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não caia ao buraco

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Geor Gi Na

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The deepest and largest natural well on earth is called Xiaozai Tiankang. It is located in Penji, in the heart of China. This amazing well is completely natural and reaches a depth of 662 meters, a length of 626 meters and a width of 537 meters. But what stands out the most is the explosion of life it inhabits.
Xiaozhai Tiankang is what geologists are confused about due to the influence of water. In this case, it was created on top of a cave with an underground river of 8.5 kilometers in size and flowing into a spectacular waterfall. Its enormous size makes it the deepest sinkhole in the world.
It houses close to 1,300 species of plants and wild animals. Among the most fascinating “tenants” that roam their underground forest, the misty panther stands out
Locals have known him since ancient times.
May be an image of crater

Primeiro nó de autoestrada e de aeroporto subaquático do mundo bate 10 recordes de rajada – ZAP Notícias

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Túnel subaquático entre ilhas artificiais, com pontes ligadas ao continente, conta com oito faixas de rodagem ao longo de 24 quilómetros. Duas horas de viagem reduzidas para 30 minutos — com 14 robôs a controlar a área. Criada para melhorar os transportes no densamente povoado estuário do Rio das Pérolas a nova, fantástica ligação Shenzhen-Zhongshan, com uma extensão de 24 quilómetros, abriu ao tráfego este domingo e assim bateu 10 recordes mundiais após sete anos de construção. O sistema de túnel/ponte sobre o mar fica na província de Guangdong, no sul da China, liga as cidades de Shenzhen e Zhongshan,

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Um filtro de IA “feio-fofo” está a levar os chineses à loucura (mas faz bem à saúde mental) – ZAP Notícias

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É muito feio e ao mesmo tempo muito giro. Um filtro de IA que transforma as pessoas em cartoons de barro à moda de Shaun the Sheep lançou a loucura na China — mas tem aparentemente um efeito curativo. Um novo filtro de inteligência artificial “feio-fofo” tomou de assalto as redes sociais chinesas. O filtro de inteligência artificial transforma retratos em imagens de escultura em barro ao mesmo tempo “feias e giras”, que se assemelham a personagens de filmes de animação em stop-motion como Wallace & Gromit ou Shaun the Sheep. Remini, a aplicação de edição de fotografias que lançou

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Presidente de Taiwan diz estar pronto para trabalhar com a China

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Dois dias após o fim das manobras militares chinesas em torno de Taiwan, o Presidente taiwanês afirmou hoje que Taipé está pronta para trabalhar com a China para alcançar a “compreensão mútua” e a “reconciliação”.

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estrada proibida a medrosos e merdosos

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Suggested for you José Leite
AUTO-ESTRADA YAXI – CHINA
A auto-estrada Yaxi que faz parte integrante da rodovia Pequim-Akumi, é uma impressionante auto-estrada com 270 pontes e 25 túneis que serpenteia por montanhas e vales, superando elevações extremas e zonas sísmicas. A província de Sichuan, no sudoeste da China, é uma região marcada por terreno muito acidentado que desafiou os engenheiros a criarem uma verdadeira serpente do céu.
O projeto, iniciado em 2007 e aberto aos automobilistas em Abril de 2012, superou desafios extraordinários, incluindo riscos geológicos como emissões de gás, jatos de água, falhas sísmicas, instabilidade de rochas, deslizamentos de terras e condições climatéricas severas.
A auto-estrada Yaxi é um verdadeiro testemunho da capacidade técnica da engenharia chinesa.
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Victor N Pereira and 11K others

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Maria Santos

Que medo!
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Milhares de carros elétricos chineses estão a acumular-se nos portos europeus. Ninguém os compra

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A indústria automóvel chinesa revolucionou ao longo da última década, passando da produção de clones ocidentais básicos para o fabrico de automóveis que igualam os melhores do mundo. Sendo a potência de fabrico do mundo, a China está também a produzi-los em grandes volumes. No entanto, os automóveis chineses estão a ter dificuldades em encontrar compradores na Europa. Os automóveis importados, muitos dos quais são veículos eléctricos chineses, estão a acumular-se nos portos europeus, chegando alguns a passar 18 meses nos parques de estacionamento dos portos, enquanto os fabricantes lutam para os colocar nas ruas. Mas porquê? Os veículos eléctricos

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Português condenado a cinco anos de prisão por incitação à subversão em Hong Kong

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Juiz considerou que Joseph John fez parte de “uma perigosa conspiração” para “separar Hong Kong da China” e “mudar de forma violenta o regime político” da cidade.

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A China “mina” silenciosamente vários regimes democráticos em todo o Mundo – ZAP Notícias

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Um relatório sobre direitos e liberdades, publicado esta quinta-feira pela Freedom House, concluiu que “o regime autoritário da China está a trabalhar para minar a democracia no estrangeiro, interferindo em eleições”. 20% da população mundial (52 países) viu os seus direitos políticos e liberdades civis deteriorarem-se em 2023. Um relatório da Freedom House, divulgado esta quinta-feira, deu vários exemplos de como a China “mina” a democracia no estrangeiro. As recentes eleições presidenciais em Taiwan, por exemplo, decorreram sob a sombra da estratégia de “três guerras” de Pequim e que incluiu esforços para influenciar a opinião pública. Ler também: Eleições: Taiwan

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Chineses criam estirpe de coronavírus 100% letal em ratos humanizados. “Travem esta loucura” – ZAP Notícias

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Roedores “humanizados” infetados com o vírus mutante morreram no espaço de oito dias, com alta carga viral no cérebro e olhos. Especialistas admitem risco de transmissão para humanos. Cientistas em Pequim, ligados ao exército chinês, criaram uma estirpe mutante de coronavírus que ataca o cérebro e tem uma taxa de mortalidade de 100% em ratos, avançou o jornal britânico DailyMail esta terça-feira. O vírus clonado — conhecido como GX_P2V — foi usado para infetar ratos “humanizados”, isto é, geneticamente modificados para expressar proteínas humanas, precisamente para avaliar como o vírus poderia reagir em humanos. Todos os roedores infetados morreram em

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Misterioso “OVNI” sobre Pequim deixa chineses desconfiados

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Um misterioso objeto brilhante sobre Pequim dá azo a especulações sobre OVNIs, mas especialistas desconfiam que “a culpa” é da SpaceX.

Source: Misterioso “OVNI” sobre Pequim deixa chineses desconfiados

TAIWAN PERDE MAIS UM PAÍS APOIANTE

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Taiwan perde mais um aliado diplomático para a China dias após as presidenciais.
Decisão da ilha de Nauru reduz para 12 os Estados que mantêm relações diplomáticas com Taipé.
Investigador diz ao DN que Pequim tem vindo a tentar, com sucesso, isolar cada vez mais Taiwan.
Taiwan perdeu ontem mais um aliado diplomático para Pequim, quando Nauru, um país insular do Pacífico, anunciou que iria reconhecer a República Popular da China e procurar restabelecer os laços entre os dois países pensando “no melhor interesse da República e do povo de Nauru”.
Este corte de relações surge dois dias depois de o vice-presidente e candidato do Partido Democrático Progressista (DPP), William Lai, ter vencido as eleições presidenciais de Taiwan com 40,05% dos votos e deixa Taipé reduzida um grupo de 12 Estados com quem mantém relações diplomáticas.
Foi através de uma breve declaração que Nauru anunciou que passava a reconhecer o princípio ‘Uma só China’ e que iria procurar reatar relações diplomáticas plenas com Pequim.
“Nauru reconhece a República Popular da China como o único governo legal que representa toda a China e pretende reatar relações diplomáticas plenas” com este país, sublinhou o governo da ilha do Pacífico em comunicado,
dizendo que esta mudança de política é um primeiro passo para “fazer avançar o desenvolvimento” da pequena república oceânica.
Para o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros de Taipé, Tien Chung-kwang, a decisão de Nauru é um sinal de que a China “está sempre a tentar abafar Taiwan” na cena internacional.
“Temos toda a confiança nos países com os quais mantemos boas relações. Não vamos cair na armadilha da propaganda chinesa, mas é claro que continuamos muito alarmados com a situação”, disse o responsável quando questionado se Taiwan temia um “efeito cascata” dos seus outros aliados diplomáticos.
Posteriormente, o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Taiwan afirmou na sua conta oficial na rede social X que o corte nas relações desta vez “não é apenas uma retaliação da China” contra a eleição da ilha, “mas também um desafio direto à ordem internacional”.
“Taiwan permanece inabalável e continuará a ser uma força para o bem”, afirmou o ministério.
Já Pequim manifestou o seu “apreço” pela decisão do governo de Nauru.
“Como país soberano e independente, Nauru declarou o seu reconhecimento do princípio ‘Uma só China’, cortou as suas chamadas relações diplomáticas com as autoridades de Taiwan e manifestou a sua disponibilidade para retomar as relações diplomáticas com a China”, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, em comunicado.
“A China aprecia e saúda a decisão do governo de Nauru”, afirmou a mesma fonte, acrescentando que Pequim está pronta para “abrir um novo capítulo” na relação entre os dois países.
Na opinião de Luís Cunha, investigador no Instituto do Oriente (ISCSP/Universidade de Lisboa), “isto tem obviamente a ver com a China e com a maneira como a China lê o resultado das eleições em Taiwan.
A China tem vindo a tentar isolar cada vez mais Taiwan e tem conseguido”.
“Basta dizer que nos últimos oito anos, que correspondem ao consulado da senhora Tsai, foram sete os países que deixaram de ter relações diplomáticas com Taiwan.
E recordo que a China também fez um avanço diplomático nas ilhas do Pacífico Sul e é natural que haja mais do que uma a cessar relações com Taiwan”, prossegue, em declarações ao DN, este especialista em geopolítica da Ásia-Pacífico.
Este avanço diplomático da China na região é acompanhado por alguma perda da influência dos Estados Unidos, os grandes aliados de Taiwan, na Ásia-Pacífico, segundo Luís Cunha:
“O último documento estratégico australiano, um documento oficial, refere que os Estados Unidos deixaram de ser a potência unipolar na Ásia-Pacífico, o que vindo de um dos grandes aliados de Washington na região dá um pouco a medida de que o poder de influência entre aliados que os Estados Unidos tinham já não é exatamente o mesmo”.
“Isto não quer dizer que se esteja a perder de todo, porque não está.
Temos uma série de alianças a funcionarem e que os Estados Unidos estão a reforçar, quer com a Austrália, quer com o Japão, quer com a Coreia do Sul, quer destes países entre si, o que é um dado muito curioso”, sublinha o investigador,
dando como exemplo, a nível militar, “a notícia de que o Japão vai fabricar mísseis Patriot para os Estados Unidos, o que é muito significativo.
Portanto, há uma perda de influência dos Estados Unidos na Ásia-Pacífico, mas é muito relativa”.
Menos votos e sem maioria
Luís Cunha refere que as eleições presidenciais e legislativas deste sábado revelaram várias coisas, sendo uma delas o facto de o independentista William Lai ter conseguido apenas cerca de 40% dos votos,
um resultado inferior ao obtido pela ainda presidente (também do DPP) nas duas vezes que foi a votos.
“Mas mais significativo foi o facto de o DPP não ter conseguido a maioria no Parlamento, o que vai obrigar a uma espécie de geringonça em Taiwan, ou seja, vamos assistir a acordos pontuais entre os partidos, o que vai limitar, de certo modo, a presidência de Lai”.
Em termos externos, prossegue o investigador, “este novo presidente, à semelhança dos outros dois candidatos, vai continuar a trajetória do reforço da posição externa de Taiwan, apoiando-se muito no seu aliado tradicional, que são os Estados Unidos, e também no Japão”.
Aliás, ontem o presidente eleito de Taiwan reuniu-se com o antigo conselheiro de segurança nacional dos EUA Stephen Hadley e com o antigo secretário de Estado adjunto James Steinberg, enviados com o apoio da Casa Branca, na sede do DPP, segundo a agência oficial CNA.
Lai aproveitou para enaltecer o comunicado do governo norte-americano após as eleições e que demonstra a “forte camaradagem” entre os EUA e Taiwan.
Também a presidente ainda em exercício, Tsai Ing-wen, saudou a visita da delegação norte-americana, dizendo que esta “demonstra plenamente o apoio dos Estados Unidos à democracia taiwanesa e sublinha a parceria estreita e sólida entre Taiwan e os Estados Unidos”.
“Esperamos que as relações com Taiwan continuem a progredir e a desempenhar um papel de liderança na prosperidade e no desenvolvimento da região e do mundo”, acrescentou Tsai.
No domingo, o governo chinês apresentou uma queixa formal aos Estados Unidos sobre a reação do Departamento de Estado ao resultado das eleições em Taiwan,
em que Antony Blinken felicitou Lai e disse esperar trabalhar com ele e promover a relação bilateral “não oficial” de longa data.
Para a China, as declarações dos EUA “violaram gravemente o compromisso político dos EUA de manter apenas relações culturais, comerciais e outras relações não oficiais com a região de Taiwan e enviaram um sinal errado às forças separatistas que procuram a independência” da ilha.
Para o investigador, a grande incógnita do triângulo Taiwan-China-Estados Unidos é mesmo o terceiro vértice, por causa das presidenciais de novembro, que deverão colocar frente a frente Joe Biden e Donald Trump.
“A administração Biden tem feito alguma coisa para reforçar os laços com Taiwan, embora isso não seja do agrado de Pequim.
Ao mesmo, tempo vai continuar a tentar dialogar com a China, mas há sempre esta linha vermelha, que é Taiwan”.
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Luis Almeida Pinto

Nos últimos oito anos Taiwan perdeu os seguintes aliados diplomáticos, para além de Nauru: São Tomé e Príncipe (2016), Panamá (2017), República Dominicana, Burkina Faso, El Salvador (2018), Ilhas Salomão, Kiribati (2019), Nicarágua (2021) e Honduras (2…

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