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– Os Pais de Getúlio Vargas (1º Presidene do Brazil) : Cândida Francisca e o General Manuel Vargas.
Os Vargas são originários do Arquipélago dos Açores, como a maioria das famílias povoadoras do Rio Grande do Sul que emigraram para o Brasil em busca de melhores condições de vida. In wikipedia
>> Mais em: http://pt.wikipedia.org/
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TAUTOLOGIA
E já agora sabe o que é tautologia?
É o termo usado para definir um dos vícios, e erros, mais comuns de linguagem. Consiste na repetição de uma ideia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.
O exemplo clássico é o famoso ‘ subir para cima ‘ ou o ‘ descer para baixo ‘. Mas há outros, como pode ver na lista a seguir:
–elode ligação
– acabamentofinal
– certezaabsoluta
– quantiaexacta
– nos dias 8, 9 e 10,inclusive
– juntamentecom
–expressamenteproibido
– em duas metadesiguais
– sintomasindicativos
– há anosatrás
– vereadorda cidade
–outraalternativa
– detalhesminuciosos
– a razão éporque
– anexojuntoà carta
– de sualivreescolha
– superávitpositivo
–todosforam unânimes
– conviverjunto
– factoreal
– encararde frente
– multidãode pessoas
– amanhecero dia
– criaçãonova
– retornarde novo
– empréstimotemporário
– surpresainesperada
– escolhaopcional
– planearantecipadamente
– aberturainaugural
–continua apermanecer
– aúltimaversão definitiva
–possivelmentepoderá ocorrer
– comparecerem pessoa
– gritarbem alto
– propriedadecaracterística
–demasiadamenteexcessivo
– a seu critériopessoal
– excederem muito.
Note que todas essas repetições são dispensáveis.
Por exemplo, ‘ surpresa inesperada ‘ . Existe alguma surpresa esperada? É óbvio que não.
Devemos evitar o uso das repetições desnecessárias. Fique atento às expressões que utiliza no seu dia-a-dia.
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IN DIÁLOGOS LUSÓFONOS
Intervenção na Gala da STV para a atribuição do galardão do “Melhor de Moçambique”
Pensei bastante se estaria ou não presente nesta cerimónia. A razão para essa dúvida era a seguinte: há três dias a minha família foi alvo de várias e insistentes ameaças de morte. Essas ameaças persistiram e trouxeram para toda a nossa família um clima de medo e insegurança. A intenção foi-se revelando clara, depois de muitos telefonemas anónimos: a extorsão de dinheiro. A mesma criminosa ameaça, soubemos depois, já bateu à porta de muitos cidadãos de Maputo.
Poderíamos pensar que essas intimidações se reproduzem a tal escala que acabam por se desacreditar. Mas não é possível desvalorizar este fenómeno. Porque ele sucede num momento em que, na capital do país, pessoas são raptadas a um ritmo que não pára de crescer. Esses crimes reforçam um sentimento de desamparo e desprotecção como nunca tivemos nos últimos vinte anos da nossa história.
Esses que são raptados não são os outros, são moçambicanos como qualquer outro cidadão. De cada vez que um moçambicano é raptado, é Moçambique inteiro que é raptado. E de todas as vezes, há uma parte da nossa casa que deixa de ser nossa e vai ficando nas mãos do crime. Neste confronto com forças sem rosto nem nome, todos perdemos confiança em nós mesmos, e Moçambique perde a credibilidade dos outros.
Esses sequestros estão nos cercando por dentro como se houvesse uma outra guerra civil, uma guerra que cria tanta instabilidade como uma qualquer outra acção militar, qualquer outra acção terrorista.
Este é um fenómeno que atinge uma camada socialmente diferenciada do nosso país. Mas o mesmo sentimento de medo percorre hoje, sem excepção, todos os habitantes de Maputo, pobres e ricos, homens e mulheres, velhos e crianças que são vítimas quotidianas de crimes e assaltos.
Eu falo disto, aqui e agora, porque uma cerimónia destas nos poderia desviar do que é vital na nossa nação. Não podemos esquecer que o nosso destino colectivo se decide hoje sobretudo no centro do País, nessa fronteira que separa o diálogo do belicismo. E todos nós queremos defender essa que é a conquista maior depois da independência nacional: a Paz, a Paz em todo o país, a Paz no lar de cada moçambicano.
Se invoquei a situação que se vive hoje em Maputo é porque outras guerras, mais subtis e silenciosas, podem estar a agredir Moçambique e a roubar-nos a estabilidade e que tanto nos custou conquistar.
Caros amigos
Estamos celebrando nesta Gala algo que, certamente, possui a intenção positiva de valorizar o nosso país. Mas para usufruirmos o que aqui está a ser exaltado, as melhores praias, os melhores destinos turísticos, precisamos de saber o ver o que nos cerca. Na realidade, e em rigor, o melhor de Moçambique não pode ser seleccionado em concurso. O melhor de Moçambique são os moçambicanos de todas etnias, todas as raças, todas as opções políticas e religiosas. O melhor de Moçambique é a gente trabalhadora anónima que, todos os dias, atravessa a cidade em viaturas transportados em condições que são uma ofensa à vida e à dignidade humanas.
O melhor de Moçambique são os camponeses que embalam à pressa os seus haveres para fugirem das balas. O melhor de Moçambique são os que, mesmo não tendo dinheiro, pagam subornos para não serem incomodados por agentes da ordem cuja única autoridade nasce da arrogância.
O melhor de Moçambique são os que anonimamente constroem a nação moçambicana sem tirar vantagem de serem de um partido, de uma família, de uma farda.
Os melhores de Moçambique não precisam sequer que os outros digam que são os melhores. Basta-lhe serem moçambicanos, inteiros e íntegros, basta-lhes não sujarem a sua honra com a pressa de se tornarem ricos e poderosos.
Os melhores de Moçambique não precisam de grandes discursos para acreditarem numa pátria onde se possa viver sem medo, sem guerra, sem mentira e sem ódio. Precisam, sim, de acções claras que eliminem o crime e a corrupção. Porque a par deste galardão que distingue o melhor de Moçambique há um outro galardão, invisível mas permanente, que premeia o pior de Moçambique. Todos os dias, o pior de Moçambique é premiado pela impunidade, pela cumplicidade e pelo silêncio.
Caros amigos,
Disse, no início, que hesitei em estar presente nesta gala. Mas pensei que me competia, junto com todos vocês, a obrigação de construir um evento que fosse para além das luzes e das mediáticas aparências. Nós queremos certamente que esta festa tenha uma intenção e produza uma diferença. E esta celebração só terá sentido se ela for um marco na luta pela afirmação de valores morais e princípios colectivos. Para que a nossa vida seja nossa e não do medo, para que as nossas cidades sejam nossas e não dos ladrões, para que no nosso campo se cultive comida e não a guerra, para que a riqueza do país sirva o país inteiro.
MIA COUTO
25-10-2013
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https://www.revistabula.com/790-toda-a-obra-poetica-de-fernando-pessoa-para-download/?fb_action_ids=618449971508757&fb_action_types=og.likes&fb_source=other_multiline&action_object_map=%7B%22618449971508757%22%3A285706598234968%7D&action_type_map=%7B%22618449971508757%22%3A%22og.likes%22%7D&action_ref_map=%5B%5D
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in comunidade lusófona
«O Português de Castela
São infelizmente poucos os portugueses que conhecem que a raia leste de Portugal não é exatamente uma fronteira linguística, que a fronteira política deixou em Espanha territórios bem portugueses onde a nossa fala vive em estado de depauperação.
Estou-me referindo aos concelhos espanhois de Olivença <http://olivenca.org/> e Tálega (a Olivença portuguesa) ocupados por Espanha em 1801, e que a pesar de ser mandato do tratado de Viena de 1815, o seu retorno à pátria, seguem ocupados e o português neles perseguido. Os territórios de Valência de Alcântara, Ferreira de Alcântara e Cedilho que cantou Pessoa, – e que bem se lembrou deles Afonso V ao assinar Portugal um tratado secreto com Filipe de Anjou, (neto de Luis XIV da França), intervindo Portugal a troca desses territórios, na longa guerra de sucessão em apoio do Bourbon, frente ao aspirante austríaco-; porém, obtida a vitória polo Bourbon (Filipe V da Espanha) este negou-se a cumprir o tratado –não tornando esses territórios bem portugueses a Portugal-, comportando-se assim dum jeito muito espanhol. Estão logo os territórios do vale do Xalma- concelhos espanhois de Valverde do Freixo, Sam Martim de Trevejo, e Eljas. Mais ao norte estão os concelhos de Almedilha e Calabor. Todos esses territórios são contíguos de Portugal e afastados geograficamente das falas galegas do português, ainda que a pressão do castelhano e a sua imposição, dá a estas falas uma farda muito galaica <http://www.pglingua.org/index.php?option=com_content&view=article&id=1906:o-galego-ou-a-caminhada-do-portugues-para-o-castelhano&catid=8:cronicas&Itemid=69>.
Um grupo de professores galegos membros do coletivo glu glu, realizaram um interessante filme sobre esta realidade, que pode ser adquirido na Loja on-line imperdível <http://imperdivel.net/documentarios/60-entrelinguas.html>, e que estou seguro vai ser todo um descobrimento para o público português em geral, e para entender de jeito muito mais claro que as falas galegas são parte da sua própria língua.
O documental é acompanhado com outro DVD com dados, inclui uma entrevista -de muito interesse- com um professor da universidade de Vigo – Henrique Costas-, que seguindo as teses espanholas, defende que as falas galegas não são português e por tanto algumas das falas portuguesas da raia leste e pela mesma razão -são galegas- é dizer espanholas (e não portuguesas)
A obra é uma pequena joia que vai servir para os portugueses recuperarmos algum aspecto da complexidade da nossa formação nacional, pois a fronteira do tratado de Alcanhizes não é exatamente uma fronteira linguística.
Só mais uma cousa, se o português destes territórios vive uma dura situação, onde pior está, é no mais recente território roubado de Portugal –Olivença-, onde se empregaram a fundo os espanhois com -jugo e vara- para apagar a nossa língua.
A Banhos»
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– Contrato entre o Conselheiro Carlos Eugénio Correia da Silva, representante do presidente da Sociedade Promotora da Agricultura Micaelense, e o chinês Lau-a-Teng, para serviço e preparação da cultura do chá em S. Miguel
A história da cultura do chá em S. Miguel, nos Açores, remonta ao século XIX, com a importação da planta, no primeiro quartel de 1800. O passo seguinte foi o arranque da indústria de transformação da folha a partir de 1878, ano em que a Sociedade Promotora da Agricultura Micaelense levou à ilha dois chineses de origem macaense para ensinar os rudimentos daquela arte. – Por Margarida Machado
https://www.snpcultura.org/ilha_sao_miguel_baluarte_industria_cha_europa.html
In Exposição “Chá em São Miguel, Cultura e Vivências” – Museu Carlos Machado; Texto:Margarida Machado; Fonte:http://www.snpcultura.org/
(FF) — with Apolinario Tomaz Freitas.
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retirado de diálogos lusófonos

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https://www.facebook.com/notes/crispim-costa/expuls%C3%A3o-dos-jesu%C3%ADtas-e-das-religiosas-canossianas-de-timor-em-1910/601065496606173
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Este mar não é o meu,
é o que não preferi
O meu mar é revolto,
inquieto e vivo, muito vivo.
Este mar não é o meu,
é calmo,
e não tem o cheiro
da cinza nem das rochas
negras.
Este mar não traz
os náufragos tranquilos.
Joana Félix

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www.youtube.com
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retirado de Diário Insular 15 setembro 2013
| reportagem | Hélio Vieira | |
| Fotografia | António Araújo |
A arte de Joana Félix
Escrita
de emoções
Joana Félix desde o berço que se habituou aos serões culturais em casa. Filha de Emanuel Félix, um dos mais importantes poetas açorianos, segue os trilhos da poesia.Quando ainda era criança, Joana Félix apreciava a azáfama que regularmente existia em sua casa durante os serões, em que eram convidadas figuras da cultura da Terceira ou com visitantes como Adriano Correia de Oliveira ou Carlos Paredes.
Recorda-se, também, quando o pai – Emanuel Félix, um dos maiores poetas açorianos de sempre – a cativava lendo poesia como quem conta uma história para dormir.
Com toda a ambiência cultural que fervilhava na casa da família Félix em Angra do Heroísmo, o encontro de Joana Félix com a escrita foi inevitável.
“Comecei a escrever muito cedo, tinha seis anos de idade. O meu pai encontrava coisas escritas por mim escondidas dentro de livros. No meu primeiro livro estão várias coisas que escrevi quando era criança e que foram publicadas exatamente como tinham sido feitas nessa altura”, referiu.
Os primeiros poemas de Joana Félix foram publicados em jornais como o extinto “Directo”, cuja redação ficava na mesma rua onde residida.
Desde cedo que começou a habituar-se a conviver com as comparações entre a sua escrita e a do pai, situação que, segundo confessa, nunca a incomodou.
“Sempre tive consciência da responsabilidade de escrever poesia, sendo filha de Emanuel Félix que foi um grande escritor, mas sempre procurei percorrer o meu caminho sem nunca deixar de ter em conta esse facto. Desde cedo que dei a conhecer aquilo que escrevo porque concordo com quem diz que a poesia, ou outra forma de arte, não deve estar escondida numa gaveta”, afirmou.
Apesar de a realidade em termos afetivos e geográficos da ilha estar patente na sua poesia, Joana Félix assegura que não existem limites para a sua escrita.
“Tal como acontecia com o meu pai, por vezes levanto-me a meio da noite para escrever ou fazer apontamentos de coisas que me ocorrem. Sinto necessidade de registar essas ideias que surgem de um momento para o outro”, disse.
Quando lhe perguntamos se a obra poética de Emanuel Félix não tem sido esquecida desde a sua morte em 2004, Joana Félix responde afirmativamente sem hesitar.
“Custa-me que a sua obra esteja um bocado esquecida. É óbvio que ainda existem pessoas interessadas em mantê-la viva, mas é um facto que hoje ouve-se falar pouco dela e isso entristece-me um bocadinho”, adiantou.
Numa altura em que se edita cada vez menos livros de poesia e os textos de novos autores açorianos são pouco divulgados, recorda que é importante não desistir porque “a palavra escrita é muito importante”.
Nesse sentido, Joana Félix refere que é fundamental que as pessoas que têm gosto pela escrita publiquem os seus trabalhos, até porque hoje existem muitos recursos para isso com as potencialidades que a internet tem para oferecer.
“Não me importo que ‘usem e abusem’ dos meus textos porque a arte deve ser partilhada”, referiu.
Aponta como lacuna o facto de não haver, presentemente, na Terceira, muitos espaços onde se possam realizar recitais de poesia, uma vez que poderia ser uma via para despertar o interesse das pessoas por essa e outras formas de expressão escrita.
Depois de ter editado o seu primeiro livro com o título “Palavras que eu disse”, integrou uma antologia de poesia da Chiado Editora e prepara uma nova publicação de textos.PAUSA NA PINTURA
Para além da escrita, Joana Félix tem dedicado algum do seu tempo à pintura, outra vertente da arte que também mereceu interesse do seu pai, que exerceu a sua atividade durante muitos anos na área do restauro de obras de arte.
“Tal como aconteceu com a escrita, comecei a fazer desenhos muito nova porque tinha acesso aos materiais que me pai me arranjava para pintar. O meu irmão (Emanuel Félix Júnior) era muito melhor do que eu nessa área, mas lá em casa quase toda a gente gostava de pintar”, referiu.
No entanto, confessa que nos últimos tempos a pintura tem ficado um pouco de lado, ao contrário do que acontece com a escrita.
“No desenho e na pintura, quando se fica muito tempo parado, perde-se o jeito, por isso espero voltar a essa atividade em breve até porque começo a ter saudades dos pinceis e das tintas”, afirmou.
Joana Félix admite que na sua poesia existe muito do que faz na pintura através do jogo de cores e das imagens e que as duas formas de expressão de artes se podem complementar.
A JOANA (VER CADERNO AÇORIANO Nº 20 EM
http://www.lusofonias.net/doc_download/1654-caderno-20-joana-felix.html
FOI UMA DAS AUTORAS SELECIONADAS PARA A NOVA ANTOLOGIA NO FEMININO “9 ILHAS NOVE ESCRITORAS” QUE A AAICL ESTÁ A PREPARAR PELA MÃO DE HELEMNA CHRYSTELLO E ROSÁRIO GIRÃO)
ESTEVE PRESENTE NO 117º COLÓQUIO DA LUSOFONIA LAGOA 2012 E VOLTARÁ A MARCAR PRESENÇA NO 21º EM ABRIL 2014….
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| Autor | Carsten L. Wilke(1) |
|---|---|
| Classificação Autor | Autor |
| Editora | Almedina |
| ISBN | 9789724415789 |
| Páginas | 247 |
in diálogos lusófonosOs que se exilaram e vieram a fundar, ou desenvolver, dezenas das mais dinâmicas comunidades judaicas do mundo moderno, nem por isso deixaram de reivindicar além-fronteiras a identidade contraditória de judeus do desterro de Portugal. Há mais de um século que esta história complexa e absolutamente singular apaixona estudiosos dos mais variados ramos do saber, dentro e fora de Portugal. E se hoje os aspectos parcelares de dois milênios de civilização judeo-portuguesa estão amplamente estudados, são também dos mais mal resumidos, o que explica que sejam tão mal conhecidos fora dos círculos especializados.
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Há uma linha que separa
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traz – trás

Há uma linha que separa “traz” de “trás”, mas a confusão na escrita destas palavras homófonas (que se pronunciam da mesma maneira) é relativamente frequente.
“Traz” tanto pode ser a terceira p. do singular do presente do indicativo do verbo “trazer” como uma segunda p. do singular do imperativo do mesmo verbo. Ocorre, sempre com “z”, em frases como estas: ele traz sempre uma prenda para a mãe/isso só te traz problemas/traz o cão para dentro, por favor/traz mais cervejas.
“Trás” é um advérbio de lugar, escreve-se sempre com “s”, e ocorre em frases como as seguintes: segue a tua vida e não olhes para trás/ele passou por trás do carro/ele deixou os amigos para trás/essas queixas já vêm de trás/ninguém quer andar para trás.
Também “atrás” e “detrás” se escrevem sempre com “s: está alguém atrás da árvore/ele anda atrás dela há anos/percorri o caminho de marcha atrás/tudo começou lá atrás/detrás daquela montanha, há um lago/quem será o homem por detrás da máscara?/por detrás do palco há dois camarins.