blogue.lusofonias.net

blogue de tudo e nada para mentes pensantes

blogue.lusofonias.net

respiração boca a boca interdita

Views: 0

André Silveira
toShdpo1nnrs oredhr

Bem, já ouvi tudo!
Está proibida a respiração boca a boca pelos nadadores salvadores a vítimas em paragem cardio-respiratória…

A histeria não tem limites. Por favor alguém que ponha travão na parvoíce.

Não sou especialista em saúde pública mas de probabilidades de estatística sei qualquer coisa.
Então vamos lá calcular a probabilidade de um nadador salvador (população de baixíssimo risco), ter de fazer respiração boca a boca ( evento raríssimo) a uma pessoa contaminada com Covid-19?

Mais depressa lhes sai o Euromilhões…

TIMOR, AGIO PEREIRA SAI DO GOVERNO

Views: 2

Decisão do CNRT implica saída de Agio Pereira, veterano da governação em Timor-Leste

Díli, 23 mai 2020 (Lusa) – Agio Pereira, o mais veterano dos ministros timorenses – acumula 13 anos consecutivos em cinco governos – é um dos nomes de saída do executivo, com base na decisão anunciada hoje pelo partido em que milita, o CNRT.
Porém, mesmo antes do anúncio feito hoje pelo presidente do Congresso Nacional da Reconstrução Timorense (CNRT), Xanana Gusmão, de que todos os membros indigitados pelo partido saem na segunda-feira, Agio Pereira já tinha sido afastado do executivo pelas mexidas na orgânica aprovadas em Conselho de Ministros.
Formalmente, o seu cargo de ministro de Estado na Presidência do Conselho de Ministros foi extinto, no âmbito de uma remodelação aprovada pelo executivo, assinada pelo primeiro-ministro, Taur Matan Ruak, e que aguarda promulgação pelo Presidente da República.
Agio Pereira, que já não participou nas últimas duas reuniões do Governo, escusou-se à Lusa a fazer qualquer comentário sobre a sua situação, remetendo-se ao silêncio.
Mas fontes próximas ao governante, ouvidas pela Lusa, confirmam o “desconforto” com as mexidas no Governo, introduzidas à última hora na reunião da semana passada do Conselho de Ministros e agora novamente mexidas.
Pesa ainda a decisão de Xanana Gusmão – ao lado de quem Agio Pereira tem estado há décadas – que a 11 de março comunicou ao primeiro-ministro a saída da sua força política do executivo e que hoje anunciou para segunda-feira a saída dos ministros.
Agio Pereira trabalhou para cinco Governos e quatro primeiros-ministros de três partidos diferentes, conquistando uma confiança alargada e estando envolvido na resolução de várias crises e problemas, com maior ou menor visibilidade, que o país atravessou.
Talvez por isso seja considerado hoje um dos poucos em Timor-Leste que ainda fala regularmente com os principais líderes nacionais – Xanana Gusmão (CNRT), Mari Alkatiri (Fretilin) e Taur Matan Ruak (PLP).
Ao lado de Xanana Gusmão nas negociações com a Austrália sobre o tratado das fronteiras, Agio Pereira ajudou a desbloquear “vários imbróglios” políticos e jurídicos nas palavras de fonte do Governo, com possíveis impactos “significativos” para o Estado.
No primeiro ano do mandato do atual Governo, chegou a ser apelidado do “ministro um terço” por liderar interinamente várias pastas do executivo deixadas sem ministro quando o Presidente da República se recusou a dar posse a vários membros indigitados.
Entre essas pastas contam-se, além da Presidência do Conselho de Ministros, pastas ‘pesadas’ como a Coordenação dos Assuntos Económicos, o Planeamento e Investimento Estratégico e o Petróleo e Minerais, estas duas ainda sob a sua tutela.
Pereira, que viveu em Lisboa nos primeiros anos da ocupação indonésia de Timor-Leste, imigrou para a Austrália em 1980 liderando em Darwin o Comité da Fretilin e, depois, estabeleceu em Sydney a East Timor Relief Association (ETRA), uma das organizações mais ativas na mobilização de apoios e solidariedade com a resistência timorense.
Músico – liderou durante anos o Grupo Musical 28 de novembro -, publicou o ‘jornal’ Matebian News, reunindo um vasto arquivo documental que desde aí tem vindo a ampliar, com um conteúdo “invejável” de muitos dos momentos cruciais da vida de Timor-Leste desde 1974.
Membro da Comissão Política Nacional do Conselho Nacional da Resistência Timorense (CNRT) – estrutura que representou o voto pela independência no referendo de 30 de agosto de 1999 – liderou depois a Comissão Nacional de Emergência, que coordenou o apoio à população depois da violência indonésia e das milícias pró-Jacarta.
Sempre ao lado de Xanana Gusmão, tornou-se chefe de gabinete e da Casa Civil do líder histórico timorense quando este assumiu a Presidência da República, cargo onde ficou algum tempo depois da tomada de posse do chefe de Estado seguinte, José Ramos-Horta.
Em 2007 estreia-se no Governo, assumindo o cargo de secretário de Estado do Conselho de Ministros o IV Governo, liderado por Xanana Gusmão e cinco anos depois sobre a ministro da Presidência do Conselho de Ministros, já no V Governo constitucional, também chefiado por Xanana Gusmão.
Agio Pereira manteve o cargo no VI Governo, já liderado por Rui Maria de Araújo – onde passou a ministro de Estado e ministro da Presidência do Conselho de Ministros.
No Governo seguinte, o VII liderado por Mari Alkatiri, Agio Pereira foi ministro adjunto do primeiro-ministro para a Definição das Fronteiras Marítimas, cabendo-lhe a si assinar, em Nova Iorque, com a ministra dos Negócios Estrangeiros, o tratado de fronteiras marítimas que ajudou a negociar com Xanana Gusmão.

ASP // JH
Lusa/Fim

Image may contain: 4 people, suit

o uso da máscara na univ do minho

Views: 0

Fotos do belo campus de Gualtar da UMinho. Ontem, quando andava pelo passeio que se vê na imagem, fui interpelado por um segurança da universidade: ou punha máscara ou saía do campus. Ao todo, viam-se duas pessoas: eu e o segurança.
Nem as universidades escapam à irracionalidade (para não dizer imbecilidade).

Adenda
Parece-me que há quem esteja a interpretar este post como uma crítica ao segurança. Não é, de todo, a minha intenção. O senhor já teve de aturar a minha desobediência. Isto é uma crítica à estupidez que são as regras feitas para e pela universidade sobre este assunto. Usar máscaras ao ar livre não lembra a um careca.

Image may contain: tree, sky, grass, plant, cloud, shoes, outdoor and nature
Image may contain: tree, sky and outdoor
Comments

univ do minho sem máscara não pode andar

Views: 0

Fotos do belo campus de Gualtar da UMinho. Ontem, quando andava pelo passeio que se vê na imagem, fui interpelado por um segurança da universidade: ou punha máscara ou saía do campus. Ao todo, viam-se duas pessoas: eu e o segurança.
Nem as universidades escapam à irracionalidade (para não dizer imbecilidade).

Image may contain: tree, sky, grass, plant, cloud, shoes, outdoor and nature
Image may contain: tree, sky and outdoor
Comments
View 4 more comments

6 of 10

  • António Jota Gonçalves Uma boa desculpa servirá dizer que o segurança é mais coerente que a DGS (esta sigla causa-me sempre arrepios). Para a próxima, vá de avião.
  • Vera Maria Gouveia Barros Isto é o problema de se ensinar a fazer em vez de se ensinar a pensar. Quando as pessoas só aprendem o concreto e não se lhes pede qualquer capacidade de abstracção, dá nisto.
  • Ariana Jacome Foste a única pessoa com quem o segurança conseguiu falar em toda a manhã … não o critiques … 😂
  • Rui Barros Aconteceu-me o mesmo. E estava a correr.
  • André Ferreira Em geral, as pessoas revelam uma clara preferência por regras e regrazinhas, em detrimento do bom senso. Penso que a situação resulta de uma longa tradição de legislar sobre tudo e mais alguma coisa. Uma vez, numa pesquisa no diário da república, esbarrei com um diploma que estabelecia o desenho e as medidas da indumentária dos empregados do palácio de Belém – isto foi publicado em diário da república; fiquei chocado. A preguiça mental resulta na necessidade de lixo legislativo e de aplicação cega da lei. Num sábado de manhã, na a2, em que praticamente não se viam mais carros, a manhã estava solarenga, com excelente visibilidade, fui apanhado, por um radar, em excesso de velocidade. Na portagem, fui parado pela gnr. Perguntei se se justificava um radar num sábado de manhã na a2; e se a multa fazia sentido, dadas as excelentes condições de viação. A resposta, muito educada, foi: nós fazemos o nosso trabalho; o sr depois pode apresentar o caso nas instâncias competentes. Valia a pena uma grande reflexão!
  • João Parreira É o apelo da tribo

proibido apalpar a fruta…

Views: 1

Comments
View 2 more comments

timor-vaticano quis mediar mas xanana opôs-se

Views: 0

Última Hora – Vaticano ofereceu-se para mediar crise política em Timor-Leste e Xanana rejeita

Díli, 23 mai 2020 (Lusa) – O Vaticano ofereceu-se para ajudar a ultrapassar a crise política em Timor-Leste, através de uma mediação com os líderes nacionais, mas pelo menos um deles, Xanana Gusmão, recusou esse diálogo, confirmou a Lusa.
O ministro dos Negócios Estrangeiros timorense, Dionísio Babo, confirmou à Lusa a oferta da mediação, numa carta da Santa Sé que nomeava o núncio apostólico em Díli para liderar esse processo de diálogo com os principais líderes do país.
“Recebi essa comunicação, que reencaminhei para os líderes nacionais”, disse à Lusa Dionísio Babo, escusando-se a tecer mais comentários sobre o conteúdo da carta ou sobre os líderes a quem a missiva foi reencaminhada.
Um dos líderes contactados foi Xanana Gusmão, presidente do Congresso Nacional da Reconstrução Timorense (CNRT), segundo partido do país, que, segundo a resposta que a Lusa teve acesso, rejeitou a oferta, considerando que o problema do país não é de cariz individual, mas de sucessivos “atropelos” constitucionais.
Na carta, endereçada ao núncio apostólico em Díli, Marco Sprizzi, Xanana Gusmão responde à “disponibilidade de mediação” expressa na missiva da Santa Sé, datada de 21 de maio, defendendo que a melhor solução para Timor-Leste “só poderá vir de eleições antecipadas”.
“Peço imensas desculpas, venerando núncio, mas não estou em condições, tanto políticas como psicológicas, de participar em diálogos deste tipo, porque não aceitarei ser fraco demais para fazer cedências, contrárias aos princípios e objetivos do meu partido, pela defesa intransigente do Estado de direito democrático”, escreve.
Xanana Gusmão manifesta “surpresa” pela oferta de mediação e diz-se “comovido” pela vontade do Papa Francisco de indicar Sprizzi para “esta difícil, mas nobre missão”.
Porém, sustenta, a crise deve-se não a discrepâncias individuais, mas ao que classifica de violações da Constituição pelo atual chefe de Estado, Francisco Guterres Lu-Olo, e a “atropelos” na gestão do atual primeiro-ministro, Taur Matan Ruak.
“Pode parecer que o problema que existe tem as suas raízes em discórdias individuais e, por isso, gostaria de esclarecer vossa reverência que teria sido muito fácil a ‘solução desse conflito’ se as bases fossem aquelas”, escreve Xanana Gusmão.
O “imbróglio” do atual problema, escreve, “é mais do que isso”, tratando-se de uma “manifestação clara e persistente desde 2018 de violação da Constituição e das leis pelo chefe de Estado, que é apenas um objeto usado pelo seu próprio partido político, a fim de impor uma ditadura partidária neste jovem Estado”.
“Por outro lado, pelo chefe do Governo [Taur Matan Ruak] um desejo incontrolável de atropelamento constante às normas constitucionais e legais quanto ao sistema de gestão financeira do património do Estado”, escreve.
Timor-Leste vive desde 2017 uma prolongada crise política que tem envolvido a Presidência da República, dois Governos, o Parlamento Nacional e os partidos políticos, com flutuantes alianças políticas a criarem várias maiorias parlamentares.
A crise começa depois da formação do Governo minoritário liderado pela Fretilin, que venceu por margem mínima as eleições de 2017, tendo o chumbo do programa do Governo por uma maioria na oposição – CNRT, PLP e KHUNTO – levado à dissolução do parlamento e a eleições antecipadas em 2018.
As antecipadas foram ganhas com maioria absoluta pela Aliança de Mudança para o Progresso (AMP), uma coligação destes três partidos, mas o Presidente da República, Francisco Guterres Lu-Olo – que é também presidente da Fretilin – não deu posse a cerca de uma dezena de membros indigitados pelo Governo, a maioria do CNRT.
Isso provocou tensão no seio da coligação, que foi crescendo até ao chumbo da proposta de Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2020, no início deste ano, com as abstenções e votos contra dos deputados do CNRT.
Esse facto levou o primeiro-ministro, Taur Matan Ruak, a demitir-se do cargo, sem que o Presidente se tenha pronunciado durante dois meses sobre o pedido, aceitando depois a retirada do pedido do chefe do Governo feita devido à crise da pandemia de covid-19.
Paralelamente o Presidente da República iniciou uma ronda de diálogos, entre outros, com os partidos políticos, depois da qual nasceu uma nova aliança maioritária de seis partidos, liderada pelo CNRT, a que o chefe de Estado nunca deu resposta.
Do outro lado a Fretilin, maior partido no parlamento, anunciou uma plataforma de entendimento com o PLP, para apoio ao Governo a que se juntou, depois o KHUNTO que abandonou a aliança com o CNRT.
O CNRT anunciou a saída formal dos membros indigitados pelo partido e que ainda estão no Governo, tendo novos membros propostos pela Fretilin sido indigitados para preencher alguns dos cargos vagos.
As tensões políticas eclodiram esta semana no parlamento nacional com a nova maioria (Fretilin, PLP e KHUNTO) a realizar um plenário para destituir o presidente do parlamento, Arão Noé Amaral (CNRT) e para eleger o seu sucessor, Aniceto Guterres Lopes (Fretilin).
Os votos, que o CNRT considera ilegais, decorreram depois de incidentes sem precedentes no parlamento com empurrões, gritos, protestos e até agressões, com os dois blocos partidários a apresentarem queixas no Ministério Público e petições ao Tribunal de Recurso.

ASP // JH
Lusa/Fim

Image may contain: night, sky and outdoor

ARNALDO OURIQUE CRITICA GRA

Views: 0

O ar rarefeito da democracia açoriana
Por: Arnaldo Ourique
É o próprio Governo Regional que afirma que se vai vingar da justiça através dos açorianos de 2ª categoria porque eles agora vão infestar os açorianos de 1ª categoria. Isto não é normal. Também é anormal que se tenha encerrado as ilhas do grupo central e ocidental e que se mantenha estes nossos concidadãos sem o oxigénio da liberdade e da democracia.

See more

Image may contain: 1 person, glasses, beard and close-up
Comments
View 5 more comments

3 of 18

  • Roberto Y. Carreiro Não consegui ler mais do que 10% deste denso «naco de prosa»… para além do senhor não saber escrever, receio que ande algo baralhado. Estimo-lhe as melhoras. Sinceramente.