PN EUMOLOGIA HDES EXCELENTE

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May be an image of text that says "Videochamadas Marcações: Dias úteis das 10h às 12h Telefone: 296 203 231 VhatsApp Messenger"
SERVIÇO DE VIDEOCHAMADAS PARA APOIO AOS FAMILIARES COMPLEMENTAR À VISITA REGULAR
Os doentes hospitalizados no Serviço de Pneumologia do HDES contam com um novo serviço de videochamadas para melhorar a comunicação entre os seus familiares e amigos, diminuindo a distância entre quem está internado e o ambiente familiar.
Poderá agendar a sua video chamada, junto dos nossos serviços administrativos através do número 296 203 231 de segunda-feira a sexta-feira entre as 10h00 e as 12h00.
Agora, o doente internado no Serviço de Pneumologia, pode conversar e até receber abraços virtuais.
Plataformas digitais disponíveis:
WhatsApp
Messenger

GUNGUNHANA É DEPORTADO PARA A TERCEIRA

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LINHAS DA HISTÓRIA
23 DE JUNHO DE 1896 – GUNGUNHANA É DEPORTADO PARA A TERCEIRA
@Reinaldo Frederico Gungunhana (também sendo conhecido por muitos outros nomes) nasceu em 1850 no Império de Gaza onde foi o último imperador (3º imperador dos Vátuas), território que é hoje Moçambique e onde lutou contra a ocupação colonial portuguesa.
O seu avô Sochangane (Manukuse) fizera a ocupação de um vasto território entre o rio Incomáti e a margem esquerda do Zambeze e do Oceano Índico até ao curso superior do rio Save, controlando uma população de mais de 500.000 habitantes.
Gungunhana foi aprisionado, em 1895, por Mouzinho de Albuquerque numa campanha militar em Chaimite. 1º foi encarcerado em Lisboa e a 23 de junho de 1896 foi transferido para Angra do Heroísmo onde aprendeu a ler e a escrever e se converteu (supõe-se que à força) ao cristianismo.
Em 1983, quando o Presidente moçambicano visitou Portugal, pediu ao General Ramalho Eanes, então Presidente da República, para os restos mortais de Gungunhana, do seu filho herdeiro, Godide, do seu tio Malungo e do régulo Zinaxixe pudessem ser trasladados dos Açores para Maputo, o que acabou por acontecer em 1985.
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MAIS VELHA QUE EU

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Na localidade de Cascalhos, freguesia das Mouriscas, no concelho de Abrantes, situa-se a árvore mais antiga de Portugal: uma oliveira que tem 3350 anos.
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Francisco Madruga · Do popular ao erudito.

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Do popular ao erudito.
Um quadro do mestre Anibal de 1978 e uma cascata popular em exposição desde o Santo António até ao São Pedro na típica rua da África em Coimbrões.
A pandemia condiciona os festejos da noite mais longa do ano no reino de Portucale.
Mas festa é festa e o povo gosta.
As ilhas desta mítica rua albergam ainda descendentes de gentes mais antigas e que aculturaram as suas tradições. As ilhas continuam a ser decoradas com enfeites coloridos e na falta da Cascata coletiva constroem-se várias em ponto pequeno. Claro o que também não vai haver são as marchas e o bailarico em frente ao tasco do “Caramila”.
Já não sei o nome, nem a alcunha das pessoas que lá habitam e que vão recuperando os espaços. Alguns ainda se tiram pela pinta.
Muitos serão seguramente descendentes do “Caramila”, do “Sameirinha”, do “Tapum”, do “Quim mata ratos”, do “Toninho piça negra” e de outras distintas figuras desta rua. Eram as festas populares organizadas pelo povo e para o povo.
Os locais foram sendo afastados para bairros camarários, mas muitos ficaram. Os campos e pinhais foram sendo ocupados por centros comerciais, prédios novos e novas avenidas.
Desapareceram sítios míticos, o
Rio da Fonte foi soterrado, a Escola do Araújo transformada em restaurante, o Palacete da Família de D. Duarte em ruínas, o café Ai-Ai, o café Peninha e o café Nunes encerrados.
Coimbrões mantém-se no centro da vida e lá do alto, junto à Igreja, pode-se contemplar à sombra do velho sobreiro, meio Porto e meia Gaia.
Este ano não venham ao S. João. Fiquem em casa, pela vossa saúde e pela nossa. Para o ano, vamos comemorar o S.João com o pessoal da rua da África.
Viva o S. João! Viva “quimbrões”!
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açores IVA BAIXA DE 18 PARA 16%

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Taxa normal de IVA nos Açores passa de 18 para 16 por cento a partir de 1 de julho - Rádio Atlântida
RADIOATLANTIDA.NET
Taxa normal de IVA nos Açores passa de 18 para 16 por cento a partir de 1 de julho – Rádio Atlântida
A taxa normal de IVA na Região vai passar de […]
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  • Jose Paiva

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descontaminar a Terceira

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Os deputados do PSD/Açores na Assembleia da República entregaram uma iniciativa legislativa que propõe ao Governo a revisão do Acordo das Lajes, com o objetivo de garantir, da parte dos Estados Unidos da América (EUA), o financiamento da descontaminação de solos e aquíferos na ilha Terceira.
PSD propõe revisão do Acordo das Lajes que garanta descontaminação financiada pelos EUA
NOREVISTA.PT
PSD propõe revisão do Acordo das Lajes que garanta descontaminação financiada pelos EUA
Os deputados do PSD/Açores na Assembleia da República entregaram uma iniciativa legislativa que propõe ao Governo a revisão do Acordo das Lajes, com o objetivo de garantir, da parte dos Estados Unidos da América (EUA), o financiamento da descontaminação de solos e aquíferos na ilha Terceira….
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Informe sismo: Sismo débil mag. 2.3 – North Atlantic Ocean, 43 km W of Ponta Delgada, Azores, Portugal, Tuesday, 22 Jun. 2021 / VolcanoDiscovery

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Informe terremoto

Source: Informe sismo: Sismo débil mag. 2.3 – North Atlantic Ocean, 43 km W of Ponta Delgada, Azores, Portugal, Tuesday, 22 Jun. 2021 / VolcanoDiscovery

com touros sem máscara – dir reg cultura e agricultura

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May be an image of standing and text that says "21:31 Início Favoritos Recentes Os Açores e Sergio Ribeiro Mundo Os membros do governo e restante população da ilha Terceira, estão isentos de usar máscara em festas taurinas! As máscaras são para os micaelenses tontos... Juntos não conseguiremos! DIRECTOR REGIONAL DA CULTURA MAIS SECRETÁRIO REGIONAL TODA A GENTE SEM MÁSCARA NUMA FESTA TAURINA Gosto muito de ferrar touros! Ai de quem usar máscara aqui!"
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autonomia e pensamento crítico osvaldo cabral

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https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2021/06/autonomia-e-pensamento-criticoPages-from-2021-06-23.pdf
í
45 anos depois das primeiras eleições regionais, que originaram o princípio da administração autonómica, com parlamento e governo, muita história se fez e muita ficou por fazer.
As gerações actuais não fazem a menor ideia do que foi o início de todo este percurso e os que viveram intensamente esses grandes momentos da nossa história contemporânea, só podem orgulhar-se e sentirem-se gratos por nela terem participado e, de uma maneira ou de outra, ajudado a construir uma região muito diferente do que era antes da revolução democrática.
Talvez porque este pensamento histórico se foi desvanecendo com a idade das gerações de então, ou porque se criou uma cultura conformista e de enormes dependências públicas, a nossa sociedade foi perdendo, ao longo destes anos, pensamento crítico.
Da famosa elite política de então, formada por excelentes pensadores da Autonomia, restam poucas vozes activas e intervenientes. E, das novas gerações, a intervenção crítica é rara e com pensamento raro.
A Universidade dos Açores devia ser a nossa guarda avançada no pensamento crítico da nossa Autonomia, produzindo conhecimento e debate nesta área, à semelhança do que acontece um pouco na outra região autónoma vizinha.
Como muito bem reparou, há poucos dias, o Presidente do Conselho Económico e Social dos Açores, Dr. Gualter Furtado, é triste assistir, nos dias de hoje, à liderança da Madeira na revisão da Lei das Finanças Regionais, quando fomos nós, nos Açores, os “pais” desta inovação, começando exactamente pelo Dr. Gualter Furtado e não esquecendo o Prof. Paz Ferreira.
Este é apenas um exemplo da falta de liderança no pensamento crítico que existe nos Açores, num momento crucial para uma reforma que se exige em muitos aspectos da nossa Autonomia política.
Ainda vamos ver, à semelhança da revisão da Lei de Finanças Regionais, outros de fora a liderarem a reforma eleitoral ou de outros poderes do nosso sistema autonómico, enquanto que os nossos deputados se entretêm a fazer e desfazer comissões especializadas para a reforma da Autonomia, como foi o caso da defunta CEVERA, sem produzirem nada de concreto.
Hoje vamos atrasados, como também vamos atrasados na recuperação do desenvolvimento económico e social da nossa região, enquanto que outros vão mais depressa do que nós.
Já em 1994, numa análise que fez à Autonomia e descentralização (“O caso açoriano”), o conhecido investigador e politólogo António Barreto identificava que, “ vinte anos depois da fundação da democracia e dezassete após a criação da autonomia, o problema essencial dos Açores parece ser ainda o do desenvolvimento económico e social. Nem a democracia, nem a autonomia, por si sós ou em conjunto, revelaram ser factores suficientes para resolver ou alterar em profundidade a questão do desenvolvimento. Isto apesar de terem produzido consideráveis efeitos e mau grado terem sido aceites pelas populações, para além, evidentemente, do valor intrínseco de uma e outra, democracia e autonomia. Esta última, com poucas tradições políticas e institucionais, em Portugal, é a que tem sido menos objecto de estudo académico. Talvez por isso seja a que mais necessita de discussão pública”.
Ora, chegados aqui, com mais duas décadas em cima, a análise de Barreto não se desactualizou e voltamos a necessitar de uma discussão pública sobre o rumo que estamos a tomar e o que realmente queremos.
Jaime Gama, ainda recentemente, também alertou para a necessidade deste debate, ele que foi um dos principais pensadores, como Mota Amaral, Álvaro Monjardino e muitos outros, da nossa fundação autonómica, sobretudo quando foi preciso defendê-la contra os detratores instalados no Terreiro do Paço.
Ontem era a Autonomia Administrativa, hoje é a Lei do Mar ou a Universidade dos Açores.
O centralismo ainda resiste e, à falta de pensamento crítico na nossa região, as investidas serão sempre mais descaradas, como têm sido nestes últimos tempos, aproveitando-se das nossas fragilidades e de um certo renascer de “bairrismos” e egoísmos internos, que nos dividem e nos tornam mais fracos.
Veja-se o que António Barreto, no referido ensaio, já preconizava, naquela altura: “ No momento em que se pensa na revisão do estatuto de autonomia e em que se começa a pensar na revisão constitucional há alguns gestos que me parecem interessantes. Por exemplo, a eliminação do Ministro da República, ou a alteração do seu estatuto; a faculdade ou a competência regional para tratar directamente com a União Europeia; a capacidade, a atribuir às autoridades regionais, para emitir empréstimos obrigacionistas e de aceder livremente aos mercados internacionais de capitais, e a autonomia fiscal e financeira acrescida, nomeadamente no caso dos limites globais ao endividamento. Mas já não creio que, nos quadros do espírito autonómico, se devam dar ou seja possível dar passos em domínios como a defesa, a política externa (não incluo a política comunitária) e a organização judicial. A falar-se disso, destas últimas áreas, que seja claro que se está a falar de um projecto de proto-independência ou de criação de um Estado federal”.
45 anos depois andamos a discutir (ou estará por discutir?) os mesmos assuntos de há vinte anos.
O que diz bem da pobreza de pensamento político e crítico em que todos estamos envolvidos.
É verdade que os cidadãos, no meio desta crise sanitária e económica, estão mais preocupados com coisas mais terrenas do que com o progresso do sistema autonómico.
Mas se não fosse o sistema que temos, hoje não teríamos passagens a 60 euros nem teríamos poder para alterar impostos.
Basta agora aperfeiçoar o sistema. Haja fé nas novas gerações de políticos.
****
TRAPALHADAS CULTURAIS – O que se está a passar na área da Cultura desta coligação é apenas a confirmação de que muita gente foi convidada para funções governativas sem possuir o perfil adequado para assumir a responsabilidade.
É verdade que houve pressa em formar um governo que era improvável até na noite eleitoral, mas já houve tempo suficiente para alguém tomar as rédeas desta enorme trapalhada em que se envolvem, permanentemente, alguns membros do governo, com uma postura cínica, polémica e desadequada, que só deixa mal quem lidera esta coligação.
Haja decoro, mais tino e mão firme, coisas de que padeceu também a governação anterior.
(Estas crónicas vão de férias. Bom Verão e vacine-se!)
(Osvaldo Cabral – Diário dos Açores de 23/06/2021)
May be an image of Osvaldo José Vieira Cabral and text
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