1.200 euros: Lidl não paga abaixo desse valor

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Empresa anuncia o seu maior investimento salarial de sempre. Salário base passa de 900 para 1.000 euros, e ainda há o subsídio de refeição.

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Não Quero Saber o Teu Nome de Chrys Chrystello

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Aproveitando a altura festiva, a Palco de Ilusões deixa-vos um presente de “Não quero saber o teu nome” escrito por Chrys Chrystello, neste que é o penúltimo episódio desta temporada de “A Poesia é para Comer”. Queremos agradecer, como sempre, a quem nos ajuda a concretizar este projecto.
Deixamos também os votos de Feliz Natal, muitos presente no sapatinho e aproveitem para se desligar e conectar com quem está à vossa volta, na vossa mesa, na vossa vida.

 

 

 

Não quero saber o teu nome
Nem a tua idade
Nem o teu bairro nem o teu emprego
Não quero saber a tua riqueza
Nem o teu carro
Nem as tuas férias
Nem a tua familia
Quero saber como tratas as estrelas
E os animais
Quero saber onde nasce o teu sorriso
E as tuas lágrimas
Quero saber como tratas as nuvens
A bruma e o sol pôr
Quero saber como sonhas
Onde moram teus devaneios
E se neles
Há lugar para os meus.
Dina Leite

Como é lindo e comovente este poema.
Os que amo, sei como tratam as estrelas, os animais, a bruma e o sol…
E isso, basta-me. ❤️
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OS 50 ANOS DE ABRIL NO 40º COLÓQUIO

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AS LAJES ACOLHERAM O 40º COLÓQUIO EM 2025

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2022 NO 36º COLÓQUIO NA RTP AÇORES ATLÂNTIDA

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FAZ HOJE 2 TRISTES ANOS QUANDO A HELENA FOI INTERNADA

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SANTA-MARIA-E-O-ESPACO

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Palavra super comum na língua portuguesa desapareceu e ninguém mais fala

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Muitas palavras que eram populares entre nossos avós e bisavós praticamente desapareceram do vocabulário atual. Ainda podem ser encontradas em livros antigos

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EMDEFESA DO CAGARRO

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a culpa é dos pobres

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A culpa é dos pobres.
Pelo menos, a direita precisa que pareça ser.
Não é apenas um desvio de atenção.
É uma forma de estar neste novo mundo.
Hierárquico. Desigual. Brutal. Covarde.
Perante um problema, a direita não pergunta quem lucra com o problema.
Pergunta onde está o fraco.
Olha em volta, identifica o agressor e a vítima — e depois faz a escolha mais confortável.
Junta-se ao agressor.
E, em coro, começa a pontapear quem já está no chão.
O SNS degrada-se???
Não é o subfinanciamento crónico.
Não é a privatização encapotada que rouba médicos ao sistema público e os entrega aos negócios das doenças.
É o “excesso de gente pobre sem seguro” a usar o SNS.
A escola pública está em colapso???
Não é a falta de investimento.
Não é o abandono deliberado do Estado para dar lucro ao privado.
São os alunos pobres que “estragam as coisas”.
As creches não chegam???
Não é ausência de política pública para poupar impostos aos bilionários.
São as famílias pobres que “passam à frente”.
O preço da habitação disparou???
Não é porque a construção se concentrou no luxo.
Não é porque a reabilitação saiu do arrendamento acessível para alimentar o turismo e a especulação.
Não é porque a mão-de-obra foi sugada para projetos de alto retorno, enquanto se repete, com hipocrisia, que “faltam trabalhadores para construir casas” e, ao mesmo tempo, “acabem com a imigração”.
Não é porque o estado abandonou a habitação pública.
A culpa é óbviamente do pobre imigrante.
É OBSCENO.
Os lucros dos fundos imobiliários disparam. As vendas de carros de luxo sobem 11% num só ano. As rendas batem recordes. O património concentra-se cada vez mais no topo. Somos a “melhor economia do mundo”.
Mas quando as pessoas se perguntam porque a riqueza não chega a elas…a narrativa repete-se, intacta:
“o problema é quem veio trabalhar”
“o problema é o trabalhador que não aceita ser mais precário”
“o problema é que ainda não tens medo suficiente”
“o problema é o dono do Lamborghini pagar muitos impostos”.
Esta lógica não é nova.
Proteger o forte.
Culpar o fraco.
Esmagar quem não se pode defender.
É a lógica do cobarde.
Nunca enfrenta o poder económico.
Nunca enfrenta o capital concentrado.
Mas encontra sempre coragem para pontapear quem está abaixo.
Cuidado.
Porque quando uma sociedade normaliza pisar os fracos, um dia acorda e descobre que já não há fracos suficientes. E percebe, tarde demais, que é a classe média que está agora no chão.
Pior do que piorar, é que isto vai passar a ser o novo normal.
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NADA ME ESPANTA POR CHRYS C

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TSD/Açores congratulam-se com aumento do salário mínimo regional – jornalacores9.pt

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O líder dos TSD/Açores, Joaquim Machado, congratulou-se hoje com o aumento do salário mínimo regional para 2026, que passará a fixar-se nos 966 euros, considerando este um “passo decisivo” para o rendimento das famílias. Joaquim Machado, citado em nota de imprensa, considera que o aumento do salário mínimo “tem um impacto particularmente positivo junto das […]

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sons para hoje

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https://youtu.be/WhudDa3JAyc?list=RDWhudDa3JAyc

 

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mais um que já não toca mais

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R,I,P Mick Abrahams🙏⚘️🎶🎸
Born 7 April 1943- 19 December 2025
Guitarist in Jethro Tull 1967-68
Blodwyn Pig 1968+ solo.
🙏❤️⚘️
RIP Mick Abrahams, fantastic blues rock guitar player, songwriter and singer. Abrahams was part of the original lineup of Jethro Tull that released their 1968 debut album This Was. Here is a track from that album, a traditional song arranged by Abrahams:
After leaving Jethro Tull, Abrahams found Blodwyn Pig, a great band that blended blues rock and jazz. Here is the track San Francisco Sketches, from their album Getting To This, released in 1970.
After two albums with Blodwyn Pig Abrahams went solo, releasing the album Mick Abrahams: A Musical Evening With The Mick Abrahams Band in 1971. There are wonderful jams on this album, and the best of them are on the track Seasons. Excellent drumming here by Ritchie Dharma (namesake of Tull’s Dharma for One), who later played with Lou Reed on Transformer and other albums.

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quanto tempo para chegar a portugal?

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