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Source: resistir.info
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Portugal de baixa e com Centros de Saúde disfuncionais
Posted: 02 Aug 2021 04:47 AM PDT
Portugal de baixa. Cartoon de André Carrilho, em Diário de Campanha. Cartoons / RTP
Apesar da tão falada Libertação do Covid a realidade é que o país continua de baixa. Basta olhar ou querer consultar ou recorrer a determinados serviços para concluirmos que não funcionam ou que aproveitam o facto de o Covid-19 ter as “costas largas” e assim justificarem (sem razão) a inoperacionalidade, a falta de assistência, a falta de um funcionamento adequado e que em muitos casos – pela sua recusa – é flagrantemente inconstitucional.
Por muito impossível que pareça é este o caso de muitos dos chamados Centros de Saúde, provavelmente a nível nacional mas que (pelo menos) em Lisboa e arredores é facilmente constatável, chegando ao pormenor de não atenderem os telefones que supostamente informariam os utentes das razões do seu mau ou não funcionamento.
Infelizmente, por experiência de muitos dos desesperados utentes dos serviços de saúde adstritos à denominada Segurança Social, o que se constata é que existem recusas de assistência médica a doentes que recorrem àqueles serviços – apesar de não terem sequer sintomas associados a contaminação por Covid-19 – padecendo claramente de doenças registadas desde há anos e que devem constatar na ficha do doente (caso de doenças respiratórias p. ex.). Apesar de tudo os ditos Centros recusam prestar a assistência devida e “empurram-nos” para hospitais, sejam crianças ou adultos com episódios habituais.
Pergunta-se: isto não é inconstitucional e não viola o tal inoperante juramento de Hipócrates por parte dos médicos(as)? Está ou não Portugal de baixa e o “sistema” a violar a CRP – Constituição da República Portuguesa?
Saliente-se que, conforme os portugueses experienciam, tal ocorre não só no citado caso da assistência à saúde da ARS Lisboa mas também em muitos outros serviços públicos e empresas que aproveitam a “onda covid” para o doce “fare niente” – nem mais nem menos que o correto português do “deixa andar”. E podem, tanto assim que é o que acontece na vida real.
Afinal Portugal está todo de baixa por vontade própria e/ou por vontade de alguns calaceiros e quejandos que se aproveitam desta fase covid?
MM / PG
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BES-Novo Banco: Fraude “desenhada” para roubar portugueses
Posted: 02 Aug 2021 07:48 AM PDT
Comissão de inquérito do BES: a fraude, a balbúrdia e uma conclusão terrível
José Cabrita Saraiva| Jornal i | opinião
Esperávamos que a Comissão de Inquérito às perdas do BES pudesse ter esclarecido o que se passou para que assim fosse, mas parece que afinal os partidos limitaram-se a empurrar culpas uns para cima dos outros.
Quando anunciou a ideia de separar o antigo BES em dois bancos, Carlos Costa, então governador do Banco de Portugal, explicou que tinha sido criteriosamente estabelecido um perímetro, uma espécie de cerca sanitária: do lado de dentro desse perímetro protegido ficava o “banco bom” (Novo Banco), com os ativos e a “parte saudável”, por assim dizer; do lado de fora ficava o “banco mau”, com as dívidas, os créditos incobráveis e os problemas. Parecia uma ciência exata.
Acontece que rapidamente se começou a perceber que afinal o banco bom não era apenas o “bife do lombo”, como os ingénuos poderiam ter pensado. Além dos ativos, havia também créditos malparados, imparidades, buracos bem profundos.
Ao ponto de o primeiro-ministro António Costa ter dito em 2019, com bastante graça e muito acerto, que “quando se fez a separação entre o chamado banco mau e o chamado banco bom, verdadeiramente o que ficámos foi com um banco mau e um banco péssimo”. Nem mais.
Esperávamos que a Comissão de Inquérito às perdas do BES pudesse ter esclarecido o que se passou para que assim fosse, mas parece que afinal os partidos limitaram-se a empurrar culpas uns para cima dos outros. O que deveria ter sido uma tarefa de colaboração transformou-se num todos contra todos: o PS diz que o PSD enganou os portugueses, o PSD diz que foi o governo do PS que fez mal a venda, o PCP diz que foi uma “fraude política”.
Enfim, uma balbúrdia inacreditável. Ao ponto de o deputado Fernando Anastásio, do PS, ter renunciado à função de relator por não se rever no relatório final…
Os portugueses, entretanto, continuam sem saber muito bem onde foi parar o dinheiro dos impostos que o Estado, com a maior “cara de pau”, lhes foi extorquindo o melhor que podia (sabiam que os combustíveis voltaram a subir hoje?) para tapar o buraco…
E o mais triste no meio disto tudo é que um dia ainda vamos chegar à conclusão terrível de que teria sido preferível emprestar uns milhões valentes a Ricardo Salgado para disfarçar as contas, manter as aparências e continuar tudo como se nada fosse.
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Portugal passou a contar com um total de 27 medalhas conquistadas em Jogos Olímpicos.
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Passageiro foi detetado por fiscais da CP a viajar sem título válido. Recusou-se a abandonar a carruagem.
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A quase totalidade das peças está emprestada a entidades da Região, ao abrigo de um protocolo de cedência, após parecer favorável. Museu Carlos Machado é o que tem o maior número de peças cedidas, a maioria à Presidência do Governo
Source: Museus açorianos têm 269 peças emprestadas a 17 entidades – Açoriano Oriental
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Approval for both Scott Morrison and Anthony Albanese slides in latest Guardian Essential survey