solidão, pode aumentar – em cerca de 56% – o risco de AVC,

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Novo estudo desenvolvido por uma equipa de investigadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, concluiu que a solidão, sentida a longo prazo, pode aumentar – em cerca de 56% – o risco de AVC, acidente vascular cerebral.https://www.thelancet.com/issue/S2589-5370(24)X0006-1

Source: Facebook

Novo estudo desenvolvido por uma equipa de investigadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, concluiu que a solidão, sentida a longo prazo, pode aumentar – em cerca de 56% – o risco de AVC, acidente vascular cerebral.

https://www.thelancet.com/issue/S2589-5370(24)X0006-1

A entrevista do procurador – Editoriais – Correio da Manhã

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Rosário Teixeira deu a cara e explicações, que eram exigíveis a Lucília Gago.

Source: A entrevista do procurador – Editoriais – Correio da Manhã

Onze horas dentro de avião para sair… no local de partida – Mundo – Correio da Manhã

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Problemas no voo levam piloto a abortar viagem da British Airways.

Source: Onze horas dentro de avião para sair… no local de partida – Mundo – Correio da Manhã

pechincha edifício histórico

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840.000 €
Excellent investment in the historic center of Ponta Delgada. This late 18th century, early 19th century house was built on top of an older building with Azorean stately architecture, located in the historic center of Ponta Delgada. It has been owned by the same family for at least 7 generations and is mentioned in the book “São Sebastião, o Lugar da Memória”, by José de Almeida Mello.
It has three fronts and develops in a U-shape around a courtyard in the form of a small cloister. It has two garages and a garden.
The first floor consists of a large entrance hall, three living rooms, a dining room, a kitchen, use of the original kitchen as a fourth living room, a laundry room, two bathrooms (one for service and one for visitors), two storage areas, a small cloister, a garden and two garages.
The first floor consists of a suite, 5 large bedrooms and a second bathroom, two terraces.
The house has plenty of natural light and is located in the city center, close to shops, services, a museum, gallery, library and schools.
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Elefante na Sala: Um adeus português… | Global News Portugal

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“Nesta curva tão terna e lancinanteque vai ser que já é o teu desaparecimentodigo-te adeuse como um adolescentetropeço de ternurapor ti.”

Source: Elefante na Sala: Um adeus português… | Global News Portugal

se os açores fossem a islândia

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ISLÂNDIA: O país onde a educação e a medicina são gratuitas – Sem McDonald’s nem masmorras… Toda pessoa sonha em levar uma vida melhor e viver em um país moderno. Deste ponto de vista, a Islândia é o país ideal. Aqui não tem exército, a eletricidade é grátis e as pessoas raramente trancam seus carros e casas! A Islândia é um país insular do norte situado entre o Atlântico Norte e o Oceano Ártico e esteve soberania dinamarquesa até 1 de dezembro de 1918. A população da Islândia é de apenas 332.529 pessoas. As pessoas confiam umas com as outras, por isso não trancam seus carros ou casas, e as crianças podem ficar sem supervisão por alguns minutos enquanto os pais compram.
Aqui estão algumas curiosidades sobre a Islândia:
1. Os islandeses gostam muito de ler. Ocupo, neste capítulo, o primeiro lugar do mundo. 2. Se você vai pedir água em um café ou restaurante, não é que você tenha que pagar. Vão te dar água da torneira que é muito boa porque é das termas. 3. Se você decidir mudar de emprego, não precisará de uma carta de recomendação do seu trabalho anterior. Os islandeses confiam nas pessoas e não te controlarão de forma alguma. 4. A Islândia é o único país do mundo onde a votação acontece online. 5. Este país é considerado muito conservador. Os moradores têm uma atitude muito séria em relação ao casamento. 6. Atualmente, o turismo está muito desenvolvido neste país, o número de turistas aumenta a cada ano e é 2 vezes maior do que a população. 7. Não há exército na Islândia. Se algum cidadão quiser fazer o serviço militar, poderá aderir ao exército norueguês com base num acordo entre estes países. 8. Todas as escolas e outras instituições de ensino são gratuitas aqui. 9. Não há clínicas privadas porque simplesmente não há necessidade delas. Hospitais estaduais oferecem serviços médicos muito bons. 10. A Islândia é um dos poucos países da Europa que usa aquecimento urbano e as pessoas não pagam por este.
May be an image of Temple Square and arctic

Há quem diga que fazer xixi no mar não faz mal — mas pode custar-lhe 750 euros

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Marbella segue o caso de Vigo: é proibido deixar este perigo para a vida selvagem dos oceanos em 25 praias. Fumar na praia pode ser.

Source: Há quem diga que fazer xixi no mar não faz mal — mas pode custar-lhe 750 euros

Festivais de verão com medidas extraordinárias devido a constrangimentos no hospital

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Direção Regional disponibiliza meios no local a quatro festivais de verão em São Miguel para evitar “fluxos anormais” aos serviços de urgência

Source: Festivais de verão com medidas extraordinárias devido a constrangimentos no hospital

hospital modular em PDL

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https://acores.rtp.pt/local/hospital-modular-tera-um-custo-de-119me-com-estrutura-fisica-independente/

 

https://acores.rtp.pt/local/hospital-modular-tera-um-custo-de-119me-com-estrutura-fisica-independente/

https://acores.rtp.pt/local/hospital-modular-tera-um-custo-de-119me-com-estrutura-fisica-independente/

google e outros

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VOCÊ SABIA ❓ ❓ ❓
👉-O Google é tão poderoso que “esconde” de nós outros sistemas de busca. Simplesmente não sabemos a existência da maioria deles.
Enquanto isso, ainda existe um grande número de excelentes pesquisadores no mundo que se especializam em livros, ciências e outras informações inteligentes.
– Mantenha uma lista de sites dos quais você nunca ouviu falar.
www.refseek.com – Pesquisa de recursos acadêmicos. Mais de um bilhão de fontes: enciclopédias, monografias, revistas.
www.worldcat.org – busca pelo conteúdo de 20 mil bibliotecas em todo o mundo. Descubra onde está o livro raro mais próximo de que você precisa.
https://link.springer.com – acesso a mais de 10 milhões de documentos científicos: livros, artigos, protocolos de pesquisa.
www.bioline.org.br é uma biblioteca de revistas científicas de biociências publicadas em países em desenvolvimento.
http://repec.org – voluntários de 102 países recolheram quase 4 milhões de publicações sobre economia e ciências afins.
www.science.gov é um mecanismo de busca estatal americano em mais de 2.200 sites científicos. Mais de 200 milhões de artigos estão indexados.
www.base-search.net é uma das pesquisas mais poderosas em textos de estudos acadêmicos. Mais de 100 milhões de documentos científicos, 70% deles são gratuitos
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José Ramos-Horta · Ronaldo, o maior

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Ronaldo, o maior
Deitei-me cedo em Maputo. Não jantei. Raramente janto. Mas acordei com jetlag cerca da 1h de manhã, hora de Maputo. E li um pouco do que se escreveu de mesquinhice sobre um dos maiores futebolistas de sempre, o Cristiano Ronaldo. Li como uma Repórter da CNN português e outro da BBC mesquinhavam sobre Ronaldo. E li o comentário que segue. Gostei muito.
Subscrevo na totalidade o belo comentário do Repórter Rui Caria que partilho aqui. É minha homenagem, “plagiada”, a um dos maiores futebolistas de sempre.
Rui Caria
Repórter de imagem/ Fotojornalista
Peço desculpa ao Ronaldo em meu nome, gostava de o fazer em nome do País.
Sou, talvez, o único português que não entende nada de futebol, – só isso já deve ser um recorde – mas como todos os outros portugueses, tenho opinião para dar, mesmo sem saber nada do assunto.
O futebol, parece viver da natureza irracional da crença, como uma espécie de religião, isso está por toda a literatura, mas percebe-se, sobretudo, no belíssimo livro de Desmond Morris, a tribo do futebol. E se assim é no futebol em geral, esse valor ritual é amplificado a cada competição entre seleções. É que a coisa agora mistura futebol com bandeiras e patriotismos mais ou menos seletivos.
O caldo é explosivo, e todos, como eu, querem ter a sua palavrita sobre o tema. E o tema de verão, cá na tasca, já nem é bem o futebol; o tema chama-se Cristiano Ronaldo, que é o mesmo que dizer, o futebol, por cá, chama-se Cristiano Ronaldo.
O nome dele é mais conhecido que o nome do país onde ele nasceu. É uma espécie de Gillete das lâminas de barbear. E quando a marca define o género de produto, as outras marcas podem ir deitar-se.
O Ronaldo define o futebol e representa o país, e é assim, quer se goste ou se odeie, que por sinal é quase a mesma coisa.
Já desconfiava que era assim, mas descobri este fenómeno durante a guerra da Ucrânia quando dezenas de checkpoints se abriam à palavra Ronaldo. Os guardas pediam-nos selfies só por acharem que poderíamos conhecer o jogador. Alguns perguntavam mesmo se o conhecíamos. Claro que sim, dizíamos nós.
O nome de Portugal, na capa do passaporte, não conseguia competir com o nome de um jogador de futebol que por acaso também é português. E é por ser português que me aflige o destrato que por aí vejo. Mas tenho de viver na minha tristeza, já que, também eu, estou a ser patriota e lamechas ao dizer que me entristece desprezarmos assim a única coisa que temos como referência de um país, e que por acaso é uma pessoa.
Entristece-me e envergonha-me o que leio e vejo. Mas como sabemos, o povo, especialmente o português, adora inflamar o Ego à custa da glória alheia, como quem engorda um porquinho, o problema é que quando porquinho está cheio e não leva mais, mata-se.
As tentativas de assassinato da carreira do jogador português, aparecem em todo o lado, seja por especialistas em comentar, seja por especialistas em comentar os especialistas a comentar, até a um tipo como eu, que nada percebe de bola, mas quer dar a sua espetadela.
Há de tudo. Só parece não haver memória, mesmo que a memória seja a única garantia de vida depois da morte da carreira ou do homem jogador. E que bom seria termos a memória tão presente como temos a palavra. Que bom seria lembrarmo-nos do arrepio de outros momentos oferecidos pelo que agora colocamos na cruz.
Agora só peço desculpa ao Ronaldo em meu nome, gostava de o fazer em nome do país, mas não sou o Ronaldo. Sou apenas mais um selvagem quando vejo futebol, como os outros. Já dei por mim a dar instruções ao treinador na televisão, apesar de ainda nem saber ver um fora de jogo, como os outros.
Mas, apesar desta minha micro paixão irracional por este futebol, também sei que ele poderia deixar de existir amanhã, não me faria qualquer diferença. Provavelmente, para mim, vai deixar de existir a partir de sexta-feira se “formos” – está entre aspas porque eu não jogo nada – eliminados pela França. Mas se formos eliminados não fiquemos tristes, afinal também gostamos de eliminar mesmo sem saber jogar.
Ao Ronaldo agradeço, uma vez mais, por me abrir as portas pelas cidades em guerra. E mesmo sabendo que se vão zangar comigo, digo na mesma que a vitória neste europeu, não deveria ser levantar uma taça; deveria ser poder ver o Cristiano Ronaldo a jogar numa competição assim, pela última vez. É a única coisa que deveríamos conseguir ter para lhe dar.
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