Entrevista a Almeida Maia

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Entrevista a Almeida Maia por Brenda Cabral do blogue Momentos de Ataraxia.
Poderá adquirir os seus livros “Capítulo 41 – A Redescoberta da Atlântida”, “A Viagem de Juno” e “Ilha-América” na Livraria Letras Lavadas, em Ponta Delgada, ou na nossa loja online www.letraslavadas.pt.
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De Livro para as Ilhas: entrevista ao autor Almeida Maia
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De Livro para as Ilhas: entrevista ao autor Almeida Maia
No âmbito do desafio ” De Livro para as Ilhas “, organizado com a @angiexreads , decidimos entrevistar vários autores das ilhas dos Açores e…
Carolina Cordeiro, Pedro Paulo Camara and 21 others
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CANTO DA MAIA ESCULTOR NASCEU HÁ 131 ANOS

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Estamos a festejar os 131 anos,do nascimento de Canto da Maya, insigne Escultor, que deixa o seu nome ligado a obras significativas e expressivas,no Sec.passado.
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Ana Almeida, Tomás Quental and 20 others
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  • Diogenia Bonnet

    Fazendo parte da historia da ilha de St.Miguel grande Senhor
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faleceu DINIZ DE ALMEIDA capitão de abril

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Faleceu Diniz de Almeida, um dos capitães do MFA que fizeram o 25 de Abril
Foi o capitão Diniz de Almeida em serviço no RALIS que enfrentou e travou o golpe spinolista da extrema-direita do 11 de Março de 1975
Obrigado pelo seu exemplo
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um escravo moçambicano no Japão

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A statue of Yasuke, an African from who arrived in Japan in 1579 and became the first black Samurai who served as a Kashin (家臣, retainer) under the Japanese daimyō Oda Nobunaga. Making of a warrior.
There are no records of Yasuke’s date or country of birth. Most historians say he came from Mozambique but some have suggested other countries such as Ethiopia or Nigeria.
What is known, however, is that Yasuke was sold, taken to Japan by arrived in Japan with an Italian Jesuit named Alessandro Valignano on an inspection tour, and appears in recorded history only between 1579 and 1582.
Nobunaga gave him the name Yasuke; which may have been a Japanese rendering of his original name. More recently it was concluded that Yasuke was a Makua (the largest ethnic group in Mozambique) with the previous name of Yasufe.
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a sad story TIMORENSE BUSCA PAI PORTUGUÊS

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ATENÇÃO CAROS COLEGAS ex-militares:
PROCURO o Sr. ADELINO CARLOS LOPES BASÍLIO, que em 1973-75 cumpriu o serviço militar como furriel em Nuno Tali (Ermera).
A pessoa que está interessada a saber o paradeiro do furriel Basílio é o Sr. LINO CARLOS LOPES AMARAL que é filho do Sr. Adelino, fruto de relação com a Srª ELISA XAVIER AMARAL. O filho nasceu em 31-1-1975 e não tem nenhum outro motivo a não ser saber o paradeiro do desconhecido pai. Apenas quer saber se está vivo ou não…

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You, Daniel Braga, Arlindo Mu and 14 others
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  • Henrique Correia

    Severiano Campos Não, felizmente penso que estes casos foram a exceção e não a regra. Conheço até alguns casos de amigos que foram cumprir o serviço militar para Timor e lá se casaram e constituíram família. Só posso falar de Timor. Não conheço a realidade das outras províncias ultramarinas nesse aspecto.
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  • Luis Mendes

    Nos anos 68/70, conheci um caso dum militar, meu camarada, do meu barco. Prestou serviço em Taibesse. Nasceu um filho duma relação que teve com uma Sra. Terminada a Comissão, trouxe o menino com ele para Portugal. Durante toda a viagem todos fomos “baby sitter” do puto. Como é óbvio não menciono aqui nomes. Haverá por aqui muitos Katuas do meu tempo que lembrarão a história.

    Felicidades

    a todos.

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  • Severiano Campos

    Também conheci alguns que acabaram por ficar em Timor para casar com a namorada que lá tinham e entretanto alguns casaram e regressaram já depois de casados trazendo a família…conheço um caso…! Mas também conheci casos de indivíduos que arranjaram lá uma namorada a quem prometiam que no fim da comissão a traziam com eles para a Metrópole e no final aconteciam casos que pareciam filmes para fugirem e verem se livres delas! Um caso em que ele foi com ela ao cais despedir se dos colegas na noite do embarque para ela acreditar que ele ficava entretanto levou a a casa e foi dormir no quartel visto que ainda não tinha passado á disponibilidade! Durante a madrugada voltou ao cais e embarcou pois já tinha lá alguém para lhe facilitar o embarque fora de horas e assim abandonar a pobre rapariga que tinha acreditado nele! Houve outro caso em que ele foi com ela despedir se dos colegas ao cais e continuou a fazer a vida militar normal no quartel durante algumas semanas e um dia disse que ia comandar uma coluna de reabastecimento ao interior da província e demorava dois ou três dias e o que ele fez foi ir embarcar no avião em Baucau e a pobre criatura que acreditou nele lá ficou para sempre á espera do bandido que até era patente de oficial! Sem dúvida haverá muitas outras histórias umas com final feliz e outras que infelizmente não
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Real-Life Lord of the Flies: The Strange and Violent History of Pitcairn Island | Ancient Origins

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Pitcairn Island is a place so remote, and with a history so bizarre, that until recently it was viewed almost as myth rather than reality.

Source: Real-Life Lord of the Flies: The Strange and Violent History of Pitcairn Island | Ancient Origins

o legado viking na PÓVIA DE VARZIM

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https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2021/05/Povoa-de-Varzim-O-legado-mais-fascinante-deixado-pelos-vikings-em-Portugal.pdf

O legado mais fascinante deixado pelos vikings em Portugal foi, sem dúvida, a Póvoa de Varzim.

Os vikings eram guerreiros-marinheiros da Escandinávia que entre o final do século VIII e o século XI pilharam, invadiram e colonizaram as costas da Escandinávia, Europa continental e ilhas Britânicas. Embora sejam conhecidos principalmente como um povo de terror e destruição, eles também fundaram povoados e fizeram comércio pacificamente.

É o caso da Póvoa de Varzim.

As siglas poveiras

Desde há muito que estas siglas fascinam cientistas sociais. As siglas poveiras ou marcas poveiras são uma forma de “proto-escrita primitiva”, tratando-se de um sistema de comunicação visual simples usado na Póvoa de Varzim durante séculos, nas classes piscatórias, outrora a vasta maioria da população.

Para se escrever usava-se uma navalha e eram escritas sobre madeira, mas também poderiam ser pintadas, por exemplo, em barcos ou em barracos de praia.

 

Conhecidas como a “escrita poveira”,não formavam um alfabeto, funcionavam como os hieróglifos. Era usada porque muitos pescadores desconheciam o alfabeto latino, tendo as runas assim bastante utilidade. Por exemplo, eram usadas pelos vendedores no seu livro de contabilidade, sendo lidas e reconhecidas como reconhecemos um nome escrito em alfabeto latino. Os valores em dinheiro eram simbolizados por rodelas ou riscos designando vinténs e tostões, respetivamente.

Elas terão entrado em uso na Póvoa de Varzim devido à colonização viking entre os séculos IX e X, permanecido na comunidade devido à proteção cultural por parte da população. Se compararmos com as bomärken (literalmente marcas de casa) dinamarquesas a semelhança é espetacular:

 

Herança da marca

As siglas são brasões de famílias hereditários, transmitidos por herança de pais para filhos, carregadas de simbolismo, onde só os herdeiros as podem usar.

As siglas eram passadas do pai para o filho mais novo, aos outros filhos eram dadas a mesma sigla mas com traços, chamados de “pique”. Assim, o filho mais velho tem um pique, o segundo dois, e por aí em diante, até ao filho mais novo que não teria nenhum pique, herdando assim o mesmo símbolo que o seu pai.

 

Na tradição poveira, que ainda perdura, o herdeiro da família é o filho mais novo, tal como na antiga Bretanha e Dinamarca. O filho mais novo é o herdeiro dado que é esperado que tome conta dos seus pais quando estes se tornassem idosos.

Siglas e religião

Locais úteis para o estudo das siglas são os templos religiosos localizados não só na cidade e no seu concelho, mas também por todo o noroeste peninsular, em especial no Minho mas também na Galiza (muitos galegos emigraram para a Póvoa).

Os poveiros, ao longo de gerações, costumavam gravar nas portas das capelas perto de areais ou montes a sua marca como documento de passagem, como se pode verificar, por exemplo, no monte da Santa Trega (Santa Tecla) junto a A Guarda, Espanha. A marca serviria para como que os poveiros que mais tarde a vissem, que passou por ali ou para trazer boa ventura a si mesmos pelo santo que fora venerar.

 

Originalmente a inscrição estava na porta da capela de Santa Trega. Mas, para ser protegida de danificações, foi levada para o Museu do Povo Galego em Santiago de Compostela. Esta é uma lápide comemorativa, de 28/08/1991.

Mas há muitas mais pelo Minho fora. Desde Santo Tirso, no Mosteiro de São Bento, a Guimarães e a Esposende. Se estiver curioso, veja aqui: Siglas Poveiras.

No concelho poveiro propriamente dito, e fora de igrejas ou capelas, estas siglas podem ainda ser encontradas na calçada portuguesa, em placas toponímicas, em barcos piscatórios, bordados tradicionais, em restaurantes, hotéis ou mesmo nas soleiras de casas.

 

 

O escritor é natural da Póvoa.

 

 

 

 

 

 

E, a favorita de todas:

 

É linda não é? Nem sei como esta casa não aparece nas brochuras turísticas.

 

 

A vinda dos barcos, 1891.

É o barco típico da Póvoa. Ter-se-á desenvolvido a partir do dracar viking, sem a popa e a ré pronunciadas, e com a adição da vela mediterrânica.

A lancha poveira outrora familiar nas praias da Póvoa e que chegou até a ser usada no início do século XX no Rio de Janeiro desapareceu praticamente na década de 1950, restando apenas uma embarcação. Barcos que derivam dos barcos poveiros podem ser encontrados da Galiza a Moçambique.

 

 

Etnia

 

Representação de um pescador poveiro, 1868.

Os poveiros, especialmente os do Bairro Sul como qualquer habitante da zona lhe dirá, são uma unidade etnocultural.

Devido à endogamia recente (até primeira metade do século XX) e um sistema de castas próprio, a comunidade piscatória da Póvoa de Varzim manteve particularidades étnicas. Pescadores poveiros, apoiados pelas teorias científicas do século XIX, acreditavam até que faziam parte de uma raça separada dos restantes portugueses: a Raça Poveira. Este termo é hoje usado mais no sentido de garra, entusiasmo mas é daqui que origina.

E, os pescadores não estavam completamente errados.

Dados antropológicos e culturais indicam a colonização de pescadores nórdicos durante o período de repovoamento da costa. Desde o século XIX, devido às diferenças étnicas visíveis em relação às populações circundantes, levantaram-se origens diferentes para a origem da população: suevos, prussianos, teutões (povo originário da Jutlândia – atual Alemanha e Dinamarca), normandos e até mesmo fenícios. No livro RacesofEurope (1939), os poveiros foram consideradas ligeiramente mais loiros do que a média europeia, possuindo grandes rostos de origem desconhecida e queixos robustos.

Numa pesquisa publicada no jornal O Poveiro (1908), o antropólogo Fonseca Cardoso ressalvou o facto de um elemento antropológico, especialmente o nariz aquilino, ser possivelmente de origem semita-fenícia. Considerou que os poveiros eram o resultado de uma mistura de fenícios, teutões, e, principalmente, normandos.

Ramalho Ortigão quando escreveu sobre a Póvoa no livro As Praias de Portugal (1876), afirmou que o que lhe capturou mais curiosidade foram os pescadores, uma “raça” especial no litoral português; completamente diferente do tipo mediterrâneo típico de Ovar e Olhão. De acordo com ele, o poveiro é do tipo “saxónico”: “é ruivo, de olhos claros, largos ombros, peito atlético, pernas e braços hercúleos, as feições arredondadas e duras.”

Pescadores poveiros idosos, finais do século XIX inícios do século XX.

Polineuropatia amiloidótica familiar ou paramiloidose

Vou traduzir para que todos percebam: é a conhecidíssima doença do pezinho. Esta é talvez a questão mais interessante, destes pontos todos.

Muitos portugueses não sabem isto mas, além da doença do pezinho ter sido descoberta na Póvoa de Varzim em 1939, é aqui que tem a maior concentração a nível mundial: 70% dos casos, 1400 doentes. Além de ser extremamente rara, é extremamente localizada.

A alta prevalência da paramiloidose na região da Póvoa de Varzim sugere que a mutação genética original pudesse ter ocorrido há muitos séculos atrás. A partir daqui espalhou-se para outras cidades dentro e fora de Portugal, Brasil incluído, devido a relações comerciais marítimas e aos descobrimentos portugueses, sendo encontrada, em Portugal, em Esposende, Barcelos, Braga, Lisboa e na colónia poveira de Unhais da Serra. A doença teria seguido a viagem dos pescadores ao longo da costa entre Viana do Castelo e Figueira da Foz.

Além disso, regista-se a uma presença de renome no norte da Suécia em Pita, Skellefteå e Umeå, onde 1.5% da população é portadora do gene mutado (2.2% na Póvoa). Há outras populações em todo o mundo com a doença, onde terá surgido de forma independente das populações portuguesa e sueca, cujos doentes têm o Haplotipo I. Estamos a falar do Chipre, Japão, França, Itália e Reino Unido.

No entanto, devido ao seu número reduzido, e o facto de ser no norte da Suécia e na zona da Póvoa de Varzim que adquire maior expressão, a hipótese que a doença possa estar relacionada com a colonização viking na zona da Póvoa de Varzim durante a Idade Média é a mais forte. Corino Andrade, neurologista que descobriu a doença, aponta que os grandes números verificados na Póvoa foram exacerbados pela elevada endogamia lá presente, até há relativamente pouco tempo.

 

Um esquema sueco sobre a doença dos pezinhos. É assim chamada devido aos primeiros sintomas se manifestarem nos membros inferiores, afetando a capacidade motora.

Manifesta-se normalmente por volta dos 20/40 anos (pode, no entanto, surgir em idades mais tardias) e apresenta uma evolução rápida, conduzindo o paciente à morte – a sobrevivência de um doente com esta patologia é, em média, de cerca de 10 anos

 

 

 

—– Fim de mensagem reenviada —–

 

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portugal islâmico 830 dc

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Fonte / Source: Colin McEvedy’s The Penguin Atlas of Medieval History, pag. 47 – AD 830 – The Frankish Empire, Byzantin…

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até que a voz nos doa, inadmissivel

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