Views: 0
As pessoas mais pessimistas produzem, a longo prazo, duas proteínas prejudiciais que estão associadas à doença de Alzheimer

Views: 0
As pessoas mais pessimistas produzem, a longo prazo, duas proteínas prejudiciais que estão associadas à doença de Alzheimer

Views: 1

Utilizando o brutal assassinato de George Floyd como detonador, um movimento há muito orquestrado de saneamento histórico e de revisionismo e revanchismo ideológico, assente em discursos de ódio – racista mas não só – entrou em velocidade de cruzeiro.
Não pretende o fim da discriminação racial, étnica, religiosa ou cultural. Não pretende estabelecer relações de humanismo fraterno entre pessoas que se tornam indistintas nessa condição…
Views: 1
Views: 0
Uma história de respeito, liberdade, poliamor e a importância de um projeto comum
Views: 0
Enjoy the much cheaper items sold by Wish.
don’t miss 60-80% OFF store prices💰











Views: 0
Xanana Gusmão diz que não tem “capacidade” para se juntar aos líderes timorenses
Díli, 12 jun 2020 (Lusa) – O líder histórico timorense Xanana Gusmão considerou hoje não ter “capacidade” para se aproximar dos líderes civis e militares que hoje governam Timor-Leste, recusando assim um pedido de diálogo feito pelo chefe das Forças Armadas.
Xanana Gusmão respondeu com ironia a uma carta enviada pelo comandante das Forças de Defesa de Timor-Leste (F-FDTL), Lere Anan Timur, a vários líderes do país, incluindo o atual presidente do Congresso Nacional da Reconstrução Timorense (CNRT), Xanana Gusmão, que identifica como “comandante em chefe” das Falintil, o braço armado da resistência timorense.
Nessa carta, obtida hoje pela Lusa, Lere Anan Timur pediu “coragem” aos líderes históricos do país para que ajudem a ultrapassar as divergências, pessoais e partidárias ou institucionais que estão a gerar desilusão, desmotivação e “muita preocupação”, inclusive entre os militares.
Lere refere uma lista de “efeitos negativos” na população, onde tem crescido “um sentimento de desilusão, desmotivação e muita preocupação face ao futuro”.
Em reposta, numa carta a que a Lusa também teve acesso, Xanana Gusmão, ironiza e diz ter feito um “esforço para tentar entender a carta de sua excelência, que demonstrou um pensamento muito elevado”.
E depois repetiu as acusações que lhe têm sido feitas por vários partidos de que ele próprio e o seu partido nos anos entre 2007 e 2016 em que lideraram o Governo, não souberam governar, foram corruptos e têm autonomistas nas suas fileiras.
“Eu, em nome do CNRT; posso dizer que é verdade que de 2007 a 2016 não houve nenhum desenvolvimento, só houve corrupção e muitos membros do Governo foram presos”, disse.
“O povo viu que o desenvolvimento de Timor-Leste, só começou em 2017, 2018, 2019 até 2020. Nesses quatro anos em que todos os timorenses sentiram verdadeiramente o desenvolvimento”, afirmando, referindo-se, também com ironia, aos anos de contração económica e crise política.
Procurando desvalorizar o seu próprio papel na luta pela libertação, e recordando que devolveu ao Estado uma medalha que lhe foi conferida pelo país, Xanana Gusmão diz que é o “segundo Suharto” de Timor, numa referência a uma comparação feita pelo então Presidente da República, Taur Matan Ruak, atual primeiro-ministro.
“Peço com humildade para não me chamar comandante em chefe para não trazer vergonha às forças de libertação nacional perante as quais me vergo, com todo o respeito… porque elas mandaram embora o inimigo para libertar Timor-Leste”, escreve Xanana Gusmão.
“Em nome do partido CNRT, ‘que não sabe governar e que está cheio de autonomistas e corruptos’ eu tenho que reconhecer e de aplaudir o facto real de que só desde 2017 até agora é que surgiu o desenvolvimento, com a liderança de líderes inteligentes, e de membros do Governo qualificados de alto perfil que sabem governar este Estado de Direito democrático”, afirmou.
Motivo pelo qual, explica: “Tremo perante personalidades com a capacidade intelectual” dos atuais líderes do país.
“Portanto eu criei um partido novo e pequeno que é o CNRT para ser presidente do partido e poder roubar dinheiro do Estado democrático e peço desculpa porque não tenho nível para me aproximar dos outros líderes nacionais que o senhor ex-general referiu na sua carta”, escreve Xanana Gusmão.
“Eu só sou aluno de liceu. Tenho que ter distanciamento social destes doutores, porque eu tenho a cabeça vazia, não posso aproximar-me destes doutores tão inteligentes”, conclui.
ASP // JH
Lusa/Fim

Views: 1
|
Autores e reflexões de diversas áreas procuram «responder» à «violência» que se abateu na sociedade Lisboa, 10 jun 2020 (Ecclesia) – O professor universitário Mendo Castro Henriques disse em entrevista à Agência ECCLESIA que o livro ‘Ressurgir – 40 perguntas sobre a pandemia’ Covid-19 pretende “refletir e partilhar reflexões” sobre a “calamidade” que começou como […]
|
||
Views: 0
https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2020/06/CRÓNICA-342.-A-IGNORÂNCIA-MATA-MAIS-QUE-A-PESTE.pdf 
Views: 0
esta e anteriores crónicas em https://www.lusofonias.net/mais/as-ana-chronicas-acorianas.html
ABATER ESTÁTUAS DE ESCLAVAGISTAS E OUTROS É TAREFA FÁCIL, ELAS ESTÃO MUDAS E QUEDAS E NEM ESBOÇAM SEQUER OPOSIÇÃO.- mais difícil é apagar os atos de todos os esclavagistas ao longo dos séculos. Além de que, normalmente, os apeadores de estátuas são pessoas de elevado grau de ignorância, mandatados por um qualquer populista. Começam por estátuas, depois queimam livros, e exorcizam ideias, e quando menos se dá conta já um fascismo nazi se instalou.
É bem mais fácil apear estátuas que ideias. Ao destruir ou deitar abaixo uma estátua podemos estar a destruir um símbolo, mas os atos e consequências mantêm-se inalterados. Como estes vândalos são mais ignorantes que um primata, devem começar pelo século XX e destruir as estátuas de todos os grandes esclavagistas do povo HITLER, ESTALINE, LENINE, MAO, e mais umas dezenas deles por todo o mundo. Depois devem passar ao século XIX e fazer o mesmo, por aí atrás a todos os Impérios, pois nenhum império sobrevive sem escravos e são os escravos que fazem grandes s impérios. Os impérios africanos antes dos ocidentais terem lá chegado, eram mercados de venda de escravos, que encontraram um fértil mercado quando os ocidentais lá pareceram. Os corsários berberes aprisionavam cativos nas ilhas dos Acores para os venderem como escravos, devemos assim obliterar todos os berberes? Retrocedendo chegaremos ao Antigo Egito, depois da destruição de Constantinopla, da Biblioteca de Alexandria (que tem de ser destruída uma segunda vez), vamos destruindo ao Corão, a Bíblia, todos os livros sagrados de todas as religiões, todos os vestígios de escravatura até aos Sumérios e babilónios, aos Denisovan, Neandertal e seus antepassados. Aí sim, estará a obra completa e podemos voltar a ser símios, pois tanto quanto se sabe os símios nunca praticaram a escravatura. Completado o círculo recomecem a civilização de novo como símios, que a vossa capacidade intelectual é bem inferior à deles. A História serve para nos ensinar, não está aí para ser condenada. Condenar a História não irá resolver nada. Não se apaga o passado, e ao tentar apagar o passado não se corrige o presente, cada ato aconteceu numa determinada época fruto da mentalidade e das normas sociais de cada época. Tudo o que fazemos hoje, e é considerado aceitável e normal, implicava uma ida à fogueira da Inquisição ou ao cadafalso da Maria Antonieta. Ou à pira da Joana D’Arc, ou ao canibalismo das tribos ancestrais.
Esta ignorância que ora nos rodeia com estátuas apeadas vai matar muito mais que o Covid, a peste, ou qualquer outra praga bíblica e com esta fórmula de politicamente correto que tentam implantar não vai sobrar ninguém.
Diário dos Açores (desde 2018) Diário de Trás-os-Montes (desde 2005) e Tribuna das Ilhas (desde 2019)
Views: 0
Palavras
Sei que as palavras voam com a rapidez do tempo em transformação. Mas há palavras que perduram. E silêncios. E gestos. E sorrisos. E ausências.
Se volto hoje, é porque a necessidade de partilha se sobrepôs à da ausência. E a palavra placentária precisa rasgar alguns silêncios. O meu silêncio. O silêncio de um amigo nonagenário. O silêncio de outros amigos. O silêncio de muitos conhecidos. Talvez o silêncio de tantos desconhecidos…
Vem a palavra a propósito de uma visita a um amigo nonagenário. Que quase não recebe visitas. “Para proteção dos nossos idosos”. É um lugar-comum estafado, sobretudo desde que a pandemia se impôs. Uma frase feita a que não corresponde a ação. As atitudes desmentem essa alegada proteção. Os velhos – e não vou cair no politicamente correto de lhes chamar idosos –, na cultura do nosso país, têm vindo a ganhar peso e a perder respeito social: peso pelo número da população acima dos 65 anos; respeito pela desconsideração geral de uma sociedade que fala por eles sem os escutar. E que se atreve a dizer, por pensar que lhe fica bem o pouco convincente paternalismo: “os nossos idosos”.
Os velhos não se sentem de ninguém. Pela primeira vez nas suas vidas – pelo menos alguns meus conhecidos – estão livres do sentido de pertença. Para o bem e para o mal. Esta liberdade tem um custo: chama-se solidão. Os novos arremessam a justificação da crise, da sua atividade e do tempo que não estica para se autodispensarem de lhes prestar cuidados ou de lutar por eles. Os velhos fingem aceitar essas razões esfarrapadas pelo uso e pelo abuso da sua invocação.
Estive à conversa com o meu amigo nonagenário. A sua mente um pouco alheada da realidade ainda luta pela justiça, pela igualdade de direitos, pela dignidade, pela defesa de valores da humanidade que devem ser de todos nós. Estava preocupado por não ter acesso aos meios adequados para divulgar algo importante na sua escala de valores. Fechado no quarto do seu confinamento – a sua vida, afinal –, confiou-me essa tarefa. E eu aqui estou. Não para procurar a pretendida justiça e a merecida solidariedade mas para lhe dar a voz que já não é escutada. Para lembrar o apelo do pacto geracional lançado pelo cardeal poeta Tolentino de Mendonça, no dia de Portugal, de Camões e das Comunidades: “O pior que nos poderia acontecer seria arrumarmos a sociedade em faixas etárias, resignando-nos a uma visão desagregada e desigual, como se não fossemos a cada momento um todo inseparável. (…) Precisamos, por isso, de uma visão mais inclusiva do contributo das diversas gerações. É um erro pensar ou representar uma geração como um peso, pois não poderíamos viver uns sem os outros.”
No itinerário de uma vida – e agora parafraseando em adaptação, de novo Tolentino de Mendonça – há “maturações, deslocações, rupturas e recomeços. O importante a salvaguardar é que, como comunidade, nos encontremos unidos em torno à atualização dos valores humanos essenciais e capazes de lutar por eles.”
Então – e voltando atrás – vim aqui porque o meu amigo nonagenário queria lutar por eles e não sabia como ter acesso a uma palavra que fosse ouvida. Vim também para honrar a palavra dada. Vim ainda porque me sinto capaz de lutar por eles. E vim lembrar que os velhos vivem hoje. Neste hoje em que todos estamos. Apoquentados com o futuro, esquecidos de que o hoje é vida. E que, mesmo quando a vida já é um olhar ausente, há ainda uma voz que procura a palavra. Uma mão que procura outra para lhe agradecer o sorriso, a companhia. Sem paternalismos fictícios. Sem credo nem idade nem escala social. De ser humano para ser humano. Apenas.
Views: 0
Ler até ao fim!!! A ignorância mata mais do que uma PANDEMIA!!!
Views: 0
Se a ignorância tem limites?
Não, não tem!
E logo o Pde. António Vieira, ele defensor dos índios; ele apontador dos vícios, incluindo os dos colonos “brancos” e portugueses; ele desestabilizador das regras instituídas e opositor à Inquisição; ele que teve de vir às escondidas ao Reino porque a sua visita não era bem vinda, pois as suas verdades incomodavam…
Muito inteligente esta gente…
Muito…

Views: 0
O PROBLEMA DA ESCRAVIDÃO
NA CULTURA OCIDENTAL – DAVID DAVIS / A LER

Views: 0
—
—
Views: 0
O desemprego e a crise provocados pelas medidas adotadas para travar o novo coronavírus, bem como o fecho de escolas, podem levar a um aumento do trabalho infantil, segundo um alerta da Organização Internacional do Trabalho e da UNICEF.
Source: Trabalho infantil com primeiro aumento em 20 anos – DN