cursos de novas oportunidades

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Nicha Carneiro

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Ricardo Noronha

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Depois de um dia de trabalho, ainda fui instalar a nova banca à minha vizinha…
Ficou toda satisfeita..Até se emocionou..
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imagens de destruição em díli, timor

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Atualidade!
Inundasaun Capital Dili – Rai kotu
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ocodilo Voador

Inundação em ilha na Indonésia provoca 23 mortos e dois desaparecidos | Catástrofes naturais | PÚBLICO

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Além das 23 vítimas mortais, há ainda nove pessoas feridas na sequência da inundação. As chuvas torrenciais provocaram a destruição de pontes e estradas. Dezenas de casas ficaram cobertas de lama.

Source: Inundação em ilha na Indonésia provoca 23 mortos e dois desaparecidos | Catástrofes naturais | PÚBLICO

páscoa inundada em díli timor

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Inundasaun Capital Dili – Rai kotu
Alberto Borges, Maria João Moniz Barreto and 69 others
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Díli está inundada e não pára de chover…
Família e amigos, para já estamos bem. As redes de telecomunicações estão péssimas e estamos sem eletricidade desde ontem à noite.
Rosa Horta Carrascalao, Rosely Forganes and 85 others
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    Para irem acompanhando a situação, podem seguir as publicações do

    Antonio Sampaio

    , da LUSA, que apesar de também ter a casa inundada, continua a informar, e do

    Jose Lius Alves

    , que trabalha com a proteção civil.

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    • 5 h

contra as obras em ponta delgada

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Atentado à harmonia da cidade
Como muita gente sabe, a Praça Gonçalo Velho Cabral, em Ponta Delgada, foi construída na década de 1950, aproveitando espaço conquistado ao mar e inspirada na mais do que secular Praça do Comércio, em Lisboa.
Há poucos anos a Praça do Comércio foi alvo de uma intervenção urbanística, questionável em alguns aspectos, mas não ficou mal. Agora também pretendem realizar uma alegada requalificação da Praça Gonçalo Velho Cabral (e áreas contíguas), mas não inspirada na obra que decorreu naquele vasto espaço lisboeta.
De resto, penso que não são comparáveis a obra na Praça do Comércio e a intervenção prevista na Praça Gonçalo Velho Cabral, absurda, feia e inoportuna, em minha modesta opinião.
Vamos então por partes. A Praça do Comércio já teve árvores há muitos anos e foram retiradas numa intervenção anterior para dar maior visibilidade a todo o edificado envolvente. Pelo contrário, querem plantar árvores na Praça Gonçalo Velho Cabral. Na Praça do Comércio não descaracterizaram o edificado, nomeadamente as arcadas. Na Praça Gonçalo Velho Cabral está previsto pintar as cantarias de branco. Na Praça do Comércio não construíram umas banquetas circulares que parecem uns bidés ou lava-pés, como querem fazer na Praça Gonçalo Velho Cabral. O piso na Praça do Comércio está com um aspecto discreto, em consonância com a monumentalidade existente, enquanto na Praça Gonçalo Velho Cabral o chão ficará com umas linhas estonteantes, se é que essa obra será concretizada. E mais diferenças poderia apresentar.
Realço apenas que a obra prevista para a Praça Gonçalo Velho Cabral me parece até ferida de ilegalidade, porque a Igreja Matriz de São Sebastião, que é dos monumentos mais antigos e belos dos Açores, deve ter um perímetro de proteção, que não permite fazer tudo o que se quer, muito menos obras alegadamente “bonitinhas”, mas precipitadas. O próprio edifício dos Paços do Concelho e as Portas da Cidade, pela sua antiguidade e características, também não permitem em seu redor delírios arquitectónicos.
Ponta Delgada tem vários edifícios particulares em ruínas, alguns ameaçando a segurança nas ruas onde se localizam. Um até tem sido motivo de queixas na imprensa e a Proteção Civil já alertou para o perigo existente. São edifícios particulares, mas a Câmara Municipal tem a responsabilidade de intervir, demolindo até e passando os custos para os proprietários, em defesa do bem colectivo, mas nesse aspecto tem sido muito passiva.
É com essas questões e outras naturalmente, como a limpeza e a manutenção do piso das ruas, que a Câmara Municipal deve preocupar-se em primeira linha, em vez de estar a inventar obras completamente inoportunas, polémicas e caras.
Tenho consideração e apreço pela senhora presidente da edilidade, drª Maria José Lemos Duarte, mas penso que ela está muito mal aconselhada quanto à anunciada intervenção na Praça Gonçalo Velho Cabral.
Gostaria de recordar que uma vereação anterior lembrou-se de construir em Ponta Delgada um Museu de Arte Contemporânea. Encomendou o projecto ao mais famoso arquitecto brasileiro e um dos mais talentosos em todo o mundo. O projecto custou muito dinheiro, mas não passou de projecto, porque nunca houve Museu e muito menos Arte Contemporânea. E, pronto, lá se foi uma “pipa de massa” de dinheiro público, à conta da leviandade de um executivo municipal. Haja memória para não repetir erros!
Oxalá não estejamos novamente perante uma situação semelhante. A Câmara Municipal está a pagar – e muito, com certeza – a arquitectos e a consultores por esse projecto de chamada requalificação da “baixa” de Ponta Delgada, para depois possivelmente nada ser feito, porque está à vista que a população citadina está a recusar as alterações previstas, porque, de facto, não fazem sentido e representam um atentado à harmonia da cidade.
You, Roberto Y. Carreiro and 10 others
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″Tudo aponta para que Cabrilho seja português apesar destas novas teorias que vão aparecendo″ 

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Luso-americano acaba de publicar o livro Portuguese in California dedicado a uma comunidade que dá hoje três congressistas aos Estados Unidos e que tem entre os seus heróis o navegador que no século XVI ao serviço de Espanha foi o primeiro europeu nessa costa.

Source: ″Tudo aponta para que Cabrilho seja português apesar destas novas teorias que vão aparecendo″ 

o que é a lusofonia (colóquios da lusofonia)

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A Lusofonia é uma capela sistina inacabada; é comer vatapá e goiabada, um pastel de bacalhau ou cachupa, regados com a timorense tuaka ao ritmo do samba ou marrabenta; voltar a Goa com Paulo Varela Gomes, andar descalço no Bilene com as Vozes anoitecidas de Mia Couto, ler No país de Tchiloli da Olinda Beja, rever os musseques da Luuanda com Luandino Vieira, curtir a morabeza cabo-verdiana ao som De boca a barlavento de Corsino Fontes, ouvir patuá no Teatro D. Pedro IV na obra de Henrique de Senna-Fernandes e na poesia de Camilo Pessanha; saborear a bebinca timorense em plena Areia Branca ao som das palavras de Francisco Borja da Costa e Fernando Sylvan, atravessar a açoriana Atlântida com mil e um autores telúricos, reencontrar em Salvador da Bahia a ginga africana, os sabores do mufete de especiarias da Amazónia, aprender candomblé e venerar Iemanjá, visitar as igrejas e casas coloridas de Ouro Preto, Olinda, Mariana, Paraty, Diamantina, e sentir algo que não se explica em Malaca, nos burghers do Sri Lanka, em Korlai ou no bairro dos Tugus em Jacarta. É esta a nossa lusofonia.

abril 2019

A presença portuguesa no Museu da Imigração do Canadá – TV Europa

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A emigração de portugueses para o Canadá começou a ser expressiva a partir de 1953 e o testemunho dessa emigração encontra-se no Museu Nacional da Imigração Canadiano, como refere Daniel Bastos neste seu artigo.

Source: A presença portuguesa no Museu da Imigração do Canadá – TV Europa

Pelo menos onze mortos em inundações na capital timorense

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As cheias que atingiram hoje grande parte da cidade de Díli provocaram pelo menos 11 mortos, segundo um balanço atualizado, mas ainda provisório da Proteção Civil, estando as autoridades a planear a resposta de emergência.

Source: Pelo menos onze mortos em inundações na capital timorense