Freguesia açoriana da Ribeira Quente esteve 15 horas isolada devido a derrocada – Jornal Açores 9

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A única estrada de acesso à Ribeira Quente, na ilha de São Miguel, nos Açores, esteve cortada ao trânsito cerca de 15 horas, devido a uma derrocada, obrigando 50 pessoas a pernoitar num centro social. “Tivemos um grupo de aproximadamente 50 pessoas que pernoitou no Centro Social das Furnas”, revelou, em declarações à Lusa, o […]

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derrocada na ribeira quente, povoação

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Devido ao mau tempo que se fez sentir esta terça-feira, a estrada de acesso à freguesia da Ribeira Quente, na Povoação, ficou obstruída após uma derrocada de grandes dimensões.
A decorrada ocorreu ao final da tarde desta terça-feira na única via de acesso à freguesia – as equipas procedem aos trabalhos de remoção de troncos, terra e pedras para restabelecer o acesso seguro à Ribeira Quente.

sons com sentido

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Este é já hoje!
May be an image of text that says "Sons com sentido A Música que as Palavras Têm em Português Auditório Natália Correia, Fajã de Baixo Ósubalimentados do sonho! poesia para comer. Natália Correia"

Parece que logo vou cantar umas canções às 20:30 no Auditório Natália Correia, na Fajã de Baixo, a convite do coro Sintonias!
A mim juntam-se o grande Aníbal Raposo, o João Fonseca, o Fernando Melo e, é claro, a nossa mais que querida Ana Paula Andrade.

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falta de gasolina em timor

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Dificuldades no fornecimento de gasolina afetam Díli até ao fim de semana
Díli, 07 jun 2023 (Lusa) – A Autoridade Nacional de Petróleo e Minerais (ANPM) de Timor-Leste anunciou hoje que haverá dificuldades no fornecimento de gasolina à capital Díli nos próximos dias, vincando que a situação deve normalizar a partir de domingo.
“Temos problemas com o fornecimento de gasolina, desde segunda-feira, com menor disponibilidade de gasolina nos armazenamentos das duas principais infraestruturas, na Pertamina em Díli e na ETO em Hera”, disse hoje o diretor de ‘downstream’ da ANPM, Nelson de Jesus.
“O problema é apenas de disponibilidade mais reduzida. Ainda há gasolina em Timor-Leste. Não acabou, estamos com menor quantidade e estamos a trabalhar com os dois fornecedores para gerir a gasolina disponível até domingo, quando se espera que chegue o navio da ETO ao cais de Hera”, explicou.
Nelson de Jesus disse em conferência de imprensa que a ANPM está a monitorizar a situação, incluindo avaliação do comportamento dos preços no mercado, explicando que não há problemas com o diesel.
Segundo explicou, há atualmente em Díli cerca de 125 toneladas de gasolina na Pertamina e 205 toneladas na ETO, com o produto a ser distribuído para garantir o fornecimento até à chegada dos novos carregamentos.
O responsável disse que a situação pode levar a problemas em alguns postos de abastecimento – dois dos 21 postos em Díli já fecharam -, apelando aos consumidores para não acumularem gasolina desnecessariamente.
“Já vimos pessoas com bidons a comprar gasolina. Isso não é preciso. No domingo esperamos a chegada de cerca de 2.700 toneladas da ETO e na quarta-feira esperamos o carregamento da Pertamina”, notou.
Hoje eram visíveis longas filas de veículos nos vários postos de abastecimento do outro fornecedor em grande escala, a empresa timorense ETO, com indicações de alguns aumentos de preços em vários locais,
Questionado sobre a causa dos problemas de fornecimento, Nelson Silva explicou que houve problemas com o carregamento da gasolina no exterior, com longas filas.
“As empresas fornecedoras têm um plano de reabastecimento dos terminais. O problema que até agora os navios de abastecimento não chegaram porque há filas de navios no carregamento do combustível. O problema não afeta apenas Timor-Leste, mas outros países, como a Papua Nova Guiné”, explicou.
“No caso da ETO, tiveram que trocar o navio de abastecimento por problemas mecânicos numa das bombas”, notou.
Questionado pela Lusa sobre a falta de existência em Timor-Leste de reservas estratégicas de combustível, o responsável da ANPM disse que essa decisão não cabe ao regulador, explicando que seria importante que o Governo avaliasse adequadamente a questão.
“Há muitos países, não todos, que têm essas reservas estratégicas para responder a situações como estas. Isso exige aqui uma decisão do Governo, um estudo sobre se vale a pena ou não fazer isso”, disse.
ASP // VQ
Lusa/Fim
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Rosely Forganes

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açores o dia seguinte

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Bom dia humanos!
Porque é de indispensável leitura. Bravo, João Nuno
O dia seguinte
O calendário de maio assinalou o feriado oficial dos Açores, o dia da celebração da autonomia, escolhido para coincidir com a “segunda-feira da pombinha”, sob o Império do Divino Espírito Santo, uma data aparentemente consensual para o Povo Açoriano. Porém, os Açorianos sem vínculos político-partidários sentem-se afastados da autonomia e da Açorianidade. Não é culpa deles, mas do mando, pois «o fraco rei faz fraca a forte gente», e não serão mitomanias de propaganda, como a tarifa Açores a 60 euros e as comendas atribuídas em receção subserviente às tropas engalanadas e aos dignitários da República, a consolidar a autonomia e a aproximar os Açorianos. O tempo do orgulho na Nação Açoriana e na gente com comprovada obra tornou-se uma memória para exposição na Casa Museu da autonomia. Hoje, o Governo Regional escuda-se em discursos redondos, servidos num exercício exibicionista de retórica onanista, e acantona-se à função de agência de emprego para quem se preste à delação, ao vitupério e à solércia. Com despudor, nomeia para cargos de enorme responsabilidade criaturas incompetentes, cujo currículo se esgota no cartão dos partidos no poder. Prega a meritocracia democrática e exerce a cultura da mediocridade. Critica o passado e refina para pior o nepotismo, o amiguismo e o clientelismo da clique. Basta uma leitura do Jornal Oficial, por dever de ofício ou curiosidade, para comprovar o culto à trindade N.S.R. – Nomeações, Subsídios, Resoluções. A classe política, fechada no seu autismo, não repara nos descrentes. Continua em circuito fechado a pavonear-se em Santana, ou a zaragatear no «hemiciclo», sem perceber que o Povo perdeu a fé. Sem perceber que um muro invisível se ergue cada vez mais alto, que existe um poço fundo entre ela e os outros. Outros para quem não basta a noção de autonomia como mero pipeline para as verbas do Orçamento de Estado. Para quem não serve a ilusão de paraíso artificial à medida de deslumbrados turistas acidentais e de duvidosos likes e comentários laudatórios no tripadvisor. Para quem financia, com os seus impostos, observatórios para as doenças sociais, vendo-as espalhar-se à velocidade da luz sem que nada seja feito. Nos Açores, temos uma taxa estratosférica de doenças oncológicas, com uma mortalidade vexatória pelo estalão europeu ou até mesmo nacional. Algum Secretário ou responsável pelo Serviço Regional de Saúde cuidou de mandar fazer um estudo sério, diacrónico e epidemiológico do cancro, saber se resulta de causas radioativas, geológicas ou comportamentais? Ninguém sabe e ninguém quer saber. Lamentamos o recrudescimento das drogas duras, heroína e metanfetaminas para pobres. Alguém tem coragem de enfrentar o problema de frente, pôr equipas a trabalhar na rua e montar salas de consumo assistido por razões óbvias? Não. Vemos as autoridades de semblante carregado, fechadas em salões dourados, a debater tasks forces e think thanks, porque os anglicismos caem bem aos ignorantes, e vemos os polícias ocupados a apanhar uns pés de erva raquítica para autoconsumo, enquanto famílias e comunidades desabam com o flagelo das drogas sintéticas. Assistimos ao boletim diário da epidemia de pedófilos detidos pela PJ por abuso de crianças «em contexto familiar» e não só. Ninguém se interroga se se trata da ponta de um iceberg sórdido, com cifras negras ocultadas por notáveis e poderosos compadres com uma garagem farfalha para as horas de recreio.
Santificamos o turismo, mesmo que tal signifique aceitarmos visitantes a mais, adulterarmos a nossa paisagem com megaestruturas hoteleiras e veículos, destruindo a genuinidade e comprometendo o futuro ambiental destas ilhas. Sem estratégia, formação ou vencimentos adequados condenamos os filhos da terra a um horizonte reduzido a prestar vassalagem ao rebotalho low-cost da europa. Séculos de classismo a estagnar o elevador social. As elites de sempre a explorar uma economia de distribuição, numa terra que quase nada produz, no limiar do monopólio de uma mão invisível, dona disto tudo, que deixa umas sobras para manter o logro de uma economia de mercado livre.
A autonomia está flácida. Rezaram-lhe missa para cumprir calendário e, à exceção dos prelados e dos usuários do pão e do vinho da gamela do regime, foi flagrante a crise de vocações e a diminuição de crentes nos seus desígnios. Ironicamente, nas Lajes do Pico, terra de António d’Ávila Gomes, que advogou em manifesto A Independência Açoriana e o seu Fundamento. Escreveu ele, nesse panfleto editado em Angra do Heroísmo: «os esbanjamentos, as prodigalidades multiplicam-se: o povo é cada vez mais onerado, e levado até ao desespero com novas vexações e tributos; o governo, em lugar de cortar o mal pela raiz, acabando com essa falange imensa de empregados, que exaurem o tesouro, pelo contrário os aumenta e favorece: os delapidadores vivem impunes e o povo é castigado por crimes que não cometeu; a imoralidade, o egoísmo, a imprudência, a loucura campeiam por toda a parte, o pior dos males, porque se não sente: tudo anuncia a miséria que vai abismar-se num pelagra imenso de desgraças, e são os próprios filhos da terra e os que mais deviam trabalhar pela sua conservação e autonomia, que mais profundamente lhe cavam a ruína.»
Hoje, estamos a mais de um século do romantismo liberal de um António d’Ávila Gomes, insuspeito de centralismo Micaelense, como gostam de afirmar os atuais nenucos das coligações de conveniência. Também estamos materialmente em melhor situação do que há 50 anos, na alvorada da barganha autonómica graciosamente reconhecida para travar a sedição independentista, como, aliás, a generalidade do globalizado mundo sob o grande império do progresso. Porém, a autonomia está gelatinosa, presa ao corpo de um governo pesado, colada à obesidade mórbida de um regime alapado a uma dieta de engorda feita de encargos sobre uma maioria silenciosa, para proveito de uma minoria eleita por um número cada vez menor de eleitores livres da venalidade dos votos comprados. No dia seguinte ao das sopas do Divino Espírito Santo, usurpadas ao Povo para glorificar o regime, o arroz doce da sobremesa já azedou há muito, pois, apesar do progresso material, estamos, hoje, como Povo, moralmente corrompidos e espiritualmente falidos.
João Nuno Almeida e Sousa
in Açoriano Oriental de 6 de Junho de 2023
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Luisa Câmara

Sem dúvida tudo dito e bem.
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derrocada Estrada de acesso à Ribeira Quente interrompida

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Admin

May be an image of text that says 'LO ÚLTIMA HORA'
ÚLTIMA HORA || Estrada de acesso à Ribeira Quente interrompida
A estrada de acesso à Ribeira Quente, na Povoação, está obstruída devido a uma derrocada, junto ao novo semi-túnel, na única via de acesso – a freguesia está isolada.
A informação foi confirmada pela Proteção Civil que informou também que nesta altura, os meios e recursos já se encontram empenhados no local.
A Proteção Civil dos Açores atualizou para 36 as ocorrências registadas hoje nos Açores na sequência da passagem da depressão Óscar, todas na ilha de São Miguel e sem causarem danos pessoais.
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citroen futurista

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Citroën DSMCX
(se a inteligência artificial já existisse nos anos 70 do século passado esta seria a sua proposta de um familiar com design aerodinâmico e prestações de um desportivo 🙂 )
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Açoriano desenvolve investigação na área da robótica e inteligência artificial em colaboração com empresa no Reino Unido – Correio dos Açores

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