarde de hoje, acusando Francisco César de prestar declarações incendiárias sobre a atuação da Polícia de Segurança Pública na vila de Rabo de Peixe.

Source: Associação Sindical da PSP contesta declarações de Francisco César – Açoriano Oriental

Como um silêncio resolveu os estranhos problemas matemáticos dos buracos negros – BBC News Brasil

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O físico Roger Penrose, ganhador do Prêmio Nobel, teve um lampejo de inspiração que mudou nossa visão sobre o Universo.

Source: Como um silêncio resolveu os estranhos problemas matemáticos dos buracos negros – BBC News Brasil