SUDÃO, DARFUR GENOCÍDIO SEM TESTEMUNHAS

Views: 0

Queridos amigos e amigas,
Neste momento, o Sudão é o inferno na Terra.

Um exército genocida está violentando e massacrando milhares de pessoas. Há evidências da existência de crianças-soldado, lutando e morrendo, enquanto valas comuns acumulam corpos no deserto.

Agora a capital da região de Darfur está sob ataque, com quase um milhão de refugiados sem poder deixar a cidade. Os especialistas se referem ao local como um matadouro.

Essas atrocidades indescritíveis ocorrem em meio a um blecaute quase total de informações. O Sudão derrubou a Internet, prendeu repórteres locais e impede a entrada de jornalistas estrangeiros — o que significa que há muito pouca cobertura da mídia ou pressão sobre os governos.

Mas um pequeno grupo de investigadores de crimes de guerra conseguiu quebrar o bloqueio, usando uma combinação pioneira de imagens de satélite e relatos de testemunhas para documentar a violência alarmante. O projeto já gerou grandes reportagens e intervenções do governo, ajudando a desencadear sanções contra os senhores de guerra mais cruéis.

Com o ataque em Darfur em curso, esse trabalho é mais necessário do que nunca — mas precisa urgentemente de financiamento para continuar.

Se um número suficiente de pessoas contribuir, poderemos apoiar esse projeto crucial, financiar investigações e fazer campanhas e ações de pressão política. Juntos e juntas, podemos fornecer a jornalistas, governos e promotorias de justiça as evidências que eles precisam para mobilizar ações urgentes. Você também estará fortalecendo as campanhas da Avaaz de defesa dos direitos humanos em todo o mundo.

Vamos nos solidarizar com as famílias aterrorizadas que estão no meio do fogo cruzado — doe o que puder agora para ajudar a pôr fim ao sofrimento silencioso no Sudão:

VOU DOAR $2
VOU DOAR $3
VOU DOAR $6
VOU DOAR $12
VOU DOAR $24
A Avaaz já ajudou a romper o silêncio diante de massacres de civis na Síria, no Iêmen e na Ucrânia. Agora precisamos fazer o mesmo no Sudão, para podermos realmente dizer: nunca mais.

Com grande esperança e determinação,

Camille, Bert, Kaitlin, Will, John, Marigona, Shayna, Mike, Andrea, João e todo o time da Avaaz

PS: Essa pode ser sua primeira doação para nosso movimento. E que primeira doação!! Você sabia que a Avaaz se sustenta totalmente com pequenas doações de membros da comunidade como você? É por isso que somos totalmente independentes, ágeis e eficazes. Junte-se a mais de 1 milhão de pessoas que doaram para tornar a Avaaz uma verdadeira força do bem no mundo.

Observação: Os membros da Avaaz ajudaram diretamente a financiar alguns dos relatórios mencionados neste e-mail. A cobertura incluiu os seguintes veículos: BBC, Al Jazeera, The Economist, Reuters, Washington Post, New York Times, Wall Street Journal, NBC, The Guardian, Der Spiegel, Foreign Policy, Refugees International, Global Centre for the Responsibility to Protect, Human Rights Watch, The Globe and Mail, The New Humanitarian, Libération, Le Point, PassBlue, The New Arab, Sudan Tribune, Ayin, entre outros.

Mais informações:

  1. Sudão poderá ter a maior crise de deslocamento do mundo, diz agência da ONU (CNN)
  2. A guerra que mata mais que a da Ucrânia (BBC)
  3. Entenda como a crise em Darfur se tornou humanitária e de direitos humanos (ONU)
  4. Sudão: Declarada zona de catástrofe no Darfur (DW)
A Avaaz é uma rede de campanhas global de 70 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas nacionais e internacionais. (“Avaaz” significa “voz” e “canção” em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 18 países de 6 continentes, operando em 17 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter.
Você se tornou membro do movimento Avaaz e começou a receber estes emails quando assinou a campanha “Community Petitions Site” no dia 2018-09-02 usando o seguinte endereço de email: chrys@lusofonias.net.

Para garantir que as mensagens da Avaaz cheguem à sua caixa de entrada, por favor adicione avaaz@avaaz.org à sua lista de contatos. Para mudar o seu endereço de email, opções de idioma ou outras informações pessoais, entre em contato conosco, ou clique aqui para se descadastrar.

Para entrar em contato com a Avaaz, não responda este email, escreva para nós no link www.avaaz.org/po/contact.
27 Union Square West
Suite 500
New York, NY 10003

espelho, reversos horizontais

Views: 3

here’s a picture of a man lying down; a horizontal man:

You’ll notice that he’s wearing a black shoe on the foot closest to you, and a brown shoe on the foot farthest away from you (I’m deliberately not using the words “right” and “left”). He is also wearing an eye patch on the eye farthest away from you, but you can’t see that. Now let’s put a full-length mirror behind him, and examine the reflection:

The first thing to notice is that the mirror has not reversed things horizontally: the feet are still on the left of the picture and the head is still on the right. The next thing to notice is that it hasn’t reversed the image vertically either. The most important thing to notice is that (as far as the virtual man in the mirror is concerned) the brown shoe is now on the foot closest to you, and the black shoe is on the foot farthest away from you. Also, the eye patch is on the eye closest to you as opposed to the eye you can’t see. Does it now become clear? The mirror doesn’t reverse things horizontally (it may seem to, but that’s an illusion). It makes things that were on the back of the object that’s being reflected appear to be on the front. And vice versa.

Why, if you stand upright and look in a full length mirror, do you have the impression that your image has been horizontally reversed? Well, if you were to stand in front of a person, and they had a wrist watch on their left wrist, you’d have to move your eyes rightwards and downwards to see it. If you were standing behind them, you’d have to move your eyes leftwards and downwards to see it. If the features on the front of their body were somehow visible from the back, you’d still have to move your eyes leftwards and downwards to see the watch. That’s what the mirror does for you – shows you what’s on the front of the body without turning it round.

Why, if you write some text on a piece of paper and hold it up in front of the mirror, does the image of the text look horizontally reversed? That’s the equivalent of writing the text on something transparent – a sheet of glass, say – and then looking at it through the back of the sheet. All the letters are the wrong way round, and the word and letter order is backwards. Once again, the mirror is showing you what’s on the front of the object, as if you were looking through it.

EDIT: Many many thanks to the 158 thousand people who’ve read this piece since I posted it three and a half months ago, and to the 600 people who’ve upvoted it. A couple of people have reprimanded me for concocting the pictures (which I did, of course). So, as an answer to that criticism, here’s a photo I took today. A doll which I purchased from a charity shop (male equivalent of a Barbie); brown & black shoes; eye patch; reflection in a mirror:

I think that answers the question “Would this work if it was a real photo?”

(Why didn’t I get hold of a male model, 2 pairs of shoes, a full-length mirror & an eye-patch? ‘Cos I’m not made of money).

Upvote

1K
100
11

França Empurrar a extrema direita com a barriga

Views: 1

Empurrar a extrema direita com a barriga

Edição por Ana Maria Pimentel

Era uma vez um homem, em França, que conseguiu conter Le Pen. Quis debater com ela, enfrentou-a, desmascarou as suas soluções populistas e a falta de “liberté, égalité, fraternité”. Mas isso foi na altura das presidenciais, agora nas legislativas Macron é presidente e não há ninguém do centro, nem da esquerda, para fazer esse trabalho.

E depois de o partido de extrema-direita de Jordan Bardella e Marine Le Pen, União Nacional (Rassemblement National), ter ontem ficado à frente na primeira volta das eleições legislativas, em França, com 33,15% dos votos, a Nova Frente Popular, de esquerda, ter ficado em segundo lugar com 28.14%. E a coligação centrista de Emmanuel Macron ter ficado pelos 21.27%. O presidente francês, Emmanuel Macron, decidiu convocar uma aliança “ampla” contra a extrema-direita.

“Contra o RN (sigla em francês) , chegou o momento de uma aliança ampla, claramente democrática e republicana, para a segunda volta”, garantiu Macron numa declaração por escrito, na qual destaca que a “alta participação” nos comícios é uma prova de um “desejo de esclarecer a situação política” no país.

Já depois deste anúncio, ainda ontem, os dirigentes da Nova Frente Popular Jean-Luc Mélenchon e Olivier Faure anunciaram que vão retirar as suas candidaturas nas circunscrições em que ficaram em terceiro lugar e onde existe risco de ganhar a extrema-direita francesa.

Entre a extrema-direita e a parede, o presidente francês, Emmanuel Macron, apresentou o adiantamento das eleições como uma forma de tentar conter a extrema-direita, porém os resultados da primeira volta indicam uma aposta perdida e um final de mandato enfraquecido, além de uma imagem a ser reconstruída, pode dizer-se que está a tentar empurrar a extrema direita com a barriga. Mas ela está muito pesada.

Além de Macron, preocupados estão os franceses que não votaram em Bardella e foram milhares os apoiantes da coligação de esquerda que se manifestaram hoje em Paris contra a extrema-direita, com várias alusões aos anos 1940, pedindo ao Presidente francês que clarifique a sua posição e apele sem ambiguidades a uma “frente republicana”.

 Author Anthony Barcellos has died at age 72 – Sacramento, CAPortuguese American Journal

Views: 1

Portuguese American author, Anthony Barcellos, has died at age 72 at the Mercy San Juan Medical Center in Sacramento, California, due to complications following a hemorrhagic stroke. Born in 1951, with roots on Terceira Island,

Source: | Community | Author Anthony Barcellos has died at age 72 – Sacramento, CAPortuguese American Journal

Se pudessem escolher apenas uma classificativa para correr, qual seria?

Views: 0

May be an image of 3 people, helicopter and crater
É apenas uma curiosidade, mas não deixa de ser sintomática. No pré-Rali da Polónia, em que os pilotos do Mundial respondem a perguntas dos adeptos, houve uma bastante curiosa: “Se pudessem escolher apenas uma classificativa para correr, qual seria?” “Se só pudessem escolher um?” Troço das ‘Sete Cidades’…
Like

Comment
Send
Share

a mais antiga cultura

Views: 0

Murdo518

Follow
DNA evidence confirms that Australia’s indigenous culture is one of the most ancient in the world, tracing their origins back to Africa. The first genome sequence of an Aboriginal person reveals that they left Africa around 60,000 – 75,000 years ago. This genetic study highlights that Aborigines are descendants of the first humans to migrate out of Africa, suggesting they may possess the oldest continuous culture on Earth.
Indigenous Australians were the first modern humans to navigate an unexplored region of Asia and Australia, according to Professor Eske Willerslev of the University of Copenhagen, who led the study. “Their journey was truly remarkable, requiring exceptional survival skills and courage,” he says. This discovery was made possible by analyzing a century-old lock of hair given to an anthropologist by an Aboriginal man, leading to insights about the ancestors of Aboriginal Australians.
May be an image of 1 person
All reactions:

908

36
115
Like

 

Comment
Share

Morreu Manuel Cargaleiro, aos 97 anos. Presidente destaca um artista que “nunca deixou o cosmopolitismo significar desenraizamento” – Expresso

Views: 1

O anúncio foi feito pelo Presidente da República numa nota de pesar “pela morte de Mestre Cargaleiro”. Na despedida, Marcelo lembra o último encontro com o artista, há semanas, em Lisboa, destacando o ceramista e pintor, “mas também desenhador, gravador e escultor” que deixa “a sua assinatura em igrejas, jardins ou estações de metro, e em inúmeras peças”

Source: Morreu Manuel Cargaleiro, aos 97 anos. Presidente destaca um artista que “nunca deixou o cosmopolitismo significar desenraizamento” – Expresso