já chega de tapar a TAP

Views: 0

For my Portuguese friends: A TAP deveria ir à insolvência, obter protecção de credores, restruturar-se como empresa privada de dimensão e estrutura de custos adequadas à realidade pós-pandemia e com gestão competente.

Nunca deveria ser injectado dinheiro dos contribuintes nesta companhia aérea que tem uma operação meramente comercial, sem valor estratégico para o país, contrariamente à publicidade politica que se ouve – nem sequer cobre as principais rotas de emigração nacional – e que tem sido gerida com frequência na maior incompetência e irresponsabilidade, sempre na proximidade do poder político.

A responsabilidade de governos socialistas nesta matéria – e de protegidos seus – é elevada e indesculpável. Injectar dinheiro dos contribuintes na TAP é favorecer mais incompetência, mais tráfego de interesses, mais compadrios e mais corrupção.

Haverá melhor gestor do que aquele que gasta tudo como bem lhe apetece e, com um buraco gigantesco, consegue um resgate quase de borla do Estado?
JORNALECONOMICO.SAPO.PT
Haverá melhor gestor do que aquele que gasta tudo como bem lhe apetece e, com um buraco gigantesco, consegue um resgate quase de borla do Estado?
Haverá melhor gestor do que aquele que gasta tudo como bem lhe apetece e, com um buraco gigantesco, consegue um resgate quase de borla do Estado?

Comments
View 1 more comment
  • Ricardo Lima Gonçalves Também é da mesma opinião acerca da Lufthansa, da Airfrance, da Sata, da British Airways, entre outras que vão receber ajudas estatais por causa do Covid 19?
    View 1 more reply
    • Jose Antonio Salcedo Ricardo Lima – Essas empresas não têm a gestão medíocre e promíscua que a TAP tem tido ao longo dos anos, dependendo sistematicamente dos contribuintes, por isso a solução a adoptar deve ser diferente, em princípio. Defendo que o que a Suíça fez está cSee more
    View 3 more replies
  • Ernesto José Ferreira T.A.P. means:
    Take Another Plane 😀
  • Sonia Rosas Totalmente de acordo
    Pena já ter estado nesse caminho e voltou atrás

em memória MARIA VELHO DA COSTA

Views: 4

UM TEXTO DE MARIA VELHO DA COSTA

Em Outubro de 1973, recebi no interior da Guiné mais uma daquelas encomendas que o meu querido amigo e poeta J. H. Santos Barros me ia fazendo chegar como contributo para a minha sanidade mental e sobrevivência no pântano. Era a manifestação possível de amizade por parte de quem já fizera a sua experiência de sobrevivência em Angola.
Essa encomenda incluía um precioso livrinho de Maria Velho da Costa, «Desescrita», editado nesse mesmo ano e que trazia um notável texto curto intitulado «Ova ortegrafia». Publicado anteriormente no jornal «República» em Junho de 1972, era um inteligente e sagaz exercício literário e linguístico sobre a censura, melhor dizendo, sobre os censores, os «cortadores» da palavra, da língua.
Convocando, em registo derrisório, alguns chavões do discurso político dominante e também os preconceitos contra o experimentalismo literário, mimetizando a «escrita do corte» (a cortegrafia), «Ova Ortegrafia» constituía ainda assim uma manifestação de experimentalismo, instaurava no seu interior imprevistas e subtis derivas semânticas e constituía uma denúncia da instituição censória, jogando abertamente no terreno do inimigo, a quem o texto seria dado a ler.
Deixo abaixo o texto, em dupla evocação: da autora e de J. H. Santos Barros, falecido abruptamente a 20 de Maio de 1983.

………………………………………………………………………………

OVA ORTEGRAFIA
Maria Velho da Costa

Ecidi escrever ortado; poupo assim o rabalho a quem me orta. Orque quem me orta é pago para me ortar. Também é um alariado. Também ofre o usto de ida. Orque a iteratura deve dar sinal da ircunstância, e não tem ustificação oral. E ais deve ter em conta todos os ofrimentos, esmo e rincipalmente os daqueles ujo rabalho é zelar pela oralidade e ordem ública – os ortadores.
Eu acho que enho andado esavinda omigo e com a grei, com tanta iberdade de estilos e emas e xperimentalismos e rocadilhos que os ríticos e eitores dizem arrocos e os ortadores, pelo im pelo ão, ortam. A iteratura eve ser uma oisa éria e esponsável. Esta é a minha enúncia ública. (Eço esculpa de esitar nalguns ortes, mas é por pouco calhada neste bom modo de scrita usta ao empo e aos odos).
Izia eu que o ortuguês que ora, nesta ora de rudência e sforço, se não reduz à orma imples, não erve a vera íngua da Pátria. (Por enquanto só orto ao omeço, porque a arte de ortar não é fácil; rometo reinar-me até udo me aír aturalmente ortado e ao eio e ao im).
Outros jovens me eguirão o rilho. Odos não eremos emais para ervir na etaguarda os que, em árias frentes, por nós se mputam.
A issão do scritor é dar estemunho e efrigério aos e dos omentos raves da istória, ao erviço dos ideais da sua omunidade; ervir a oz do ovo, espeitar a oz dos overnantes egítimos.
Olegas, em ome da obrevivência da íngua, vos eço pois:
Reinai-vos a ortar-vos uns aos outros
como eu me ortei.

(«Desescritas». Afrontamento, 1973)

Image may contain: text
Image may contain: 1 person, smiling, glasses and close-up
Comments
View 1 more comment

estou farto de palhaços poesia inédita

Views: 0

estou farto de palhaços….
inédito 590. As 4 idades do homem, 24 maio 2013

adoro as quatro idades do homem
infante de sonhos húmidos
mil e um futuros sem pressas
adolescente de sonhos psicadélicos
a pressa do futuro que se pode perder
a meia idade de sonhos pesadélicos
com a lentidão de quem viveu
a necessidade de contemplar o vivido
reviver conquistas esquecer amarguras
na última etapa sem sonhos délicos
sem medos e sem futuro
esperando encontrar a alma
sem alzheimer nem demências

Estrategizando | Abusamos dos nossos recursos, diz a associação ambientalista ZERO! (Veja o video de 2019!)

Views: 0

Os recursos do planeta para este 2020 esgotavam-se na segunda-feira, se todos os países consumissem como a média dos portugueses, segundo os cálculos da orga

Source: Estrategizando | Abusamos dos nossos recursos, diz a associação ambientalista ZERO! (Veja o video de 2019!)

recordar meio milhão de vitimas da gripe de Hong Kong

Views: 0

Pouco se tem falado na Gripe de Hong Kong, que matou um milhão de pessoas e teve uma segunda vaga mais letal do que a primeira. Foi considerada como “mais uma gripe” e “rapidamente esquecida”.

Pouco se tem falado na Gripe de Hong Kong, que matou um milhão de pessoas e teve uma segunda vaga mais letal do que a primeira. Foi considerada como &…

saudade dos colóquios

Views: 1

#tbt Com Meus Amados Amigos Da Arte Helena Beatriz Caldas Pedroso e João Diemer Oliveira ( In Memorian) e a Produtora Ana Albuquerque na Cidade de Bragança ao Norte de Portugal onde Representamos o Brasil ao Convite da ( AICL) Associação Internacional Dos Colóquios Da Lusofonia e do seu Presidente Grande Amigo e Ativista Da Cultura Em Açores e Portugal Chrys Chrystello com os Espetáculos ” Eu, Pessoa e os Outros Eus” e ” Encontro dos Poetas” e fomos Agraciados com a Chave da Cidade como Cidadãos de Bragança…Muitas Emoções 🌻🌻🌻🌻

Image may contain: one or more people, people standing, night and outdoor
Image may contain: 2 people, including Jairo Klein
Image may contain: 1 person, standing
Image may contain: 2 people, including Jairo Klein, people standing and outdoor

açores, seguramente doente por osvaldo cabral

Views: 0

“Seguramente doente”

O Governo dos Açores encomendou uma campanha promocional, com um excelente video, para incentivar os açorianos ao consumo de produtos e serviços regionais, denominada “Seguramente açoriano”.
É uma iniciativa louvável, que nem precisava de ser recordada, pois o consumo de produtos açorianos deveria estar sempre na prioridade de cada um de nós.
Agora, deveria criar uma outra campanha explicando aos açorianos doentes, as famílias mais frágeis por estas ilhas fora, sobre como vai reprogramar milhares de consultas e cirurgias que ficaram suspensas durante esta primeira fase da pandemia.
São impressionantes os relatos de muitos doentes a necessitarem de actos médicos e que ficaram abandonados à sua sorte.
Percebemos todos que o Serviço Regional de Saúde esteve focado, nestes meses, no combate ao novo coronavírus, mas a Secretaria da Saúde falhou ao não criar um plano rápido e eficaz de acompanhamento dos milhares de doentes a necessitar de muitos actos terapêuticos e da habitual actividade assistencial nos hospitais e centros de saúde.
Empresários, sindicatos, associações, federações e muitas outras instituições organizadas tiveram palco mediático e atenção governamental na reivindicação de apoios, pacotes, medidas e moratórias, mas os doentes das nossas ilhas não tiveram um porta-voz, como os líderes associativos, para justificarem as suas debilidades.
É inconcebível, mesmo agora em período de desconfinamento, que a Secretaria da Saúde ainda não tenha desenvolvido um plano de recuperação para atender rapidamente à situação emergente de muitos doentes, à semelhança do que já está em andamento no resto do país.
Ninguém compreende que em ilhas, há muito limpas do contágio, os doentes continuassem abandonados, sem um único contacto para reprogramar consultas e cirurgias, enquanto que se oferecia a dispensa de quarentena a alguns profissionais de outras actividades, que não os do sector da Saúde.
A negligência foi ao ponto de submeterem uma autêntica violência às grávidas do Pico e de S. Jorge, que atravessavam o canal para consultas no Hospital da Horta, obrigando-as a quarentena obrigatória no regresso, mas dispensando os assistentes de saúde que as acompanhavam!
Foi um dos piores momentos da Autoridade de Saúde, agravado pela declaração de que “não sabia que havia tantas grávidas do Pico para o Faial”…
Neste regresso à normalidade possível é urgente que o Governo Regional olhe com mais atenção para os doentes mais frágeis das ilhas onde não existem hospitais nem tão pouco deslocação de médicos especialistas, que certamente não estarão interessados em se sujeitar a quarentenas absurdas, quando já é possível controlar eficazmente as deslocações, com maior intensidade de testes.
Tudo isso é um pouco sombrio numa Secretaria Regional que nem tão pouco nos informa qual é a situação destes doentes, pois “apagou” por completo da página do velhinho SIGICA o número de consultas e cirurgias dos três hospitais, desconhecendo-se qual é a grandeza dos atrasos e suspensões desses actos médicos.
No país sabemos que esta fase da pandemia obrigou à redução de 320 mil consultas médicas em cuidados de saúde primários, 360 mil consultas de enfermagem e 9 mil cirurgias programadas, que agora vão ser restabelecidas com um plano de emergência, como se impõe numa situação destas.
Nos Açores não sabemos de nada, como também não sabemos porque não foi activado o “grande investimento da medicina moderna na região”, que é a telemedicina, mais um projecto falhado, pelos vistos, depois de tantos milhões investidos.
A Pediatria do HDES provou como as novas tecnologias são um instrumento essencial nestas situações de crise, ao promover mais de 200 teleconsultas durante esta pandemia. Porque não funcionou noutros serviços de saúde por estas ilhas fora?
Dentro do contexto epidemiológico específico de cada unidade hospitalar é preciso começar a fazer um levantamento sobre a capacidade de resposta para situações destas, para que, numa eventual segunda fase de pandemia, não sejamos outra vez apanhados desprevenidos.
Façam os pacotes de medidas e moratórias que a economia exige, mas não se esqueçam dos doentes e das populações mais frágeis desta região, que também merecem um “pacote” de atenção redobrada.
Se nós, saudáveis, já nos assustamos tanto, imagine-se os que não têm saúde.
Haja saúde!

Osvaldo Cabral
(Diário dos Açores 24-05-2020)

Image may contain: Osvaldo José Vieira Cabral, text

a usar máscaras assim…..Portugal é dos países com maior percentagem de casos ativos de Covid-19 – Portugal – SÁBADO

Views: 0

Em Portugal, apenas uma em cada quatro pessoas recuperaram da Covid-19. – Coronavírus , Sábado.

Source: Portugal é dos países com maior percentagem de casos ativos de Covid-19 – Portugal – SÁBADO

se volta ao trabalho 2ªfª vista-se, acabou o teletrabalho

Views: 1

Atenção!!!

Image may contain: 4 people, people standing and text
Comments

morreu de covid,o pastor que curava covid com as mãos

Views: 3

Frankline Ndifor era conhecido nos Camarões como o “profeta”. Dizia curar a Covid-19 apenas colocando as mãos na cabeça dos doentes. Morreu com o vírus e centenas de fiéis rezaram para o ressuscitar.

Frankline Ndifor era conhecido nos Camarões como o “profeta”. Dizia curar a Covid-19 apenas colocando as mãos na cabeça dos doentes. Morreu …

covid muitas perguntas sem resposta

Views: 1

Ok. Apenas para reflexão. Medidas para proteger contra covid-19 vs impacto ambiental.
1) lavar e desinfectar mãos. Isto implica gastar água, sabão que depois entram no sistema de águas pluviais que precisa de ser limpa, ora isto significa que estamos a consumir mais água porque lavamos mais vezes as mãos. O uso de gel e álcool requer mais consumo de energia para produção e gera mais lixo, talvez reciclável, talvez não. Ponto um fechado, qual a conclusão? Que estamos a poluir ainda mais o ambiente? Não sei, talvez.
2) o uso de máscaras. Primeiro não existe total garantia de que, de facto protege. Segundo, implica ter que produzir mais máscaras (descartáveis ou não), o que significa mais consumo de energia porque é um bem essencial (sem sequer pensar em que condições são produzidas, onde e por quem; haverá trabalho escravo e mão de obra infantil a produzir estas máscaras?). Terceiro, as máscaras descartáveis que deveriam ser apenas para os profissionais de saúde, pois os hospitais têm forma de processamento do lixo hospitalar, estão a ser largadas no chão, porque as pessoas não têm civismo. Quarto, ao usar máscaras não estaremos a respirar o próprio CO2 que produzimos? O que se conclui sobre as máscaras? Que tem mais aspectos negativos do que positivos? Não sei. Não tenho respostas, não sou especialista, isto é uma simples reflexão com base no senso comum, como tal requer argumentos científicos que agradeço alguém me explique.
3) o distanciamento social. Ficar em casa e manter distância social. Primeiro aspecto a considerar é que é contra natureza humana ser isolado. Só os eremitas gostam de isolamento. A maioria da pessoas precisa de contacto social. Privar o homem disso é criar depressao nas pessoas. Segundo, isto significa privar as pessoas da mobilidade. As pessoas precisam de andar, mover-se. Fazer exercício físico. É contra natureza humana não o fazer. O corpo ganha peso e os músculos começam a atrofiar. A única vantagem (talvez) é que se reduz bastante a produção de CO2 resultante da queima de combustíveis fósseis dos automóveis e barcos e aviões, logo aparentemente tem vindo a reduzir a poluição atmosférica. Terceiro, as pessoas precisam de entretenimento cultural. Como as aglomerações estão restritas, os eventos culturais estão parados, isto significa que os profissionais dos espectáculos estão sem trabalho. Depois há as festas populares e tradições religiosas. As pessoas sem isso ficam depressivas, ora isto significa que têm que encontrar outras formas de se entreter. Algumas conseguem, mas outras não. Quarto, está tudo estagnado/atrasado (escolas, consultas de saúde e cirurgias, serviços públicos mais lentos e que podem não ser acessíveis a todos porque há pessoas que não sabem usar tecnologia de computadores). Quinto, estará a nossa liberdade cada vez mais condicionada e vigiada? Usamos cada vez mais a tecnologia digital para trabalhar, mas isso implica perder um pouco a nossa privacidade. O trabalho agora é feito em casa, quando deveria ser o espaço para descansar. É uma nova dinâmica que se nos apresenta? Estamos preparados para este tipo de vida? As lei protegem os trabalhadores que fazem tele trabalho? O que se conclui aqui? Que a única vantagem é a redução de poluição atmosférica? Não sei, talvez.
O que se pode concluir destas reflexões? Que é uma nova realidade que se nos apresenta e que para a qual ninguém estava preparado e que apontar culpados não resolve nada? Implica repensar estilos de vida? Implica criatividade? Implica que é preciso repensar o sistema de ensino para nos adaptarmos a nova realidade? Isto são apenas meras reflexões. Não são verdades absolutas. Gostaria que as vissem como tal e se quiserem refutar com factos, façam. Obrigado e desculpem o longo texto.

Comments
  • Isabel Pereira 1- Há outras formas de poluição bem mais significativas, como fábricas, aviões, cruzeiros, carros…e ninguém fala em reduzir.
  • Isabel Pereira 2- Quem tiver dúvidas sobre a utilidade das máscaras, basta pensar que qualquer ato cirúrgico não a dispensa. Ninguém me convence da sua inutilidade.
  • Isabel Pereira 3 – Claro que o distanciamento físico – não social porque me parece que nunca socializámos tanto – é contranatura, mas acredito que seja o meio mais seguro de nos defendermos. Claro que o risco é muito maior para os mais velhos (a peste grilsalha, como alguém lhes chamou) e doentes crónicos, aqueles que menos produzem. Se assim não fosse, acredito que haveria ainda muito mais rigidez nas medidas. As questões do teletrabalho são pertinentes, mas pode ser uma forma de aliviar o planeta da poluição. Vou ficar por aqui, são também reflexóes, as minhas, claro. Ah, ao contrário do que muita gente alvitrou, não me parece que haja uma grande reflexão no sentido das mudanças para proteger o ambiente e, consequentemente, os mais jovens e os vindouros.