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O especialista português em climatologia Eduardo Brito de Azevedo discorda […]
Source: Climatologista diz que Açores não estão em situação extrema – Rádio Atlântida
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De Chrys Chrystello escreveu Daniel de Sá em fevereiro 2011
O Chrys chama-me para testemunha. Ele só quer ser australiano, nada mais. Mas é “um australiano nos Açores”. Portanto, se “eu sou eu e a minha circunstância”, como diria o OG, o Chrys não se livra de estar marcado pela cisrcunstância de viver nos Açores. E foi apanhado. Não pelo clima mas por alguns patuscos que escrevem em livros. Ele e a Helena, sua Mulher, já fizeram propaganda de uns quantos de nós mais do que a Direcção Regional da Cultura em quase três décadas e meia de existência. Já faz parte da nossa história. Faz e continuará a fazer (parte e história). Verás.
… …
Eu temia que os meus livros que o Chrys já traduziu, e muito bem, ficassem manchados com o nome de um Jesse James à nossa maneira modesta de ser. Afinal, o homem não é nada disso, graças a Deus. Bem bom. Ou “rebim bum”, como se diria no dialecto do micaelense que se falava na Maia. (Traduzo: “re+bem bom”, o que é muito mais que bom.) Pois se o homem até toma café, como poderia ser má criatura? Enredos de gente maldosa, isso é que é.
É absolutamente inofensivo, garanto. Uma espécie de Indiana Jones em versão civilizada. Só que, em vez de crocodilos, caça línguas.
Ah, e por ter referido que é um excelente tradutor, chamo em meu auxílio uma opinião que vale sem dúvida muito mais que a minha. Uma senhora americana chamada Michele (que é que tem este nome de importante para ser referido? já digo) leu o livro e achou a tradução muito boa. Ela está, ou estava por Rabo de Peixe, e disse-o ao Michael Hudec, um pintor americano que ficou por cá há décadas. Foi ele que mo contou. A senhora falou-lhe de um livro que tinha lido e uma das coisas que referiu foi a boa tradução. Quando o Michael Hudec viu o livro (“O Pastor das Casas Mortas”) disse muito satisfeito:”Eu conheço-o! (Este “o” sou eu.) E essa tal Michele é a senhora que, quando era rapariga, inspirou aos Beatles a canção do mesmo nome. Daniel de Sá 19/04/2010
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Jahmari Reid estava a praticar caça submarina.
Source: Jovem de 16 anos decapitado por tubarão na Jamaica – Mundo – Correio da Manhã
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Foram detidos três suspeitos.
Source: PJ apreende 65 milhões de euros de cocaína – Vídeos – Correio da Manhã
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Um estudo observacional concluiu que os cães treinados para usar caixas de som compreendem palavras como “brincar” ou “sair”, independentemente de serem ditas pelos donos ou pela caixa.
Source: Cães compreendem palavras mesmo que não sejam ditas pelos donos – Açoriano Oriental
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O Governo dos Açores reconheceu hoje como de “relevante interesse público” o projeto de reabilitação e ampliação do Hotel Monte Palace, nas Sete Cidades, que foi o primeiro de cinco estrelas do arquipélago e está fechado desde 1990.
Source: Reconhecido interesse público na reabilitação do Monte Palace
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Um dos computadores furtados foi o de Teresa Costa, secretária-geral adjunta do Ministério da Administração Interna.
Source: Secretaria-Geral do MAI assaltada em Lisboa. Levaram oito computadores
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José Soares
Insólitos
Em plena época dos três III – Idade da Informação Instantânea – onde o mundo se tornou numa família da comunicação, ainda acontecem casos que ultrapassam a razão, o raciocínio humano e até chegam a ser dignos de romances de ficção em que Charles Dickens iria certamente inspirar-se. Mesmo na nossa língua, temos Jorge Amado, com Zeca Diabo como personagem. O Perfeito que quer inaugurar o cemitério novo, mas não tem mortos. Encarrega e encomenda a morte de um qualquer cidadão menos vistoso e pronto. Já pode inaugurar o dito cemitério, porque as eleições se aproximam e tinha que mostrar obra feita.
Aqui, nesta terra do Arcanjo, vamos mais longe e inovamos…
Tenho comigo provas incontestáveis de um insólito caso onde os mortos não têm descanso. Aqui vai a dita cuja raridade, que só posso contá-la em abstrato por agora, dado que as famílias envolvidas podem querer enveredar pela via judicial.
Numa freguesia do norte desta Ilha de São Miguel, Fenais da Ajuda, faleceu um cidadão nos finais da década de noventa do século vinte. Foi a enterrar no cemitério da freguesia em campa pública. Lá ficou até que em 2011, uma sua filha decidiu comprar o sepulcro onde o pai se encontrava. Foi-lhe passado Alvará, com o número da campa e devidamente assinado pelo presidente da Junta de Freguesia e pelo qual a filha pagou 750 euros.
Com a visita de vários filhos este ano ao cemitério para homenagearem o pai, deparam-se com outra pessoa sepultada na campa. Verificam o número e falam com o presidente da Junta de Freguesia, o qual assume o erro, mas nada pode fazer porque a família do recentemente enterrado na mesma campa também pagou pelo talhão. Além disso, acrescenta o presidente da Junta de Freguesia, os ossos não duram mais de trinta anos, pelo que já nada restava do anterior, olvidando este autarca que a campa havia sido paga, segundo consta do seu Alvará.
A mesma campa foi vendida pela Junta de Freguesia duas vezes, contra todos os requisitos legais.
A primeira família que comprou a campa, vai agora recorrer ao Ministério Público, por crime de profanação de sepultura, entre outros.
Podem existir aqui vários crimes a que a Justiça se encarregará de averiguar. É mesmo possível que o Tribunal de Contas tenha curiosidade em verificar o andamento administrativo e contas públicas desta Junta de Freguesia.
Perguntamos: Se um presidente de junta de freguesia, não é capaz de administrar um cemitério segundo os critérios da lei, da ordem e do respeito pelos mortos, como pode estar à frente da administração de uma freguesia?
A saga continua…
jose.soares@peixedomeuquintal.com