Oito inimagináveis utilidades que a batata tem nas limpezas (e não sabia)

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Esqueça os mil e um produtos de limpezas nos quais gasta centenas de euros. Uma simples batata também pode ser muito útil nas lides domésticas.

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Sabe o que é ser intersexo? E não-binário? Esclareça todas as dúvidas

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O cantor Salvador Sobral assumiu recentemente ser intersexual. Já Jacques Costa participou na mais recente edição do ‘Big Brother’ e revelou ser não-binária. Os dois termos passaram a estar na ordem do dia, mas as dúvidas podem ainda ser muitas. A este propósito, o Lifestyle ao Minuto falou com Daniela Filipe Bento, da Associação ILGA.

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Faleceu um grande timorense. Partiu o Dr. Paulo Pires

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Faleceu um grande timorense. Partiu o Dr. Paulo Pires. Curvo-me perante a sua memória. Que descanse em Paz. Sentidos pêsames à família e a quem lhe é próximo.
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Eugénio Lisboa – mais um amigo que se vai – Observatório da Língua Portuguesa

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Constituído em Junho de 2008, o OLP – Observatório da Língua Portuguesa é uma associação sem fins lucrativos que tem por objectivos contribuir para: o conhecimento e divulgação do estatuto e projecção no Mundo da Língua Portuguesa; o estabelecimento de redes de parcerias visando a afirmação, defesa e promoção da Língua Portuguesa; a formulação de políticas e decisões que concorram relevantemente para a afirmação da Língua Portuguesa como língua estratégica de comunicação internacional.

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Morreu Peter Higgs, Prémio Nobel da Física e “pai” do bosão de Higgs

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Morreu na segunda-feira, aos 94 anos, o físico britânico Peter Higgs, um dos vencedores do Prémio Nobel da Física em 2013 pelo seu trabalho sobre o bosão de Higgs. “Morreu pacificamente em casa, na segunda-feira, 8 de abril, após um curto período de doença”, anunciou a Universidade de Edimburgo esta terça-feira, em comunicado.

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Faleceu Eugénio Lisboa. RIP.

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Faleceu Eugénio Lisboa. RIP.
Deixo aqui um texto dele, que o retrata muito bem e de que ele gostava muito:
«Se tivesse podido, tinha ficado sempre na mesma casa, em Lourenço Marques. Com os meus móveis, velhos, toscos, com os livros nos mesmos sítios. Gosto de conhecer bem as casas onde vivo e gosto ainda mais que elas me conheçam a mim. Quando ficamos acertados um com o outro, quando nos habituamos, parece-me então, que tudo se torna possível. É como se ficasse apetrechado para tudo!
Quando tinha catorze anos, um colega e amigo do meu pai, em África, chamou-me a sua casa e deu-me para cima de uma centena de livros e até uma pequena estante. Trouxe tudo para minha casa, pus a estante com os livros no meu quarto e começámos a conhecer-nos. Aquilo passou a ser o meu mundo. Estendia-me na cama e ficava a olhar para toda aquela riqueza. Ia lendo os livros, o que era talvez importante, não sei, mas sobretudo, gostava de estar ali. Dávamo-nos bem, eu e os livros e não me parecia nada necessário, nem aconselhável mudar aquele estado de coisas. Aquela casa calhava-me, e aquele quarto e aqueles livros que eu ia lendo: Plutarco, Kipling, Conrad, Lawrence, Stendhal, Tagore, Charlotte Brontë… Gostava imenso destas ficções mas gostava delas ali, naquele sítio, naquele sossego, naquele isolamento africano. Não sei se me apetecia, mas acho que não, mudá-los um dia para outra casa, noutra terra, noutro continente. Embora soubesse, com a cabeça, que dentro de três anos teria que partir para Lisboa, para estudar na Universidade, o meu coração não estava nessa: além do mais, três anos era muito tempo. Tudo andava ali tão devagar e é tão bom que seja assim.
Na casa, sentado no chão ou estendido na cama a ler, eu ia ficando cada vez mais em sintonia profunda com o meu quarto e com aqueles livros: Merimée, Dostoiewsky, Victor Hugo, Musset, Panait Istrati. O meu mundo ia-se alargando ali. A Senhora de Rênal ficou para todo o sempre ligada ao meu encontro com ela, naquela casa. Ainda hoje, quando releio o livro mágico de Stendhal, regresso automaticamente à casa da Rua Mendonça Barreto. Pego no Rouge e instalo-me mentalmente lá: a cor do dia, o bom cheiro africano, o prazer demorado, o nascer palpitante do meu amor pela Senhora de Rênal – tudo recomeça. Tudo regressa. Aquela casa ficou dentro de mim e gostaria de acreditar que, de algum modo misterioso, eu fiquei dentro dela, mesmo que ela tenha desaparecido, como é quase certo que aconteceu. Também foi ali que me encontrei com o Huckleberry Finn e com a Katucha da Ressurreição. Todos esses livros que ainda gosto de reler ficaram, na minha memória e no meu afecto, ligados àquela casa. E o meu cão, o Nero, que eu levava à praia e vinha comigo para a cama, enquanto eu recomeçava o meu romance com a Senhora de Rênal. Não sei se tudo aquilo só seria possível naquela casa, mas a verdade é que tudo aquilo ficou irremediavelmente a só ser possível naquela casa.
A casa nem sequer era boa. Mas era melhor do que ser boa: era a casa a que me tinha habituado, era a casa em que tantos encontros e milagres aconteciam. Era dali que eu via a Europa para onde havia de ir um dia e acho hoje (e achava então) que a Europa era boa vista dali, daquele quarto. A Florença do Lys Rouge, percebida através da leitura, naquele aconchego, era multiplicadamente bem melhor do que a outra verdadeira que aguardava a minha decepção. Como era grande e mágico e sedutor o mundo visto do meu quarto da Rua Mendonça Barreto de uma Lourenço Marques que já não existe! Ali sofri com a Jenny de Fontanin e com o Jacques Thibault e com eles sonhei Paris que era tão apetitosa enquanto acariciava o Nero.
A casa tinha um quintal atrás e um pequeno jardim à frente e uma cave enorme e um pouco assustadora. Depois do almoço, enquanto me não decidia a estudar ou a fazer os deveres, lia o Plutarco – no quarto, claro. Assim, aquele quarto se ia transformando na Grécia, em Roma e na Roménia de Adriano Zograffi. Foi também ali que chorei com o Adeus às Armas (numa edição brasileira), como foi ali, pouco antes de partir para Portugal, que fui apresentado à Katherine Mansfield.
O quarto ia sempre ficando maior e eu a caber nele cada vez melhor. Tanta coisa ali tinha acontecido e com gente de tanto lado diferente, que o quarto era realmente um mundo. Sair dele era ir para mais pequeno. Foi o que me sucedeu em Setembro de 1947. Quando me despedi da casa e do Nero (e dos meus pais, é claro) e parti para sempre daquele cantinho a que quisera como se fosse parte de mim e no qual me fizera como nunca voltou a acontecer. Acho que só se tem uma experiência assim uma vez na vida. Também não há quartos por aí aos montes. Houve aquele e já não foi mau. Julgo que há muita gente que nunca teve nenhum. Pelo menos como aquele. De onde se via a cidadezinha de Verrières, que veio depois a caber inteira no interior do quarto e onde acabou por ficar, com a Senhora de Rênal dentro dela e portanto dentro dele. E dentro de mim.
Gostaria tanto de acreditar num além onde pudesse voltar a encontrar a minha casa, o meu quarto, o Nero e a estantezinha de prateleiras mínimas onde cabiam à justa, as novelas Inquérito que eu lia como quem descobre! Porque não há uma máquina do tempo que me permita voltar à Mendonça Barreto e encontrar ali, pela primeira vez, a Senhora de Rênal a perguntar-me, com uma doçura que me trespassou: «Que voulez-vous ici, mon enfant?»
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NOSTALGIA DE PAI

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Artur Arêde shared a memory.

 
“Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam, se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai do seu pai. É quando o pai envelhece e começa a fraquejar, como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso. É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho. É quando aquele pai, outrora firme e intransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar. É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela – tudo é corredor, tudo é longe. É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e se esquecerá de tomar os seus remédios. E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou, e depende de nossa vida para morrer em paz. Quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta. E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, protegendo as tomadas eléctricas e colocando barreiras de protecção, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais. Uma das primeiras transformações acontece na casa de banho.
Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra na banheira do chuveiro. A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas. Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protectores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes. A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões. Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objectos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus. Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitectos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam de nós? Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso em caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete. E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.
No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, procurando repor os lençóis, quando o filho gritou de sua cadeira:
Deixa que eu ajudo.
Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo.
Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.
Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo cancro: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.
Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.
Embalou o pai de um lado para o outro. Aninhou o pai. Acalmou o pai. E apenas dizia, sussurrado:
Estou aqui, estou aqui, pai!
O que um pai quer apenas saber no fim de sua vida, é que os seus filhos estão ali. “

5 years ago

Artur Arêde is feeling nostalgic 

morte súbita na missa

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tinha 40 e poucos anos, ao ler na ,missa de domingo foi acometida de ataque fulminante que a vitimou pernate a consternação de todos os paroquianos, era originária da Lomba da M aia e uma simpatia de pessoa

 

LOMBA DA MAIA, S MIGUEL, AÇORES 05/04/2024

 

 

Junta de Freguesia da Maia

Foi com extremo pesar que soube hoje do súbito falecimento da vossa funcionária Lúcia Moniz, um exemplo de cortesia, dedicação e simpatia ao serviço do Posto de CTT aí instalado. Só recebi  bom trato, diligência e  amizade nas minhas relações semanais, ao longo destes últimos anos com a funcionária em questão.

Envio os meus pêsames  para os seus familiares e para a Junta que terá grande dificuldade em substituir tão valiosa colaboradora.

 

 

Com os melhores cumprimentos

 

Dr J. CHRYS CHRYSTELLO

(BSc EC, C Mktg, C PR, C OHS, MA Applied Social and Communication Studies)

 

DURMA MENOS UMA HORA Ponteiros adiantam-se uma hora na próxima madrugada. Vem aí o horário de verão – CNN Portugal

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Quando for 01:00, passa a ser 02:00. Tudo por causa de uma diretiva de 2000

Source: Ponteiros adiantam-se uma hora na próxima madrugada. Vem aí o horário de verão – CNN Portugal

Louis Gossett Jr., Oscar-winning star of ‘An Officer and a Gentleman,’ dead at 87 | CNN

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Louis Gossett Jr., a star of film and television who won an Academy Award for his performance in “An Officer and a Gentleman,” has died at age 87, according to a statement from his family.

Source: Louis Gossett Jr., Oscar-winning star of ‘An Officer and a Gentleman,’ dead at 87 | CNN