United Airlines continua a operar nos Açores no próximo verão – ECO

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“Aproveito para dizer que a United [Airlines] vai continuar a voar nos Açores no próximo verão”, disse Berta Cabral, secretária regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas.

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FESTIVAL DE VIOLA DA TERRA A INCÓGNITA AO FIM DE 13 ANOS

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XIII Edição do Festival Violas do Atlântico foi momento de valorização do Cordofones Tradicionais
13 anos de um legado de extrema importância.
Só o futuro o irá valorizar.
13 anos consecutivos na vanguarda da Valorização e Promoção dos nossos Cordofones Tradicionais.
Se for a última edição, fico de consciência tranquila.
A qualquer momento, ao longo destes 13 anos, e daqui em diante, qualquer outro interveniente pode-se chegar à frente.
Façam!

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XIII Edição do Festival Violas do Atlântico foi momento de valorização do Cordofones Tradicionais
A XIII edição do Festival Violas do Atlântico decorreu a 9 e 10 de Setembro trazendo aos Açores o “Braguinha”, um cordofone tradicional Madeirense, pelas mãos do músico, professor e compositor Roberto Moritz. A anfitriã foi a Viola da Terra, como em todas as edições anteriores do Festival, pelas mãos de Rafael Carvalho, músico natural da Ribeira Quente que tem dedicado a sua vida ao ensino, divulgação e promoção da Viola da Terra.
A 9 de Setembro os músicos estiveram em concerto no Cineteatro da Lagoa, onde apresentaram Braguinha e Viola da Terra a solo e depois em conjunto, quer em modas tradicionais dos dois Arquipélagos, quer em composições originais de diversos autores e dos próprios músicos.
O evento contou com a participação especial de Sofia Vidal, na Viola da Terra, interpretando 3 músicas, com repertório que foi do séc. XIX, a Carlos Paredes e ainda passando por um “pasodoble” tradicional da Ilha Terceira.
A 10 de Setembro os músicos estiveram no Salão Nobre da Junta de Freguesia da Ribeira Quente, freguesia sede da Associação de Juventude Viola da Terra, e que tem recebido, anualmente, os concertos do Violas do Atlântico desde 2011.
Desde 2011 passaram por São Miguel músicos executantes de todas as Violas de Arame Portuguesas e ainda da Viola Caipira do Brasil, “descendente” das Violas Portuguesas. Também tivemos a Viola de Arame Madeirense e o Rajão (cordofone tradicional Madeirense) e a Viola Toeira e o Cavaquinho em outra edição, tendo em conta os músicos convidados e os instrumentos que executavam.
Em 2023 foi a vez do Braguinha, sendo a primeira vez que o Festival não contou com a presença de uma Viola de Arame convidada, e tendo em conta esta edição especial em 2023.
O evento tem contado com participações especiais ao longo da sua história, desde percussão, voz, piano, violão, e ainda de várias escolas de violas da Ilha de São Miguel. É um evento que promove a divulgação dos cordofones tradicionais Portugueses e o trabalho realizado pelos seus diversos intervenientes. É o segundo festival mais antigo do País ligado à Viola de Arame e o único com 13 anos de existência e com edições consecutivas.
A Associação de Juventude Viola da Terra pretendia, em 2022, um festival duas vezes no ano, pois estamos a falar de um evento que faz parte da história contemporânea da Viola no País e no mundo e merecia mais eventos e mais destaque mas, tendo em conta o estrangulamento ligado ao sector cultural nos Açores, fruto de um abandono completo do sector, que quase impossibilitou o Festival em 2023, pondera suspender o mesmo nos próximos anos, até haver uma real valorização e apoio à Viola da Terra. A mesma que a Cultura Açores pretende candidatar a património imaterial, mas que abandonou os agentes que a promovem diariamente.

Entrevista a Daniela Cunha: A apresentadora de “Temperos de Amor” foca-se em produtos açorianos na 2º temporada – Jornal Açores 9

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Daniela Cunha, criadora de conteúdo digital, com a conta de Instagram @daniela.cunhaaa onde podem encontrar um mundo de receitas. E, para os que desejam mergulhar ainda mais nas suas paixões, Daniela cunha mantém um blog cativante (www.danielacunhaaa.pt) onde podem encontrar muitas das suas receitas deliciosas, artigos sobre estilo de vida e relatos das suas viagens […]

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Governo dos Açores com 4ME para obras no Hospital de Ponta Delgada – Jornal Açores 9

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O Governo dos Açores vai investir cerca de quatro milhões de euros em várias obras no Hospital Divino Espírito Santo (HDES), em Ponta Delgada, permitindo “potenciar a capacidade de resposta”, revelou hoje o líder do executivo regional. “Vamos ficar, com as obras que estamos a realizar, com a possibilidade de aumentar a capacidade na cirurgia […]

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Aníbal Raposo CANTA NATÁLIA

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FAKE NEWS EM JULGAMENTO

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Esperemos que haja a mais do que juistificada condenação — até para se constituir como jurisprudência neste tipo de crime disseminado nas redes sociais.
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«Começa nesta terça-feira no tribunal de Rio Maior o primeiro julgamento em Portugal contra um autor de fake news, acusado de inventar factos e participar numa teia de sites criados para divulgar informação falsa e caluniosa.
O historiador e comentador José Pacheco Pereira processou João Lemos Esteves que, quando o processo entrou em tribunal, era professor assistente de Luís Menezes Leitão e Pedro de Albuquerque, regentes na Faculdade de Direiro da Univesidade de Lisboa.
Pacheco Pereira acusa Lemos Esteves do crime de calúnia, depois de o jurista ter escrito, num artigo de opinião no jornal Sol, em 2021, que o historiador “é presença assídua nas festas da embaixada do Irão em Lisboa”, para quem seria “uma espécie de consultor especial”, em cuja qualidade teria feito “viagens de luxo a Teerão”, receberia “luxos e privilégios” da embaixada e escreveria artigos de opinião no PÚBLICO com base em “talking points” do regime iraniano, isto em troca do lobby que teria feito a favor do governo do Irão e do seu “potencial envolvimento” com “organizações terroristas”.
Na altura, Pacheco Pereira pediu a publicação de um desmentido, mas nem o Sol nem Lemos Esteves o fizeram. Limitaram-se a publicar um pedido de desculpa e a retirar o texto do site.
Na resposta publicada no Sol, o então assistente da Faculdade de Direito disse que escrevera “o artigo no exercício da liberdade de expressão” e lamentava ter usado “algumas palavras mais duras”.
Pacheco Pereira diz não se tratar de liberdade de opinião, nem de “palavras duras”, mas de fabricação de mentiras e do crime de calúnia.
Para além disso, o artigo despublicado pelo Sol continuou acessível durante meses no site Alianza 24, entretanto desactivado, que aparentava ser um jornal, mas que publicava fake news, e versões semelhantes ao texto do Sol foram publicadas no Voz Ibérica, outra plataforma de fake news.
Em Março de 2021, Lemos Esteves era director do Voz Ibérica e pouco depois foi director de conteúdos do Alianza Room, um suposto think tank cujo site não tinha conteúdos, mas cujos colaboradores eram os mesmos do Alianza 24 — o Alianza Room também já não existe.
Sofia Castro Caldeira, advogada de Pacheco Pereira, diz que os dois sites têm em comum o layout, os temas, os colaboradores e o facto de serem caixas de ressonância uns dos outros e dos textos de Lemos Esteves, para além de usarem os recursos típicos das fake news para parecerem internacionais.
Os dois sites são anónimos, não se conseguindo identificar os proprietários, os responsáveis e os colaboradores, muitos dos quais não existem sequer, diz a acusação. E são sites em constante mudança de morada, que desaparecem e reaparecem, às vezes quase iguais, noutros endereços.
O objectivo, diz Pacheco Pereira, é criar a “aparência de notícia”, potenciar e facilitar a disseminação das falsidades e evitar procedimentos criminais.
Esta “realidade virtual” faz parte da “teia de mentiras” que podem ser lidas por “incautos” (que as tomam por boas) ou por “maldosos” (que as aproveitam para acções ilegais e, se quiserem, em prejuízo dos visados), diz a acusação.
Castro Caldeira e Pacheco Pereira vão dizer em tribunal que a criação deste mecanismo na Internet — com diversos sites interligados, mudanças permanentes, links que não funcionam, artigos assinados por testas de ferro ou falsas identidades, com sistemática mudança de datas, sistemáticas falsidades dos currículos dos autores e remetendo para instituições fantasma — tem como objectivo impedir a punição criminal dos verdadeiros autores dos textos publicados, o que torna difícil que crimes como a difamação e calúnia sejam punidos.
“Estas fábricas de fake news”, diz o historiador, destinam-se também a dificultar a defesa dos que são atacados nesses sites e fazem parte do “caldo de cultura” que alimenta o ataque à democracia e ao Estado de Direito.
Defesa arrola Trump e Rebelo de Sousa
Lemos Esteves disse ao tribunal que o texto do Sol resulta do exercício da liberdade de expressão na imprensa, que “corresponde à verdade” e que tem por base o interesse público legítimo. Argumenta que só quis “contar o que ouviu dizer” e que tomou a informação como verdadeira por ter um “fundamento sério”.
O seu advogado, João Botelho, entregou um rol de 20 testemunhas de defesa, entre as quais estão Donald Trump, ex-Presidente dos EUA, e Michael Pompeo, ex-director da CIA e secretário de Estado no mandato de Trump.
De entre os estrangeiros, a lista inclui dois membros do Partido Democrata norte-americano, o senador Bob Menendez e o ex-senador Joseph I. Liberman; o bilionário turco Robert Yuksel Yildrim; o ayatollah Reza Ramezani; o embaixador do Irão em Portugal, Morteza Damanpak Jami; Múnassir Ebrahim Abdul Sacur Uthman Gany wa Al hassan wa Al Hussein, empresário com morada em Almada; Muhammad Mustahsan, da Associação Cultural Islâmica de Lisboa, e o empresário francês Rodolph Saadé.
De entre os portugueses, Lemos Esteves arrolou o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa; o ex-primeiro-ministro Pedro Santana Lopes; Zita Seabra, editora da Alethêia, que publicou um livro seu sobre Trump; Safaa Dib, militante do Livre; Alexandre Guerreiro, analista; Sandra Carvalho, da Thales Portugal; Mário Ramires, director do Sol; o académico Boaventura de Sousa Santos; Diogo Vaz Marecos, administrador da Yilport; e o ex-deputado socialista Fernando Serrasqueiro
Pacheco Pereira arrolou como testemunhas o advogado António Lobo Xavier e Júlio Sequeira, dirigente do CDS de Lisboa, um dos fundadores do Arquivo Ephemera com quem o historiador co-assinou dois livros.
“Este é o primeiro julgamento de uma ‘fábrica’ de fake news e dos seus mecanismos de circulação”, diz Pacheco Pereira ao PÚBLICO. “Parto do princípio de que uma pessoa que é professor de Direito sabe o que é crime e que a Universidade de Lisboa não contrata pessoas para dar aulas que não estejam em pleno uso das suas faculdades.”»
[Noticia de Bábara Reis, ela também caluniada nas redes sociais pela mesma execrável presonagem, “Público”, 12/09/2023]
Pacheco Pereira acusa: pela primeira vez, “fábrica de fake news” vai a tribunal

PUBLICO.PT
Pacheco Pereira acusa: pela primeira vez, “fábrica de fake news” vai a tribunal
Pacheco Pereira acusa Lemos Esteves do crime de calúnia, depois de o jurista ter escrito que o historiador receberia “luxos e privilégios” da embaixada do Irão.
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“Viola Micaelense – Ecos dos Mestres”

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Bom dia.
Novo “filho” a caminho.
Apresentação do álbum “Viola Micaelense – Ecos dos Mestres”
17 de Setembro de 2023. 15:00. Igreja do Colégio (Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado).
Entrada Livre.
Jornal Diário dos Açores. 12.09.2023
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PERIGOS NO PORTO DE RABO DE PEIXE

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Esta entrada do Porto de Rabo Peixe é mto perigosa! Realmente!🤔 Pena é que estes novos engenheiros e arquitectos que fazem estas obras não ouvem a opinião dos pescadores que andam uma vida inteira no mar. Os pescadores não têem licenciaturas, mas têem o mais importante:- sabedoria de vida e experiência.
Aiiii senhores das obras paradas 3 vezes feito essa obra e no fim os pescadores sempre disseram e preveniram que ia acontecer situações como essas ….
Graças a deus que foi só um susto só quem entra e sai nessa barra mal feita que sabe…
Rabo de peixe vive e vai viver como guerreiros pk nos dão o que convem e merecemos muito mais e melhor

PS e PAN apresentam iniciativa legislativa para melhorar o regime de inspeção de motociclos nos Açores – Jornal Açores 9

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O Grupo Parlamentar do PS e a Representação Parlamentar do PAN apresentaram, esta segunda-feira, um projeto de Decreto Legislativo Regional (DLR) para que, a partir do próximo ano, os motociclos com cilindrada superior a 125 cm3 passem a realizar a sua primeira inspeção 5 anos após a data da primeira matrícula, passando, de seguida, a […]

Source: PS e PAN apresentam iniciativa legislativa para melhorar o regime de inspeção de motociclos nos Açores – Jornal Açores 9

Empresários dos Açores querem competitividade do destino salvaguardada – Jornal Açores 9

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A Câmara de Comércio e Indústria de Ponta Delgada (CCIPD) defendeu hoje que o Governo Regional deve criar condições para que a competitividade do destino Açores “não seja prejudicada” na sequência da redução de voos da Ryanair. Segundo o organismo representativo do tecido empresarial das ilhas de São Miguel e Santa Maria, a decisão de […]

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“Que alívio”: 9 dias depois, investigador sai vivo de gruta profunda

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O resgate de Mark Dickey parecia impossível para muita gente, mas o norte-americano sobreviveu e saiu da gruta na noite passada.

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Lei de Newton foi mal compreendida. Só descobrimos passados quase 300 anos

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Uma antiga tradução incorreta da primeira lei do movimento de Newton, escondida à vista de todos durante 3 séculos, só agora foi identificada.

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