a fé do pescador e a cultura nos açores

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Isto vai correr mal ao Bolieiro a menos que volte atrás e nomeie alguém de jeito, se não quer nas ilhas procure nos expatriados posso arranjar mais de cem nomes melhores para a cultura Chrys C

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Luigi Secchi (1853-1921), Meditation – Sculptures –

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Cada doente volta a infetar, em média, menos de uma pessoa…

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Cada doente volta a infetar, em média, menos de uma pessoa…
Um doente covid-19 em Portugal está a infetar, em média, menos de uma pessoa, segundo dados do Instituto Ricardo Jorge, que mostram que o Rt voltou a estar abaixo do 1.
“Atualmente, o Rt está abaixo de 1, com valor de 0,99”, anunciou Baltazar Nunes, do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, durante a reunião do Infarmed, apontando que este decréscimo é resultado do que se está a passar na zona norte e em Lisboa e Vale do Tejo.
Se o Rt for igual a 1 quer dizer que uma pessoa infetada vai dar origem a outro caso de infeção.
Na região norte, que tem sido a zona mais afetada pela pandemia, verifica-se este mesmo comportamento de redução de novas infeções, já que o Rt é agora de 0,96, avançou Baltazar Nunes.
Lisboa e Vale do Tejo tem “um Rt em cima do 1”, mas também aqui existe uma transmissibilidade ao nível da estabilização ou mesmo decréscimo.
As restantes regiões mantêm o seu Rt acima ou muito próximo do 1, sendo preciso em alguns casos esperar dias ou semanas para se perceber qual será a evolução da situação.
No Centro também se regista “uma diminuição de transmissão”, mas esta região ainda apresenta um Rt acima de 1, segundo os dados analisados entre a semana de 23 a 27 de novembro.
Apesar disso, o especialista aponta “uma tendência de decréscimo clara” naquela zona do país.
No entanto, o comportamento das regiões com menos população são diferentes, “não têm o mesmo padrão”, salientou.
O Alentejo e o Algarve continuam a preocupar as autoridades: O Alentejo mantém um Rt acima de 1 e “com uma taxa de crescimento”, assim como o Algarve continua a crescer, apesar de ter um Rt já muito próximo do 1.
No que toca às ilhas, a Madeira está a atravessar uma situação menos preocupante, uma vez que apresenta valores estáveis e também com o Rt próximo de 1.
Os Açores, que durante muito tempo tiveram uma incidência baixa, registaram “um crescimento no final do mês de outubro que parece estar a estabilizar”, avançou Baltazar Nunes, sublinhando no entanto que ainda são precisos alguns dias para se poder confirmar estar tendência.
SIM/HN // SB
Lusa/Fim

timor novo reitor

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Ricardo Antunes

is with

João Martins

.

Os meus sinceros parabéns ao Professor Doutor

João Martins

, que acaba de ser eleito Magnífico Reitor da

UNTL

,

Universidade Nacional Timor Lorosa’e

.

Desejo-lhe os maiores sucessos à frente de tão importante instituição para Timor-Leste.
Uma palavra de apreço ao Magnífico Reitor cessante, o Professor Doutor

Francisco Miguel Martins Martins

, pelo trabalho e dedicação com que dirigiu a Universidade nos últimos anos!

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Luis Cardoso de Noronha, José António Cabrita and 90 others
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Mensaxes de altos mandos do exército español retirados suxiren “fusilar” 26 millóns

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Desde o móbil de quen encabeza a carta de 73 militares a Felipe VI, o antigo xeneral de división Francisco Beca, chegou ao chat esta mensaxe: “Non queda máis remedio que empezar a fusilar 26 millóns de fillos de puta”.

Source: Mensaxes de altos mandos do exército español retirados suxiren “fusilar” 26 millóns

PORTUGAL-BRASIL – ESTA LÍNGUA QUE NOS (DES)UNE

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PORTUGAL-BRASIL – ESTA LÍNGUA QUE NOS (DES)UNE
MEDIDAS URGENTES NO DOMÍNIO DA LÍNGUA PRECISAM-SE
Brasil, Portugal e esta língua que nos (des)une
Margarita Correia
28 Novembro 2020 / DN
Opinião
Foi notícia uma terapeuta da fala (ou fonoaudióloga, termo usado no Brasil) ter visto a sua candidatura ao exercício da função no Serviço Nacional de Saúde ser rejeitada com base no seu deficiente domínio da língua portuguesa, aparentemente pelo facto de ser brasileira e falante de português do Brasil. O caso de cidadãos brasileiros discriminados por razões linguísticas em Portugal é recorrente e este preconceito tenderá, acredito, a intensificar-se com a chegada de mais cidadãos brasileiros com formação superior. Já me referi à questão em texto anterior, a propósito de dissertações e teses apresentadas por alunos brasileiros a universidades portuguesas e ocorre-me a discriminação de que são alvo colegas brasileiros, com competências e currículos inatacáveis, quando se candidatam a ensinar linguística ou língua portuguesa em instituições públicas de ensino superior.
Sem me ater ao caso concreto (que provavelmente seguirá trâmites adequados), permito-me partilhar duas ideias a este respeito. 1) A variedade brasileira do português é português: existe intercompreensão entre falantes das variedades portuguesa e brasileira; a língua oficial do Brasil é português; as relações entre os dois países e o empenho em ações comuns de difusão da língua portuguesa têm-se intensificado. É absurdo, pois, exigir a falantes brasileiros de língua portuguesa e que obtiveram as suas formações no Brasil que façam prova de que falam português, seja como língua materna ou (pasme-se) como língua estrangeira. 2) Na formação dos terapeutas da fala, existe uma forte componente de descrição linguística do idioma de trabalho, i.e., ao conhecimento implícito da língua junta-se o conhecimento explícito, científico, das características do idioma. Esta formação é imprescindível ao desempenho da atividade, pois é fundamental determinar a natureza exata do problema em análise para a adoção de terapia adequada e eficaz. Um terapeuta de fala, independentemente da variedade que fale, tem conhecimento científico que lhe permite intervir na recuperação de falantes de qualquer variedade linguística estabelecida. Em suma, se um cidadão fala, de facto, português e tem formação adequada, certificada por instituição de ensino superior portuguesa, não compreendo como as suas competências para o exercício da terapia da fala em Portugal possam ser questionadas.
Será que os membros do júri destes concursos sabem o que é variação linguística? Será que estão informados da natureza pluricêntrica do português e das políticas linguísticas supranacionais em vigor? Será que a única variedade que aceitam é a variedade padrão (lisboeta) do português? Será que variedades divergentes do padrão são igualmente consideradas inaceitáveis para o exercício da profissão? Será que a sociedade portuguesa tem condições para prescindir do contributo de profissionais certificados por não serem “portugueses de gema”? Será que casos semelhantes ocorrem nos espaços de outras línguas pluricêntricas (e.g. inglês ou espanhol)?
Além de inaceitável, é revoltante continuar a assistir a situações como esta. Das autoridades de ambos os países exigem-se, portanto, medidas sérias, inequívocas e exequíveis, para acabar com elas.
Professora e investigadora, coordenadora do Portal da Língua Portuguesa
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covid e aviões

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Relatório europeu destaca que o maior risco é o da transmissão comunitária e a relacionada com viagens nacionais. Os passageiros devem ser tratados da mesma forma que os residentes locais.
Covid-19. Passageiros aéreos não podem ser considerados como de alto risco
OBSERVADOR.PT
Covid-19. Passageiros aéreos não podem ser considerados como de alto risco
Relatório europeu destaca que o maior risco é o da transmissão comunitária e a relacionada com v