espanha 8UMA ESPINHA) na cplp

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O Reino da Espanha vem de ser aceite como Observador Associado na í í (). A ideia inicial era que fosse aceite a Comunidade Autónoma da Galiza, mas isso o nosso presidente autonómico não conseguiu. A notícia oficial de La Moncloa diz:
“Cabe reseñar el notable impulso que la Comunidad Autónoma de Galicia ha dado a la candidatura de España, y, de hecho, tanto la ” í ” y el ” ” ya son Observadores Consultivos de la CPLP.”
Também é Observador Consultivo a Associação galega ê .

Dentre essas três entidades, duas são reintegracionistas e independentes da Xunta. E a primeira delas trabalha desde a sua constituição em 2007 nesse ou parecido propósito. Vale destacar que não há qualquer menção à presidência da Comunidade, ou à sua Secretaria de Política Linguística. É este, portanto, um mérito do reintegracionismo galego, que está de

parabéns

, mesmo que a entrada de todo o Estado não fosse a ideia inicial.

La Moncloa. 17/07/2021. Ingreso de España en la Comunidad de Países de Lengua Portuguesa como Observador Asociado [Prensa/Actualidad/Asuntos Exteriores, Unión Europea y Cooperación]
LAMONCLOA.GOB.ES
La Moncloa. 17/07/2021. Ingreso de España en la Comunidad de Países de Lengua Portuguesa como Observador Asociado [Prensa/Actualidad/Asuntos Exteriores, Unión Europea y Cooperación]
sábado, 17 de julio de 2021. La Conferencia de Jefes de Estado y de Gobierno de la Comunidad de Países de Lengua Portuguesa (CPLP) ha aprobado hoy el ingreso de España como Estado Observador Asociado en la Cumbre de la organización celebrada en Luanda, en el año en que la CPLP celebra su 25 ani…
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O jovem que inventou, aos 11 anos, sistema para proteger vacas de leões – BBC News Brasil

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Sistema de iluminação movido a energia solar ajuda a manter felinos selvagens longe dos currais e tornou Richard Turere o mais jovem detentor de patente do Quênia.

Source: O jovem que inventou, aos 11 anos, sistema para proteger vacas de leões – BBC News Brasil

O ATAQUE AO HDES

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O ataque ao hospital
A última vez que entrei no Hospital do Divino Espírito Santo(HDES), em Ponta Delgada, foi há anos… Acompanhava um familiar na urgência.
Enquanto esperava, uma beldade local exigia ser “antendida” de imediato. E gritava, informando os plebeus que o marido era um médico especialista “importante e da casa”. Para espanto um enfermeiro explicava: ”os da casa têm prioridade”. E a beldade, de facto, passou à frente das outras pessoas. Sem critérios para além do estatuto “VIP”.
Falei e escrevi, na altura, sobre o assunto com quem de direito. O relato da minha experiência(banal) tinha sempre concordância e gargalhadas. “De facto a gaja é boa como o milho”. Mas se “a gente aperta, ainda é pior. Os gajos vingam-se!”
E durante vinte anos o PS tentou fazer do hospital um modelo de gestão “baseado” na lealdade política. Resultados? O benefício da medicina privada que tem o lucro como prioridade. Ou seja: governos que tinham medo e temor reverencial dos médicos, nomeadamente os que imaginam ser a prioridade de um hospital. E utentes abandonados à sua sorte. E esperar, para quem é pobre, dois anos por uma consulta do especialista importante…
Com o auxílio de muita comunicação social (dominada pelo PS, depois dos anos em favor ao PSD), as listas de espera, a prepotência política na gestão da saúde, o caos, as notícias foram, curiosamente, raras. Notas de rodapé. Até um médico, condenado em tribunal por crimes horríveis contra crianças, continuou durante anos no sistema de saúde público regional! E o silêncio.
O modelo de gestão é simples de explicar. Tem conhecimentos, dinheiro ou seguro pago com impostos? Sim? É já hoje, no privado. Não? É esperar. O silêncio cúmplice fez escola. Durante anos. Fazer do HDES uma espécie de SATA da saúde foi o objectivo de vários governos. “Todos ao monte e fé em Deus”!
E, sem surpresa, nos últimos dias, reparo que alguma “comunicação social” de São Miguel “descobriu” o hospital. Decidiram, entre outras coisas, dar voz a um “linchamento” da Presidente do Conselho de Administração. O que se terá passado?
É obviamente uma questão política. E da sobrevivência da tradição. E da função da prática da medicina. Como escrevi em outro lugar: quem se mete com o “velho” modelo de “gestão hospitalar”do PS, aperfeiçoado pelos governos do Vasco Cordeiro, leva e quem se mete com os interesses da medicina privada local – coutada do PS actual – também leva. O que está em causa é se um hospital público dos açorianos existe, directa ou indirectamente, para servir a medicina privada e o lucro ou se existe para servir os doentes dos Açores?
Addendum: a coutada da medicina privada local não será só, obviamente, do PS…O velho PSD ultra conservador(que tanto dinheiro ganhou com o PS no governo)também não gosta das mudanças…
Foto: página do Facebook do HDES.
Hospital do Divino Espírito Santo de Ponta Delgada, EPER

Hospital
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  • Francisco Cardoso

    Isso dessa beldade é o que menos interessa. O pior é o GRA/HDES roubar todas as outras ilhas mais pequenas para sustentar esse escândalo negango os mais básicos meios de diagnóstico e pequenas intervenções cirúrgicas,além das maternidades. Indecente.
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MOGADOURO TERRA DE TRINDADE COELHO

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Terra de Trindade Coelho, continua a fazer sentido assumir a cidadania, pela cultura, pelas tradições, pela educação.

centenas de portugueses em campos de concentração

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CENTENAS DE PORTUGUESES
FORAM ENVIADOS PARA CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO NAZIS
Centenas de portugueses foram enviados pelos nazis para campos de concentração
RTP.PT
Centenas de portugueses foram enviados pelos nazis para campos de concentração
Memórias presentes numa exposição no Centro Cultural de Belém.
Ana Maria (Nini) Botelho Neves, Maria Cantinho and 78 others
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Em 1972 o MIT previu o colapso da sociedade. Novo estudo revela que estamos nesse caminho – ZAP

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Um novo estudo sobre um modelo criado em 1972 por investigadores do MIT revela que a previsão de então sobre o colapso da sociedade no século 21 mantém-se atual.

Source: Em 1972 o MIT previu o colapso da sociedade. Novo estudo revela que estamos nesse caminho – ZAP

mais barato que botox…..Mulheres relatam aumento do tamanho dos seios após receberem vacina da Pfizer – Mundo – Correio da Manhã

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Vários especialistas referem que pode tratar-se de uma resposta do sistema imunológico.

https://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/mulheres-revelam-aumento-do-tamanho-dos-seios-apos-receberem-vacina-da-pfizer?utm_term=Alives&utm_campaign=Editorial_CM_Boatarde&utm_source=Newsletter&utm_medium=email&eg_sub=04be046005&eg_cam=42c8641b92170753dd43b5865c1dadd8&eg_list=11

 

Source: Mulheres relatam aumento do tamanho dos seios após receberem vacina da Pfizer – Mundo – Correio da Manhã

A GNR SÓ ATACA FRACOS E AQUI NÃO INTERVÉM???

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A CAUSA DAS COISAS
Quando os “agentes” da autoridade, não têm autoridade e comportam-se como perfeitos anómalos amorfos no meio da zaragata, é uma das causas para que a autoridade seja alvo de escárnio, mal dizer e sobretudo incompetência.
A República das Bananas no seu melhor…
Alexandre Borges on Twitter
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“Ensaio sobre autoridade https://t.co/u2jNNqD6AD”

inscreva-se no 36º colóquio em Ponta Delgada outº 2022

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estamos prestes a atingir o limite de 50 oradores…

. inscreva-se para tomar parte neste memorável evento que encerra as celebrações do 20º aniversário dos colóquios

https://coloquios.lusofonias.net/XXXVI/

36º colóquio da lusofonia 1 a 5 outubro 2022

ficha comissões temas instruções sócios patronos
Autores e convidados

contactos

hino da lusofonia
historial AICL lista inscritos imagens das ilhas
viagens lista oradores fotos colóquios
alojamento horário todas as imagens do 34º
menu hotel programa busto D. Ximenes Belo
local evento Visão sobre a AICL
visitante nº A Lusofonia é uma capela sistina inacabada; é comer vatapá e goiabada, um pastel de bacalhau ou cachupa,

regados com a timorense tuaka ao ritmo do samba ou marrabenta; voltar a Goa com Paulo Varela Gomes, andar descalço no Bilene com as Vozes anoitecidas de Mia Couto, ler No país de Tchiloli da Olinda Beja, rever os musseques da Luuanda com Luandino Vieira, curtir a morabeza cabo-verdiana ao som De boca a barlavento de Corsino Fontes, ouvir patuá no Teatro D. Pedro IV na obra de Henrique de Senna-Fernandes e na poesia de Camilo Pessanha; saborear a bebinca timorense em plena Areia Branca ao som das palavras de Francisco Borja da Costa e Fernando Sylvan, atravessar a açoriana Atlântida com mil e um autores telúricos, reencontrar em Salvador da Bahia a ginga africana, os sabores do mufete de especiarias da Amazónia, aprender candomblé e venerar Iemanjá, visitar as igrejas e casas coloridas de Ouro Preto, Olinda, Mariana, Paraty, Diamantina, e sentir algo que não se explica em Malaca, nos burghers do Sri Lanka, em Korlai ou no bairro

dos Tugus em Jacarta. É esta a nossa lusofonia.

(Chrys Chrystello abril 2019)