Pilotos são aplaudidos após voo de 36 horas com 3 arremetidas e noite a bordo de aeronave

Views: 1

Um voo da British Airways enfrentou vários percalços até que conseguisse finalmente pousar no aeroporto internacional de Hong Kong

Source: Pilotos são aplaudidos após voo de 36 horas com 3 arremetidas e noite a bordo de aeronave

CAPITALISMO E COMUNISTAS

Views: 2

Os tais comunistas que falam mal do capitalismo mas depois fazem uso dele e nunca vão viver para um país com regime comunista.
May be an image of 3 people and text
TóZé Almeida, Afonso Quental and 19 others
34 comments
Like

Comment

34 comments

View 14 more comments
All comments

Retorno ao livro único e nacionalização das crianças de três anos?

Views: 2

Retorno ao livro único e nacionalização das crianças de três anos?
O homem que apoiou a criação de estruturas salazaristas de controlo do pensamento e da informação e iniciativas de supervisão moral da sociedade teve a deselegância de dizer a um deputado que não o autorizava a fazer juízos morais a seu respeito, porque o deputado não o conhecia de lado nenhum. O feudalismo deste raciocínio indigna qualquer cidadão livre e torna necessário lembrar a António Costa que toda a gente o conhece, e demasiadas vezes pelas piores razões.
António Costa reagiu à intervenção de Coelho Lima com a arrogância de quem não tolera que o contestem. Com a irritabilidade à flor da pele, tentou mostrar que, a quem manda, não se fazem perguntas incómodas. Porque não preciso da autorização dele para o considerar empenhado em impor chavões ideológicos sem fundamentação, endereço-lhe as perguntas em título e passo aos argumentos que as sustentam.
1. O Plano de Recuperação e Resiliência prevê gastar 73,5 milhões de euros para produzir recursos educativos digitais para todas as disciplinas do básico e secundário. Sucede que esses recursos já existem, para a maioria delas. É o que se retira da execução do Projeto-Piloto de Desmaterialização de Manuais Escolares (24 instituições, 187 turmas e 3755 alunos), coordenado pela Direção-Geral da Educação, com forte envolvimento dos grupos editoriais que, de há muito, vêm produzindo manuais e outros recursos digitais, de reconhecida qualidade. Com efeito, no quadro da monitorização do programa, designadamente na experiência que o próprio ME promoveu em nove escolas, em 2020/21, com manuais digitais já existentes, não vi reportada qualquer falta de recursos, que não a falta de meios informáticos (computadores e acesso à Net). Acresce que a Região Autónoma da Madeira já vai no terceiro ano de utilização total de manuais digitais (todos os alunos do 5º ano em 2019/20, todos os do 5º e 6º em 2020/21 e todos os do 5º, 6º e 7º anos em 2021/22) e também não identificou qualquer falta de recursos, assim como vários colégios com uso 100% digital. Qual é a ideia? Secar a edição privada e impor uma plataforma única, do Estado?
2. O Governo anunciou a intenção de tornar obrigatória a escolaridade a partir dos três anos. Se a medida colher, estaremos a estender ao pré- escolar o seu desígnio para a escola pública: ser um simples depósito de alunos durante o tempo de trabalho dos pais. Se a medida colher, estaremos a implodir a natureza intrínseca do pré-escolar, porque o sistema cederá, definitivamente, à pressão que já se verifica para antecipar aprendizagens formais, reguladas e tipificadas. Ora o aspecto mais importante da educação pré-escolar não é a preparação das crianças para os programas de ensino que as esperam no básico. É antes um tempo e um espaço para crescerem naturalmente, brincando, adquirirem capacidades neuro-motoras e sociais, envolvendo-se em actividades sensoriais, reguladoras de emoções, tanto mais relevantes quanto cada vez é mais escasso o tempo em que interagem com a respectiva família. Essas capacidades têm um valor intrínseco, por si só e para tudo o que virão a ser as crianças, bem mais importante que qualquer intencionalidade preparatória do ensino formal.
É desejável criar condições para que as cerca de 18 mil crianças, que estão fora do pré-escolar, o possam integrar? Obviamente que sim. Mas sem tornar isso obrigatório e com fundamento pedagógico, que não por razões assistencialistas.
Combate-se a pobreza apoiando as famílias, mas não retirando coercivamente os filhos às famílias. Dito de outro modo: o combate à pobreza e o apoio às famílias e à natalidade são vitais e necessários. Mas o direito das crianças ao desenvolvimento próprio de cada fase do seu crescimento não pode ser subalternizado em nome desse combate e desses apoios. As famílias devem ter a última palavra sobre os cuidados que preferem (ou podem) dar aos filhos. O Estado deve criar os recursos para acolher todos os que não permanecerem no seio da família. E, neste caso, falamos de todos, que não apenas a partir dos três anos. Ou estamos a fingir que ignoramos a insuficiência da rede pública de creches, situação dramática para os pais que trabalham e não podem pagar o acolhimento dos filhos na rede privada?
In “Público” de 13.10.21
You, Maria João Ruivo, Joao Paulo Esperanca and 121 others
5 comments
48 shares
Like

Comment
Share

PIDE NOS AÇORES E BUFOS

Views: 12

  • Roberto Y. Carreiro

    Aqui vai um . [NA ILHA DE S.MIGUEL A PIDE TINHA MUITOS AMIGOS E MUITOS INFORMADORES (III)
    ( continuação do artigo de PEDRO DA SILVEIRA publicado na revista «Seara Nova» de Julho de 1974, sobre a inauguração das instalações da PIDE na cidade de Ponta Delgada em 07.11.1957]
    ▬▬▬▼
    ►[ Sobre a chegada do capitão Neves Graça (director da PIDE) e consorte a S. Miguel há notícias pormenorizadas no mesmo “Diário dos Açores”, edições de 5 e 6 de Novembro.
    Quanto à inauguração das instalações da Praça Gonçalo Velho, vale ainda a pena ler a reportagem do vespertino “Correio dos Açores” do mesmo dia 8 de Novembro. O seu redactor, um tal Aurélio César, ex-enfermeiro e em tempos remotos militante socialista (redactor ou colaborador d’O Protesto), que viria a acabar informador da PIDE, desta vez refinou nos elogios ao que chama «um importante serviço público» e um «valioso organismo do Estado». Com amostra do seu estilo sufalmídico, veja-se o que diz da bênção eclesiástica : « O Reverendo Ouvidor Eclesiástico Monsenhor José Gomes procedeu à bênção com que a Nação inicia sempre tudo o que carece da Graça de Deus, para a colheita dos frutos da justiça social».
    Eficiente em dar a nota do mundanismo, lá põe o «Na assistência recorda-nos ter visto, e, além dos convidados a título oficial, nomeia mais os seguintes : «Dr. João Bernardo de Oliveira Rodrigues; dr. Fernando Raposo de Medeiros e esposa; Álvaro Ataíde Correia (um grande amigo de ROSA CASACO, que hospedou em sua casa em Julho de 1959, quando ele tornou à ilha de S, Miguel como…. turista) – ver “A Ilha” de 25-VII-1959 – ; dr. Humberto Correia de Medeiros e esposa ; Aníbal dos Reis Baptista e esposa ; Nicolino Augusto do Couto (vulgo dr. “Tacão”, enfermeiro, representante de laboratórios de especialidades farmacêuticas e conhecido informador da PIDE/DGS) e engº Costa Matos e esposa.
    De notar que das autoridades locais só uma não compareceu, optando por fazer-se representar : o comandante da Defesa Marítima, que era então o democrata comodoro Luís de Freitas Oliveira Lima.
    O cônsul-geral de Portugal em Paris é presença que, à primeira vista, não se entende muito bem. Trata-se do dr. Martim Machado de Faria e Maia, natural de Ponta Delgada e que na ocasião encontrava-se ali em férias. Antes de entrar na carreira diplomática tinha sido delegado do I.N.T.P. em Angra do Heroísmo, onde deixou bem marcada a sua actuação como mais salazarista do que Salazar. Além de então ter sido colaborador muito assíduo d’A Pátria, orgão angrense da U.N. – União Nacional (desde 1937, quando foi arrebatado, pela violência, ao seu proprietário e director, o tipógrafo democrata José Cruz), a sua acção fez-se sentir na Ilha Terceira, com notável ferocidade, na «limpeza» dos sindicatos. No Sindicato dos Caixeiros, além dele próprio ter destruído o retrato dum dos fundadores, o regicida Alfredo Costa, mandou rasgar e queimar tudo o que no arquivo era testemunho dum brilhante passado reivindicativo. De notar, ainda, que ali, de parceria com o secretário-geral do governo civil, dr. Francisco Lourenço Valadão Júnior, teve que ver com a morte dum pobre homem, de apelido Pimentel, cujo único “crime” era ter dito, a propósito do racionamento do pão, já no tempo da guerra, que, “se calhar, os graúdos têm quanto querem”….. ]
    (continua)
    @ Ryc
    5
    • Like

    • Reply
    • 11 h

    Ber Maica replied
    4 replies
    10 h