Carro que transportava ministro Eduardo Cabrita mata trabalhador na A6 – Portugal – Correio da Manhã

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Vítima, de 43 anos, estava com outros colegas em trabalhos de manutenção de estrada, quando foi atropelado.

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açores o turismo já mexe

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Na ilha de São Miguel já se nota mais movimento devido ao crescente número de turistas na ilha, sobretudo nas últimas semanas.
Uma empresa local de aluguer de automóveis garante que a ocupação está, neste momento, a rondar os 50%.
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luís filipe sarmento ao rubro

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“AO RUBRO” – Luís Filipe Sarmento
Amanhã, 19 de Junho às 16h no Hotel Tivoli em Lisboa será apresentado o livro «Ao Rubro».
Luís Filipe Sarmento foi agraciado recentemente com
o PRÉMIO INTERNACIONAL «BALSA DE PIEDRA» pelo conjunto da sua obra. «Ao Rubro» reúne toda a poesia de 1975 a 2020. Desta obra fazem parte livros icónicos. Sobre um desses livros escrevi em 2019 um texto que intitulei:
UM DISPARO DE PÓLEN NO ALTAR DO PENSAMENTO
“KNK” de Luís Filipe Sarmento entra com ímpeto para o lote dos consagrados ao meu Olimpo literário de 2019.
Kant, Nietzsche e Kafka, se fossem vivos, não poderiam queixar-se de desigualdade perante o autor, porque o mesmo foi rigoroso consagrando 25 textos a cada um.
Filosofia de alto calibre, dividida em três partes: Transcendental (Kant), Morte de deus (Nietzsche), O processo labiríntico (Kafka).
O que Luís Filipe Sarmento consegue com este livro é um disparo de pólen no altar do pensamento. De uma só vez, despe deus, tempo, espaço, corpo, linguagem e silêncio. O que se pretende aqui, é caminhar pela invisível pronuncia da mente e não cair na infinda tabuada dos conceitos.
O autor procura o homem que negoceia o temperamento do granizo e se espiritualiza no frio, porque entende que só pelo ciclone o pensamento consegue entrar numa longa avenida de especiarias.
Da leitura cirúrgica desta obra repleta de chamamentos, podemos discernir: o movimento que renega deus para o interior se poder avolumar. Quem espera pelo Criador para se mover, fica no eterno tráfego do medo. E aguardar que o culto coloque algo em marcha é prender o cometa numa faca; o tempo, habitação na qual a maturidade vai imunizando com janelas a cegueira; o silêncio como única linguagem que faz fotossíntese e nos pode conduzir a uma doutrina não rasurada.
Na cartografia que o autor vai construindo, aprendemos: para atingir a claridade, por vezes, temos de engolir os pontos cardeais dos loucos. Só assim, a mente alcança uma voltagem de árvores que ultrapassa o divino.
Na segunda parte, dedicada a Nietzsche, está patente o fim de deus. E com esse desaparecimento, a aurora boreal deixa de ter cadastro. O prazer dá largas braçadas. O sexo pode entrar pela demência como um animal que se alimenta de harpas. A garganta larga o rapto e ascende como liturgia que não precisa de traficar cotovias nubladas. O que acontece aqui é a extinção do enxoval de salmos bolorentos, deixando a religião numa frequência desértica.
Talvez Cioran se pudesse juntar a esta tríade, não sendo a minha intenção desvirtuar o excelente título “KNK”, deixando-o um pouco mais obeso, “CKNK”. Mas, na verdade, Cioran insere-se perfeitamente nesta linha de pensamento, ao afirmar: “Desde o princípio dos tempos, Deus tudo escolheu para nós, até as nossas gravatas”.
A projecção filosófica de “KNK” insinua que temos de escolher a indumentária para o pensamento. Saber que na ascensão ou na ruína, a paisagem deve ter o nosso autógrafo.
Na última parte consagrada a Kafka, entramos na linguagem sem celibato. Textos que se podem lançar do onírico trapézio de Samsa ou K., fazendo longas piruetas na clorofila dos vocábulos.
Em suma, estamos perante um livro de uma verticalidade tremenda, onde Luís Filipe Sarmento deixa um alerta: temos vírgulas em todos os vocábulos com medo que a sociedade solte os cães sobre o nosso poema. Mas afinal, somos nós que mordemos as vértebras à claridade.
Uma obra sublime.
O mesmo digo sobre este “Ao Rubro” que nos faz viajar numa voz que sempre derrubou dogmas.
Luís Filipe Sarmento é um escritor magnífico e intemporal.
Não percam a oportunidade de marcar presença nesta festa literária.
Alberto Pereira
May be an image of Luís Filipe Sarmento and text that says "luís filipe sarmento 45 ANOS DE VIDA LITERÁRIA luís filipe sarmento AO RUBRO Apresentação da obra AO RUBRO Poesia reunida 1975-2020 19.06.2021 poética edições 16h TIVOLI AVENIDA LIBERDADE HOTEL HOTEL TIVOLI I LISBOA"
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o fim de Schengen?

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Regressemos então ao Certificado Digital ou Passaporte Covid como, também, já é denominado. Uma das bases do processo de construção europeu, diria até que um dos seus pilares fundamentais, é a livre circulação de pessoas e bens dentro do espaço da União. Que, embora só tenha efectivamente sido implementado com o famoso Tratado de Schengen, em 95, esteve ou estava implicitamente subjacente à própria génese do ideário europeu com a livre circulação de trabalhadores e da liberdade de implementação de empresas e serviços estabelecida logo em 1957 no Tratado que instituiu a CEE. Ou seja, a livre circulação entre países da UE não é um princípio qualquer é uma parcela fundamental de um dos, se não o mais importante, conceitos fundadores que é o de Cidadania Europeia. Enquanto cidadãos de um espaço geográfico comum é um direito inalienável a liberdade de circulação dentro dele, abolindo-se fronteiras, vistos e direitos alfandegários. Esta livre circulação foi também uma conquista civilizacional, estreitando laços entre povos e nações e indo até mais longe na supressão de fronteiras políticas e muitas vezes meramente administrativas e colocando-se a ênfase na identificação cultural, linguística e histórica dos povos europeus. Veja-se, aqui tão perto, a questão Galega ou, por exemplo, o caso mais sensível do povo Euskadi, separado em dois países diferentes. Com isto não quero entrar em matérias nacionalistas, mas antes assinalar a importância deste assunto do ponto de vista quase filosófico na construção europeia. Ora o Certificado Digital vem reinstituir “barreiras” ou, pior, uma discriminação, mesmo que positiva, nesta livre circulação e, é por isso mesmo, que vai essencialmente contra o espírito da própria União. Ainda para mais, quando a razão que nos é dada para esta supressão de um direito fundamental da cidadania europeia é meramente potenciar a retoma económica. Junte-se a isto o facto de estar acessível apenas a uma minoria da população, vacinados ou pós-infectados, ter subjacente informação clínica sensível e privada, ser potencialmente gerador de discriminação, ir contra o direito à privacidade e, last but not least, ser altamente perigosa e duvidosa a generalização da sua utilização, veja-se que já se fala em acesso a eventos e espectáculos para percebermos como estamos na ante-câmara de um novo big brother is watching you mascarado de salvo-conduto vacinal. Esta espécie de classe executiva para covidiotas não é um avanço na construção europeia nem uma afirmação da sua cidadania, antes pelo contrário, é um gesto xenófobo e autoritário que limita e discrimina os cidadãos europeus com a aposição de uma verdadeira anilha sanitária para controlo da circulação, resta saber quem controla as entradas e as saídas neste matadouro em que a loucura pandémica transformou o nosso espaço comum…
Visit the COVID-19 Information Centre for vaccine resources.
Get Vaccine Info

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As Ilhas nas Relações Internacionais – Santa Maria (Açores) no século XX – Livraria – LISBON INTERNATIONAL PRESS

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ampliar a pista da Horta

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Parlamento açoriano quer saber custos da ampliação do aeroporto da Horta
Os deputados da Assembleia Legislativa dos Açores aprovaram hoje por unanimidade uma proposta do PSD/CDS-PP/PPM para que o Governo da República divulgue os “custos reais da ampliação da pista do Aeroporto da Horta”, na ilha do Faial.
A votação aconteceu durante o plenário do parlamento açoriano que decorre durante esta semana na cidade da Horta.
Na apresentação da proposta, o deputado do PSD/Açores Carlos Ferreira salientou que a ampliação da pista do aeroporto da Horta é “fundamental para a economia do Faial” e para “garantir o futuro” das ligações da ilha com o exterior.
Segundo um estudo de 2017 encomendado pela Câmara Municipal da Horta, a ampliação da pista do único aeroporto da ilha do Faial custaria cerca de 35 a 40 milhões de euros.
Carlos Ferreira lembrou que, a 24 de março de 2021, o secretário de Estado Adjunto e das Comunicações, Hugo Santos Mendes, afirmou que o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) consideraram os custos apresentados no estudo como estando “muito subavaliados”.
“Sendo a informação sobre os custos reais da ampliação da pista do Aeroporto da Horta fundamental para o processo e tendo sido posta em causa, pelo Governo da República, a validade do estudo encomendado pela Câmara Municipal da Horta, impõe-se uma tomada de posição concreta desta Assembleia”, afirmou o social-democrata Carlos Ferreira.
O deputado do CDS-PP Rui Martins disse que os açorianos “têm o direito” de conhecer os valores sobre a ampliação do aeroporto da Horta e enalteceu as “diferenças substantivas na postura” entre o atual Governo Regional, de coligação PSD/CDS-PP/PPM e o anterior, liderado pelo PS.
Também o líder parlamentar do PPM, Paulo Estêvão, considerou que o atual presidente do executivo açoriano, José Manuel Bolieiro, “assumiu a liderança politica” do processo e criticou as “promessas não cumpridas” do PS sobre o assunto nos últimos anos.
O deputado do PS Tiago Branco classificou o projeto como um “tiro de pólvora seca”, que “só serve para fazer barulho” e condenou a “contradição” do PSD por ter defendido que a região “deveria intervir financeiramente no projeto” quando estava na oposição.
O líder parlamentar do PS/Açores e antigo presidente do Governo dos Açores, Vasco Cordeiro, advogou que, sendo o aeroporto “uma estrutura privada, não deveriam ser afetadas verbas regionais” para a sua ampliação.
O deputado do PAN, Pedro Neves, defendeu uma intervenção dos fundos regionais na obra de ampliação do aeroporto da Horta, enquanto Carlos Furtado, do Chega, lembrou que existem outros aeroportos cuja pista necessita de ser ampliada, como o da ilha do Pico.
O coordenador do BE/Açores António Lima questionou três vezes o secretário regional dos Transportes, Mota Borges, sobre as obrigações de serviço público das ligações aéreas porque, “se não houver aviões para aterrar, a ampliação fica bastante comprometida”.
Na resposta, o governante disse que, até ao “final deste mês”, espera ter “informações novas” sobre as negociações com o Governo da República, tendo em vista a compensação das ligações áreas de serviço público entre o continente e o arquipélago.
A 14 de junho, o Governo da República criou um grupo de trabalho para estudar a ampliação do aeroporto da Horta, na ilha do Faial, que irá integrar representantes dos ministros do Planeamento e das Infraestruturas.
A 11 de maio, foi revelado que a prioridade para o aeroporto da Horta é completar a área de segurança até 2024, segunda a ANA, que assumiu o “compromisso” de analisar a ampliação da pista, uma resposta que deixou o presidente do Governo dos Açores “satisfeito”.
O Governo dos Açores, de coligação PSD/CDS-PP/PPM é suportado na Assembleia Regional pelos partidos que integram o governo e pelo Chega e Iniciativa Liberal.
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  • Pedro De Castro

    Que divulgue e que coloque o guito. Ou eles ou a empresa que agora é privada. Ou então sejamos inteligente e olhemos ali para o lado para um aeroporto que é da região e o investimento seria no que é nosso e não no que é de privatos.
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JOSÉ LUÍS PEIXOTO AO VIVO

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Parlamento aprova desafetação do Forte de São João Baptista do domínio público marítimo | Açores 24Horas – Jornal Diário

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A misteriosa estátua que existia na Ilha do Corvo antes da chegada dos Portugueses | VortexMag

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Forte de São João Baptista , em Santa Maria e o aproveitamento politico do Partido Socialista!

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Forte de São João Baptista , em Santa Maria e o aproveitamento politico do Partido Socialista!
Em discussão e aprovação hoje na ALRA.
É caso para se afirmar: Que lata deputados Vasco Cordeiro e João Vasco Costa!
Quando em 24 anos de “Governo Centopeia” deixaram chegar ao estado de ruínas em que se encontram, este e outros registado nos Organismos Nacionais, e que após um excelente trabalho do Deputado da AR – Paulo Moniz, para passarem para património da Região A Açores, queriam entregar esta indesejada herança à Camara Municipal De Vila Do Porto.
Os Ex- Governos Socialistas, de Carlos César e Vasco Cordeiro, chegaram a perguntar às Câmaras e Assembleias Municipais, se tem capacidade financeira, para assumirem a recuperação de este e outro tipo de património, que na maioria deverá ser classificado ou já é de interesse cultural?
Até mesmo herança de família pode-se recusar!
“22/Novembro de 2016 noticia do Clube dos Amigos e Defensores do Património Cultural e Natural de Santa Maria:”
O Clube dos Amigos e Defensores do Património Cultural e Natural de Santa Maria (CADEP), nos Açores, defendeu hoje a recuperação urgente do forte de São João Baptista, sob pena de não resistir ao inverno.”
Que fizeram os Governos de Carlos César e Vasco Cordeiro sobre o assunto, pois até na minha Freguesia De Maia, temos o antigo Posto da Guarda Fiscal, também em degradação!
Parabéns deputada Elisa Sousa, pelas excelentes intervenções sobre o assunto, pois o cheiro das autarcas está a encurtar a memória de alguns.
Afonso Quental
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ONU, GUTERRES MAIS CINCO ANOS

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LOW PROFILE E QUESTÕES HUMANITÁRIAS
GARANTIRAM REELEIÇÃO DE GUTERRES PARA NOVO MANDATO
Mais cinco anos. Guterres inicia segundo mandato como secretário-geral da ONU
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Mais cinco anos. Guterres inicia segundo mandato como secretário-geral da ONU
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O PLANTADOR DE ABÓBORAS LUIS CARDOSO NORONHA

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Infelizmente por causa da pandemia os poucos lugares disponíveis estão preenchidos. Mas poderá acompanhar através do facebook das Bibliotecas de Oeiras, a partir das 15 horas e assim terá tempo para desfrutar do jogo Alemanha-Portugal pelas 17 horas. Espero e desejo que ganhe Portugal, em Munique.
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SAT, 19 JUN AT 14:00 UTC
O Plantador de Abóboras

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  • Paulo Saldanha

    Lalika preocupa…sei manan. Desejo um excelente lançamento.
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ISABEL NOLASCO HOMENAGEM A TIMOR

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A OBRA DE ISABEL NOLASCO QUE É UMA HOMENAGEM A TIMOR-LESTE E AO SEU POVO
# TIMOR-LESTE: DO PARAÍSO | HUSI PARAÍZU …

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Vou fazer o lançamento do meu novo livro! É um orgulho contar com a vossa presença!
Entrou hoje em pré-venda, pelo que podem já reservar o vosso exemplar com 20% de desconto nesta fase. Fica aqui o link!
Nota: Todas as regras da DGS em vigor na altura serão cumpridas.

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AÇORES, A ENCRENCA DA ESCOLA DO MAR

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Artigo que publico a 18/6 no “Tribuna das Ilhas” da Horta
O MALABARISMO GOVERNAMENTAL NA GESTÃO DA ESCOLA DO MAR DOS AÇORES
A Escola do Mar dos Açores (EMA), inaugurada oficialmente no ano passado, mas ainda não certificada nem como estabelecimento de ensino profissional, nem como entidade credenciadora de profissões marítimas, parece estar a viver um momento inesperado, onde o aventureirismo dominador anda de mãos dadas com o manobrismo rasteiro e ridículo.
De facto, na passada 6ª feira, dia 11 de Junho, muitos de nós fomos surpreendidos com a notícia de que a Assembleia Geral da Associação para o Desenvolvimento e Formação do Mar dos Açores (ADFMA), entidade que enquadra e é responsável pela EMA, tinha eleito novo Conselho de Administração (CA). Dessa Assembleia Geral resultou a saída do CA da Administradora Delegada, Drª Ana Fraga e do Vogal Nuno Henriques, Comandante dos Bombeiros Voluntários Faialenses. Nessa sequência entraram como Administrador Delegado o Dr. Sandro Jorge e como Vogal o Dr. João de Brito.
O Presidente do CA era, antes desta eleição, o Secretário Regional do Mar e das Pescas, Dr. Manuel São João e continua, no novo CA, a exercer esse cargo. Aliás o malabarismo governamental começa exactamente aqui: o Secretário Regional deixou de reunir o CA anterior no início de Maio, paralisando assim todos os processos muito urgentes que eram necessários para a certificação da EMA como Escola Profissional de modo a que pudesse ter cursos, incluindo de nível 4, a partir de Setembro; a seguir o Secretário Regional demitiu-se das funções de Presidente do CA da ADFMA, para provocar novas eleições, que foram rapidamente realizadas por convocatória do Presidente da Mesa da AG da ADFMA, que é o Director Regional dos Assuntos do Mar.
A manobra descrita demonstra haver a clara intenção de provocar o afastamento dos dois administradores atrás referidos, recorrendo a uma metodologia mesquinha e baixa, que desprezou totalmente o interesse regional, adiando a resolução de problemas muito urgentes e transformando o exercício da gestão política numa sucessão de atitudes desclassificadas.
Pelo que se sabe a equipa técnica da EMA trabalhou com grande empenho na preparação dos processos necessários à certificação e arranque da Escola, com os padrões de qualidade, diversidade de oferta e competências que sempre foram anunciadas como objectivos desta infraestrutura regional, de elevado custo e muito bem equipada. Foi a liderança desta equipa que o Secretario Regional do Mar, o seu Adjunto e o seu Director Regional do Mar, quiseram pôr fora do CA da ADFMA, desconhecendo-se totalmente as razões deste procedimento inqualificável.
Razões de ordem profissional daquela equipa, marcada sempre pela competência, pelo empenho e acção intensa não são com toda a certeza, por tudo o que aqueles que são mais próximos destas questões conhecem. Lembro que vivemos numa terra onde quase todos nos conhecemos e por isso não é difícil perceber o ambiente que existe em serviços vários e neste caso tudo estava a correr com eficácia e velocidade, até que o Secretário Regional do Mar resolveu parar a sequência desse trabalho, com violência, isto é, deixando de reunir o CA impossibilitando assim a tomada de decisões que tinham prazos.
A forma mesquinha como este assunto foi tratado leva-me a crer que, para além daquilo que são os interesses da Região Autónoma, da EMA, da formação de marítimos, prevaleceram interesses ligados ao exercício do poder e à satisfação de algumas vontades pessoais.
O que é que este Governo Regional quer para a EMA?
O que é que este Governo Regional e o seu Presidente pensam sobre as políticas ligadas ao mar e às pescas, tendo como dirigentes mais destacados desse sector pessoas sem ligação sólida à área, mas antes e apenas com tiques mandonistas?
As respostas às duas perguntas precedentes são muito urgentes!
Horta, 14 de Junho de 2021
(Fotografia da Escola do Mar dos Açores retirada da página FB da instituição)
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    Humberto Victor Moura

    É mais uma Pinochada. a juntar a outras. Sempre se disse que alguém que conhecia o mar mas só de longe iria ficar de uma forma estranhíssima a frente da@cousa” O Bolieiro já se viu que não é homem para as rédeas… Pobres Açores e açoreanos…. E já agora faialenses…
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Presidente do Governo defende que Lusofonia é “identidade de ser”

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Presidente do Governo defende que Lusofonia é “identidade de ser”

O Presidente do Governo Regional dos Açores considerou, em Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, que a Lusofonia é “identidade de ser” e elo de aproximação entre povos e culturas.

“Este modo de ser e estar que a Lusofonia representa identifica-nos e aproxima-nos”, considerou o governante.

José Manuel Bolieiro falava na sessão de abertura do 34.º Colóquio da Lusofonia, promovido pela Associação Internacional de Colóquios da Lusofonia (AICL), que decorre até sábado em Ponta Delgada.

O “mundo sem geografia” que é a Lusofonia foi enaltecido pelo Presidente do Governo, que deixou uma saudação a todos os lusófonos, “seja qual for o vocábulo que de forma específica possam utilizar na língua”.

O Governo dos Açores, prosseguiu, “estará ao lado” da AICL para “todas as realizações de futuro”, asseverou ainda o Presidente do Governo.

Iniciativas como esta “valem pela qualidade que representam” na literatura e também na “identidade lusófona”, até porque “transportam para o presente todo o legado poético” e “inspiram novas gerações a darem valor e a conheceram aqueles que deram raíz à Açorianidade, Portugalidade e Lusofonia”.

José Manuel Bolieiro elogiou ainda a “resiliência” da AICL, presidida por Chrys Chrystello, elogiando ainda a “simbólica data” de arranque do colóquio deste ano e o “inspirador lugar” do mesmo: o Centro de Estudos Natália Correia, na Fajã de Baixo.

AA/GRA

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