9 CASTELOS QUE NINGUÉM QUER COMPRAR

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Ribeira Grande – Capital do Surf “pode ser uma importante alavanca na retoma do turismo” – NO Revista

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Alexandre Gaudêncio, presidente da Câmara da Ribeira Grande, acompanhou a expedição que trouxe ao concelho surfistas de ondas grandes para trabalharem na identificação de locais onde este desporto pode ser praticado.“A expedição identificou dois locais propícios no concelho para a prática de sur

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MORREU O PORTUGUÊS DOS FLEETWOOD MAC 2020

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A CAUSA DAS COISAS
Na semana passada, Christine McVie surpreendeu os fãs do Fleetwood Mac quando disse à BBC que não sabia se a banda faria uma turnê novamente. “Se o fizermos, será sem John [McVie] e sem Stevie [Nicks], eu acho”, disse ela. “Acho que estou ficando um pouco velho para isso agora, especialmente depois de ter tido um ano de folga. Não sei se consigo voltar a fazer isso. ”
Não consigo ouvir falar ou lêr sobre os Fleetwood Mac, sem me recordar a tristeza que foi o falecimento do meu querido amigo Eduardo Quintela, que deixei de privar desde 85, no final do ano passado.
Escritor de canções, teclista e compositor de origem portuguesa, Eddy Quintela foi também o segundo marido de Christine McVie, elemento fundamental na formação dos Fleetwood Mac. Para a banda norte-americana, Quintela compôs com McVie inúmeras canções entre os anos de 1987 e 1997. Entre elas encontra-se o êxito, “Little Lies” do álbum Tango in the Night, publicado em 1987. O hit ajudou este LP a tornar-se o segundo mais vendido de toda a carreira dos Fleetwood Mac.
BLITZ – Morreu Eddy Quintela, o português dos Fleetwood Mac
BLITZ.PT
BLITZ – Morreu Eddy Quintela, o português dos Fleetwood Mac
Morte do teclista e compositor dos Fleetwood Mac aconteceu esta sexta-feira, no Estoril
Artur Arêde
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Watch the Demolition of Donald Trump’s Former Atlantic City Casino (he was not inside, though) – Rolling Stone

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The former Trump Plaza hotel and casino in Atlantic City, New Jersey, was destroyed after years of sitting empty on the boardwalk.

Source: Watch the Demolition of Donald Trump’s Former Atlantic City Casino – Rolling Stone

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Como surgiu o ser humano, você sabe? – Mar Sem Fim

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Esta pergunta, como surgiu o ser humano, vem desde o tempo de Charles Darwin. Agora cientistas acreditam que o encontraram. Saiba quem é nosso ancestral

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Archéologie de Lisbonne – Découvertes Insolites. La Mouraria, le Fado et les démons médiévales. – Visite Guidée Lisbonne.

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La Mouraria Fado et les démons médiévales caractérisent les quartiers mythiques de Lisbonne lieux d’un éclectisme de cultes propagés aux différents âges de l’histoire.

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NEIL SEDAKA OH CAROL

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escola online???

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May be an image of child, standing and text that says "E Ecomo como vai escola online? Eu não sei Eu bloqueei a professora minha"

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compota de frutas antigamente

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Image result for compotaSENHORAS E COMPOTAS
DA MELHOR EXTRAÇÃO
SOCIAL E VEGETAL DO “ESTADO NOVO”
Não se diga que a “Outra Senhora” não via o futuro á distância: afinal, o nosso profeta das compotas natalícias para troca no vão de escada dos condomínios lusitanos já havia sido antecipado pelo escol feminino da nossa “primeira sociedade”…em 1958: Castro Caldas, Melo e Faro, Morais Sarmento e tutti quanti! não hesitaram em envergar o vulgo avental português para enfrentarem com denodo e patriótica competência um curso de compotas de todos os frutos. Gesto democrático de bem-fazer que o regime paternalista salazareno tolerava em benefício das massas mesmo com os danos à vista nos níveis de glicémia dos portugueses vulgares…
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  • O Sr.Professor tem conseguido ler as minhas mensagens?
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tailândia Escrava Guiomar: de condessa a escrava | TVI24

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Vamos conhecer a incrível historia de uma mulher, de ascendência portuguesa, que viveu quase como uma rainha, mas que após uma revolução acabou condenada à escravatura. O nome de Maria Guiomar de Pina é hoje estudado nas escolas da Tailândia, mas em Portugal é totalmente desconhecido. Por causa dela, a seleção portuguesa de futebol é identificada como a equipa dos ovos moles, por causa dela e de receitas conventuais que criou para o rei de Sião. É uma história fascinante e desconhecida da grande maioria dos portugueses, que revela como uma luso-siamesa influenciou a história de Tailândia e de Portugal. O Paulo Salvador e o Tiago Ferreira foram ao outro lado do mundo à procura de mais pistas sobre a condessa escrava, cuja vida, mais de 400 anos depois, deu origem a um dos maiores fenómenos mundiais

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ENCOMENDOU GELO PARA O SEU UÍSQUE???

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Canada: New Foundland.
May be an image of mountain, nature and sky
An iceberg that broke loose and is roaming off Newfoundland (Canada): you don’t see that everyday!

See original

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ESPANHA INJÚRIAS À MONARQUIA? VENHA A INQUISIÇÃO

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Polícia catalã entra em universidade para prender rapper condenado por injúrias à monarquia
SICNOTICIAS.PT
Polícia catalã entra em universidade para prender rapper condenado por injúrias à monarquia
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Itália: vulcão Etna volta a entrar em erupção | TVI24

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Para já, não há registo de vítimas ou danos, nem de localidades evacuadas, mas o aeroporto da Catânia já está fechado

Source: Itália: vulcão Etna volta a entrar em erupção | TVI24

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SANTANA CASTILHO O GENOCÍDIO SOCIAL

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O genocídio social em curso
A erosão emocional está em acelerado crescimento e a vida suspensa é uma amálgama de ansiedade e frustração. Os mais idosos são vítimas de abandono e os mais novos estão confusos quanto ao futuro. O vizinho que antes mudava de passeio para me apertar a mão e dizer bom dia, mudou ontem de vereda no jardim que eu, solitário, atravessava sem máscara. Promove-se a bufaria a obrigação cívica. O confinamento já não é físico. É psíquico. Já não separa só um do outro. Começa a separar muitos de si próprios, mentalmente doentes. São poucos os que gritam para fora. Mas, alienados pelo medo, são muitos os que gritam para dentro. Está em curso um genocídio social.
O muito grave problema de saúde pública com que estamos confrontados, particularmente o número de mortos, poderia e deveria ter sido combatido com prevenção organizada, que não com proibições centralistas, obsessivas e extremistas. Impede-se a maioria da população de trabalhar e a sociedade de funcionar e viver, porque houve e há incompetência para fazer o rastreamento dos que contactaram com os infectados, em tempo útil para prevenir a disseminação da doença. Não é preciso ser virologista ou epidemiologista para perceber que este procedimento seria bem mais eficaz e bem menos nefasto socialmente que confinamentos cruéis para a maioria da população.
Previsões que vamos ouvindo, sem apresentação de prova suficiente da relação causal entre os efeitos a jusante e os fenómenos a montante, fazem-me pensar que passou a ser difícil destrinçar astrologia de matemática. E, assim, muitas decisões radicais vão sendo tomadas a partir do que, em rigor, ignoramos, com razoável desprezo pelo que já sabemos. Porque são sempre os mesmos “cientistas” que intervêm publicamente e porque quem ouse exercer o contraditório sério e construtivo ganha lugar cativo no índex dos negacionistas, tem-se confundido o consenso político entre o presidente da República e o primeiro-ministro, peritos em transformar hipóteses em leis, com consenso científico.
Sobram normas contraditórias e terror noticioso e falta planeamento estratégico e informação útil e rigorosa. Já com mais de 800 mil desempregados e um quinto da população em risco de pobreza, 1 milhão e 200.000 consultas e 125.000 cirurgias canceladas, é revoltante ouvir o primeiro-ministro garantir que não houve poupanças orçamentais em 2020, quando os números o desmentem com estrondo (ficaram por executar sete mil milhões de euros, dos quais 1.500 milhões poderiam ter sido investidos no SNS e 1.250 milhões usados para mais apoios sociais).
Dados publicados pelo INE revelam cerca de oito mil mortos a mais, por referência à média de anos anteriores. Desse número, não chegam a 30% as mortes oficialmente atribuídas à covid-19. Seria bom que a ministra da Saúde ou António Costa dissessem a que atribuem as restantes 5.600 mortes a mais. Dirão certamente respeito a doentes crónicos (diabéticos, oncológicos, cardíacos, entre outros) que deixaram de ser tratados por uma gestão negligente da saúde dos portugueses.
Dizem os que mandam que a vacinação protege da morte por infecção com SARS-CoV-2. Dos quase 65 mil infectados maiores de 80 anos, cerca de 10 mil morreram. Nenhuma coorte, etária ou profissional, se aproxima, nem de longe, destes resultados trágicos. Porque não foram, desde o primeiro momento, os maiores de 80 anos a primeira prioridade para receber a vacina? Que modelo matemático mais significativo do que este facto justificou que não tenha sido feito o que deveria ter sido feito? É dura a resposta, a única, que podemos retirar da negritude social em que estamos mergulhados. Em qualquer retrovisor político despido de preconceitos, António Costa só pode sentir vergonha quando olhar para trás.
A continuarmos assim seremos como os pássaros criados em gaiolas, que acreditam que voar é uma doença. E aceitaremos brevemente que a arte de governar é a arte de nos curvar a estatísticas de morte e servidão, onde polícias serão mais eficazes que políticos, já que a Constituição virou capacho. Que importa que dois prefeitos estejam a transformar Portugal num enorme internato, se lá para o Verão, 70% dos sobrevivos estiverem vacinados?
In “Público” de 17.2.21
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  • « Sobram normas contraditórias e terror noticioso e falta planeamento estratégico e informação útil e rigorosa».
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LEMBRAR JOSE MARTINS GARCIA

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JOSÉ MARTINS GARCIA
(17.02.1941 – 03.11.2002)
[Monte Brabo: do tempo cíclico (e dos rituais) à chegada da História]
(…)
Francisco Gonçalves cresceu sobre um mundo que da mudança só conhecia a Morte (começo de outra vida, provavelmente paralela à de cá de baixo). O Ano Novo não era um novo ano; era uma cantoria igual à de todos os anos. Todos os anos se matava o porco, o mesmo porco. Todos os anos nascia o mesmo Menino Jesus depois das mesmas novenas. E todos os anos, sem esperança de escapar ao destino, o Menino nascia, ia ao Templo dar uma lição aos doutores (e os mesmos doutores nunca aprendiam a lição; estavam sempre em estado de ignorância e o Menino ensinava-lhes inutilmente lição de sempre), pregava, aturava o Demónio e suas tentações, era vendido por Judas, negado por Pedro e morria na cruz, entre dois ladrões. E não havia emenda para tamanho desconcerto. Todos os anos se semeava o mesmo milho (meu pai contava os mesmos causos quando, na casa velha, a pirâmide das maçarocas começava a esborralhar-se), se rapavam as mesmas vinhas , se sulfatavam as mesmas folhas, se desfolhava a mesma parreira, se colhia e moía o mesmo bago, se provava o mesmo mosto, se fervia o mesmo no mesmo balseiro, se tirava o vinho novo que repetia o vinho de sempre, se destilava o mesmo bagaço, a mesma aguardente, se bailava a mesma chamarrita, se tosquiava a mesma ovelha, se ajuntava o gado no mesmo Setembro… e tudo sempre em ciclo e em círculo até que Deus viesse com o ponto final.
(,,,)
Nesse tempo, [eu]só podia arriscar a seguinte ilação: quando um filho não quer lavar os pés na selha dos antepassados é porque se rompeu algo no seio da sociedade.
Contagiado pela sátira (em vez de sentir ódio ou desprezo), viria a concluir: a rejeição da selha dos pés significava a chegada da História e, com ela, a luta de classes.»
(Excertos do CAPÍTULO XI)
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