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Morreu Gabriel Garcia Marques
Adeus Gabriel García Márquez
Partiu um dos melhores escritores latino-americanos do século XX.

“Se por um instante Deus se esquecesse de que sou uma marioneta de trapos e me
presenteasse com mais um pedaço de vida, eu aproveitaria esse tempo o mais que
pudesse…
(….)
Se Deus me presenteasse com um pedaço de vida, deitava-me ao sol,
deixando a descoberto, não somente o meu corpo, como também a minha alma.
(…..)
Aos velhos ensinaria que a morte não chega com o fim da vida, mas sim com
o esquecimento.
(….)
Aprendi que quando um recém nascido aperta com a sua pequena mão,
pela primeira vez, o dedo do seu pai, agarrou-o para sempre.
(…..)
São tantas as coisas que pude aprender com Vocês, mas agora, realmente
de pouco me irão servir, porque quando me guardarem dentro dessa caixa,
infelizmente estarei morrendo.
(…..)
Gabriel Garcia Marques
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in diálogos lusófonos
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Nota de imprensa/ Press Release
Helena Chrystello e Lucília Roxo vão apresentar ao público docente e discente dia 24 de abril pelas 15.30 horas no anfiteatro da EB 2, 3 da Maia (Ramal de S. Pedro, Maia) a obra “COLETÂNEA DE TEXTOS DRAMÁTICOS DE AUTORES AÇORIANOS” destinada ao currículo escolar. A obra será apresentada por Lurdes Alfinete
Trata-se de mais um projeto nascido no seio dos Colóquios da Lusofonia, com o total apoio da EBI Maia, e que visa divulgar a obra dos mais relevantes autores contemporâneos de matriz açoriana.
“Vem esta Coletânea de Textos Dramáticos suprir uma lacuna que há muito se fazia sentir nos escaparates das livrarias, a saber, um florilégio de extratos tão-somente de peças de teatro assinadas por cinco escritores açorianos: Álamo Oliveira (Missa Terra Lavrada, Manuel seis vezes pensei em ti e A Solidão da casa do Regalo), Daniel de Sá (Bartolomeu), José Martins Garcia (Domiciano), Norberto Ávila (Algum Teatro) e Onésimo Teotónio Almeida (No seio desse Amargo Mar). Se outros méritos lhe não fossem reconhecidos (que os tem, e não poucos…), não deixaria a posteridade de lhe outorgar o louvável intuito pedagógico-científico que presidiu à sua elaboração” afirma a Professora Doutora Rosário Girão da Universidade do Minho no prefácio da obra.
E acrescenta: “Abarcando uma extensa faixa temporal que remonta à Atlântida – imortalizada nos diálogos platónicos Crítias e Timeu e entressonhada em transe pelo Jovem “voyeur” de No seio desse Amargo Mar –, atravessa o século primeiro, prossegue pelo Renascimento, viaja até Oitocentos e desemboca na contemporaneidade, os trechos dramáticos da Coletânea em causa firmam e afirmam a identidade de Portugal – numa era globalizada em que a divisa parece ser a morna estandardização –, invocando e evocando vultos nacionais, tornados entrementes mitos e trazidos à luz da ribalta como atores paradigmáticos de um tempo em devir, retratado pelos “historiadores do futuro” (José Martins Garcia).”
De não descurar, nesta compilação, se afigura o preito rendido ao Arquipélago, quer mediante a nomeação dos seus mais lídimos representantes oriundos das ilhas designadas (S. Miguel, Terceira, Flores), quer através de referências diversas a topónimos ilhéus (Monte Brasil, Campo de S. Francisco), quer do ponto de vista da hierarquia social insulana (os lavradores micaelenses)…. Talvez não seja erróneo asseverar que foi este espírito epocal e nacional de cariz mítico e, por conseguinte, universalizante que as/os Organizadoras/es desta Coletânea intentaram homenagear, ao coligir significativos extratos de peças de teatro, algumas de difícil acesso advindo da sua não-reedição, de cinco Autores consagrados no panorama das Letras portuguesas.
HELENA F. DA COSTA SIMÕES CHRYSTELLO
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http://vimeo.com/91580674
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Ceuta foi Portuguesa …
Encanto histórico e….pouco mais…!
As autoridades da “Cidade Autónoma de Ceuta” estão a empenhar-se na comemoração dos 600 anos da conquista daquela cidade pelos Portugueses, que se completam a 21 de Agosto de 2015.
O assunto está a causar polémica pois, embora os promotores da ideia defendam que “no se conmemora un acontecimiento bélico de conquista, sino más bien, un legado cultural que han heredado y del que se benefician todas las comunidades culturales y religiosas de esta ciudad”, a comunidade muçulmana entende que comemorar a invasão portuguesa, uma cruzada religiosa de cristãos contra muçulmanos “es un insulto a la ciudad y a sus habitantes”.
Por aqui há quem defenda que Portugal também devia festejar o facto de Portugal ser o pioneiro da globalização, alegando que “a conquista de Ceuta é reconhecida como marco do início da expansão e dos descobrimentos Portugueses”.
A Sociedade de Geografia de Lisboa tomou a iniciativa de não deixar esquecer a efeméride e organizou um ciclo de conferências que se prolonga por 2013, 2014 e 2015, abordando temas que se iniciam com a cuidada preparação da expedição e terminam com a conquista militar da cidade em Agosto de 1415.
Só espero que o “Espírito da Lusitanidade” (que viabilizou a epopeia dos descobrimentos e o relacionamento cordial com novas gentes) se manifeste e dê corpo ao que o grande Agostinho da Silva dizia ser necessário fazer:
”Planear novos descobrimentos em vez de comemorar os antigos”.
Mas no meio desta polémica… não deixa de ser intrigante que a bandeira de Ceuta esteja tão ligada a Portugal e seja, ainda hoje, a mesma… desde 1415… mesmo durante a ocupação espanhola…
Na cidade abundam os símbolos e brasões da época quatrocentista que foram mantidos.
Ver vídeo Anexo.
https://www.youtube.com/watch?v=6yAmo4SF2qw
Como se pode ver/ler na Wikipedia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bandeira_e_escudo_de_Ceuta
![]()
a bandeira de Ceuta é igual à de Lisboa e tem ao centro o brasão de Portugal…
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/fd/Flag_Ceuta.svg/750px-Flag_Ceuta.svg.png
![]()
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História de um açoriano em Macau Continuar a ler
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A 25 de Novembro de 1510, Afonso de Albuquerque consegue conquistar Goa. Foi há 500 anos.
Comemoramos este evento com a divulgação da imagem do protagonista e da carta que escreveu a dar a notícia.
Veja a descrição destes documentos:
Descubra mais na Torre do Tombo…
… e na Biblioteca da Torre do Tombo
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Ponta Delgada, 31 de Março de 2014
Hino dos Açores está consolidado e é aceite pela generalidade das pessoas, afirma Luís Fagundes Duarte ( anexo disponível no site )
O Secretário Regional da Educação, Ciência e Cultura, afirmou hoje, em Ponta Delgada, que o Hino dos Açores “não corre qualquer perigo”, considerando que “está consolidado e é aceite pela generalidade das pessoas”.
Luís Fagundes Duarte frisou que o Hino dos Açores “é intocável, ou seja, não pode nem deve ser posto em causa por ninguém, uma vez que resulta de uma decisão tomada pelos órgãos próprios da Autonomia, no momento certo.”
O Secretário Regional, que falava no final de uma audição na Comissão de Assuntos Parlamentares, Ambiente e Trabalho da Assembleia Legislativa dos Açores, defendeu que este símbolo da Autonomia “deve ser incentivado junto das escolas”, acrescentando que é necessário passar para as crianças o “conhecimento sobre a música e sobre a letra do hino.”
“Trata-se de uma música composta no século XIX por um músico açoriano ligado às filarmónicas e, no que diz respeito à letra, refere-se a um poema de Natália Correia composto propositadamente para servir de letra ao Hino dos Açores”, salientou.
Luiz Fagundes Duarte referiu que está claramente determinado no Estatuto do Aluno e no Diploma da Gestão e Criação das Unidades Orgânicas do Sistema Educativo Regional que os alunos “devem aprender na escola a letra e o hino e que os professores devem explicar a razão de ser dessa letra e dessa música”.
O Secretário Regional da Educação, Ciência e Cultura disse ainda que o Governo Regional dos Açores está a fazer tudo para que seja concretizado nas escolas “aquilo que está determinado na lei”, como forma dos alunos entenderem a “simbologia do hino e dos símbolos heráldicos da Região”.
GaCS/BP
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ANTECEDENTE:
Quer votar na petição então vá a
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT71949
——– Original Message ——–
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Subject: |
proposta ao governo regional e ALRA |
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Date: |
Sat, 04 Jan 2014 10:51:40 -0100 |
|
From: |
lusofonias <lusofonias@lusofonias.net> |
|
To: |
undisclosed-recipients:; |
EXMOS SENHORES MEMBROS DO GOVERNO, ALRA, E DEMAIS INSTITUIÇÕES
Ilhas De Bruma, um verdadeiro Hino aos Açores.
Quantos Açorianos conhecem o Hino dos Açores e quantos conhecem a Letra que Natália Correia tentou adaptar à melodia?
Julgamos que poucos, mas muitos não só conhecem como gostam e trauteiam as “Ilhas De Bruma” de Manuel M Ferreira (falecido em 3/1/2014).
Quer a melodia quer a letra retratam com fidelidade as Nove Ilhas do Arquipélago e, no momento do padecimento do Autor de Ilhas de Bruma, a melhor homenagem que lhe podemos prestar é propor que a sua criação musical e literária seja assumida como Hino Dos Açores.
Eu voto e quem vota mais? VICTOR PEREIRA victormpereira@hotmail.com
COM TOTAL APOIO DA DIREÇÃO DA AICL COLÓQUIOS DA LUSOFONIA
Ora bem, em menos de 24 horas, centenas e centenas de pessoas nos fóruns da internet dedicados aos Açores (Info Açores, Açores Global, Ilhas de Brumas, e tantos tantos outros) manifestaram-se afirmativamente a esta proposta. Registou-se apenas uma voz contra e todas as restantes eram unânimes….Aliás esta constatação já a vínhamos fazendo na sessão de abertura de os Colóquios da Lusofonia desde 2006 em que todos conheciam a letra e música de As Ilhas de Bruma e todos ficavam calados quando institucionalmente tínhamos de tocar o hino oficial…. Assim, sugerimos, a quem de direito a coragem de assumir o verdadeiro hino dos Açores em substituição do hino oficial que nada nem ninguém representa.
Com os melhores cumprimentos
--
J. CHRYS CHRYSTELLO,
Presidente da Direção [AICL, Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia]