Escritora Alice Vieira vence prémio ibero-americano de literatura infantil e juvenil | Livros | PÚBLICO

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A autora de Rosa, Minha Irmã Rosa foi distinguida pelo seu “estilo pessoal que transcende gerações e culturas”, assim como pela “grande qualidade literária e diversidade da sua obra”.

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Escritores António Lobo Antunes e Yvette Centeno distinguidos pela Fundação Inês de Castro (

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Escritores António Lobo Antunes e Yvette Centeno distinguidos pela Fundação Inês de Castro (ATUALIZADA)
Coimbra, 29 set 2023 (Lusa) – O escritor António Lobo Antunes foi distinguido com o Prémio Literário Fundação Inês de Castro e a autora Yvette Centeno com o Prémio Tributo de Consagração de carreira, anunciou hoje aquela instituição.
Lobo Antunes, 81 anos, foi premiado pelo romance “O Tamanho do Mundo” (2022), um dos mais breves livros do autor, no qual faz uma reflexão sobre a velhice.
António Lobo Antunes é “um dos autores contemporâneos mais lidos e discutidos, no âmbito nacional e internacional”, refere a Fundação Inês de Castro, realçando tratar-se de “um autor talentoso e inovador”.
A fundação salienta que a influência de Lobo Antunes “na literatura contemporânea é inegável”, sendo “frequentemente considerado um dos escritores mais importantes de língua portuguesa da atualidade”.
Sobre a obra premiada, a sua editora, Publicações D. Quixote, adiantou a seguinte sinopse: “Por entre os estalos dos móveis da sua casa em Lisboa, um idoso observa o outro lado do Tejo enquanto se perde nas memórias sobre uma cave e um pequeno jardim com um baloiço. Independentemente de ter acabado por se tornar presidente de uma grande empresa, o sucesso jamais debelou a perda daquele tempo, acorrendo repetidas vezes ao local e imaginando que as pequenas coisas e as personagens (mais significativas, como a filha, ou mais casuais, como uma senhora que passa com um carrinho das compras) se mantêm intactas, tal qual um tempo impoluto”.
No próximo dia 24 de outubro, é publicado o novo livro de crónicas de Lobo Antunes, “As Outras Crónicas”, com prefácio do psiquiatra Daniel Sampaio.
O escritor tem recebido vários prémios em Portugal e no estrangeiro. Entre os galardões nacionais, constam o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores, em 1985 e 1999, o Prémio D. Diniz, da Fundação Casa de Mateus, também em 1999, o Prémio Fernando Namora, da Estoril Sol, em 2003, o Prémio Clube Literário do Porto, em 2008, e o Prémio Camões, em 2007.
Entre outras distinções, António Lobo Antunes recebeu ainda os prémios Rosalía de Castro (1998), Literatura Europeia (2000), União Latina, (2003) e o Prémio Autores Vida e Obra (2017).
Yvette Kace Centeno, 84 anos, também natural de Lisboa, descendente de uma família germano-polaca, é licenciada em Filologia Alemã com uma dissertação sobre “O Homem sem Qualidades”, de Musil, e doutorou-se com uma tese sobre “Alquimia no Fausto de Goethe”, “abrindo a senda dos seus estudos sobre esoterismo e poesia hermética, nomeadamente em torno de Fernando Pessoa”, afirma a Fundação.
Centeno é professora na Universidade Nova de Lisboa desde 1983 e “tem sido responsável pelo desenvolvimento e organização de programas de pós-graduação, orientadora de mestrados e doutoramentos em Estudos Alemães e Literatura Comparada e Artes Performativas”, acrescenta a instituição.
Desde 1961 que Yvette Centeno publica literatura infantil, ensaios de investigação, poesia, peças de teatro e ficção.
Em 2011 foi galardoada com a Medalha de Honra do Autor Português, pela Sociedade Portuguesa de Autores.
A Fundação Inês de Castro criada em janeiro de 2005, com sede em Coimbra, visa “estimular a investigação e a divulgação da história, da cultura e da arte relacionadas com a temática Inesiana, e apoiar estudos e atividades culturais centradas em Inês de Castro, a sua época ou épocas mais próximas deste mito, proporcionando o aparecimento de novos valores culturais”.
Na edição anterior, o vencedor do Prémio Literário foi o poeta Daniel Jonas, com a obra “Cães em Chuva”, e o distinguido com Prémio Tributo de Consagração foi o escritor José Viale Moutinho.
A cerimónia de entrega dos galardões desta 16.ª edição do prémio, realiza-se em data a anunciar, este ano, na Quinta das Lágrimas, em Coimbra.
NL // MAG
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Esta “casta” de deputados livres está em via de extinção.

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For my Portuguese friends: Tenho muita admiração pelo Sérgio, em contraste com a repulsa que sinto em relação à maioria dos actuais políticos a qualquer nivel.

 

 

Esta “casta” de deputados livres está em via de extinção.

Sérgio Sousa Pinto é um exemplo de pensador liberto de amarras e agendas de partidarite aguda, subserviente e alimentadas pela defesa de prebendas e privilégios só acessíveis com o visto prévio do “chefe”, respeitando a matriz ideológica do seu partido sem hipotecar a sua consciência pessoal e política.

O perecimento destes notáveis pensadores na AR priva Portugal de um contraditório inteligente, competente, prejudicando a defesa do interesse público.

A Constituição Portuguesa diz que os deputados são livres no exercício dos seus mandatos. A prática demonstra que respondem à “voz do dono” para prejuízo de todos os cidadãos.

É urgente e absolutamente essencial ampliar a capacitação e competência dos nossos deputados, cabe aos partidos mudar as bússolas do seu recrutamento, selecionando por mérito e não por cacique.

Talvez navegue num romantismo ” Queiroziano” mas ainda acredito na regeneração da nossa “espécie” política.

💯💪🙏

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Há 2 dias

ONU E A MÁ GESTAO DA ÁGUA EM PORTUGAL

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ONG alerta para má gestão da água em Portugal, que agrava impacto da seca
Lisboa 29 set 2023 (Lusa) – A organização ambientalista Associação Natureza Portugal (ANP/WWF) alertou hoje para a má gestão da água em Portugal, considerando que os “instrumentos públicos de gestão não estão a ser implementados de forma adequada nem eficaz”.
Num documento denominado “O Desgoverno da (pouca) água que temos”, a ANP/WWF faz uma breve análise sobre a gestão do setor e uma série de recomendações ao governo para diminuir o impacto da seca.
Por ocasião do Dia Nacional da Água, que se assinala em 01 de outubro, a ONG salienta que as alterações climáticas aumentaram “a exposição e vulnerabilidade à redução da disponibilidade de água, mas a solução não deve ser a construção de novas infraestruturas e barragens, que se arriscam a ficar vazias a maior parte do tempo”, o que vem “estimular o aumento dos consumos” com “graves impactos ambientais”.
Segundo a diretora executiva da ANP/WWF, Ângela Morgado, citada em comunicado, o país deve mudar de políticas: “Podemos, sim, gerir os nossos consumos de água e adaptarmo-nos ao facto de cada vez termos menos água disponível. Se não fizermos essa adaptação já, o risco transforma-se em desastre – o desastre de ficarmos sem água quer para o consumo humano, quer para as nossas atividades ou para os nossos ecossistemas e habitats”.
“Ao contrário do que é recomendado oficialmente pela Diretiva Quadro da Água, pelas instituições da UE e pelo Governo Português, a gestão da procura da água (reduzir e limitar os consumos e utilizações) continua a ser subvalorizada face à contínua aposta no reforço da oferta, ou seja, no aumento das infraestruturas de captação e retenção de água”, alertam os ambientalistas.
Na publicação, a associação dá o exemplo do Algarve, uma região que tem problemas estruturais de falta de água, mas cujos “montantes aplicados na redução de perdas nas redes de abastecimento urbano e agrícola e na reutilização de águas residuais são significativamente inferiores aos investimentos aprovados para a construção da dessalinizadora em Albufeira e para o reforço da albufeira de Odeleite a partir da captação do Guadiana no Pomarão (esta última até ilegítima à luz do direito internacional)”.
A “deficiente implementação dos principais instrumentos públicos de gestão de água, que só agrava os impactos das secas e promove a insustentabilidade na utilização deste cada vez mais precioso recurso natural” é também criticada pelos ambientalistas.
Exemplos desses instrumentos públicos, segundo a associação, é o Plano Nacional para o Uso Eficiente da Água, “atrasado e quase abandonado a aguardar revisão desde 2015”; o regime de caudais entre Portugal e Espanha, “desatualizado e repleto de lacunas o que acresce a violação internacional de ambos os países”; os programas especiais de albufeiras, “em sete anos nenhum foi revisto e concluído” ou a comissão de prevenção e acompanhamento dos efeitos da seca, “uma comissão interministerial com muito fraca representação da sociedade civil e dos utilizadores da água e que reúne de forma ‘ad-hoc’”.
Na lista de recomendações ao governo, a ANP/WWF propõe, entre várias questões, “limitar a procura em sistemas de abastecimento de água sujeitos a escassez”, exigir “seguros aos grandes utilizadores agrícolas para fazer face ao risco de seca, evitando as repetidas e avultadas indemnizações compensatórias, que acabam por ser pagas por todos os contribuintes” ou “incentivar a diversificação e complementaridade de origens nos sistemas de abastecimento, para reforçar a sua resiliência”.
PJA // JMR
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governo PS contra tabaco

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Isabel Moreira chocada com um Governo PS contra liberdade individual no tabaco
Lisboa, 29 set 2023 (Lusa) – A deputada socialista Isabel Moreira manifestou-se hoje “profundamente” chocada com um Governo do PS que apresenta uma proposta de lei em que se pretende dificultar o acesso de pessoas adultas a um produto lícito, o tabaco.
Isabel Moreira, constitucionalista e membro do Secretariado Nacional do PS, e a ex-ministra Alexandra Leitão votaram hoje contra, na generalidade, a proposta do Governo que pretende reforçar normas tendentes à prevenção e controlo do tabagismo.
Aprovada pela maioria dos deputados do PS – embora também com abstenções do PSD, PCP, PAN, Livre e 14 deputados socialistas – além de Isabel Moreira e Alexandra Leitão, o diploma do Governo teve os votos contra do Chega, IL e Bloco de Esquerda.
Na sua declaração de voto, Isabel Moreira alega que votou contra “porque não há nada para salvar nesta proposta de lei”.
“Vem na senda da anterior alteração que mereceu meses de avaliação num grupo de trabalho que integrei. Essa alteração ainda não foi avaliada, mas o ímpeto proibicionista e sanitário apressou-se, como então previ”, escreve a constitucionalista.
Mas a dirigente socialista vai ainda mais longe nas suas críticas à questão de fundo – de direitos e liberdades – e também deixa advertências sobre a conformidade constitucional da proposta do Ministério da Saúde.
“Em termos de liberdade individual, choca-me profundamente que um Governo do PS tenha por bem criar dificuldades a pessoas adultas quando estas querem aceder a um produto lícito”, afirma.
As medidas mais restritivas no que se refere aos locais onde é permitido vender tabaco e limitando a venda de tabaco em máquinas de venda, através de entregas ao domicílio ou da venda ambulante, segundo Isabel Moreira, merecem “repúdio”.
“Todas as proibições de fumar ao ar livre ou em esplanadas que reúnem condições para a proteção razoável de terceiros são, na minha opinião, inconstitucionais”, avisa. Um ponto que, depois, no mesmo texto, reforça: “Todas as normas simbólicas são inconstitucionais”.
A deputada do PS defende, em contrapartida, uma perspetiva em que fosse apreciada a liberdade e a saúde pública, “sem paternalismos e com humanismo”.
“Entendendo que o Estado não pode proibir nem condicionar nem castigar comportamentos lícitos. Pode restringi-los, na exatíssima medida em eles afetem terceiros. E a afetação tem de ser razoável”, alerta ainda.
Neste contexto, deixou uma sugestão: “Seria ótimo que em 2023 soubéssemos que a liberdade de todos acarreta sempre algum incómodo recíproco e que o Estado não pode normalizar comportamentos nem desenhar cidadãos exemplares”.
“Isto não é, portanto, apenas sobre fumar e não fumar. Isto é sobre a nossa conceção de Estado de direito”, acrescentou.
PMF // PC
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as malfadadas fardas da PSP

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Problemas nas fardas marcam início de carreira dos novos agentes da PSP
Lisboa, 29 set 2023 (Lusa) – Muitos dos futuros agentes da PSP vão apresentar-se na cerimónia de final de curso, na terça-feira, com uma farda que não corresponde ao tamanho devido a problemas com o novo fardamento, mas a polícia desmente os constrangimentos.
Os cerca de 550 novos polícias estão a terminar o Curso Formação de Agentes e a cerimónia realiza-se na próxima terça-feira em Torres Novas, mas muitos deles vão apresentar-se com luvas que não cabem nas mãos ou casacos XL, quando vestem um S, segundo vários relatos que chegaram à Lusa.
Em causa está, de acordo com esses relatos, a empresa que fornece o fardamento para a Polícia de Segurança Pública não ter conseguido entregar a tempo os novos uniformes para os futuros agentes que frequentam a Escola Prática de Policia (EPP), em Torres Novas, e para resolver o problema trocou as etiquetas ao colocar um número que não corresponde.
Além do uniforme de gala, que vão utilizar na terça-feira no juramento de bandeira, também há problemas com as fardas com que se vão apresentar ao serviço de uma esquadra pela primeira vez.
Elementos da PSP que estão na EPP explicaram que a empresa fez um levantamento junto de todos os alunos para saber quais as necessidades de fardamento, mas quando chegaram as novas fardas os futuros agentes aperceberam-se que os tamanhos não estavam corretos e as etiquetas tinham sido trocadas.
“É vergonhoso, receberem peças com uma etiqueta, por exemplo, a dizer XL, onde riscaram o XL e escreveram a caneta S, quando a peça é mesmo XL e o aluno/a usa mesmo um S! Isto é inqualificável”, disse à Lusa um dos visados, referindo que a empresa se disponibilizou para resolver o problema.
A Lusa viu também fotografias que mostram os tamanhos trocados, como dois polos azuis que tinham a indicação de tamanho S, mas em que um é maior do que o outro.
Contactada pela Lusa a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) afirmou ter conhecimento desta situação e manifestou-se preocupada porque são constantes as faltas de fardamento e a demora nas entregas.
“Esta empresa não tem condições para continuar com um vínculo à PSP com este tipo de procedimento e atitude. Não respeitaram o contrato no que diz respeito aos prazos, nem à forma de cumprir os tamanhos,” disse o presidente da ASPP, Paulo Santos, frisando que se trata de “um problema da empresa que fornece o fardamento”.
O presidente da ASPP considera que a direção nacional da PSP devia exigir às empresas que cumpram os mínimos contratuais e que não deixem que estes casos sucedam, uma vez que colocam em causa a própria imagem da PSP.
Para Paulo Santos, esta situação na EPP “é ridícula e mais valia a empresa assumir que não tinham capacidade”.
Numa resposta enviada à Lusa, a direção nacional da PSP refere que a disponibilidade de fardamento adequado à atividade policial constitui, “desde há muito, séria preocupação” da PSP.
A direção nacional garante que “todos os alunos da Escola Prática de Polícia que terminam o Curso de Formação de Agentes participarão na cerimónia de encerramento de curso devidamente uniformizados e com toda a dignidade que lhes é devida”.
“O fardamento inicialmente previsto foi alterado para que seja o mais adequado às condições climatéricas que se farão sentir no dia da cerimónia”, indica a PSP, sublinhando que, relativamente ao processo de aquisição e entrega de fardamento, “não identifica quaisquer constrangimentos”.
Desde 2019 que os polícias são obrigados a adquirir fardamento na plataforma oficial da PSP, mas em início de carreira, não recebem o subsídio de fardamento uma vez que é a PSP que fornece as fardas de gala e operacional.
O regulamento de uniformes do pessoal com funções policiais da Polícia de Segurança Pública, de 2021, estabelece que “o uso indevido e incorreto pelos polícias dos uniformes é passível de procedimento disciplinar”.
CMP // ZO
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Lua das Colheitas: a última super Lua do ano acontece esta sexta-feira

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Lua das Colheitas: a última super Lua do ano acontece esta sexta-feira

O ano de 2023 teve quatro super luas seguidas: uma em julho, duas em agosto e, agora, a de setembro. Esta super Lua nasce às 19h37 (no continente) e a próxima só acontece em setembro de 2024.
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Residentes nos Açores vão deixar de pagar entrada nos museus da região – Açoriano Oriental

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O Governo dos Açores revelou hoje que os residentes no arquipélago vão deixar de pagar entrada nos museus da região devido a uma alteração ao funcionamento das instituições culturais que ficará concluída “muito em breve”.

Source: Residentes nos Açores vão deixar de pagar entrada nos museus da região – Açoriano Oriental

Governo dos Açores considera inconstitucional alteração à Lei do Mar – Jornal Açores 9

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O Governo dos Açores considera inconstitucional a proposta que o Governo da República apresentou no parlamento, que altera a Lei de Bases do Ordenamento do Espaço Marítimo, por causa da gestão das águas da região. Num parecer enviado à Assembleia da República, o executivo de coligação PSD/CDS-PP/PPM queixa-se da visão “centralista” do executivo de António […]

Source: Governo dos Açores considera inconstitucional alteração à Lei do Mar – Jornal Açores 9

a vergonha das Obras para construção de hotel na Pêro de Teive em Ponta Delgada retomadas hoje – Jornal Açores 9

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As obras para a construção de um hotel na Calheta Pêro de Teive, no concelho de Ponta Delgada, nos Açores, foram retomadas hoje, disse à Lusa fonte do Fundo Discovery e da Asta-Atlântida. “O Fundo Discovery e a Asta-Atlantida informam que as obras na Pêro de Teive retomaram hoje, dia 29 de setembro, mantendo a […]

Source: Obras para construção de hotel na Pêro de Teive em Ponta Delgada retomadas hoje – Jornal Açores 9