chrys lê cristovao de aguiar_

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anibal pires diz chrys chrystello a palavra breve

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a descrebilização da arcaica ibgreja lusitana

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A Igreja católica portuguesa cada vez mais se descredibiliza, no afã de proteger-se e encobrir-se, para manter o seu poder e os seus privilégios.
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acores-inflacao-nos-8-porcento.pdf

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que-haja-eleicoes-nos-acores-pede-historico-do-psd.pdf

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jose-gabriel-avila-tres-arquipelagos-ate-quando.pdf

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Três arquipélagos. Até quando?
Os açorianos, em meados de março de 2020, viviam rodeados de enormes incertezas geradas pela COVID 19, quando o Governo de Vasco Cordeiro decidiu “suspender as ligações marítimas de passageiros e viaturas da Atlânticoline entre todas as ilhas da Região, exceto as ligações de transporte de carga ou casos de força maior, desde que devidamente autorizadas pela Autoridade de Saúde Regional.” A medida entrou em vigor às 18h00 do dia 19 e vigorava até 31 desse mês.
Foi a machadada letal no transporte marítimo de passageiros e viaturas entre todos os grupos de ilhas, efetuado por navios ferry de média capacidade, contrariando idêntico serviço prestado entre a Madeira e Porto Santo, cuja rota não foi interrompida.
Estava aberto o precedente para que o novo Governo dos Açores, esquecendo o seu compromisso eleitoral de manter e melhorar esse serviço público entre Santa Maria e Flores, decidisse extingui-lo.
A Tarifa Açores, segundo foi afirmado, facilitaria aos açorianos a mobilidade aérea inter-ilhas com maior rapidez e os elevados custos financeiros reverteriam para compensar a SATA da redução das tarifas.
Com o fim da pandemia, o destino Açores retomou e até ampliou o número de visitantes, contra todas as expetativas pelo que a procura pelos serviços de rent-a-car fez subir os preços.
Os açorianos, com menor poder de compra, foram os mais penalizados, sobretudo os residentes em São Miguel e Santa Maria, ilhas a quem foi negada a possibilidade de viajar em navios ferry.
Não se julgue, porém, que os açorianos do Grupo Central viram a sua mobilidade facilitada. Nada mais falso. Apesar de os responsáveis da Atlanticoline terem anunciado aumentos no número de passageiros (500 mil) e viaturas transportados (32 mil), nas viagens entre Faial-Pico-São Jorge-Graciosa e Terceira, importava saber qual o número de viagens recusadas para as viaturas, já que o Ferry Gilberto Mariano só transporta 12 e o Mestre Jaime Feijó 15.
As duas embarcações foram construídas com vista ao tráfego diário entre o Canal Faial-Pico e não para as viagens das outras linhas até à Terceira. Esta ilha, devido à sua população, gera, naturalmente, um maior movimento de viaturas, mas as duas embarcações usadas para o transporte marítimo de passageiros e viaturas não dão resposta.
O encerramento, em agosto de 2021, da linha amarela do contrato de serviço público de transporte de passageiros e viaturas, entre Santa Maria e as Flores, constitui, pois, uma descriminação para os açorianos das outras ilhas residentes no grupo oriental, e um impedimento ao tão apregoado comércio interno de produtos regionais: seja para os produtores micaelenses de melancia e de outros hortícolas que transacionavam, facilmente e sem demoras, as suas mercadorias, seja para os próprios passageiros que visitavam as diversas ilhas em viatura própria, sem mais encargos.
A extinção deste serviço público marítimo constitui, por outro lado, um entrave à mobilidade dos açorianos e atenta contra o próprio artº 349 do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia (TFUE).
Ainda recentemente, o Subsecretário da Presidência, Faria de Castro, defendeu em Bruxelas ser “essencial” que essa disposição criada para as Regiões Ultraperiféricas (RUP) seja “automaticamente aplicado em todas as iniciativas legislativas da Comissão Europeia”, através da criação de um POSEI- transportes.
O governantes açoriano justificou a medida afirmando que “Nada acontece nos Açores sem transportes. Sempre foi assim. O mar e o ar são as nossas estradas” e constituem “o elemento determinante na caminhada da continuidade territorial e da coesão territorial” da UE.
Esta justa reivindicação não pode obrigar apenas a Comissão Europeia. Cabe, em primeira linha, à Região proceder em conformidade e exigir os apoios suficientes para a diminuir os constrangimentos dos residente na ultraperiferia, que impedem “o ritmo e a eficácia da aplicação das políticas da União”(artº349 TFUE).
Dessas iniciativas usufruirão não só os açorianos residentes, bem como todos os cidadãos europeus, quando em deslocação pelos 21 estados membros.
Conscientes destes direitos, entidades representativas da ilha de Santa Maria contestaram, em 2021, a extinção do transporte marítimo de passageiros e viaturas no Grupo Oriental, invocando prejuízos à mobilidade de pessoas e bens e à própria economia da ilha que, durante o Verão, conhece uma apreciável frequência de visitantes da ilha de São Miguel.
Na altura o Executivo, talvez para ganhar tempo, anunciou a elaboração de um estudo sobre Transportes Marítimos e a planificação de ligações em moldes diferentes, recorrendo a operadores privados.
Até agora, não há notícia desses estudos e promessas.
Estamos a três meses do Verão e quem pretende fazer férias fora, a partir do grupo oriental, viajando pelas ilhas em viatura própria, terá muita dificuldade em realizá-las, dados os elevados custos do serviço de rent-a-car.
Em 2019, o deputado do PSD pelo Pico, Marco Costa criticou, com razão, o executivo anterior porque “todas as decisões sobre a operação do verão de 2019 deveriam ter sido tomadas com a devida antecedência, por forma a lidar com eventuais imprevistos”. Acrescentou mesmo haver “ falta de profissionalismo e o amadorismo” o que prejudicava os açorianos por colocar “em causa a mobilidade e o desenvolvimento do turismo em muitas ilhas, em especial as mais pequenas”.
Passados estes anos, esperava-se que o mesmo parlamentar regional viesse a terreiro pronunciar-se sobre a decisão do atual executivo e os prejuízo causados pela falta de mobilidade e desenvolvimento turístico das ilhas mais pequenas. Só desse modo demonstraria congruência de procedimentos.
Espero que esta minha repetida chamada de atenção sobre tão importante problema que afeta a mobilidade, a unidade insular e o próprio mercado interno volte à agenda do Parlamento e do Governo. Para que o “mar e o ar” sejam, de fato, as nossas estradas e elementos determinantes da continuidade e coesão territoriais.
Ponta Delgada, 9 março 2023
José Gabriel Ávila
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Fatinha Machado

um texto muito bem escrito…parabéns
quem sabe /sabe
…..boa tarde
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Crónica 489-2023 da reescrita e sanitização da língua e mente, março

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Crónica 489-2023 da reescrita e sanitização da língua e mente, março

Todos os dias vejo anúncios sobre a reescrita de livros (não pelos autores, já todos mortos) mas por polidores de mentes politicamente corretos que pretendem polir ideologicamente os textos para que sejam aceites pelos seus constituintes. Palavras como feio, negro, gordo, pequeno, serão polidas.

Os livros 007 de Ian Fleming vão perder o seu herói machista substituído por uma heroína e homossexuais a contrastar com a aquilo a que a saga nos habituou em mais de meio século. Este novo tipo de censura, mais apropriado às hostes de Donald Trump ou Bolsonaro, levou a que várias universidades nos EUA tenham banido livros (em vez de os reescreverem).

Em breve, tudo aquilo de que gosto será ilegal, perigoso, aditivo, imoral, demasiado inacessível , impossível, desaconselhado e eu terei de me precaver para não ficar sujeito a um qualquer comité da verdade orwelliana, pois como todos sabem 2+2=5 se o partido quiser.

Esta febre da reescrita que vem acompanhada da aberração da linguagem neutra (adotada nesta nova era brasileira) que dá uma noção de falsa segurança aos inseguros que a praticam. Modismos destes são bem indispensáveis numa altura em que a língua de todos nós é vítima de maus tratos e negligência por todos os que a mal sabem utilizar. Poucos se preocupam e muitos são arrebatados nesta onda.

Outra cena que me chocou foi ver o Lucky Luke sempre de cigarro descaído no canto da boca, agora sanitizado com uma flor em vez do cigarro. Ridículo. E eu que recentemente deixei de fumar por força de imponderáveis de saúde, terei de rever milhares de fotos minhas em que apareço a fumar e substituir o cigarro por algo inócuo e que não ofenda ninguém, o que é difícil. Tudo o que se diz hoje em dia tem a capacidade inaudita de ofender milhares, ou mesmo milhões de pessoas. Mesmo calados podemos ser acusados de estar a pactuar seja lá com o que for.

E livrem-se de reescrever os meus livros pois prefiro não ser lido a que me leiam numa escrita que não é a minha

 

Chrys Chrystello, drchryschrystello@journalist.com

Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713

[Australian Journalists’ Association – MEEA]

Diário dos Açores (desde 2018)

Diário de Trás-os-Montes (desde 2005)

Tribuna das Ilhas (desde 2019)

Jornal LusoPress Québec, Canadá (desde 2020)

Jornal do Pico (desde 2021)

 

 

 

 

 

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espanha sentença histórica ao caçador de linces

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Sentença histórica condena caçador espanhol a pena de prisão por matar lince ibérico intencionalmente.
O homem descarregou 80 projéteis no animal e tentou ocultar o cadáver numa propriedade vizinha.
Dois anos e um dia de pena de prisão é a sentença histórica decretada para um caçador espanhol, por ter matado a tiro um lince ibérico, de forma intencional, enquanto caçava perdizes nos terrenos de uma propriedade que detém na província espanhola de Badajoz.
Manuel R.L. tinha conhecimento da presença desta espécie ameaçada na zona, uma vez que havia sido informado pelas autoridades da sua reintrodução naquele habitat natural, no âmbito do programa europeu de proteção destes felinos.
Isso não o impediu de “disparar com a intenção de causar a morte” do animal, de acordo com a sentença, quando o lince se aproximou da armadilha que ele usava para caçar perdizes.
Para agravar as circunstâncias, os disparos aconteceram numa zona “sem vegetação e com amplo campo de visão”, e não foram nem um nem dois – a autópsia revelou que Querubín, assim se chamava, foi baleado com cerca de 80 projéteis.
Ciente das possíveis consequências do ato, Manuel R.L. ordenou depois a um seu funcionário que escondesse o cadáver do animal numa propriedade vizinha, mas este viria a ser descoberto pela unidade de proteção da Natureza da Guarda Civil.
O irmão de Querubín, porém, que vivia na mesma região, permanece desaparecido.
O caso remonta a fevereiro de 2019 e está em causa um crime contra a fauna, agravado por ter sido cometido contra uma espécie em risco de extinção.
Há 20 anos, havia menos de 100 exemplares na Península Ibérica, que através de programas de reprodução em Portugal e Espanha conta agora com mais de mil.
Ainda há dias foi libertado mais um na Serra Arana, na região espanhola da Andaluzia, o 100.º nascido no Centro Nacional de Reprodução do Lince Ibérico, em Silves, no Algarve.
Além de dois anos de cadeia, Manuel R.L., que assumiu a responsabilidade do crime, foi condenado a pagar uma multa de 114 mil euros e ficou proibido de caçar durante quatro anos.
O seu funcionário que tentou ocultar o cadáver de Querubín também foi condenado à prisão, com uma pena de um ano e seis meses pelo crime de encobrimento.
Ambas as penas são passíveis de recurso.
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Carla Frias

Espero que vão mesmo dentro!!!
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LEMBRAR O 13º COLÓQUIO DA LUSOFONIA BRASIL FLORIPA 2010

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5º ENCONTRO DA LUSOFONIA – SANTA CATARINA, BRASIL
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Papa disponível para rever celibato na Igreja Católica – Açoriano Oriental

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O Papa Francisco manifestou-se hoje disponível para rever o celibato no seio da Igreja católica, por ser uma “receita temporária” da igreja ocidental.

Source: Papa disponível para rever celibato na Igreja Católica – Açoriano Oriental

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Museu da Língua Portuguesa derrapa para dobro do custo

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Source: Museu da Língua Portuguesa derrapa para dobro do custo

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vista aéra caldeira do faial

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antónio justo, a intolerância

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A INTOLERÂNCIA DO “DE QUE LADO ESTÁS?”

 

Entre Intolerância política e intelectual

 

Ao observarmos a expressão pública verificamos nos diferentes meios de comunicação social e em diversas atitudes e comportamentos pessoais e grupais que nelas sobressai a falta de respeito e de aceitação em relação a diferenças, sejam elas de natureza cultural, religiosa, política, racial, sexual, etc…

(A dúvida metódica mantém a tensão entre os opostos sem os eliminar e assim possibilitar o desenvolvimento) …

A falta de aceitação e respeito em relação a outras pessoas e grupos conduz a uma série de comportamentos e atitudes negativas. Uma sociedade altamente em crise cria nos seus membros a necessidade de se definirem vincadamente para terem a impressão de possuírem uma identidade firme (A sociedade compensa assim nos seus membros a própria identidade decadente). Neste momento histórico em que as potências se esforçam por criar uma nova ordem mundial baseada na guerra fria, também as instituições se encontram em crise mas também elas reagem no sentido do que constatava Gil Vicente: as instituições são intocáveis, o problema está sempre nos seus membros… Ai dos não alinhados que não embarquem nos facilitismos e não aceitem deixar-se levar na onda!

A intolerância política manifesta-se individual, grupal ou colectivamente quando uma pessoa ou grupo expressa desprezo, ódio ou discriminação em relação a outra pessoa ou grupo baseando-se em opiniões políticas, ideológicas ou partidárias

A convivência pacífica e democrática só pode ser garantida mediante uma atitude de respeito e tolerância mútua em relação às diferenças de mundivisão político-social. Uma matriz política em que os partidos do centro defendam os seus interesses difamando sistematicamente os extremos (tanto os Comunistas como o Chega) carece da atitude de diálogo pressuposto de toda a democracia; o mesmo se diga destes em relação aos partidos do poder!

Também a intolerância intelectual se encontra muito divulgada e expressa-se na falta de respeito e tolerância em relação às opiniões, ideias e conhecimentos de outras pessoas em áreas, como política, religião, ciência, arte, cultura, etc. Geralmente a intolerância intelectual deve-se à falta de saber, preconceitos, medo, desinformação, arrogância, etc. A intolerância intelectual usa como meios a ridicularização, a desqualificação, o ataque pessoal e a difamação e cria como seu lugar de refúgio “bolhas ideológicas“ alérgicas a ideias ou opiniões diferentes…

Quem não pensa como o politicamente correcto quer, ou como os intelectuais ao serviço do sistema, é colocado fora dos muros da cidade, tal como acontecia em sociedades antigas, nos casos de lepra!…

António CD Justo

Texto completo em Pegadas do Tempo: https://antonio-justo.eu/?p=8376

A ETERNA BATALHA DOS GÉNEROS DEVE-SE À MATRIZ SOCIAL MASCULINA

 

Dia internacional da Mulher só um apelo à igualdade a nível de verniz e esmalte?

 

Enquanto não se começar a encarar o problema dos papéis sociais a nível de matriz integral (masculinidade-feminilidade) não se leva a questão suficientemente a sério porque é tratada como uma questão de verniz e esmalte da sociedade. Apesar de tudo, os projetos de ajuda e as medidas legais dirigidas em favor das mulheres são actualmente muito importantes se concebidos a partir do ponto de vista das mulheres…

Na sociedade e na política diz-se que se devem repensar os modelos dos papéis sociais. A intenção é boa e alguns resultados também. Mas, o que há para pensar quando o nosso pensamento estrutural e a ordem social assentam em princípios masculinos?

Numa sociedade masculinizada em que a competição, a luta e a subjugação são glorificadas, vale a pena a luta feminina até que se chegue à consciência de se fomentar uma matriz social e humana integradora dos princípios (e aptidões) da feminilidade e da masculinidade em equilíbrio e osmose, no âmbito homem-mulher-sociedade. Doutro modo toda a justa luta se concentra na disputa da feminilidade por ver reconhecida na matriz masculina a sua identidade bastante reduzida a termos de papéis masculinos. A matriz vigente vai sendo obrigada a ceder nas bordas, mas não no núcleo.

É verdade que, quando as crianças atingem a idade de brincar, passam a assumir os papéis que a sociedade lhes proporciona e a escola mais prega. A base do problema está no modelo social da masculinidade e começa aqui tendo por base um ensino orientado preponderantemente pela aquisição de aptidões de conotação masculina…

Onde todos teríamos que trabalhar seria no surgir de uma nova matriz antropológico-social preparadora de uma nova ordem mundial (consciência) que tivesse como base as forças da masculinidade e da feminilidade, numa perspectiva de complementaridade e inclusão já não só a nível de funções na sociedade padrão, mas sobretudo a nível do ser e do modo de estar (integrador dos dois princípios ou energias) num modelo de sociedade equilibrada…

A nível de luta exterior e de papéis sociais a mulher continua a ser a grande vítima dos nossos padrões de sociedade, como apresento agora em relação à Alemanha:

Na Alemanha, um país desenvolvido, há uma diferença de 18% no salário por hora entre homens e mulheres…

O risco de pobreza em 2021 é de 20,9% para as mulheres e 17,5% para os homens…

De acordo com a ONU, a cada hora no mundo, 5 meninas e mulheres são mortas por seus parceiros ou outro membro da família…

Enquanto o poder se orientar sobretudo pela materialidade (crença na masculinidade) e não integrar nele a espiritualidade (feminilidade) viverá na e da exterioridade como se pode ver bem documentado na máscula e estúpida guerra entre o bloco ocidental e a Rússia a decorrer na Ucrânia…

Quanto à luta pela emancipação da mulher, penso ser adequada a palavra emancipação porque se trata da libertação de um modelo masculino baseado na subjugação que atraiçoou sobretudo a feminilidade…

Doutro modo destruída a identidade feminina, a especificidade do ser mulher, toda a sociedade será destruída para preparar mundo meramente técnico e artificial…

Movimentos políticos e económicos do poder são por natureza masculinos e como tal deveriam ser confrontados com movimentos de base feminina não apenas feminista…

Trata-se de reconhecer a mulher toda e não reduzir a sua emancipação a papéis político-económicos de formato masculino…

…necessita-se de um combate próprio com firmeza e perseverança, mas à maneira feminina sem perder o elo do amor sustentável que tudo une, como expressão da feminilidade criadora e mãe, porque dela tal como da terra tudo sai.

António CD Justo

Teólogo e Pedagogo

Texto completo em Pegadas do Tempo: https://antonio-justo.eu/?p=8367

 

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ASAE instaura 51 processos-crime: “Há especulação objetiva” e “margens de lucro brutas de 52% na cebola e 45% nas febras de porco” – Expresso

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Em entrevista ao Expresso, Pedro Portugal Gaspar divulga as primeiras conclusões da análise feita pela ASAE à subida do preço dos bens alimentares. Nas três maiores cadeias de supermercados em Portugal, foram detetadas margens de lucro brutas de 52% na cebola, 48% na laranja, 45% na cenoura e nas febras de porco ou 43% nos ovos, por exemplo, que a Autoridade está agora a investigar, produto a produto. No total, foram instaurados 51 processos crime por especulação. Inspetores encontraram casos em que estavam a ser cobrados em caixa preços 70% superiores aos que estavam marcados nas prateleiras

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Os 5 países que fabricam 75% das armas do mundo (e seus maiores compradores) – BBC News Brasil

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Enquanto o maior vendedor de armamentos do mundo está nas Américas, o maior comprador fica no Oriente Médio, em um mercado altamente influenciado pela geopolítica global.

Source: Os 5 países que fabricam 75% das armas do mundo (e seus maiores compradores) – BBC News Brasil

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