Fui ao gourmet e tramei-me! | ncultura

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Sou um tipo moderno. E chique. Muito chique. Por isso não podia deixar de entrar num restaurante gourmet da moda. Vesti um Armani que comprei num saldo dos chineses, calcei umas sapatilhas com uma virgula estampada que regateei ao ciganito da feira e esvaziei, pelo pescoço abaixo, meio frasco de Chanel dos marroquinos. E foi assim, […]

Fonte: Fui ao gourmet e tramei-me! | ncultura

prefiro a comida dos pobres a esta….

O Mundo Real: As Brutais Atrocidades Belgas na África (E o “Grande Esquecimento” – para que não se repital quaisquer que sejam os perpetradores)

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Fonte: http://www.patrialatina.com.br/as-brutais-atrocidades-belgas-na-africa-e-o-grande-esquecimento/

 

O país onde os negros tem cabelos naturalmente loiros – Geledés

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Ilhas de Salomão, país localizado no Oceano Pacífico, cerca de 10% da população nativa de pele negra, tem os cabelos naturalmente loiros

Fonte: O país onde os negros tem cabelos naturalmente loiros – Geledés

Louco é quem não sonha – Agualusa

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Utopias e distopias são poderosos exercícios de imaginação que nos ajudam a compreender os erros dos atuais modelos políticos Por José Eduardo Agualusa, do O Globo  Comemoram-se este ano os 500 anos da publicação da “Utopia”, de Thomas More. A data está a servir de pretexto para uma série de iniciativas, não apenas para lembrar More […]

Fonte: Louco é quem não sonha – Geledés

História desconhecida de Portugal: os mulatos do Sado | Página 3 de 3 | Vortex Magazine

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Parte da história de Portugal é ainda desconhecida para muitos de nós. No século XVI o vale do Sado foi povoado com escravos. Conheça os mulatos do Sado.

Fonte: História desconhecida de Portugal: os mulatos do Sado | Página 3 de 3 | Vortex Magazine

O ‘call center’ deu-me cabo da vida” – Observador

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O que fazem não é reconhecido como profissão. Mas o trabalho em “call centers”, apesar de precário, não é mais ocasional; há quem o faça há décadas. Com que consequências na saúde? Muitas. E graves.

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viajar já não é como dantes

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veja bem as inúmeras comparações entre expetativas e realidade..

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Gonzalo de Vigo, o primeiro ‘robinsón’ do Pacífico

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O mariñeiro galego fuxíu de Magallanes, conviviu 4 anos cos nativos de Guam e foi rescatado en 1526 pola nao ‘Victoria’

Fonte: Gonzalo de Vigo, o primeiro ‘robinsón’ do Pacífico

A rua mais pequena do Porto | ncultura

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A rua mais pequena do Porto tem muito poucos metros e encerra uma história muito curiosa! Quer saber onde fica?

Fonte: A rua mais pequena do Porto | ncultura

A rua mais pequena do Porto

A rua mais pequena do Porto tem muito poucos metros e encerra uma história muito curiosa! Quer saber onde fica?

Rua Afonso Martins Alho

A rua mais pequena do Porto não tem mais que 30 metros e é uma transversal entre a Rua de Mouzinho da Silveira e a Rua das Flores. Mas tem um nome curioso, ela chama-se Rua de Afonso Martins Alho. E quem era este homem?

Rua Afonso Martins Alho
Rua Afonso Martins Alho

Afonso Martins Alho esteve ligado à Administração Municipal, chegou a ser Vereador da Câmara mas foi, sobretudo, um negociador nato!

Rua Afonso Martins Alho
Rua Afonso Martins Alho

Mesmo sendo pequena, esta rua tem o nome do homem que deu origem à expressão: “fino como o alho”.

“Fino como o alho”

Diz-se que um indivíduo é “fino como o alho” ou “fino que nem um alho” se ele é muito esperto, muito sagaz e astucioso. A expressão terá sido originada pela personalidade do mercador portuense Afonso Martins Alho, que foi responsável pelo tratado de 1353, no reinado de D. Afonso IV, entre a Inglaterra e Portugal e que, pela sua sagacidade, o povo eternizou.

Rua Afonso Martins Alho
Rua Afonso Martins Alho

Segundo José Pedro de Lima-Reis no livro “Algumas notas para a história da alimentação em Portugal” (Campo das Letras), Afonso Martins Alho partiu para Inglaterra, como único emissário dos mercadores portugueses, para negociar com Eduardo III um acordo de trocas, que poderá ser considerado o primeiro tratado comercial firmado entre Portugal e Inglaterra. Uma das trocas que resultou desse entendimento terá sido referente à importação de bacalhau contra o envio de vinho verde, expedido de Viana do Castelo.

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Rentes de Carvalho: “Somos um país de medricas, de gente subserviente” – Observador

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Em duas semanas, “O Meças” já vendeu cerca de 6 mil exemplares. Depois de décadas a ser ignorado por Portugal, Rentes de Carvalho é agora um autor reconhecido. Entrevista a um escritor desconcertante.

Fonte: Rentes de Carvalho: “Somos um país de medricas, de gente subserviente” – Observador

Malaca Os irredutíveis filhos de Albuquerque

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Os portugueses chegaram há quinhentos anos a Malaca. A diáspora lusitana subsiste, com inusitado fulgor e entusiasmo, num pequeno bairro piscatório malaio, onde se luta pela manutenção da cultura portuguesa. Hoje e sempre.

Fonte: Malaca Os irredutíveis filhos de Albuquerque

PROTESTO DE UM CIDADÃO DA LOMBA DA MAIA S MIGUEL AÇORES

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Lomba da maia março 2016
Ex.mo Senhor Diretor

Terá de morrer alguém numa derrocada na estrada da Maia para a Lombinha da Maia em São Miguel para haver obras?
Terá de haver uma derrocada catastrófica na estrada da Maia para a Lombinha da Maia em São Miguel para haver obras?
Terá a cor política da Junta de Freguesia e da Câmara algo a ver com os “estudos” que alegadamente estão a ser feitos para haver obras na estrada da Maia para a Lombinha da Maia em São Miguel?
A estrada ficou cortada depois das derrocadas de dezembro, com enormes inconvenientes para centenas de moradores da costa norte.
Os transportes privados, os públicos, incluindo os transportes escolares, fazem desvios morosos por Calços da Maia, Gorreana e São Brás em estradas que não foram feitas para tal movimento e depois de meses de a estrada ter estado cortada à circulação entre a Lombinha e a Maia, nem um só trabalhador apareceu no horizonte num dos troços mais perigosos das estradas públicas regionais na costa norte.
Está em estudo, ao que dizem, a intervenção camarária e os transportes pesados estão proibidos de acederem aquele ramal, enquanto os ligeiros que por ali passam correm riscos enormes e desnecessários. A falta de sedimentação das perigosas arribas após as derrocadas de dezembro pode nem precisar de mais chuvadas para causar novo desmoronamento…
Porque esperam então as entidades responsáveis para fazerem obras que há muito se impunham? Se houver uma tragédia, do dia para a noite surgirão máquinas e trabalhadores e estudos?
Aqui deixo a pergunta a quem de direito como cidadão residente na costa norte a quem foi coartado o acesso direto entre a Lombinha e a Maia.
Ao fim de três meses continuo à espera do início das obras céleres para darem segurança aquele troço bem movimentado da estrada.
Com os melhores cumprimentos

CARTÃO DE CIDADÃO 0981003 – RESIDENTE NA LOMBA DA MAIA DESDE 2005
J. CHRYS CHRYSTELLO