corte de cabelo obrigatório (naquele tempo é que era bom!)

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【A CAUSA DAS COISAS】
Coimbra – Anos 60May be an image of ‎text that says "‎GUERRA AOS CABELUDOS o cheje du Policia de Coimbra, digno émulo dos seus colegas da PIDE decidiu, segundo decarou aos jornais. moralizar juventu- de da Lusa Atenas, ET SiEE opi- nião corrompida por 'modas gradantes vindas do estrangeiro". sua primeira medida foi orde- Har aos agentes da PSP Aиe pren- dam todos os estudantes de belo ά Beattle" que Os levem ao comando central paTa que Thes sejam cortadas as melenas" prepotência, como CTA de es- peTaT, revoltou população coim- brã, que se mostra solidária com as estudantes. Estes, por Sua ,פש à provocação, entrando cTb choque com Policia.‎"‎
 

Top fan

Chrys Chrystello

EU TIREI uma foto às escondidas 1963
Carlos Martinho

Na ‘ altura que isto era bom’(????) . Segundo diz o ‘outro’ são precisos 3 Salazares. Que fique esse Sr sabendo que assisti na altura a cenas destas pois estava em Coimbra de passagem durante o protesto estudantil. Como esse Sr que na altura , nem era …

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Artur Arêde

E aquela cena da AAC quando lá foi o Américo Tomáz, em que os estudantes estenderam as capas como é tradição e depois puxaram-nas ao ponto de quase se estatelar no chão. E aquela outra em plena crise estudantil, com a polícia de choque com os cães polí…

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619. proteção animal por chrys chrystello

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619. proteção animal por chrys chrystello 15.11.2025

A Provedora do Animal nos Açores entende que deve ser proibido o uso de cavalos e bois para tração de charretes e carroças. E coloca também em causa o uso de animais nas festas do Espírito Santo, por causa do sofrimento que lhes é infligido.

Foram declarações de Dagmar Sampaio, dia 14 novembro, numa audição parlamentar, que propõe que “os cavalos deixem de puxar charretes nas rua de Ponta Delgada, alegando que muitos destes animais são sujeitos a práticas que infligem “sofrimento”. “Sejam cavalos para tração de carroças, sejam bois, para a tração de alfaias, julgo que, se não tivermos a ousadia de as proibir, o tempo estará do nosso lado e se encarregará de fazer o que ainda não foram capazes”.

Esta audição foi a propósito de um projeto de decreto regional proposto por Pedro Neves, parlamentar do PAN (partido das Pessoas, Animais e Natureza), que defende a “reconversão de veículos de tração animal”, como as charretes utilizadas em atividades recreativas e turísticas, a pensar no bem-estar animal, mas também na segurança rodoviária.

O PAN alega que “É fundamental promover a reconversão desta atividade, não apenas por razões de empatia e respeito pelos preceitos de bem-estar animal, mas também por questões de segurança rodoviária e proteção social e económica. A proposta pretende abrir caminho a práticas mais éticas e sustentáveis, alinhadas com os valores de uma comunidade que valoriza a dignidade de todos os seres vivos”. “A crueldade contra animais é uma realidade grave e cada vez mais reconhecida como um indicador de risco para outros crimes violentos”. Países como Espanha, França, Itália, Reino Unido e até os Estados Unidos avançaram significativamente nesta matéria. Por exemplo, o FBI, desde 2016, classifica os crimes contra animais como “crimes contra a sociedade”, reforçando a importância de uma legislação mais rigorosa e eficaz.

Já a proponente justifica a medida com a “crescente preocupação com as condições adversas a que os animais estão expostos durante o exercício destas atividades”, muitas vezes “sujeitos a um elevado esforço físico” e, por vezes, até “excessivo”, devido ao peso dos veículos e dos seus ocupantes, da irregularidade das estradas e até da “exposição prolongada a temperaturas elevadas”.

Eu que até concordo com a medida, bem como com a abolição de touradas (elas tradição ou o que quiserem) entendo que a senhora Provedora (bem-intencionada ou ingénua?) não conhece a realidade destas 9 ilhas. Quando fala de “cavalos para tração de carroças” ela ignora que nos meios rurais, na maioria das ilhas eles existem porque os seus donos não têm meios para transportar o leite em carrinhas motorizadas (as carrinhas de vaqueiro como eu lhes chamo), nem o podem transportar às costas. São normalmente pobres e entre os que têm menos meios, daí usarem carroças de tração animal. E devo admitir que nunca vi tantos como agora, em mais de duas décadas na ilha de S. Miguel (zona rural da costa norte). Muitos sabem do aumento da pobreza rural, do envelhecimento da população, da falta de meios de subsistência que obrigam a esse uso de carroças, menos a senhora Provedora. Antes de proibirmos devemos dar meios às pessoas que usam essas carroças, mas a charrete de PDL (e de outros locais nas ilhas) pode ser substituída já! (por uma com motor elétrico não poluente).

Haverá abusos e maus-tratos nalguns casos (afinal os Açores lideram as estatísticas de violência doméstica, se tratam mal os humanos identicamente o farão aos animais), mas pior do que isto são os animais em cativeiro (por exemplo, cães amarrados sem comida, sem “chip” nem vacinas). Tanta coisa que está mal e a senhora Provedora veio falar disto! E as touradas?

 

Açores criam Autoridade de Gestão para Rede de Áreas Marinhas Protegidas

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O Governo dos Açores vai criar um Conselho Consultivo e uma Autoridade de Gestão para gerir a Rede de Áreas Marinhas Protegidas da região (RAMPA) que prevê a proteção de 30% do mar do arquipélago

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André Craveiro nomeado coordenador da Estrutura de Missão dos Açores para o Espaço – jornalacores9.pt

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O técnico superior e licenciado em Relações Internacionais André Craveiro foi nomeado como novo coordenador da Estrutura de Missão dos Açores para o Espaço (EMA-Espaço), segundo despacho publicado hoje em Jornal Oficial da região. O novo coordenador daquela estrutura de missão já despenhava, desde 2022, as funções de técnico superior da administração pública regional na […]

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Foca salta para barco para fugir a ataque de orcas nos EUA. E há vídeo

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Uma foca conseguiu escapar de um ataque de um grupo de orcas ao saltar para um barco em Seattle, nos Estados Unidos. O incidente foi capturado por uma fotógrafa de vida selvagem durante um passeio de observação de baleias.

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Golpe da “viúva negra” trama soldados russos: há mulheres a casar pela indemnização por morte

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Casaram-se, mas ela continuou a viver com o ex-namorado enquanto ele dava o corpo no campo de batalha. Indemnizações ultrapassam os 155 mil euros. Redes sociais têm facilitado a procura de soldados para efetuar o golpe. Na Ucrânia, uns veem guerra; outros, desgraçados, veem amor e outros, oportunidades de negócio. O WSJ deu conta, no passado dia 4, de que há mulheres a seduzir soldados russos com o objetivo de se casarem com eles e, então, receberem indemnizações caso estes morram no campo de batalha. As “viúvas negras” são cada vez mais frequentes desde o início do conflito, em 2022,

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Shipwreck with 22 Tons of Gold Treasure Identified off Portugal Coast

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Marine archaeologist Alexandre Monteiro has said that the coast of Portugal holds 8,620 shipwrecks, and 250 may hold large gold treasures.

Source: Shipwreck with 22 Tons of Gold Treasure Identified off Portugal Coast

VICTOR RUI DORES AÇORIANIDADE

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Caras e caros amigos!
Com a duração de 15 minutos, aí vai o link com a minha talk sobre “açorianidade”, no Teatro Faialense. Espero que gostem.
Abraço de mar
Victor Rui Dores

Chrys Chrystello: “Dou a esses que falam de imperialismo lusófono o mesmo relevo que dou aos contristas, pessoas que ficaram perdidas na bruma da memória” – PGL

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O 25º Colóquio da Lusofonia da AICL decorrerá em Montealegre de 21 a 25 de abril, Concha Rousia entrevista o seu impulsor e valedor: Chrys Chrystello ** Chrys Chrystello (1949) Prestou serviço no exército colonial português em Timor, onde chegou em Setembro de 1973, regressando a Portugal dois anos mais tarde. Começou, então, a escrever

Source: Chrys Chrystello: “Dou a esses que falam de imperialismo lusófono o mesmo relevo que dou aos contristas, pessoas que ficaram perdidas na bruma da memória” – PGL

quando os robôs falam para a pátria por chrys chrystello

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618. quando os robôs falam para a pátria 11.11.2025

esta e anteriores em

https://www.lusofonias.net/mais/as-ana-chronicas-acorianas.html

Sim, os robôs aspiradores podem enviar mensagens ou dados, mas o envio de mensagens de texto curtas para o seu telemóvel geralmente acontece através da aplicação oficial da marca, enquanto a transmissão de dados mais sensíveis (como áudio ou imagens) pode ocorrer através de hackeamento ou em robôs modificados para investigação, o que pode comprometer a privacidade. Os modelos de consumo não foram projetados para enviar mensagens de texto, mas sim para comunicar com o utilizador através de notificações na aplicação, como o estado da limpeza ou a conclusão de um ciclo de limpeza.

aparelho – Foto: Canva/Divulgação/ND

Aspirador pode ser robô espião?

Os aspiradores automáticos revolucionaram a limpeza doméstica ao combinar autonomia, eficiência e facilidade de uso. Equipados com sensores avançados e conectividade à Internet, esses dispositivos são capazes de mapear ambientes, identificar pontos estratégicos e otimizar seu desempenho de forma contínua.

No entanto, a coleta de informações realizada por esses aparelhos levanta preocupações significativas sobre privacidade, Esse alerta foi feito pela empresa de segurança digital ESET, com sede em Bratislava, na Eslováquia, depois do registo de vazamentos relacionados a esses dispositivos domésticos: os aspiradores inteligentes não só limpam os espaços, mas criam mapas detalhados das residências, armazenam dados de localização e, nalguns casos, podem capturar imagens ou vídeos.

Quando se liga o aparelho, ele coleta informações sobre a casa que podem ser compartilhadas com outras empresas. Embora a conectividade seja projetada para melhorar o desempenho do dispositivo, ela também expõe os utilizadores a potenciais vulnerabilidades de segurança e privacidade. Um dos maiores perigos é o uso indevido de imagens e dados por terceiros. Um caso documentado ilustra bem essa vulnerabilidade: um aspirador capturou fotos privadas de uma mulher no banho, que posteriormente vazaram na internet. Incidentes como esse destacam como a tecnologia pode expor os usuários a riscos inesperados. “Todos os dispositivos conectados à Internet são vulneráveis e, mais cedo ou mais tarde, essas vulnerabilidades serão exploradas”.

Além disso, a coleta de informações não se limita à criação de mapas residenciais, esses dispositivos podem também reunir dados demográficos e padrões de uso, que frequentemente são utilizados para treinar modelos de inteligência artificial ou vendidos a empresas para fins comerciais.

 

Foi assim sem surpresa que descobrir que as minhas meias transmitiam informações sobre o pavimento da minha casa e as minhas cuecas, tipo slip, estavam sempre em constante transmissão. Infelizmente, não consegui aceder aos dados transmitidos, mas dado que foram adquiridas ou na “Temu” ou na “Shein” estou certo de que elas transmitiam para a R. P da China.

Isto incomoda-me pois outras pessoas podem ficar a saber por onde andam as minhas cuecas e o que andam a fazer, o que configura uma grave violação da privacidade. Não descobri ainda onde colocaram os sensores, GPS e câmaras. Alguns dos modelos também contam com controle de voz, geralmente compatível com a Amazon Alexa e o Google Assistant, e a maioria dos recursos inteligentes vem de câmaras, sensores e microfones.

Da mesma forma, mapas residenciais salvos revelam o tamanho e o layout de uma casa, o que pode sugerir níveis de renda e outras informações sobre as condições de vida. E um vazamento de dados pode revelar imagens que permitem identificar o proprietário e o seu endereço.

Vou ter de investigar na minha próxima compra quais são os mecanismos de criptografia que posso introduzir nas cuecas e meias, com autenticação por dois fatores. É uma pena que as habituais feiras semanais em vilas do continente, não tenham equivalente aqui nos Açores para eu poder comprar os modelos falsificados de grandes marcas com a certeza de ainda serem tecnologicamente inadequadas e não incorporarem as novas tecnologias. Isto além do facto de que não me sentir confortável a falar ou a dar instruções a cuecas e meias. O que é que as outras pessoas iriam pensar se não soubesses destes avanços da tecnologia?

 

A MIT Technology Review divulgou fotos capturadas de ângulos baixos que, segundo a revista, foram tiradas por uma versão em desenvolvimento da série Roomba J7 da iRobot, um dos fornecedores de aspiradores de pó mais conhecidos no mercado mundial. A iRobot confirmou que as imagens foram captadas por seus dispositivos em 2020, como parte de um processo de pesquisa, e enviadas para a Scale AI para alimentar a inteligência artificial que ajudaria o robô a reconhecer mais objetos e obstáculos. Porém, o compartilhamento das fotos em grupos privados nas redes sociais dos funcionários da Scale AI violou os acordos de privacidade das empresas envolvidas.