Grow Old With You – Westlife – Tradução – YouTube

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SÃO JORGE | Aprovado, em Conselho de Governo, protocolo para a eletrificação da Fajã dos Tijolos. – Rádio Ilhéu

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O Conselho do Governo, reunido em Ponta Delgada, no passado dia 11 de outubro, onde deliberou aprovar uma resolução que autoriza a celebração de um protocolo que

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el condor pasa

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alexa põe a máquina a lavar por joão bendito

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ALEXA! PÕE A LOUÇA A LAVAR!
Estou à beira dos setenta, faltam-me poucos meses para lá chegar.
Quando eu era criança, uma pessoa de setenta anos, era velha. Não seria apenas pelo aspecto físico, mas também pelo modo de vestir ou pelas coisas que (não) fazia. Sim, é verdade, trabalhava-se até ao fim da vida, eram poucos os que se podiam dar ao luxo de dizer que eram reformados. Ser reformado era quase como sinónimo de malandro, de pessoa que vivia à custa dos outros, uma situação reservada para quem tivera a sorte de ter vivido uma vida desafogada. Claro que estou a generalizar, estas regras não se aplicavam a todos e eu não tenho nada contra os que souberam passar por esta existência com uma perna às costas. Pelo menos foram mais espertos do que eu, aqui lhes tiro o meu chapéu.
Portanto, quero com isto dizer que me estou a inquietar para fugir às rilheiras que me estão a conduzir à velhice. Já escrevi sobre isso, ser velho não me assusta (por enquanto…), considerando que é uma situação muito melhor do que a alternativa, isto é, já ter passado para o outro lado da vida. Bem, logo que possa ir seguindo com alguma saúde, boa disposição e frescura de espírito. A presença da família e de um punhado de amigos ao nosso lado é essencial, assim como o é o facto de podermos usufruir dos benefícios das novas tecnologias, principalmente no campo da medicina.
Estes avanços tecnológicos deixam-me, por vezes, espantado. Ontem estava entretido na tarefa de traduzir umas crónicas e arrepiei-me. “Como é possível esta máquina fazer isto com tal velocidade e com esta minúcia?”, perguntei aos meus botões. Não foi a primeira vez que usei este processo, que nunca deixa de me enriçar o juízo. Afinal, é fácil, para quem tem uma pisca de habilidade de como usar um computador: escolhes o texto que queres traduzir, escorregas o rato sobre ele para o pintares de azul e carregas no “copiar”; abres, a seguir, o programa do tradutor Google e empastas o teu texto nele. Não demora dois segundos, aí tens o resultado, a crónica passou de português para inglês num instante. Não é preciso vir aqui dizer que há mais trabalho a fazer, tens que corrigir várias frases ou palavras, estes tradutores não são perfeitos. Então, para quem como eu, que uso muitos termos populares ou regionais, a tradução faz-nos dar umas gaitadas porque tudo é traduzido à letra. Numa frase onde usei um galicismo – “a menina tinha uma toilette muito bonita” – o Google resolveu informar-me que a menina tinha um sifão (toilet) muito bonito. Traduziu por aproximação…
Fiquei a pensar neste e noutros pequenos milagres. Alguns, nem demos pela passagem deles na nossa vida. Eu nunca soube bem o que é um MP3. Mais lá para trás no meu percurso de vida, apareceram outras inovações que, afinal, são sempre sinal de progresso. Sou do tempo em que as caixas de fósforos e os isqueiros de faísca foram substituídos pelos Zippo americanos, os fogões Primus deram lugar aos de gás e os pequenos rádios portáteis faziam a alegria de muitos. Os grandes gravadores de bobines passaram à reforma, já que os mais pequeninos, com cassetes de fita magnética, cabiam numa algibeira e nem precisavam de eletricidade, bastava um par de baterias. Toda a gente podia ter música em casa sem ter que estar com o ouvido encostado ao aparelho de rádio, na prateleira da sala. Com o primeiro ordenado que recebi do meu também primeiro trabalho, comprei, ao meu vizinho Amílcar “Quatro Escudos”, um gira-discos americano. Requeria o uso de um transformador, mas esse
era o problema menor, o pior era sofrer as zangas da minha mãe, que cismava que a música
estava sempre muito alta.
Aqui, no EL Dorado, na terra das modernidades, já não tenho conta das maravilhas tecnológicas que me foram passando em frente dos olhos. Mesmo assim, sem querer ser saudosista, ainda recordo a primeira televisão que comprámos, que nem transmitia a cores e te obrigava a levantar o traseiro do sofá quando querias mudar de canal (eram apenas meia dúzia!) ou abaixar o som; agora, tenho acesso a uns duzentos canais, mas continuo só a ver dois ou três. E o controlo à distância resolve as mudanças todas apenas com uns toques do polegar. Para já não falar sequer que nem precisamos antenas, umas caixinhas pequeninas trazem-nos imagens e sons mesmo até do outro lado do mundo, via satélite.
Talvez dos aparelhos que sofreram – melhor dizendo, beneficiaram – de maiores transformações, foram os telefones. Outro dia mostrei ao meu neto uma fotografia de um daqueles com mostrador rotativo e ele não sabia o que aquilo era. Substituímos esses por uns que tinham um ecrã tipo calculadora e um gravador incluído, para receber e enviar mensagens de voz. Ainda usei, no meu carro, um dos primeiros telefones portáteis, quase do tamanho de uma caixa de sapatos. Pelo caminho do esquecimento ficaram também as “beepers”, hoje quase só usadas nos hospitais. Eu ficava levado do Diabo, quando, ainda sem telefone portátil, tinha que sair da autoestrada para procurar uma estação de serviço onde pudesse usar um telefone e me respondiam que já tinham resolvido o problema.
Que dizer dos telefones atuais? São telefones ou são computadores? Ou são máquinas fotográficas? Ou são televisões? Parece-me até que são utilizadas para estas coisas todas, sendo a de menor uso o telefone em si. Enviamos mensagens de texto e de voz e nem precisamos conversar com a pessoa do outro lado. Há uns 10 ou 12 anos eu resistia à moda e não queria um telefone que tirasse fotografias, preferia cada atividade executada pela sua máquina especifica. Pois… o telefone que tenho agora, e que nem é dos mais sofisticados, tem três lentes e um completo laboratório fotográfico lá dentro, com tanta variedade de operações que eu nem sei trabalhar com a maioria delas.
Outra modernidade que tenho tentado não entrar cá em casa, pelo menos por enquanto, é a Alexa. Pode ser que seja muito útil e eficiente, mas ainda não me convenceu. Acho-a um pouco a tender para a mexeriquice, parece uma das nossas vizinhas da Miragaia, bastava fazer-lhe uma pergunta e ela desbobinava tudo o que sabia e o que inventava sobre o assunto. As minhas netas nem precisam de gira-discos, de gravador de cassete ou de MP3. Basta darem uma ordem e a fiel Alexa põe logo o Shawn Mendes a chamar Señorita à Camila Cabello. Eu já percebi como é que a Alexa trabalha, mas, mesmo assim, ainda me mete impressão como é que a maquineta consegue apagar e acender tanto interruptor de luz ou pôr tanta máquina de lavar louça a trabalhar ao mesmo tempo! O jeito que ela teria dado à minha mãe.
Pronto, queria deixar as modernidades em paz e ir ler um livro, mas estou a lembrar-me que tenho ainda muitas crónicas para traduzir.
Afinal, já sou velho, mas não posso viver sem as tecnologias modernas. E bem bom que assim é.
PS: Depois de ter enviado esta crónica para o jornal, ficou-me a impressão que eu já tinha escrito alguma coisa muito parecida com o que aqui foi dito acima. Mais uma prova que a velhice está a bater à porta e que, como já são muitas as crónicas – só para o “Tribuna Portuguesa” já foram 170 – vou esquecendo os assuntos tratados nalgumas dela, acabando por repetir temas ou passagens. Fui rebuscar nos arquivos e confirmei que, em Abril de 2019 publiquei a crónica “AI TAL TRISTEZA!”, que não rima, mas encosta um pouco com esta. Pelo menos fica a consolação que, se me acusarem de plagio, posso usar a defesa de que me plagiei a mim próprio.
Lincoln, Califórnia, Outubro, 3, 2021
João Bendito
Chrys Chrystello
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Apophis: What you should know about the asteroid skimming by Earth – The Jerusalem Post

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Apophis will still pass by the Earth in 2029 – specifically on April 13 – at a distance less than 20,000 miles (32,000 kilometers) from the Earth’s surface.

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É mês de comer uma “Foda” em Monção

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É mês de comer uma "Foda" em Monção
OMINHO.PT | BY O MINHO
É mês de comer uma “Foda” em Monção
Gastronomia
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o homem do bpp

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FRANCO MANDOU INVADIR PORTUGAL

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QUANDO FRANCO
MANDOU PLANEAR A INVASÃO DE PORTUGAL
“Decidi preparar a invasão de Portugal”
Por Maria José Oliveira (in Público)
Em 1940, o Alto Estado-Maior espanhol elaborou, a pedido de Franco, um plano de ataque a Portugal, com a ocupação de Lisboa e a tomada de toda a costa nacional. O documento foi descoberto pelo historiador espanhol Manuel Ros Agudo, que estará em Lisboa, na terça-feira, para dar uma palestra sobre o tema
O plano não permitia qualquer falha. Tudo começaria com um ultimato (impossível de cumprir) e um prazo limite de 24 horas ou 48 horas, findas as quais teria início a invasão de Portugal.
A operação incluía intervenções por terra, ar e mar e as primeiras incursões terrestres, realizadas por um contingente de 250 mil combatentes espanhóis, avançariam em direcção a Ciudad-Rodrigo, Guarda, Celorico da Beira, Coimbra, Lisboa, Elvas, Évora e Setúbal – a ocupação da capital e a divisão do país em três parcelas constituíam os passos fundamentais para a conquista de Portugal. Ao longo de quase 70 anos, o Plano de Campanha nº 1 (34), o grande projecto de Franco para invadir Portugal, delineado em plena II Guerra Mundial (1940), esteve “adormecido” nos arquivos da Fundação Francisco Franco. Os rumores da tentação franquista de conquistar Portugal há muito que circulam no meio historiográfico – até porque uma das grandes orientações da política externa de António de Oliveira Salazar, durante o conflito mundial, consistia na independência nacional face à ameaça da anexação espanhola. Mas só recentemente foi possível confirmar que os temores de Salazar tinham justificação.
Em 2005, o historiador espanhol Manuel Ros Agudo foi o primeiro investigador a aceder às cem páginas que compõem o plano de ataque contra Portugal, elaborado pela 1ª secção do Alto Estado-Maior (AEM) espanhol no segundo semestre de 1940. O ineditismo da descoberta levou o investigador, de 47 anos, a dedicar-lhe um capítulo na sua obra A Grande Tentação – Franco, o Império Colonial e o projecto de intervenção espanhola na Segunda Guerra Mundial, recém-editada em Portugal pela Casa das Letras. Na próxima terça-feira, Ros Agudo é um dos oradores da conferênciaA Península Ibérica na II Guerra Mundial – Os planos de invasão e defesa de Portugal, a realizar no Instituto de Defesa Nacional, a partir das 14h30, numa iniciativa conjunta com o Instituto de História Contemporânea.
Devastador e célere
O projecto de invadir Portugal não configurava uma “acção isolada”, como se pode ler numa das alíneas dos documentos analisados por Ros Agudo. Tratava-se de uma operação preventiva, no âmbito da ambição franquista de declarar guerra à Inglaterra. Numa altura em que França já caíra sob o domínio da Alemanha nazi, Espanha, então com o estatuto de país não-beligerante, acalentava o sonho de um império norte-africano. Nem Hitler nem Mussolini podiam, em 1940, garantir a Franco a concretização deste desejo. Mas isso não fez esmorecer as ideias expansionistas e bélicas do “Caudilho”.
A guerra contra a Inglaterra teria início com a tomada de Gibraltar. Porém, os estrategas do AEM prenunciavam que a primeira resposta britânica a este ataque fosse “um desembarque em Portugal com a ideia de montar uma cabeça-de-ponte para a invasão da península”. Por isso, no plano ofensivo, determinava-se o emprego dos “meios necessários para bater o Exército português e o seu Aliado; ocupação do país e defesa das suas costas”.
Tudo isto seria realizado sem o conhecimento prévio de Hitler e Mussolini. Porque Franco “queria manter o carácter secreto das operações, ter liberdade de manobra e também por questões de orgulho”, explicou Ros Agudo ao P2.
Contudo, após iniciados os ataques a Gibraltar e a Portugal, Espanha previa o apoio da aviação alemã, “nomeadamente com o reforço de bombardeiros e caças”. A participação da aviação espanhola estava também definida no plano de ataque (com as missões de “destruir a aviação inimiga e as suas bases” e de “atacar os núcleos de comunicação, especialmente nas direcções da invasão, e os transportes de tropas”). Mas Espanha receava que o vasto contingente de homens em terra se confrontasse com a superioridade luso-britânica no ar. Neste âmbito, o reforço alemão seria indispensável. Assim como se afigurava prioritário um ataque terrestre devastador e célere.
Para a Marinha, o AEM planeara um conjunto de acções de defesa (“exercer acções com os submarinos sobre as comunicações inimigas”, “proteger as comunicações com o Protectorado de Marrocos e Baleares”; “efectuar acções de minagem nos próprios portos”) que pressupunham uma reacção rápida da Marinha britânica.
E Salazar?
Em Dezembro de 1940, quando Franco escreveu, assessorado pelo AEM, que decidira atacar Portugal – “Decidi […] preparar a invasão de Portugal, com o objectivo de ocupar Lisboa e o resto da costa portuguesa” -, o Tratado de Amizade e Não Agressão, firmado pelos dois países em Março de 1939, não passava de um documento sem importância para o “Caudilho”. Mas foi a partir desse acordo que os franquistas intensificaram as pressões diplomáticas para Portugal deixar de respeitar os compromissos da aliança luso-britânica: fizeram-no através de Nicolau Franco, irmão do ditador espanhol e embaixador em Lisboa; e também “aconselharam” o então embaixador português em Madrid, Pedro Teotónio Pereira.
Perante os planos de anexação, Espanha não desprezava apenas o pacto de não agressão, mas também a intervenção activa e material do Governo de Salazar no apoio aos franquistas durante a Guerra Civil de Espanha – três a cinco mil “viriatos” combateram nas fileiras das milícias da Falange, do Exército e da Legião espanhola, muitos deles recrutados através de anúncios nos jornais pagos pelo Estado; a rádio emitia propaganda franquista; e Salazar promoveu a mobilização anti-comunista (recolhendo benefícios para a sustentação do Estado Novo).
Atentando no rigor e na determinação plasmadas no Plano de Campanha nº 1 (34), urge questionar qual o destino que reservava Franco para o ditador português, na eventualidade de a ocupação ter avançado.
A documentação descoberta por Ros Agudo cinge-se aos aspectos puramente militares e não contempla a “sorte pessoal” do presidente do Conselho. Mas o historiador, professor de História Contemporânea na Universidade San Pablo, em Madrid, avançou ao P2 duas hipóteses: “O destino de Salazar e do seu Governo, no caso de Portugal não conseguir resistir à invasão, seria estabelecerem-se nas colónias (Angola ou Moçambique); ou podiam exilar o Governo em Londres, como aconteceu com alguns países europeus ocupados pelo Eixo”.
Palavras encomendadas
Quanto ao futuro de Portugal, não há qualquer referência nos documentos, ficando sem resposta a pergunta sobre se a ocupação seria ou não temporária. No entanto, Ros Agudo cita no seu livro as “inquietantes” palavras de Serrano Suñer, ministro dos Assuntos Exteriores espanhol, ao seu homólogo alemão, Joachim von Ribbentrop, datadas de Setembro de 1940: “(…) ninguém pode deixar de se dar conta, ao olhar para o mapa da Europa, que, geograficamente falando, Portugal na realidade não tinha o direito de existir. Tinha apenas uma justificação moral e política para a sua independência pelo facto dos seus quase 800 anos de existência”.
Ros Agudo acredita que estas palavras, proferidas em Berlim, foram “encomendadas” a Suñer por Franco, com a intenção de averiguar “a reacção de Hitler perante a ideia de um Portugal integrado num futuro grande Estado ibérico”. Mas o Führer não quis fazer qualquer compromisso sobre este assunto”, nota o historiador.
Apesar das declarações de Serrano Suñer, Manuel Ros Agudo não crê que Franco pretendesse “uma integração pura e dura num Estado ibérico” Porque isso arrastaria “muitos problemas”. “É possível que, sob uma Nova Ordem europeia, na eventualidade da vitória fascista e da derrota da Grã-Bretanha, Franco tivesse permitido a existência de um Portugal marioneta, fascista e inofensivo”, diz. E, continuando num exercício de História virtual, acrescenta: “Se a Rússia tivesse sido eliminada por Hitler, o grande confronto, ou a Guerra Fria dos anos 50 e décadas posteriores, teria acontecido entre os EUA, por um lado, o grande bloco euro-africano fascista, pelo outro, assumindo este último um papel semelhante ao bloco soviético que conhecemos. Tanto Espanha como Portugal teria feito parte desse bloco constituído pelas potências do Eixo”.
Nos últimos meses de 1940, o Plano de Campanha nº 1 (34) esteve prestes a ser realizado. Franco ordenara a prontidão militar para o ataque. Mas o que lhe sobrava em meios operacionais faltava-lhe em condições políticas, nomeadamente a garantia dos apoios alemão e italiano e a concretização das ideias imperialistas. “Os requisitos políticos para dar esse passo – as garantias de obtenção de um império em África – acabaram por não ser dados”, explica Ros Agudo.
O plano foi então depositado em arquivo e tornado inacessível durante quase sete décadas.
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  • Roberto Y. Carreiro

    Em Portugal – por incrível que pareça! – ainda há quem apoie Franco, os franquistas e os seus herdeiros actuais, incluindo El Rey Pasmado. Enfim….
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perigos vários FURNAS VILA FRANCA

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Admin

pon20s5edm

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Ready!

🟠🟠🟠EM ACTUALIZAÇÃO 🟠🟠🟠
Estrada regional sul que liga Furnas a Vila Franca com pequenas derrocadas na sua extensão e muita mas muita lama na via. Há zonas que parece uma ribeira a própria via.
Registo de Ludgero Medeiros
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LA PALMA HOJE COM O SISMO MAIS VIOLENTO

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Foi registado em La Palma o sismo com maior magnitude desde que o vulcão Cumbre Vieja entrou em erupção. Atingiu os 4,5 na escala de Richter.
Sismo mais violento desde início da erupção sacode ilha de La Palma
RTP.PT
Sismo mais violento desde início da erupção sacode ilha de La Palma
Foi registado em La Palma o sismo com maior magnitude desde que o vulcão Cumbre Vieja entrou em erupção. Atingiu os 4,5 na escala de Richter.
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Proteção Civil dos Açores regista cinco ocorrências na Terceira – Açoriano Oriental

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A Proteção Civil dos Açores registou esta quinta-feira à tarde, na ilha Terceira, cinco ocorrências relacionadas com o mau tempo que afeta o arquipélago, na maioria relacionadas com quedas de árvores em vias, “situações já resolvidas”.

Source: Proteção Civil dos Açores regista cinco ocorrências na Terceira – Açoriano Oriental

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atrás de qq homem uma grande mulher

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O estranho acidente que impediu que Portugal e Espanha fossem um único país | VortexMag

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Source: O estranho acidente que impediu que Portugal e Espanha fossem um único país | VortexMag

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Are We All Martians? | Discover Magazine

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Conditions on early Earth may have been too extreme for life to begin, but not so on our planetary neighbor.

Source: Are We All Martians? | Discover Magazine

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Governo dos Açores disponível para colaborar com a República sobre expansão do Aeroporto da Horta – Açoriano Oriental

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O Governo Regional dos Açores está disponível para, conjuntamente com o Governo da República, encontrar uma solução para o aeroporto da Horta e a sua expansão, tendo em conta que se trata de uma infraestrutura de primordial importância para a Região.

Source: Governo dos Açores disponível para colaborar com a República sobre expansão do Aeroporto da Horta – Açoriano Oriental

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