Pelo menos onze mortos em inundações na capital timorense

Views: 0

As cheias que atingiram hoje grande parte da cidade de Díli provocaram pelo menos 11 mortos, segundo um balanço atualizado, mas ainda provisório da Proteção Civil, estando as autoridades a planear a resposta de emergência.

Source: Pelo menos onze mortos em inundações na capital timorense

TERTÚLIA 29 PAULA SOUSA LIMA, DIOGO OURIQUE E LEONARDO SOUSA

Views: 0

https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/144264857604706/?cft[0]=AZXqvRSjGIyyRcJLFeqO5N0elOpWWBairL_E9AiMAgKIMJOElKePH-6jEAAULx8uP_YuCrJxKzGagb49nGqRKZPANuvPpIZ4gCJmmr4Cq4xCJ15zgUSqjhaTn7nB_IxNvzaI2-zySfz3XctrSSRokdu8xnw8b4O82B1RbWr_I73Re-0bWtFzfL4cNLyGrriqDY00PXv7IrOrPePEsMDk8L_M&tn=-UK-R

OSVALDO CABRAL (EDUCAÇÃO) Um ovo amargo

Views: 0

Um ovo amargo
Há uma declaração da Secretária Regional da Educação que passou despercebida nesta Semana Santa.
Disse Sofia Ribeiro que “há uma percentagem avassaladora de alunos que provêm ainda de famílias com necessidades, que perfazem 61,4% de todos os alunos”.
Qual pandemia, qual confinamento, qual ensino à distância, comparado com a gravidade da denúncia…
São 43% do investimento escolar destinado ao apoio social.
Mais de 9 milhões de euros destinados ao apoio à acção social nas escolas, o que é revelador da calamidade social em que se encontram muitas famílias açorianas.
Num quadro destes nenhum açoriano devia ter uma Páscoa com a consciência tranquila.
Quando se discute o “aprofundamento da Autonomia” é disto que se devia falar, da vergonha que foi percorrer todos estes anos em regime autonómico e não conseguir resolver a pobreza e profunda desigualdade entre tantas famílias açorianas.
Só assim se explica os péssimos indicadores do sucesso escolar e as consequências que tudo isto acarreta para o futuro da nossa região.
Sem formação e qualificação nenhuma comunidade vai longe, muito menos se continuar a esconder as suas incapacidades e incompetências atirando dinheiro para cima das pessoas.
Ainda agora lemos no inquérito às condições de vida e rendimento, realizado em 2020, que a nossa região foi aquela em que a diferença entre os rendimentos dos 20% mais ricos ‘versus’ os 20% mais pobres foi superior: 3,3% acima da média nacional.
Cruzando estes dados com a enorme lista de beneficiários do Rendimento Social de Inserção, é fácil perceber porque temos tantas crianças na escola a necessitar de apoio social.
Nenhum político pode dormir descansado com estes números.
Nenhum cidadão pode viver a Páscoa com este ovo amargo na boca.
Se a ressurreição, celebrada neste domingo de Páscoa, é o fundamento da fé cristã, então que nos penitenciemos todos até conseguirmos debelar a imensa pobreza que vai por aí.
(

Osvaldo Cabral

– Diário dos Açores de 04/04/2021)

May be an image of Osvaldo José Vieira Cabral and text
39
1 comment
5 shares
Like

Comment
Share
1 comment
All comments

  • Uma triste realidade que só não vê quem não quer! Perguntem a qualquer professor, por mais inexperiente que seja!
    Não basta andar com os pés na terra é preciso que a cabeça também cá esteja! É caso para dizer que andamos há mais de 40 anos a “produzir”…

    See more
    6
    • Like

    • Reply
    • Share
    • 29 m

TIMOR DÍLI DEBAIXO DE ÁGUA

Views: 0

Rosely Forganes

shared an album: Instagram Photos.

Admin

59 m

1
Like

 

Comment

TIMOR INUNDAÇÕES 11 MORTOS

Views: 0

Rosely Forganes

shared a post.

Admin

1tsSpom1nesorSmede

May be an image of sky, palm trees, body of water and beach
Última Hora – Balanço das cheias em Díli aumenta para 11 vítimas mortais
Díli, 04 abr 2021 (Lusa) – As cheias que atingiram hoje grande parte da cidade de Díli provocaram pelo menos 11 mortos, segundo um balanço atualizado, mas ainda provisório da Proteção Civil, estando as autoridades a planear a resposta de emergência.
Responsáveis do Governo e das várias estruturas de emergência estiveram reunidos de urgência no Centro Integrado de Gestão de Crise (CIGC) para analisar os danos causados pelas cheias, que arrastaram casas, destruíram estradas e várias outras estruturas.
Entre as prioridades definidas nessa reunião alargada liderada pelo CIGC está o apoio à evacuação das zonas mais afetadas e ao realojamento de centenas de famílias afetadas pelas inundações em vários pontos da cidade.
Participantes no encontro explicaram à Lusa que as prioridades passam igualmente pelo apoio humanitário de emergência a todas as vítimas e pelas operações de limpeza e recuperação de infraestruturas danificadas.
A reunião contou com a presença da equipa de liderança do CIGC, de vários membros do Governo, de vários diretores e ainda de elementos da Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL), das Forças de Defesa de Timor-Leste (F-FDTL), da Proteção Civil e dos Bombeiros, entre outros.
O encontro deliberou que a resposta às inundações deve ter em conta os esforços continuados de combate à covid-19, procurando separar ao máximo as famílias.
As medidas estão a ser tomadas tendo em conta o facto de Timor-Leste estar a viver o pior momento da pandemia e, em particular, o facto de as inundações terem afetado várias estruturas usadas no combate à doença.
Entre os locais mais afetados contam-se o Centro de Isolamento de Vera Cruz, onde estão três doentes considerados moderados e um doente considerado grave, e que tiveram que ser realojados no Hospital de Lahane, devido às inundações.
Registaram-se ainda inundações no Laboratório Nacional e no centro de isolamento de Tasi Tolu, bem como no Serviço Autónomo de Medicamentos e Equipamentos de Saúde (SAMES), a farmácia central timorense.
No caso das pessoas infetadas que estão em Tasi Tolu, as autoridades estão a tentar identificar outros locais onde possam ser alojadas.
Funcionários da empresa ETO apoiaram os funcionários do SAMES e conseguiram retirar do local vários medicamentos e ainda algumas arcas com vacinas de vários tipos, ainda que muitos fármacos tenham ficado destruídos.
Paralelamente, as autoridades timorenses estão já a delinear as intervenções urgentes em termos de obras públicas, nomeadamente “reconstrução das vias rodoviárias mais afetadas e essenciais, limpeza das ribeiras.
“Vão ser ainda feitos preparativos para mais inundações porque a chuva pode durar mais alguns dias”, disse à Lusa um dos participantes no encontro.
A coordenação das intervenções imediatas vai ser coordenada com o secretário de Estado da Proteção Civil, com a Proteção Civil a recolher os dados das necessidades e das vítimas e policiais e militares a apoiar no realojamento das famílias.
“Foram também tomadas medidas de imediato para que já amanhã haja máquinas a limpar e a reconstruir e a ajuda a ser distribuída em larga escala”, referiu a fonte.
ASP // FPA
Lusa/Fim
Visit the COVID-19 Information Centre for vaccine resources.
Get Vaccine Info

Like

Comment

MAIS SUBIDA DOS AMRES, UM GLACIAR NA ANTÁRTIDA

Views: 0

A CAUSA DAS COISAS
Os pesquisadores confirmaram pela primeira vez que o glaciar Pine Island, no oeste da Antártica, poderia cruzar os pontos de inflexão, levando a um recuo rápido e irreversível que teria consequências significativas para o nível do mar global.
O alarme já havia sido disparado há algum tempo, durante anos … Mas agora os pesquisadores confirmaram pela primeira vez que o Glaciar Pine Island, no oeste da Antártica, está em seu ponto de inflexão. O derretimento do gelo é rápido e irreversível e terá consequências significativas para o nível do mar em todo o mundo.
Não se trata mais de cenários apocalípticos de filmes, mas da realidade.
May be an image of nature
You, Artur Arêde and 1 other
Like

Comment
Share
0 comments

GRANDES INUNDAÇÕES EM DÍLI, SEM PARAR DE CHOVER

Views: 0

Avenida de Portugal, Pantai Kelapa, é agora um rio. Nunca vi isto assim e não para de chover.
You, Rosa Horta Carrascalao, Ana Tilman and 132 others
17 comments
89 shares
Sad

Comment
Share
17 comments
Most relevant

  • Quebre um muro da Margem da praia … Para Sair água
    • Like

    • Reply
    • 1 m
  • Inundação em casa? Aqui pouco falta… A água cobre a canela, se se caminhar no quintal.
    • Like

    • Reply
    • 44 m
    • Edited
    • Ângela Sousa

      chove assim tanto?? Santa Páscoa com muita saúde e amor… E que essa chuva abrande… Beijinhos

      • Like

      • Reply
      • 23 m
    • Silvia Alves Mendonça

      , chove há horas ininterruptamente… Nem imagino como esteja a cidade. Se bem que a tempestade de abateu sobre GRD parte do território.

      1
      • Like

      • Reply
      • 6 m
  • Com a praia-mar e continuando a chover, pode acontecer nalguns locais da Av Portugal inundações.
    1
    • Like

    • Reply
    • 43 m
  • Meu Deus!! Realmente até a natureza está louca!!
    • Like

    • Reply
    • 47 m
  • Vila verde á água já está transbordar para dentro d casa 5cm🙏
    • Like

    • Reply
    • 6 m
  • Motael está completamente inundado
    • Like

    • Reply
    • 40 m
    1 reply
    • Like

    • Reply
    • 6 m
  • Alguma notícia sobre Same?
    • Like

    • Reply
    • 46 m
  • Do you have electricity?
    • Like

    • Reply
    • 40 m
    1 reply
  • Quidado Mano
    • Like

    • Reply
    • 37 m
  • Avatar with both eyes closed, and right palm on the face
    • Like

    • Reply
    • 36 m

EDUARDO FERRAZ DA ROSA

Views: 6

EDUARDO FERRAZ DA ROSA – POESIA AÇORIANA
ABALO DA TERRA
“À memória de Vitorino Nemésio”
Senhor, a nossa Ilha
É pasto já do pó antecipado.
– Susto, foi tão duro o alçar da sua mão.
Que nem égua, terra ou água, ai!
Se deu por mansa no seu tino. (…)
No “Bombita” a essa hora.
Não sentiste, oh felizardo!
A ferradura solta – cardo do mar perdido,
O cavalo caído e peado, sem chão,
No seu cerrado.
1980
@Eduardo Ferraz da Rosa nasceu na Praia da Vitória em 1954.
Licenciou-se e doutorou-se em Filosofia na Universidade Católica. Frequentou a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e a Faculdade de Ciências Socias e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
É professor na Universidade dos Açores de Filosofia e Cultura Portuguesa, é investigador, escritor, ensaísta e poeta com vasta obra publicada. Foi Conselheiro Nacional de Educação pela Região Autónoma dos Açores. Foi co-diretor do jornal “Vida Académica” e do programa radiofónico “Vampiros”. Foi delegado regional do FAOJ e dirigiu o gabinete de Informação e Divulgação Cultural para as Comunidades. Estrou-se em poesia e conto, em 1970, no jornal “O Heraldo Português” de Taunton (Massachussets). Foi Consultor do Governo Regional dos Açores e das Câmaras de Angra do Heroísmo e Praia da Vitória, Investigador na Biblioteca e Arquivo Regional de Angra do Heroísmo, e Director da Biblioteca e Centro de Documentação do Hospital da Ilha Terceira.
Entre livros, artigos de jornal e de revista, estudos e ensaios, coordenações editoriais e conferências, destacam-se “E o Mar este Silêncio” (poesia), com carta-prefácio de Vitorino Nemésio (1980), “Vitorino Nemésio, Uma Poética da Memória”, com prefácio de José Enes (1989), “Açorianidade e Autonomia – Organização” (1989), “Uma Hermenêutica Trágica da Experiência do Mistério: Finitude e Esperança em Antero de Quental (1991)” e “Luís Bernardo Leite de Athaíde: Uma Estética da Açorianidade” (1991). “Perspetivas Antropológicas e Éticas na Prática da Medicina” (1991), “As Semanas de Estudos dos Açores: Um Projeto Solidário de Cultura e de Desenvolvimento” (1992), “O Culto e a Devoção ao Divino Espírito Santo na Historiografia, na Cultura e na Sociedade Açoriana” (1999) e “Almeida Garrett, os Açores e a Praia da Vitória: Duas Memórias Garrettianas da Praia no Bicentenário do seu Nascimento” (1999) são outras das obras de Eduardo Ferraz da Rosa. Escreveu, ainda, “Memória Biobibliográfica Vieiriana” (2000), “Heranças da Terra” (2000), “Desafios Clínicos e Éticos em Antropologia Oncológica” (2003), “Identidade, Diplomacia e História: Receção, Representações e Heranças da Presença Aliada nos Açores” (2003), “Historiografia, Ciência e Mito: Os Açores e a Dinâmica do Conhecimento do Atlântico” (2004), “Poder, Tradição e Utopia: Nemésio e a Autonomia dos Açores” (2004), “Insularidade, Narrativa e Ciência: O Terramoto de 1755 e os Açores” (2005) e “Filosofia, Ciência e Teologia: Cristianismo e Fé em Joseph Ratzinger” (2006), entre muitos outros.
Com o pseudónimo de @Domingos Ourique escreveu o livro de poemas “Natal/73 e Crónicas da Ilha” (1973) e “E o Mar e Este Silêncio” (1980).
You, Ana Almeida, Maria Meneses and 12 others
8 shares
Like

 

Comment
Share