In 1665, Many Said They Saw a UFO Battle and Fell Sick Afterward | Ancient Origins

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On April 8, 1665, around 2 p.m., fishermen anchored near Barhöfft (then in Sweden, now in Germany) reported seeing ships in the sky battling each other. After the battle, a dark object hovered in the

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Golden Years: Metal Coating Techniques Used 2000 Years Ago Outshine Modern Methods | Ancient Origins

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Ancient technology used by craftsmen 2000 years ago to apply thin films of metal onto their statues surpassed modern standards for producing DVDs, solar cells, and electronic devices. It makes you

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ANTIGO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DO HDES VACINADO?????

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Membros do antigo Conselho de Administração do HDES tomam vacina depois de demitidos e de baixa médica
Conforme denunciou hoje o jornalista Armando Mendes, no programa “Conselho de Redacção” da RTP/A, antigos administradores do Hospital do Divino Espírito Santo tomaram as duas doses da vacina para a Covid, sendo que a segunda dose foi administrada quando já haviam sido demitido e estavam de baixa médica.
Não deixa de ser extraordinário que quando ainda falta vacinar quase 400 funcionários do HDES, a anterior presidente do conselho de administração e um vogal, respectivamente Margarida Martins e Paulo Machado, no dia 7 de Janeiro, quando já se percebia que o Governo iria cessar as funções do então conselho de administração, tomaram a primeira dose da vacina. A 2ª dose da vacina é administrada 21 dias depois da 1ª dose.
Ora sabe-se que nessa altura (fins de Janeiro) ambos os membros do CA e a poucos dias da tomada de posse do novo CA, encontrar-se-iam já de baixa médica.
Por bastante menos a Diretora Regional para a Promoção da Igualdade e Inclusão Social, Lucília Fagundes, teve a dignidade de pedir a sua demissão do cargo.
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  • E quando levaram a primeira ?
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  • Se não fosse o jornalista Armando Mendes a denunciar a situação, esta tudo muito bem caladinho. 🧐
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a saga da CALHETA PERO DE TEIVE

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Humilhação institucional
O social-democrata dr. José Manuel Bolieiro, na campanha eleitoral para o seu primeiro mandato como presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, prometeu que iria constituir um grupo de juristas para analisar o processo da Calheta de Pêro de Teive e que iria apresentar uma queixa junto da Comissão Europeia contra o então Governo Regional socialista pela respectiva envolvência nesta matéria. Uma vez eleito, não constituiu qualquer grupo de juristas, nem endereçou qualquer queixa à Comissão Europeia, pelo menos que se saiba. Mais tarde, numa reunião pública promovida pela Junta de Freguesia de São Pedro, em 2017, prometeu, em parceria com um representante do então Governo Regional socialista, que a demolição das galerias inacabadas da Calheta se iniciaria em 2018, o que nunca aconteceu. São factos!
A actual presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, drª Maria José Lemos Duarte, igualmente social-democrata, quanto à questão da Calheta, fez mais em pouco tempo do que o dr. José Manuel Bolieiro em cerca de seis anos, correspondentes a mandato e meio, pois depois zarpou para outras paragens políticas. Agora, quanto à questão da Calheta, sentiu “sombra” ao seu lado e reagiu. Como presidente do Governo Regional, segundo as notícias divulgadas, chamou ao Palácio de Sant´Ana a presidente Maria José e um representante do concessionário do espaço público da Calheta, supostamente para anunciar o que já era público: a demolição – de resto, parcial – das ruínas da Calheta a partir de segunda-feira próxima.
A presidente Maria José prometeu e pretendia uma maior “limpeza” na Calheta, mas o concessionário ameaçou recorrer aos tribunais. O presidente do Governo Regional disse que teve que intervir, mas, pelos vistos, não em defesa da presidente Maria José, resultando que nem tudo será demolido na Calheta.
Só por piada o presidente do Governo Regional pôde afirmar, segundo a comunicação social, que, como presidente da autarquia de Ponta Delgada, teve falta de colaboração do anterior Governo Regional socialista. Na tal reunião pública promovida pela Junta de Freguesia de São Pedro, o dr. José Manuel Bolieiro apareceu tão “amiguinho” do então Governo Regional socialista e vice-versa através de um director regional, tão colaborantes, com vista à solução desastrosa e contra os interesses da população, para a construção por um privado de um hotel monstruoso num espaço que é propriedade pública, consubstanciando, afinal, uma objectiva doação de um terreno público a uma empresa particular. Isto nem no Estado Novo seria possível!
A presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada assume – e muito bem! – a concretização da obra de demolição das galerias, embora parcialmente, como uma vitória pessoal e admite que foram palavras como “ordem” e “posse administrativa” que fizeram o concessionário avançar. Mas o presidente do Governo Regional parece não ter gostado dessas palavras, muito verdadeiras e muito certas, porque apressou-se a frisar que o Governo Regional é que é dono da obra e a entidade concedente. No fundo, o que o presidente do Governo Regional pretendeu dizer foi o seguinte, em meu entender: “Ó presidente da Câmara Municipal! Já brilhaste quanto baste, até demais, porque fizeste mais do que eu nessa função. Agora sossega e não aborreças mais com a questão da Calheta, que eu tenho mais que fazer”. Ou seja: a presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada saiu do Palácio de Sant´Ana desautorizada e humilhada institucionalmente, na minha interpretação. Mas, depois do que tudo aconteceu até agora em relação à Calheta, é mais fácil a população de Ponta Delgada apoiar a drª Maria José Lemos Duarte do que o dr. José Manuel Bolieiro. Ela cumpriu e só não fez ou não faz mais porque não a deixam! É óbvio!
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  • E pronto tudo bem explicado bravo sro Tomás Quental tem contribuído muito com seus comentários corretos para a demolição daquela medonha obra bjs Boa tarde
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Escolas profissionais de Ponta Delgada propõem fusão para racionalizar recursos – Açoriano Oriental

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 A Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada, a Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada e a APRODAZ apresentaram hoje ao Governo Regional dos Açores uma proposta de fusão do ensino profissional destas três instituições.

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O CONTÍNUO E PREMEDITADO ATENTADO AO PATRIMÓNIO NACIONAL.

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João Micael

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O CONTÍNUO E PREMEDITADO ATENTADO AO PATRIMÓNIO NACIONAL.
O Património Nacional está condenado ao aviltamento e, a passos largos, ao desaparecimento, se os Portugueses não tomarem medidas imediatas para parar e punir esta canalha!!! É urgente tomarmos medidas e criarmos um Comité de Salvação do Património Nacional!
Obras de requalificação do Mosteiro de Alcobaça!
Os responsáveis pela destruição do nosso património devem ser devidamente punidos, isto é inconcebível.
Betão por cima de uma escadaria com mais de 900 anos? Que vergonha, um crime, que ultraje.
A identidade Lusa é indestrutível, não vão conseguir.
Créditos das fotos,

João Pais Do Amaral

FINALMENTE …Um deputado açoriano

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Um deputado açoriano
Finalmente temos um deputado açoriano, na Assembleia da República de Portugal que tem a inteligência politica de tentar seduzir o eleitor açoriano e, ao mesmo tempo, defender os interesses específicos dos Açores.
Finalmente temos um deputado açoriano que não está no parlamento português para representar um partido português nos Açores, nem, somente, para salvaguardar o seu relacionamento com o seu patrão partidário.
Não sou militante de nenhum dos partidos portugueses nos Açores, não sou sequer simpatizante do partido social democrata português nos Açores, nem tão pouco sou amigo pessoal do deputado Paulo Moniz, mas tenho que admitir que o seu posicionamento na Assembleia da República de Portugal e o seu relacionamento com o eleitor açoriano, é algo que não se via na política açoriano há mais do que uma geração. As suas intervenções na dita assembleia e a sua constante presença na comunicação social açoriana são cativantes, mesmo sedutoras.
Espero sinceramente que este renovado estilo de representação politica dos Açores em Portugal, tenha repercussões positivas, não só para os Açores, mas também para o próprio deputado.
Nunca percebi o afastamento com que, e a ignorância em que, os políticos açorianos escolhem, e escolheram, manter os açorianos em relação aos constantes conflitos políticos, económico e culturais que separam a autonomia da sua plenitude e que a subjugam a uma cultura centralista, e ainda colonialista, portuguesa. Atuam como se esses conflitos fossem exclusivos da classe política, um problema entre partidos, e não de todo um povo açoriano. Assim sendo apresentam-se sempre enfraquecidos e diminuídos perante o centenário poder centralista e colonialista de Lisboa. Vão sós e sem o apoio e envolvimento do povo açoriano e isolam o regime autonómico nos escuros e apertados corredores da esfera política, onde muitas vezes se perdem. Deixam os açorianos sem se reverem nem na classe política, nem nas instituições políticas, nem neste regime autonómico, porque nada disto é nosso, nem por nós, nem para nós.
Um bem-haja ao deputado açoriano na Assembleia da República de Portugal, Paulo Moniz.
Base das Lajes. Paulo Moniz defende que os Açores devem ser parte decisiva de um novo Acordo - Tribuna das Ilhas
TRIBUNADASILHAS.PT
Base das Lajes. Paulo Moniz defende que os Açores devem ser parte decisiva de um novo Acordo – Tribuna das Ilhas
O deputado do PSD/Açores na Assembleia da República, Paulo Moniz, considerou hoje que os Açores “devem ser parte integrante das decisões a tomar na construção de um novo Acordo de Cooperação e Defesa…
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Como será o jato hipersônico capaz de ir do Japão aos EUA em três horas – Época Negócios | Empresa

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Avião da Boeing será capaz de ir do Japão aos EUA em apenas três horas

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Português de Angola: uma variedade carente de registos e legislação – O nosso idioma – Ciberdúvidas da Língua Portuguesa

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QUALIFICAÇÕES DUVIDOSAS

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Ricardo Branco Cepeda

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“Hernâni Ricardo Costa é o novo presidente do Conselho de Administração do Instituto Regional de Ordenamento Agrário. Tem experiência como gestor comercial numa discoteca da Ribeira Grande e num grupo açoriano que detém a Salsicharia Ideal…”
Açores: Uma discoteca e um talho no CV do nomeado para o Instituto Agrário
SABADO.PT
Açores: Uma discoteca e um talho no CV do nomeado para o Instituto Agrário

HÁ FALTA DE SAL NA ALEMANHA OU???

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COR******US / CO**D – XIX // NEVE // DESTRUIÇÃO // ECONOMIA
Porquê é que não limparam a neve na maior parte das ruas e estradas na localidade onde moro?
E parece que é em toda Alemanha assim, onde nevou.…

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May be an image of one or more people, snow, street and road
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  • Estou na Alemanha e reparei mesmo nisto. As ruas continuam cobertas de gelo, as calçadas inclusive. Resolvi fazer uma longa caminhada e não tinha calçadas de jeito para andar. Além dos bancos, acessos, paragens de autocarro, etc, todos cobertos de gelo.
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    • Thi Sousa

      Sim é verdade. Muito suspeito. Andam a planear.. E vou notando que em alguns supermercados começa a faltar legumes, fruta,…etc. Isso quererá dizer que circula menos camiões de mercadoria. Confirmas também?

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      • 14 h
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    • Eu me mudei há cerca de 40 dias de Portugal para cá. Sempre achei aqui mais escasso no sentido de ofertas de frutas e verduras. Como eu e meu namorado fazemos compras depois do trabalho, já não costuma haver tanta coisa na semana. Amanhã iremos cedo e …

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      • 14 h
    • Fui motorista internacional durante 20 anos. Conheço a Alemanha toda,,,, e em todas as estações do ano… Nunca vi as ruas assim cobertas de neve.. Será que esgotou o sal???
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      • 7 h
    • Esta semana presenciei o mesmo mas não na Alemanha foi em França. Quarta feira entupiram a A10 em França com a proibição de circulação de veiculos de mercadorias e pq? Porque quando se sabia antecipadamente que iria nevar os limpa neves estavam paradi…

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      • 2 h
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A guitarra galega ao longo dos séculos

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Na quinta-feira passada a Rádio Exterior da Espanha, na sua emissão em português, dedicou uns minutos ao meu trabalho A guitarra na Galiza. Soa também uma parte da obra para guitarra de Fernando Corrêa de Oliveira (1921-2004), de quem este ano se comemora o centenário do nascimento. Quanto à profissionalização d@s músic@s, apesar de que a reivindicação dos centros de ensino musical é necessária, faz falta o regulamento profissional das atividades artísticas, através dum estatuto do artista e outras medidas urgentes.
Queria dedicar esta entrevista à família dum amigo músico, muito sensível, que me acompanhou aqui, no Facebook, um tempo e agora a pandemia o levou. Para o

Agostinho Magalhães O Galego

, na sua lembrança.

A guitarra galega ao longo dos séculos
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A guitarra galega ao longo dos séculos
Na quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021, a Rádio Exterior da Espanha, na sua emissão em português, dedicou uns minutos ao meu trabalho A guitarra na Galiza….
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LUIS FILIPE SARMENTO

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48.
Escrevo estes concertos das memórias quarenta e seis anos depois como se um velho ácido tivesse reembarcado. Foram mistérios com sabor e enrolava-me ao teu corpo enquanto os cabelos casados iam adiantando as primeiras linhas do poema por acontecer na euforia futura da madrugada entre a eloquência do mar e a tranquilidade expectante das areias como matéria-prima da transparência do vidro literário. Olhar-te, meu amor de longe, era ver na sua grandiosidade a minha própria liberdade. E só ressaltava tudo o que tivesse intensidade indizível nas bocas plenas de cantos completos acabados de chegar ao tempo de outro tempo ainda sem horas que nos esperava há muito, de convite na mão, para a sua gala de improvisos. Éramos épicos, Allen, e tínhamos a noção perfeita do nosso tempo a cores.
49.
Não éramos espectadores de um novo espectáculo, éramos o espectáculo na suprema dimensão da liberdade. Lia com o João, iluminados como os deuses das montras de novidades, Walt Whitman e descobríamos o secreto néctar do dilúvio criador do mestre sem passaporte para a ilusão. Estávamos expostos ao aplauso que nos deitava à beira-estrada, sentindo a abóboda celeste nos nossos pulmões. Éramos o universo em andamento perpétuo.
50.
Sacristãos e padrecos apontavam-nos o dedo e escondiam o rosto imundo entre mãos abertas enquanto fazíamos amor nas pradarias vistas das estradas. Pecado. Pecado. Pecado. Ó deus. Sim, era um crime contra a moral cristã fascistoide. O nosso imenso prazer juvenil era a sua morte a prestações e sem cemitério. Pecado. Crimes. Gritavam os impotentes mascarados de gente. Estávamos a cometê-lo porque seríamos incapazes de trair a liberdade que nos oferendava o abraço, a boca, os cabelos, o sexo, o êxtase, o vértice divino da nossa existência. Era o nosso pecado, mas era sobretudo a nossa literatura, a nossa vida, a nossa apoteose.
51.
Com a cabeça cheia de néons, afastava-me do centro iniciático da loucura em construção e vinha falar contigo, Allen, e com o Corso. Eram uma espécie de central de abastecimentos de imagens e de fogo-de-artifício que me alimentavam a magia dos meus acidentes literários como acasos de palavras encontradas à entrada do poema. Os meus pêssegos de Verão a leste do teu paraíso a ocidente tinham o mesmo sumo vermelho nocturno dos teus com os quais acenavas com dentadas que pingavam ideias lá do outro lado do Atlântico. E nesses momentos eu sabia que era livre.
52.
Muito me ria quanto te via, Allen, entre o esconderijo dos melões embevecido até ao fracasso do poema com o jovem que te servia um whisky apertado entre mãos trémulas da noite passada na claridade insuportável da mescalina. Bem te via como tu viste Walt Whitman no engate aos putos da mercearia. E logo a noite me cai no centro da gargalhada e explode sem munições previstas o escândalo automático da máquina enfeitiçada com teclas que me brutaliza os dedos vermelhos e me hipnotiza com o seu matraquear metálico até me sacar do sopé do vómito as palavras como punções gritantes de um novo poema de uma nova literatura iniciática no ritual do impossível como me sugere a cada segundo esta fulgurante liberdade.
53.
E à entrada do intransponível salão, a tua nudez, Xana, com o sorriso vertical coberto de estrelas escarlates e de um secreto convite para a exaltação do teu planeta, para que eu deixasse as faíscas das minhas frases mineiras e brutais na organização caótica daquele linguado de papel e cedesse à tua língua, ao idioma do esquecimento, à rebelião dos poros, e me soltasse ao teu desejo de me matar tantas vezes quanto eu resistisse às mortes nesse lusco-fusco e ressuscitasse dentro do poema interrompido com os flashes serpentinos de palavras casadas sem cansaço para que a obra explodisse nas entranhas com a mesma autenticidade com que me comeste no prefácio do diamante como uma estrela perdida sem céu e embarcasse no ácido eterno da criação inabalável e ininterrupta da minha literatura única.
Luís Filipe Sarmento, «B.», 2021
Foto: Isabel Nolasco
May be a black-and-white image of Luís Filipe Sarmento and outdoors
Ze Salazar, Maria Cantinho and 61 others
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