Figuras sinistras com cabeças enormes são descobertas em pinturas de caverna na Tanzânia

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Em 2018, os arqueólogos fizeram uma descoberta surpreendente na Reserva de Caça Swaga Swaga, no centro da Tanzânia.

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ninguém deu conta mas estamos supervigiados

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A CAUSA DAS COISAS
Ativistas de direitos humanos, jornalistas e advogados em todo o mundo têm sido alvos de governos autoritários, usando software de hacking vendido pela empresa de vigilância israelense NSO Group, de acordo com uma investigação sobre um vazamento massivo de dados.
A investigação do Guardian e de 16 outras organizações de mídia sugere abuso generalizado e contínuo do spyware de hacker da NSO, Pegasus, que a empresa insiste que é destinado apenas para uso contra criminosos e terroristas.
Pegasus é um malware que infecta iPhones e dispositivos Android para permitir que os operadores da ferramenta extraiam mensagens, fotos e e-mails, gravem chamadas e ativem microfones secretamente.
O vazamento contém uma lista de mais de 50.000 números de telefone que, acredita-se, foram identificados como de pessoas de interesse por clientes da NSO desde 2016.
Forbidden Stories, uma organização de mídia sem fins lucrativos com sede em Paris, e a Anistia Internacional inicialmente tiveram acesso à lista vazada e compartilharam o acesso com parceiros de mídia como parte do projeto Pegasus, um consórcio de reportagem.
A presença de um número de telefone nos dados não revela se um dispositivo foi infectado com Pegasus ou sujeito a uma tentativa de hack. No entanto, o consórcio acredita que os dados são indicativos dos alvos potenciais dos clientes do governo da NSO identificados antes de possíveis tentativas de vigilância.
Revealed: leak uncovers global abuse of cyber-surveillance weapon
THEGUARDIAN.COM

The Ancestral Myth of the Hollow Earth and Underground Civilizations | Ancient Origins

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Countless stories, myths, and legends are told about underground cities and subterranean civilizations spread through a vast network of interconnected tunnels across the planet.There are many rumors s

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mortes por construir em leito de cheia

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As imagens das inundações na Europa Ocidental, que já mataram dezenas de pessoas, são devastadoras e, como de costume, já despoletaram referências apaixonadas ao bendito “aquecimento global”.
A realidade, no entanto, fia mais fino: o que temos aqui é o resultado catastrófico da construção em leito de cheia – i.e. área de solo temporariamente coberta pelas águas quando ocorrem cheias extraordinárias, inundações ou tempestades.
A construção em leito de cheia arrasta dois problemas:
1 – As construções (sejam habitações, vias de comunicação ou equipamentos públicos) constituem obstáculos à progressão das águas [e, portanto, se o aumentar dos caudais for significativo o suficiente, serão destruídos pela força destas];
2 – A urbanização destas áreas implica a impermeabilização dos solos (devido ao uso de alcatrão nas estradas e à construção de passeios), pelo que é negada à Natureza a possibilidade de absorção, pelos solos, de pelo menos parte da precipitação.
O resultado está à vista: se ocorrerem precipitações intensas que contribuem de forma evidente para o aumentar do caudal dos cursos de água e se as águas se depararem, no seu curso, com obstáculos devido à urbanização de solos que deveriam ser, quando muito, várzeas agrícolas, o resultado é o que se vê nas fotos abaixo.
Isto não é resultado de qualquer aquecimento global; isto é consequência da arrogância humana que acha que é mais forte e mais inteligente que a Natureza.
Por que é que se continua a construir em leitos de cheia?
Simples:
A – Herança histórica: até ao advento do automóvel, os rios eram, por excelência, as principais vias de comunicação em muitas regiões no mundo;
B – A riqueza dos solos das planícies aluviais, factor determinante se pensarmos que a primeira actividade das comunidades sedentárias foi a agricultura;
C – Más políticas públicas levadas a cabo por políticos que não têm qualquer conhecimento em geografia, engenharia ambiental ou climatologia;
D – O sentido apelativo de viver junto de água, que é transversal a culturas e sociedades mesmo numa época em que se conhece os riscos associados a tal facto;
E – Arrogância técnica de uma espécie que acha que, recorrendo à tecnologia, conseguirá sempre prever e contornar os excessos da Natureza.
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a razão das cheias

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A CAUSA DAS COISAS
A raça humana não aprende com os erros?
A teimosia de que somos capazes de enfrentar e vencer a natureza, não será uma demonstração da nossa falta de inteligência?
Quantas mortes serão necessárias para percebermos que não dominamos tudo?
Desde sempre que ouvi e até assistí a muitas cheias que tudo arrasam, que tudo levam à frente, quando as aguas necessitam abrir caminho para a sua passagem.
Chamemos fúria, chamemos catástrofe natural, o que quisermos, mas o que temos… é de persistir nos mesmos erros de sempre!
Nos últimos dias as notícias chegaram do norte da Europa, Alemanha, Luxemburgo, Suiça, Paises Baixos, Austria, etc. todos focando o mesmo drama, as mudanças climáticas!
Então e as construções em leito de cheias?
Bem sei como é fantástico ter uma casa com um rio a banhar o jardim e desfrutar daquele som característico da natureza da água a passar. Pois sei e também sei de quantos amigos e conhecidos, à conta disso, já terem ficado se os haveres, no mínimo, para não falar as perdas humanas.
E se começassemos, nós, enquanto humanidade e seres racionais pensantes, a usar a cabeça em lugar de perseguir emoções?
Cá pelo nosso paraíso, conhecemos bem os dramas de construír na faixa litoral ou em leito de cheias.
Até cá pelo meu burgo, Sever do Vouga, os avisos não são tido muito em conta e depois é o que sabemos, aqui d’el rei que a cheias arrastaram as estruturas, pois é!
Não chega dar as mãos em jeito de solidariedade, é mesmo necessário começarmos a usar a inteligência adquirida ao longo dos séculos, ganharmos consciência!
Para avivar as nossas memórias:
1967 Novembro- Rio Tejo. Morreram cerca de 500 pessoas, grande número de casas ficaram danificadas e foram destruídos muitos quilómetros de infra-estruturas.
1979 Fevereiro – Rio Tejo. A cheia durou 9 dias, tendo provocado 2 mortos, 115 feridos, 1 187 evacuados e avultados prejuízos materiais. O distrito de Santarém foi o mais afectado. Considerada como a maior cheia do séculoXX.
1983 Novembro – Rio Tejo. Morreu uma dezena de pessoas, 610 habitações foram completamente destruídas, 1 800 famílias desalojadas, tendo os prejuízos ascendido a cerca de 18 milhões de contos (valores da época)
1989 Dezembro – Rios Tejo e Douro. Provocou 1 morto, 61 pessoas foram evacuadas no Distrito de Santarém e 1 500 ficaram desalojadas no Distrito de Vila Real (Régua), onde atingiu um caudal máximo de 12.000 m3/s.
1997 Outubro – Monchique. Precipitação muito intensa durante quatro horas alagou impetuosamente a localidade, com elevados prejuízos materiais em habitações, viaturas e equipamentos (Termas das Caldas de Monchique).
2000/01 Inverno – Rios Douro e Tejo. Um período de Inverno excepcionalmente chuvoso originou uma série de cheias consecutivas entre os meses de Dezembro e Março. Os distritos de Vila Real, Porto e Santarém foram os mais afectados. Outras bacias hidrográficas também registaram diversas situações de cheia, algumas das quais atingiram níveis recorde. Ao todo, durante este Inverno, cerca de uma dezena de pessoas perdeu a vida nas cheias, a maioria ao atravessar indevidamente zonas caudalosas. A saturação dos solos proporcionada pela precipitação contínua causou ainda diversos aluimentos de terras que provocaram mortos e desalojados.
2001 Janeiro – Rio Mondego – Níveis excepcionais de precipitação na região de Coimbra originaram um elevado caudal do Mondego, o que provocou a rotura dos diques do leito central do rio em 13 pontos distintos (por erosão dos taludes). A zona a jusante de Coimbra ficou alagada durante quase uma semana, com especial incidência para o concelho de Montemor-o-Velho.
2010 Fevereiro – Ilha da Madeira – E tudo a agua levou – Morreram 51 pessoas, 600 desalojadas 1000 milhões de euros de prejuízos.
Podiamos estar aqui o dia inteiro a lembrar que a força da natureza tem desígnios, que não se compadecem com desígnios irracionais. Pois, poder podíamos, mas na generalidade achamos que as catástrofes só acontecem aos outros, até que um dia…
imgs:
1 . A geologia
2 . Albufeira 2020
3 . Mondego
4 . Coimbra
5 . 6. 7. Ilha da Madeira
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  • Jose Bastos

    Outra forma de ver a questão. Somos apenas humanos, não dominamos nada, o que devemos é não estragar o que a natureza criou e nos pediu para preservar, ou seja, o Planeta estabeleceu com os humanos um contrato de uso fruto e não de propriedade pela par…

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A questão dos animais

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Nas vésperas do Dia de Acção de Graças de 2014, a senhorita Rachel Boerner, modelo ou aspirante a sê-lo, entrou num avião com um animal de estimação. O avião pertencia à companhia US Airways e saía do aeroporto de Hartford, no Connecticut, e o animal de estimação chamava-se Hobey e era um porco macho, já grandote, com 36 quilos. As coisas complicaram-se quando a aeronave se preparava para descolar: assustado com o barulho dos motores ou por outra razão, o porco desatou a gritar como se o matassem, “três vezes mais alto do que uma criança”, descreveria mais tarde um passageiro aturdido. Não contente, Hobey, o porco, pôs-se a defecar abundantemente no chão alcatifado (e no assento). Com falinhas mansas, a dona ainda tentou levá-lo às boas até à casa de banho da aeronave, como se fosse um menino, mas o bicho torceu o rabo, recalcitrou, guinchou, defecou mais um pouco e, ao fim de dez minutos de berreiro e chiqueiro, o comandante e as hospedeiras acharam por bem evacuar dali para fora a senhorita Boerner e o porco do seu porco.

Source: A questão dos animais

não compre carros elétricos

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NÃO COMPRE CARROS ELÉCTRICOS
Não compre a mentira do século. O carro eléctrico destrói o ambiente que respiramos. Provoca ionização do ar e as suas baterias são produzidas com lítio, o químico mais destruidor do planeta com características atómicas. Por outro lado, perguntem aos proprietários de carros eléctricos quantas vezes já ficaram sem poder seguir viagem por não terem local onde carregar a bateria da viatura. AGUARDEM PELOS CARROS A HIDROGÉNIO e não liguem à propaganda que as televisões – vendidas a certas marcas de carros – continuam a propalar banha da cobra para enganar quem pensa estar perante uma “maravilha”…
E ainda há outro perigo de que ninguém não se dá conta. O carro eléctrico não faz qualquer ruíudo. Um peão nunca se dá conta que se aproxima um carro eléctrico e têm sido atropelados em vários países no mundo, especialmente na Europa e Japão, milhares de pessoas. E quem atropela e mata vai para a prisão.
May be an image of 1 person, screen, television and text that says "SIC NOTiCIOS INOVAÇÃO NO MUNDO AUTOMÓVEL MODELO 100% ELÉTRICO É ATUALIZADO VIA INTERNET 08:31 sicnoticias.pt"
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Da ruína à glória – Casa de Florbela Espanca reergue-se | Tribuna Alentejo

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O dia 13 de Julho, esta semana, marcou o início de uma nova era para a Casa onde viveu Florbela Espanca, em Vila Viçosa.Votada a anos de esquecimento e degradação, deu-se o arranque da primeira fase das obras de recuperação do imóvel onde viveu a poetisa nesta vila alentejana, num projeto que visa garantir não só a segurança da estrutura – e a dos imóveis contíguos –, como também criar as condições ideais para a reconstituição do seu interior.De acordo com responsáveis da recuperação “Esta será também uma fase desafiante, dado que o objetivo será manter a casa o mais próxima possível à traça d

Source: Da ruína à glória – Casa de Florbela Espanca reergue-se | Tribuna Alentejo