Expresso | Pedra descoberta em Gales sugere que Stonehenge foi monumento reconstruído

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Uma equipa de arqueólogos desenterrou em Waun Mawn uma rocha com um diâmetro idêntico à vala que circunda Stonehenge. Os investigadores acreditam que foi deste local que saíram as rochas que compõem o conhecido monumento, transportadas quase 300 quilómetros como parte de um movimento migratório

Source: Expresso | Pedra descoberta em Gales sugere que Stonehenge foi monumento reconstruído

A NOSSA QUERIDA Piki Pereira música Timor

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A

Uma Timor – Salurik

juntou

Piki Pereira

,

Mintó Deus

, Niku Fingers, Fátima Guterres, Abe Barreto e mais algumas músicas do Cancioneiro Nacional e… UM NOVO CD

Fique com este pequeno exemplo…

EM PORTUGAL EPIDEMIOLOGISTAS “ENCARTADOS” = 0

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A CAUSA DAS COISAS
Sabem quantos epidemiologistas tem Portugal? Zero. Népia. Nem um.
É assim que começa o 1º post de hoje da JAD.
Pode ter dormido mal, ou quem sabe com os pés de fora, mas com algum treino, talvez perceba o efeito do “boomerang”
Não sei se o Marco Paulo teria pensado na Joana Amaral quando lançou a sua música “Joana”!!!
Desconheço também se a expressão “isto não é da Joana”, poderá ter tido influência na renitente capacidade da JAD de tender a correr para o abismo, quando o precipício intelectual está perto.
Não faço a mínima ideia se negar evidências, fazem parte de alguma área da psicologia.
Sabendo que pouco ou nada sei, sei que o contraditório pode ser penoso, se os fundamentos forem falaciosas, são coisas que se aprendem num qualquer semestre de Direito.
A JAD cerra os punhos, faz um grande “chinfrim” porque “aqui-del-rei” o Polígrafo, esses malvados, ousaram considerar que as afirmações da Joaninha eram Fakes, (querem lá ver isto)!
É assim, que 20 anos de estudos sobre epidemiologia em Portugal, porque da Robéula a JAD nunca tinha ouvido falar… são mandados “às urtigas”, porque a Joaninha bate o pé, faz birrinha e com as certezas de quem se fartou de ler compêndios massudos sobre epidemiologia, de horas a queimar pestanas ao calor da lareira, resolveu apagar do SNS o Instituto Ricardo Jorge e não só, aquilo que a maioria de nós pode constatar via net.
O Departamento de Epidemiologia da Univ do Porto, tem um sólido histórico de produção de pesquisa científica, incluindo artigos de pesquisa em periódicos internacionais com revisão por pares, bem como teses de doutorado e mestrado;que fazem parte de várias redes internacionais de investigação dentro e fora da Europa não conta para as contas da JAD, ou seja: Para a JAD o que não é sabido, não é lembrado? Será isso?
Como se não bastasse, parece que ainda existe uma tal de APE, que ao que sabemos, (excluindo os que não querem saber), denominada ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EPIDEMIOLOGIA“ , criada em 1988, já a Joaninha tinha uns anitos, ao que julgo.
Supostamente, as férias na Madeira não foram retemperantes, a fazer fé na reacção da JAD !
– Conclusão da Joana:
EXISTEM ZERO EPIDEMIOLOGISTAS EM PORTUGAL E O POLÍGRAFO É FAKE NEWS ( e já não é a primeira vez…). Por fim, a ironia suprema é que a Maria Leonor Gaspar que redigiu este pedaço de lixo é uma estagiária. Pois, pois é, parece que também faltam algumas credenciais profissionais por aquelas bandas. Seja como for, e como considero que mora aqui não apenas Fake News como Má-fé, que atinge o meu bom nome e se trata de um velhaco ataque à minha credibilidade e à minha actividade profissional, vou prosseguir com uma queixa para a Entidade Reguladora da Comunicação Social e exigir Direito de Resposta.
NB: se a Joana tivesse falado comigo antes de ir para a Madeira, eu teria inequivocamente sugerido…”as Maldivas”!
OBS: apropriei-me dos links de Scimed – Ciência Baseada na Evidência e construí a minha narrativa.
May be an image of 1 person and text that says "10:12 WhatsApp - poligrafo.sapo.pt Polígrafo EMENU Joana Amaral Dias: "Em Portugal existem zero epidemiologistas". Confirma-se? Maria Leonor Gaspar fev 2021 18:00 FALSO ESTÁ EM CAUSA? A psicóloga e antiga deputada do Bloco de Esquerda publicou dois "tweets" alegando que em Portugal não existe um único epidemiologista, baseando-se numa suposta tabela do Instituto Nacional de Estatística (INE) com o número de médicos por cada especialidade ou competência no país. Verdade ou falsidade?"

Sabem quantos epidemiologistas tem Portugal? Zero. Népia. Nem um. Foi isto que escrevi há uns dias no twitter, juntando a tabela do Instituto Nacional de Estatística demonstrando que há X especialistas em Anatomia Patológica, Y Endocrionologistas, N Pediatras e ZERO Epidemiologistas. ZERO. Claro que esta minha publicação gerou polémica porque, súbito, inopinadamente, em Portugal surgiram de um dia para o outro X+Y+N epidemiologistas que desfilam nas televisões, investidos do seu poder da autoridade. E o pessoal, como é natural, acredita. Aliás, foi este fenómeno de mais epidemiologistas que cogumelos que me chamou a atenção, que estranhei, e me levou a procurar informação. O

Pedro Almeida Vieira

, lesto como é, até já tinha feito mais este TPC. Adiante.

De facto, não há epidemiologistas em Portugal, por muito que a comunicação social assim os titule ou eles se auto-designem. Todavia, o Polígrafo decidiu classificar a minha afirmação como falsa. Pois é. Há uns dias, uma jornalista mandou-me sms a perguntar onde tinha eu obtido a informação (embora o link para a tabela do INE também estivesse no meu twitter), eu respondi-lhe, a senhora nunca agradeceu sequer e ontem a decidiu o seu veredicto. Ora bem- com base em quê?
A dita jornalista foi consultar Elisabete Ramos, presidente da Direção da Associação Portuguesa de Epidemiologia (APE) que explicou ao Polígrafo (como se pode ler) que “Em Portugal, a Epidemiologia não está reconhecida enquanto profissão .” Mais se acrescenta que “Relativamente ao número de médicos especialistas em Epidemiologia em Portugal, Ramos indica que “o processo para atribuição da competência em Epidemiologia na Ordem dos Médicos iniciou-se no final na década de 1990, num processo relativo a seis médicos que não chegou a ser concluído e, por essa razão, não há nenhum com a competência formalmente atribuída”. Repito. NÂO HÁ NENHUM COM COMPETÊNCIA FORMALMENTE ATRIBUÍDA. Ou seja, não há epidemiologistas em Portugal. Portanto, a Ordem dos Médicos diz que não há, o INE diz que não há e como é que a autora deste vaticínio conclui que a minha publicação é falsa? Ora bem, como a especialidade não existe no nosso país, na melhor das hipóteses, (e como também explica a presidente da APE) fazem-se mestrados ou doutoramentos e, como a própria refere: “há diversas profissões que podem exercer funções nesta área, como médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos ou matemáticos”. Mas, meus amigos, como é evidente, um matemático que faça um doutoramento em BioMedicina não é médico e um psicólogo que faça um mestrado em epidemiologia não é epidemiologista, ok? Além de que, muito supostos epidemiologistas que pululam nas TV’S nem isso têm. Mas há mais. E pior. Então, como referido, e não havendo a especialidade de epidemiologia em Portugal, é esta associação que reconhece a profissão. Só que, evidentemente, não é por existir uma associação de Epidemiologia que faz com que passem a existir epidemiologistas. Não é por haver uma associação de astronautas em Portugal que leva a que tenhamos astronautas. Não é por se fazer uma associação de Heckelfone no nosso país com 300 associados que passamos a ter 300 Heckelfonistas. Como se não bastasse, os estatutos desta Associação de Epidemiologia permite que, na pratica, quase qualquer pessoa se possa intitular de epidemiologista (o artigo 6º do capítulo 2 abre a porta a tudo, estudantes, técnicos, outras associações). Conclusão: EXISTEM ZERO EPIDEMIOLOGISTAS EM PORTUGAL E O POLÍGRAFO É FAKE NEWS ( e já não é a primeira vez…). Por fim, a ironia suprema é que a Maria Leonor Gaspar que redigiu este pedaço de lixo é uma estagiária. Pois, pois é, parece que também faltam algumas credenciais profissionais por aquelas bandas. Seja como for, e como considero que mora aqui não apenas Fake News como Má-fé, que atinge o meu bom nome e se trata de um velhaco ataque à minha credibilidade e à minha actividade profissional, vou prosseguir com uma queixa para a Entidade Reguladora da Comunicação Social e exigir Direito de Resposta. Pelo menos e para começar. Por fim, deixem-me que vos diga que a covid pôs a nu aquilo que já sabíamos há muito: o jornalismo em Portugal está infectado. O regime segue doente. Caso para perguntar: “ Sabem quantos democratas existem em Portugal?”
(Nos comentários encontram a tabela e o link para o INE, o link para os estatutos da referida associação, o screen shot da sms trocada com a pseudo-jornalista, o screen shot do estado da sua carteira profissional. Não faço link para o jornalixo do Polígrafo porque não o terão à minha custa, mas ide lá ver se quiserdes.)
Bom dia para vocês ☀️
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PROTEÇÃO INCOMPLETA CONTRA covid (FALTA A VISEIRA)

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proteção contra a Covid-19.
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em memória de MADURO DIAS

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MADURO DIAS UM NOTÁVEL AÇORIANO
RECORDANDO FRANCISCO COELHO MADURO DIAS
Francisco Coelho Maduro Dias nasceu a 12 de Fevereiro de 1904 em Angra do Heroísmo, cidade onde faleceu a 21 de Dezembro de 1986.
Cedo começou a colaborar em jornais e aos 17 anos publicou o seu primeiro livro de poemas “Quadras para o povo” (1921). Além de poeta, foi professor, pintor, escultor, desenhador, cenógrafo e também um homem do teatro.
Estudou Belas-Artes em Lisboa e aí conheceu artistas como Armando de Lucena que foi seu mestre, Abel Manta, Jorge Barradas, Rui Gameiro, entre outros. Ainda na capital colaborou no Pavilhão Português para a Exposição de Sevilha.
No regresso a Angra do Heroísmo, a sua intervenção foi deixando marcas na Ilha Terceira, graças à multiplicidade dos seus atributos artísticos. Desde logo na encenação da opereta Água Corrente, com estreia em 1928 e na organização de eventos, nomeadamente a Exposição de 1934 e a Exposição do Esforço do Emigrante Açoriano em 1940. No domínio da escultura concebeu a medalha da Sociedade Afonso Chaves (1934) e, entre outras, a Memória e o Cruzeiro alusivos à Restauração de 1640 respetivamente na Praia da Vitória e no Pico Matias Simão (1940).
Maduro Dias foi um dos membros fundadores e colaborador do Instituto Histórico da Ilha Terceira (1942) e do Rádio Clube de Angra (1946). Foi sócio de múltiplas organizações culturais e sociais, tendo colaborado em ilustrações para jornais e capas de livros, cartazes para filmes e festas, bem como trabalhos de cenografia e ornamentação quer para espetáculos, quer para outros eventos que animavam a sociedade angrense e terceirense.
Entre 1961 e 1985 foi convidado a desenvolver ensino artístico no destacamento americano da Base das Lajes (Clube de Oficiais), onde realizou várias exposições.
Ao longo da sua vida manteve uma amizade marcante com o pintor também terceirense António Dacosta. Ambos criaram retratos um do outro, como é o caso do Retrato de Maduro Dias (1936), carvão sobre papel, “esboço” que serviu para um óleo de maior ambição (1937) documentado pela Fundação C. Gulbenkian.
Angra do Heroísmo recebeu diversas pinturas da autoria do Mestre Maduro Dias com destaque para: O Sonho do Infante (1949), no Salão Nobre dos Paços da Junta Geral, actual Secretaria Regional da Educação e Cultura; o retrato a óleo Infante D. Henrique (1962) no Palácio dos Capitães-Generais; o retrato a óleo de Luís Ribeiro (1955-1957) no Museu de Angra do Heroísmo; e os Painéis (1961) que humanizaram a Pediatria do 5º Piso do então Hospital Regional de Angra do Heroísmo, entretanto desaparecidos.
Entre 1921 e 1985 publica diversas obras entre poemas e sonetos, tais como Em nome de Deus começo (1929) em colaboração com Correia de Melo, Sonetos de Esperança e de Sonho (1941), Vejo sempre mar em roda (1963) e em 1985 o livro de poemas que reúne Melodia Íntima e Poemas de Eiramá. Além de trabalhos dispersos na revista Atlântida e no suplemento “Letras e Artes” do Diário Insular.
Um dos trabalhos mais marcantes da sua vida no domínio das intervenções urbanas foi provavelmente o empedrado da Praça Velha, após o seu regresso de Lisboa. Concluído em 1930 e inspirado no desenho de uma manta regional terceirense, a solução artística concebida seria motivo de manifestações de desagrado e acesas polémicas. De tal modo que alguns elementos foram discretamente substituídos anos mais tarde.
Recorda-se ainda, no âmbito das inúmeras colaborações que o artista sempre emprestou à sua cidade, ter Maduro Dias ensaiado, entre tantas outras, a peça de Teatro “O Processo de Jesus”, de Diegi Fabbri, levada à cena pelos alunos finalistas do Liceu Nacional de Angra do Heroísmo (1961). De notar que esta peça, três anos antes, abriu a época do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa.
Quando faleceu, Augusto Gomes recorda-o assim: Como prosador, Maduro Dias deu-nos as mais belas páginas da literatura açórica, numa realização estética, das mais seguras e acabadas, tal como nas outras manifestações artísticas em que se entregava de alma e coração (revista Ilha Terceira, Dezembro de 1986).
A sua obra mereceu reconhecimento, tendo sido feito Cavaleiro da Ordem Militar de Santiago da Espada (14 de Junho de 1950), recebido o Prémio literário, na modalidade prosa, nos Jogos Florais (1925), a Violeta de Oiro nos Jogos Florais realizados pela Emissora Nacional (1939) e, em 2004, agraciado com a Medalha de Honra do Município.
Pode-se afirmar com justeza que Maduro Dias foi uma personalidade relevante no panorama cultural da sua ilha e dos Açores.
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Maria Meneses

MADURO DIAS RECORDADO PELO SEU FILHO
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MADURO DIAS E OS PAINÉIS DA PEDIATRIA DO HOSPITAL DE ANGRA
Notas sobre uma obra perdida
Antes de mais agradeço, sensibilizado, a recordação que a Casa dos Açores, em Lisboa, decidiu fazer de meu pai, nascido a 12 de Fevereiro de 1904, e deixo aqui, como colaboração, a memória possível de uma obra dele, interessantíssima, por várias razões, mas de que não conheço qualquer fotografia, reprodução ou apontamento desenhado.
Trata-se do conjunto de pinturas murais, ou painéis, se os entendermos assim, executados nas paredes de uma sala da Pediatria, no 5º piso do novíssimo Hospital de Santo Espírito, inaugurado em 1961, em Angra do Heroísmo.
Comecemos por referir que a Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo tinha, desde meados do século XIX, o seu Hospital de Santo Espírito instalado no antigo Convento da Conceição, à Guarita, na parte alta da cidade de Angra do Heroísmo. Em meados do século XX já não conseguia desempenhar as suas funções.
Surgiu, então, um novo edifício, de desenho absolutamente contemporâneo, com cinco pisos e os únicos elevadores da ilha, à época, preâmbulo premonitório, em Angra, segundo o desejo de vários na ilha, da tendência das novas cidades para os arranha céus.
O diretor da Escola Industrial e Comercial de Angra do Heroísmo era o engenheiro Rodrigues Teixeira que, ali, fazia tirocínio para professor metodólogo do Liceu Pedro Nunes. Interessava-lhe curriculum e, ao Ministério das Obras Públicas, Direção Geral das
Construções Hospitalares, interessava um técnico capaz de exercer as funções de fiscal que acompanhasse a obra. 
O convite e a aceitação surgiram, assim, naturalmente.
Meu pai, por outro lado, deixara de estar ligado, em 1960, à dita Escola, onde lecionara e desempenhara diversas outras funções, durante décadas. Ele e Rodrigues Teixeira, ambos senhores de personalidades fortes, haviam-se afastado de relações profissionais estreitas, como forma de preservar alguma amizade e o respeito mútuo.
Rodrigues Teixeira decidiu que a Sala da Pediatria, onde as crianças permaneciam, quando internadas ou em convalescença antes da alta, devia ter um aspeto novo e diferente. Em conversa com meu pai acabou por contratá-lo, dando-lhe carta branca para decorar a sala e torná-la acolhedora.
Em 1961 eu tinha uns 7 para 8 anos e aquilo que vos deixo aqui são as minhas memórias de um deslumbramento de criança ao visitar, de mão dada com minha mãe, um pai muito maior que eu, que, no cimo de um escadote de madeira, estava a colorir as paredes de uma sala e a preenchê-las com formas, letras e outras coisas.
Tudo estava cheio de cores claras, agradáveis à vista, suponho que entre o azulado, o rosa e o amarelo suave. Por cima dessa base, digamos assim, havia triângulos, quadrados, circunferências, pirâmides, esferas, cubos, cilindros. Pequenas e grandes, maiúsculas e minúsculas, de imprensa ou cursivas, havia também letras, espalhadas, às vezes tortas.
De três rumos tenho ideia clara: não eram muitas as coisas, deixando espaço de descanso ao olhar, entre umas e outras; as cores eram vivas, mas não berrantes, agradáveis, embalando a visão e prendendo; tudo aquilo como que saltitava, mas sem frenesim, dando uma permanente sensação de calma e repouso.
Explicando à minha mãe, que me segurava a mão, mas não o olhar, lembro-me, apenas, de pedaços de frases como “os pequenos, coitados, estão aqui, às vezes dias. Tinha que os alegrar.” Ou “não pintei muitas coisas, mas as mães sempre vão poder aproveitar as que aqui estão para falar das cores, das formas geométricas, das letras. Dão alguma distração.”
Quando, anos depois, a Pediatria foi mudada de posição dentro do Hospital de Angra, acho que resolveram, simplesmente, pintar as paredes e fazer desaparecer tudo.
Percebendo que um hospital é uma estrutura em permanente adaptação e evolução, a única queixa que tenho é de não ter nenhuma fotografia ou apontamento deste trabalho dele, para além da minha memória de menino, naturalmente falível.
É que se estava nos anos sessenta do século XX, quando estas ideias e preocupações com o conforto infantil, em ambiente hospitalar, ainda eram, mesmo, muito novidade. Acredito que esta foi uma realização muito interessante, a julgar pela marca que deixou em mim, a ponto de me recordar mais das paredes coloridas que da conversa, e que merece ser recordada e arquivada, pelo menos desta forma.
Obrigado à Casa dos Açores por esta oportunidade e ocasião.
Francisco dos Reis Maduro-Dias
NOTA DA CAL: Nota: Gostaríamos de colaborar, visando encontrar algum elemento, fotográfico ou outro, relativo aos painéis/pinturas da autoria de Francisco Coelho Maduro Dias, os quais ajudaram a humanizar as paredes da Pediatria, no 5º Piso do Hospital de Angra do Heroísmo, nos anos 60.
Se souber, contacte-nos!
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património ao abandono

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Esta é uma das duas locomotivas a vapor ainda existentes, quse já inexistentes. Serviram para construir o Porto de Ponta Delgada e serviram para construir a actual Avenida litoral. Se estas duas locomotivas fosse,m coisas sem valor numa outra qualquer ilha dos Açores já estariam recuperadas e tinham associações de protectores. Este não é um postbairrista, é uma cosntactação de facto.
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You, Roberto Y. Carreiro, Pilar Melo Antunes and 14 others
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  • Aos anos que se chama atenção a esses belos veículos que tem tudo a ver com a nossa vida do século XIX. Foi um grande feito
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    • 18 m
  • São um património a recuperar e valorizar, sem dúvida. A perder-se não será por falta de aviso
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    • 14 m
  • Mais uma peça importante do nosso património a preservar e com grande interesse histórico, fundamental para explicar a construção do Porto de Ponta Delgada.
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    • 12 m
  • Aguarela do

    Sidónio Gonçalves
    May be art of outdoors
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    • 7 m
  • Da a sensação de ainda estarem no activo, uma vez que continuamos a velocidade das máquinas a vapor…

a IA (AI) a falhar redondamente:Facebook considerou vacas a pastar demasiado sensuais

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Um erro no algoritmo da rede social fez com que várias fotografias de Mike Hall fossem rejeitadas. O fotógrafo acabou por ser banido da área de anunciantes.

Source: Facebook considerou vacas a pastar demasiado sensuais

Confinamento adia exames nacionais para julho e setembro – ECO

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Os exames nacionais da primeira fase serão em julho e os da segunda fase em setembro. Já as provas de aferição de Educação Física e de Expressões Artísticas foram canceladas.

Source: Confinamento adia exames nacionais para julho e setembro – ECO