Message in a bottle launched from Narragansett in 2018 answered in Azores | WJAR

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A message in a bottle launched into the Atlantic Ocean from Narragansett two and a half years ago has been found and answered in the Azores, more than 3,000 miles away. Thanksgiving 2018, extended members of the Smith family gathered in Narragansett for the holiday. Thanksgiving 2018, extended members of the Smith family gathered in Narragansett for the holiday. (Submitted photo) “I rarely get to host Thanksgiving. I thought, ‘What a fun chance to do an activity’,” said Katie Smith.

Source: Message in a bottle launched from Narragansett in 2018 answered in Azores | WJAR

Foreign Correspondent Lindsay Murdoch shares stories from over 40 years in journalism – Late Lunch – ABC Radio

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Walkley Award winning journalist Lindsay Murdoch has spent decades reporting from all over the world.

Source: Foreign Correspondent Lindsay Murdoch shares stories from over 40 years in journalism – Late Lunch – ABC Radio

AUMENTA A VIOLÊNCIA EM PORTUGAL e depois admirem-se do apoio ao Chega..Morta na cama a defender os pais de ladrões em Viana do Alentejo – Portugal – Correio da Manhã

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Grupo de encapuzados invadiu casa de idosos durante a madrugada e matou a filha do casal.

Source: Morta na cama a defender os pais de ladrões em Viana do Alentejo – Portugal – Correio da Manhã

TIMOR E PORTUGAL SIMBOLISMOS NO FUTEBOL

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Um imagem que não me canso de partilhar.
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Imagem do Europeu de 2016 e TIMOR. Mostrem-me uma imagem de cá com este simbolismo.
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AÇORES A CULTURA FICOU SUSPENSA PELA PANDEMIA OU QUASE

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Lúcia De Brito Franco

Não ouviram falar do movimento político Cancel Culture? O medo do inimigo invisível, um microscópico vírus, é a desculpa perfeita para pôr em prática um regime autoritário, no qual a população não tem acesso à cultura, nem direito à religião, nem festas, nem concertos. A isto se chama o: Cancel Culture.
Estejam atentos. Há que criar um novo sistema, sem corrupção. Actualmente, todos os partidos políticos estão em concordância relativamente às políticas draconianas e num ataque à liberdade dos cidadãos.
E o disco toca o mesmo por todos os cantinhos do Arquipélago…
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TRAVADO no que respeita à produção de um evento para o final de Agosto. Se por um lado são anunciadas, pela Autoridade de Saúde e Governo dos Açores, grandes perspectivas de vacinação para obtenção de imunidade em todo o arquipélago até 15 de Agosto, por outro fazem-se cortes brutais no financiamento, que só vêm dificultar ainda mais a situação dos profissionais e empresas do sector cultural e privar as pessoas de algo fundamental, a CULTURA. Talvez seja o momento certo para o Presidente do Governo dos Açores enviar uma palavra de encorajamento para que neste ano de eleições autárquicas o receio não condicione os decisores politicos que têm a responsabilidade e a obrigação de investir na retoma da actividade cultural. A Cultura tem sido, desde o inicio da pandemia, o sector mais prejudicado.
Visit the COVID-19 Information Centre for vaccine resources.
Get Vaccine Info

 

Raquel André Machado
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Covid travel restrictions: where you can and can’t travel within Australia | Australia news | The Guardian

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Planning an interstate trip during the school holidays or a weekend away? Check our state-by-state guide to travel restrictions in place before you leave home

Source: Covid travel restrictions: where you can and can’t travel within Australia | Australia news | The Guardian

ARMANDO CÔRTES-RODRIGUES OU VIOLANTE DE CYSNEIROS POR PEDRO P CAMARA

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Um apurado ensaio de Pedro Paulo Camara sobre Violante de Cysneiros, personagem-reflexo de Armando Côrtes-Rodrigues, e uma contribuição valiosíssima para o conhecimento dos nossos poetas. A ler. #poetasportugueses
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José Soares Vão-de-escada

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Transparência José Soares

Vão-de-escada

 

Os queixumes do partido socialista sobre “uma perseguição ou caça às bruxas” na máquina burocrática que o PS foi montando ao longo do quarto de século de governo nos Açores aos amigos, conhecidos, namorados e namoradas e toda uma interminável lista de favores de toda a ordem, acontecem com todos os partidos que passam pelo poder.

Há muita gente que estando nos quadros públicos, com todos os defeitos e qualidades, limitam-se a cumprir ordens. Além de que, pertencendo ao quadro, mal ou bem, não será essa a questão essencial.

O problema está nas chefias intermediárias. Nomeadas politicamente, elas permanecem fazendo um trabalho de formiguinha, distorcendo e complicando as ordens imanadas pela hierarquia.

Foram nomeadas das mais diferentes formas e feitios, as quais na sua esmagadora maioria deixaram de ter interesse para o atual regime e até são nocivas.

É normal que cada governo escolha para cargos de chefia, aqueles e aquelas que acha da sua confiança. E torna-se normal o PS ser agora a vítima política a substituir.

O Povo escolheu. E todas as chefias intermediárias que foram sendo nomeadas ou às quais se pagavam os mais diversos favores, veem-se agora na perspetiva de terem de ir à sua vida e lutar por ela, como qualquer cidadão comum.

A “higienização política” do governo é, afinal, o que foi feito nos 24 anos anteriores em relação ao PSD, CDS, e tudo o que não fosse de simpatia socialista. A “perseguição” foi a mesma e ninguém tem memória curta agora.

O atual governo não terá alternativa senão substituir todos esses cargos de chefias intermédias, cujas nomeações foram apenas ideológicas. O governo corre mesmo o risco de, se não for rigoroso nisso, ter muitos problemas de comando interno e boicote a muitas das suas ações.

Com um governo quebradiço e multifacetado, facilmente exposto aos predadores da oposição, que espreitam ‘democraticamente’ pela melhor oportunidade, José Manuel Bolieiro, Artur Lima e Paulo Estevão, conjuntamente com os parceiros do pacto parlamentar, terão de continuar na desobstrução profunda e enraizada durante ainda os próximos meses.

Ninguém, muito menos o PS, tem que levar a mal tais procedimentos, os quais fazem parte da vivência democrática.

O vão-de-escada esconde sempre surpresas submersas na escuridão…

A minha bola de cristal só me diz que será muito difícil equilibrar durante quatro anos um governo de múltiplas facetas, ideias, teimosias de cabeceira, direitas ideológicas diferenciadas e desengonçadas. Mas é possível, se todos teimarem em fazê-lo. A opção, de resto, é simples: Ou isso, ou irem todos para a oposição.

O partido socialista espreita e com legitimidade democrática, os deslizes ou desavenças internas e externas. E até contribuirá com os habituais enredos para que tal aconteça.

A bem dos Açores, olho vivo e pé leve…

Eduíno de Jesus, “Como Tenuíssima Espuma de Luz”

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Artigo do “Atlântico Expresso” do dia 31 de maio de 2021
“No Princípio Era o Verbo”
Eduíno de Jesus, “Como Tenuíssima Espuma de Luz” (Poética Fragmentária). Ponta Delgada, Nona Poesia/Nova Gráfica, 2021
Por Maria João Ruivo
O SOPRO
1
como tenuíssima espuma de luz
eco perdido
da primeira vibração
algures
no imo do infinito
Nada
2
como um fogo
ainda não e
jamais acendido
frémito de nenhuma
coisa ou alma
digamos
3
súbito
explode no âmago da Palavra
irrompe indomável
em todos os sentidos do Sentido
e
o corpo do poema
ergue-
-se
e s p l ê n d i d o !
1992
“Silêncio” é uma palavra que se ergue na poesia de Eduíno de Jesus e que, de certa forma, a estrutura. Esse silêncio recolhido é o momento em que ele dialoga consigo e com o universo que o rodeia e que o leva a uma constante indagação sentindo, por vezes, que não há as palavras certas para configurar todo esse universo reflexivo, o que o conduz à angústia frequente, talvez quase permanente, de sentir que fala uma linguagem que nem sempre é apreendida pelos outros.
“Vã palavra do Poeta:
inútil como o silvo
de, em qualquer ponto da Terra,
uma flecha disparada ao Infinito”,
diz ele no poema “Lápide” (pág. 15 de Como Tenuíssima Espuma de Luz).
Assim, creio que o Silêncio é a oportunidade de refúgio e de indagação sobre si próprio e o universo, com o qual dialoga há muito tempo.
No poema “Frémito” (pág. 86), o eu poético tenta reconstruir, a sós consigo, a sua destruída torre de marfim, “meu refúgio antigo” (diz ele). E é sempre a velha angústia de não encontrar a palavra certa para se pronunciar, como expressa na seguinte estrofe:
“Enquanto nos meus lábios morre
a palavra para que não
posso inventar pronúncia.”
Poderia aqui apresentar muitos exemplos retirados da sua Poesia como sinal de que, para Eduíno de Jesus, a Palavra é o começo e o fim de quase tudo.
Em “O Sopro” (pág. 20), cujo primeiro verso dá o título a este livro, o Poeta busca, a meu ver, a origem do Poema, como quem busca a origem de Tudo. Ele apresenta ao nosso olhar de leitores aquele breve momento em que, do Nada, surge o Universo, tal como do caos das palavras possíveis surgirá o Poema.
No primeiro verso, tudo aponta para algo ténue, volátil, nessa fragilidade de um começo que é, por isso mesmo, quase invisível, ideia evidenciada pelo adjetivo “tenuíssima” , que surge no superlativo, e na metáfora “espuma de luz” – algo frágil que se desfaz com um sopro, mas que é, todavia, animado pela luz, que remete para a origem, essa “primeira vibração”, espécie de esboço do que virá a ser a vida, esse frémito primeiro, vindo do âmago do Nada, que se anima e que deixou um “eco perdido”, que vem da lonjura do Começo e que o homem anseia encontrar, achando que nele estarão as respostas para os enigmas ligados a esse Nada que deu origem a Tudo e que os homens buscam desde sempre.
Ao mesmo tempo, temos “um fogo” ainda não e / jamais acendido // frémito de nenhuma / coisa”, remetendo, pelos próprios termos da negação – “não”, “jamais” e “nenhuma” – para o mesmo Nada, mas “frémito”, apesar de tudo, confirmando essa “primeira vibração” que, de súbito, surge do mais fundo da Palavra, dando origem ao Poema. Assim, tal como a vida, que não havia ou não se havia revelado, surge nessa explosão inicial, esse big bang de que tudo descende, também o Poema se ergue “esplêndido” e se torna revelação pela Palavra.
Esta ideia remete para o Apóstolo João: “No princípio era o Verbo”, cuja explicação me ultrapassa, mas que implicaria que, sem a Palavra (o Verbo), nada poderia existir. Do Nada, tudo surge pelo poder ativo da Palavra. Aliás, quando São João afirma que “no princípio era o verbo”, a expressão “no princípio” remete para o Gênesis – “No princípio criou Deus o céu e a terra”. Poderemos ter em conta que essa expressão remeterá para o começo material do universo ou, pelo menos, para a noção espácio-temporal. Além de que, se no princípio era o Verbo, poderíamos achar que, antes de o mundo existir, já o Verbo existia.
Não pretendo resvalar aqui para um terreno que não domino, mas, ao ler este “Sopro”, não pude deixar de pensar nessa questão, por difícil que seja entendê-la efetivamente e cujo aprofundamento deixarei para quem sabe. De qualquer modo, achei ver aqui colocada esta problemática da origem. De uma outra forma, esta ideia está também presente no poema “As Palavras” (p.37), que o autor dedica a meu Pai, Fernando Aires, em que mostra, mais uma vez, esse poder iniciático da Palavra. E cito:
“Imprecisas? Volúveis? Mas inamovíveis,
elas lá ficam na página branca
à espera de um Levanta-te e caminha
de qualquer voz humana.”
A poesia do Eduíno leva-nos por caminhos imensos, não fáceis de trilhar, e torna -se uma procura e uma descoberta permanentes, pois sugere, mais do que diz, deixando algum caminho aberto ao leitor. Ele encontra nas virtualidades da Palavra uma forma de busca, de indagação permanente. E a busca é uma forma de vida sonhada, pois o mundo é um grande mistério ainda por desvelar. Sendo assim, a Palavra transforma-se em Poema, dando, então, ao Poeta, o privilégio de buscar a origem ao mesmo tempo que vai criando a eternidade possível.
“As palavras, meu Deus, como são
Imprecisas, volúveis. No entanto,
elas só (enquanto os homens passam)
guardam para sempre o sinal do tempo.” (“As Palavras”, pág. 37)
Ponta Delgada, maio de 2021
Maria João Ruivo”
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