Montenegro comprometeu-se a resolver “todas as pendências da região”, diz Bolieiro

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Após ter reunido com José Pedro Aguiar-Branco, o presidente do Governo dos Açores disse que o primeiro-ministro se comprometeu com resolver todos os problemas da região autónoma.

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TAP: “ou cresce ou morre”. Crescendo, devolverá o dinheiro aos contribuintes?

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Por um lado, há quem considere que a TAP tem condições para devolver aos portugueses os 3,2 mil milhões de euros injetados desde 2020. Por outro, há quem alerta que as avaliações têm de ter por base “a realidade do mercado e não estimativas desfasadas”. O primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou, esta quinta-feira, que o Governo vai privatizar 49,9% da TAP. Este é o primeiro passo para arrancar com a venda da TAP, que vai voltar a ter acionistas privados depois de em 2020 o Governo de António Costa ter avançado para a nacionalização para reduzir o impacto da Covid-19 na

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FALECEU O POETA E ENSAÍSTA FERNANDO GUIMARÃES (1928-2025) RIP.

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FALECEU O POETA E ENSAÍSTA FERNANDO GUIMARÃESMay be an image of 1 person and glasses
(1928-2025) RIP.
Era membro do PEN PORTUGAL. Publicou desde 1956 vários livros de poesia e ensaio, tendo alargado também a sua atividade à ficção e ao teatro.
Autor de ensaios sobre literatura portuguesa, centrando-se sobretudo no período que decorre entre o século XIX e a atualidade, e sobre questões relacionadas com a história da estética em Portugal e com a filosofia da arte. Exerceu crítica literária (revista «Colóquio / Letras», «Jornal de Letras», etc.) e fez parte, como investigador, do Centro de Estudos do Pensamento Português da Universidade Católica Portuguesa. Recebeu vários prémios literários, nomeadamente os da Associação Portuguesa de Escritores, da Associação Internacional de Críticos Literários e do PEN. Foram-lhe atribuídos pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra prémios de tradução de poesia; considerando o conjunto da sua obra ensaística, a Universidade de Évora concedeu-lhe o Prémio Vergílio Ferreira.
Nas Edições Afrontamento, que editou grande parte da sua obra desde 1992 até ao presente, publicou numerosos livros de poesia, bem como de ensaio literário, a saber, O Anel Débil (1992); Poesias Completas 1952-1988 (1994); Uma Homenagem a Guilherme de Castilho (1994, com Isabel Pires de Lima); Limites para uma Árvore (2000) – Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes; Os Caminhos Habitados (2013) – Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes APE/C.M.Amarante; A Terra Se É Leve (2017); Junto à Pedra (2019) – Grande Prémio de Poesia Maria Amália Vaz de Carvalho APE e Grande Prémio de Literatura dst; Lugar da Palavra. Poesia reunida 1956-2019 (2019); Os Outros Movimentos Literários. Encontros e roturas a partir do século XIX (2020); Poética do Modernismo. Entre a Modernidade e a Pós-Modernidade (2023); Das Mesmas Fontes (2023); Sobre a Voz (2024).

Problemas com voos: calcular indemnização

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Os voos cancelados, atrasados e as situações de overbooking podem dar origem a indemnização. As regras aplicam-se a qualquer Estado-Membro e aos territórios que deles façam parte. Aplicam-se ainda à Noruega, à Islândia e à Suíça. A nossa calculadora revela em menos de um minuto, e de forma gratuita, se tem direito a uma compensação.

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“Astronauta por um dia” muda-se para os Açores com experiência ainda mais espacial

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Dirigida a alunos entre os 14 e 18 anos, a edição deste ano contou com perto de 700 candidatos. Criada em 2022, a iniciativa, até agora realizada em Beja, já levou 91 jovens a “desafiar a gravidade”.

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Fã de café? Subida do preço não dá tréguas e já aumentou 28% só este ano

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No início deste ano, o preço do café torrado moído custava 3,81 euros. Desde então, já aumentou 1,05 euros (mais 28 por cento), de acordo com dados divulgados pela DECO PROTeste.

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Mário Centeno avisa: “Portugal não tem nenhum futuro” sem imigrantes

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O governador do Banco de Portugal avisou que sem essa mobilidade no mercado de trabalho “nós tínhamos perdido dois terços do crescimento económico”.

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ALRAA – Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores – Nota de Imprensa da Presidência da ALRAA – António dos Santos Avelar vence Prémio Literário Vitorino Nemésio com o romance “Irma”

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Google anuncia cabo submarino que liga EUA, Bermudas, Açores e Espanha

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A Google anunciou hoje o cabo submarino Sol que vai ligar os EUA, Bermudas, Açores e Espanha, o qual irá complementar e interligar-se com o cabo submarino Nuvem, que tinha sido anunciado em 2023.

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Portal das Finanças passa a ter autenticação reforçada com código por SMS

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O Portal das Finanças passa a contar, a partir de hoje, com um sistema de autenticação reforçada para os contribuintes entrarem na sua página pessoal, através do envio de um SMS com um código de verificação.

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um dos últimos textos de ÁLAMO DE OLIVEIRA nos colóquios

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TEXTO DE HOMENAGEM A HELENA CHRYSTELLO

 

O seu desaparecimento (Dr.ª Helena Chrystello) do nosso convívio não é substituível. Aliás continuamos a dar pela sua presença através do ambiente de amizade que nos deixou nestes momentos de partilha de saberes e de preocupações culturais.

 

LEMBRAR A DOUTORA HELENA CHRYSTELLO

 

Embora me apeteça, não vou entrar numa de fazer emergir a minha profunda saudade pela minha amiga Helena Chrystello. Prefiro lembrá-la como mulher de inteligência abrangente, amante desta nossa açorianidade de especificidades únicas, senhora de generosa partilha de saberes e, sobretudo, capaz de mobilizar outras personalidades e de lhes atribuir, sem pressão de orientações de qualquer espécie, tarefas que visaram o desenvolvimento do que importa dar a conhecer coletivamente.

 

Ela foi, como todos sabem, a colaboradora principal dos Colóquios da Lusofonia, inspiradora e mentora dos seus conteúdos e dos seus comunicadores. Desde o primeiro Colóquio, que esteve extremamente atenta aos linguistas que se debatiam por um acordo ortográfico o mais consensual possível, pois havia propostas algo confusas nas pessoas que lecionavam a crianças, como era o caso da Professora Helena.

 

Após a aprovação do «acordo», ela iniciou um programa editorial que veio permitir a divulgação, de forma sucinta, por que selecionada, da produção literária de autores açorianos, organizando com outros voluntários e estudiosos e fazendo publicar antologias de ficção narrativa, nomeadamente contos e textos teatrais. Foram publicações que ficaram como que amadrinhadas por ela, sabendo, por vezes, procurar quem prefaciasse o trabalho de seleção, avalizando a obra que passava a ser pública.

 

Há que dizer que este trabalho – que nem sempre coincidiu com o melhor estado da sua saúde – era sempre feito no momento da sua apresentação, com grande alegria e desprendimento de pertença. O seu entusiasmo era contagiante e o seu espírito de humor também. Transformava-se, voluntariamente, como uma sombra de si mesma, mas com a boca do coração carregada das palavras certas, chamando a atenção para o que precisava, acima de tudo, ser corrigido.

 

A sua fragilidade física era-nos um erro de visão. Paradoxalmente, era essa fragilidade que lhe dava uma força absoluta e alegre.

 

Senhora de elevada cultura e erudição, Helena Chrystello supervisionou a versão francesa de Burra Preta com uma Lágrima, da autoria de Miguel Lopes. A sua revisão, além de me ter proporcionado uma aproximação ao tradutor, deu para usufruir da amizade que me dedicava.

 

Acrescento que a sua formação académica fê-la desenvolver, profissionalmente, o cargo de Coordenadora do Departamento de Línguas na Escola Básica 2,3 da Maia – S. Miguel. Durante vários anos dedicou-se ao estudo e divulgação de autores açorianos, tendo preparado alguns desses trabalhos em parceria com Maria do Rosário Girão, Professora Associada do Departamento de Estudos Românicos do Instituto de Letras e Ciências Humanas da Universidade do Minho.

 

Esta referência a parcerias pretende também mostrar a humildade de Helena Chrystello, que apreciava grata a colaboração de outras pessoas nos trabalhos que realizava e aos quais quis emprestar olhares diferentes.

 

Lugar-comum será afirmar que Helena Chrystello tem feito muita falta não só na preparação e realização dos Colóquios da Lusofonia, como na divulgação da escrita açoriana, nomeadamente, na ficção narrativa. Ela tinha uma forma muito pessoal de incentivar os autores, não os untando com euforias descabidas mas adjetivando assertivamente cada trabalho. Os frequentadores dos Colóquios da Lusofonia sempre encontraram palavras de estímulo e de apreço. O seu desaparecimento do nosso convívio não é substituível. Continuamos a dar pela sua presença através do ambiente de amizade que nos deixou nestes momentos de partilha de saberes e de preocupações culturais.

 

Na verdade, gostaria muito de lhe falar e de ouvir as suas respostas sobre este momento de largo e taciturno silêncio cultural, que não mostra desenho, nem objetivos e que nos encerra atrás de muralhas inexpressivas, sem portas que conduzam ao dia de amanhã. Estamos literalmente a atravessar o deserto, embora ainda se consigam encontrar alguns brevíssimos oásis.

Com a Helena podíamos, com certeza, dar abrigo e divulgação ao nosso pecúlio cultural. A Professora Helena não deixaria de apaziguar esta minha inconsolável inatividade. E, com o seu sorriso sereno e sincero, dir-me-ia que amanhã poderá ser ainda um dia surpreendente. Ela tinha sempre aberta a janela da esperança.

 

Não vou dizer saudade, embora me apeteça.

 

Raminho, maio de 2024

Álamo Oliveira

Antigas casas dos militares americanos nas Lajes iniciam reabilitação

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Mais de 90 casas deixadas vagas pela Força Área norte-americana na base das Lajes, nos Açores, em 2015, vão começar a ser recuperadas, num investimento de 11,3 milhões de euros, financiado pelo Plano

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