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cultura e religião nos açores, incompatibilidades e equidade
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interrogo-me sobre equidade, como pode um membro da Igreja julgar a validade de projetos culturais ateus ou LGBT ou tanta coisa que artistas ateus, gay, divorciados podem empreender
aniversário DOMINGOS REBELO
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Jorge Rebêlo
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Domingos Rebêlo – 129º Aniversário
Comemoramos hoje o nascimento do pintor açoriano Domingos Maria Xavier Rebêlo (3/12/1891 Ponta Delgada – 11/01/1975 Lisboa), com uma fotografia do artista em 1918, quando tinha 26 anos (colecção particular) e o detalhe de uma pintura a óleo sobre tela, ” Jardim do Convento de Santo André, em Vila Franca do Campo”, realizado cerca da década de 1920 (colecção particular).
Domingos Rebêlo – 129th Anniversary
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Domingos Rebêlo – 129º Aniversário
Comemoramos hoje o nascimento do pintor açoriano Domingos Maria Xavier Rebêlo (3/12/1891 Ponta Delgada – 11/01/1975 Lisboa), com uma fotografia do artista em 1918, quando tinha 26 anos (colecção particular) e o detalhe de uma pintura a óleo sobre tela, ” Jardim do Convento de Santo André, em Vila Franca do Campo”, realizado cerca da década de 1920 (colecção particular).
Domingos Rebêlo – 129th Anniversary
Today we celebrate the birth of the Azorean painter Domingos Maria Xavier Rebêlo (12/3/1891 Ponta Delgada – 11/01/1975 Lisbon), with a photograph of the artist in 1918, when he was 26 (private collection) and the detail of a oil painting on canvas, “Jardim do Convento de Santo André, in Vila Franca do Campo”, circa1920s (private collection).
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HOJE NO GAZETA DE POESIA INÉDITA, J. CHRYS CHRYSTELLO – QUERIA SER TOKÉ, 11 julho 2012 – GAZETA DE POESIA INÉDITA
FALHAS GRAVES NA SAÚDE DOS AÇORES
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“Mais dois dias em casa e teria entrado em coma diabético”, conta Joaquim Viegas, que esteve 14 dias internado no HDES com covid
Casal que esteve infectado dá o seu testemunho e lança críticas à delegação de saúde
Joaquim Viegas, diabético, de 45 anos, passou 14 dias internado no Hospital do Divino Espírito Santo de Ponta Delgada, infectado com o novo coronavírus. Deu entrada no hospital sem ter sido testado, após 8 dias com sintomas e a tentar, sem sucesso, ser testado para a covid-19.
A febre, a falta de apetite, a perda de olfacto e a dificuldade em respirar foram piorando de dia para dia e, sem conseguir realizar a análise através da delegação de saúde do seu concelho, Ponta Delgada, acabou por ir “pelo próprio pé” para as urgências, tendo sido dado aviso prévio ao hospital. Nessa altura, tinha já uma pneumonia viral grave e, por consequência disso, uma descompensação grave da diabetes. Hoje está já curado, mas o desfecho da sua situação podia ter sido outro. “Mais dois dias em casa e poderia ter entrado em coma diabético. Foi o que me disseram os médicos. Poderia até ter morrido”, recorda, admitindo mesmo que chegou a temer pela sua vida.
A situação deixou o sentimento de revolta em Joaquim e na companheira, Teresa Teixeira – que entretanto também contraiu o vírus -, pela falha na resposta por parte da delegação de saúde. “Entre o dia 5 e o dia 13 de Novembro, dia em que fui para o hospital, estive sempre a tentar fazer o teste e não consegui de maneira nenhuma. E isto gera-me revolta, pois estava a piorar em casa”, conta. “Se não tomo a iniciativa de ir para o hospital podia ter morrido em casa. Os meus pulmões podiam ter chegado a um ponto de não retorno”, alerta.
“Mas o que me deixa ainda mais revoltado”, continua, “é que, depois de já estar internado, como eu não estava em condições de atender telefonemas e a delegação de saúde nessa altura não conseguia entrar em contacto comigo, enviaram a 14 de Novembro a Polícia à minha procura para eu ir realizar o teste. Estive dias e dias a tentar fazer o teste e, 9 dias depois da minha primeira chamada para lá, é que mandam a polícia atrás de mim?”, questiona, mostrando indignação. “Se tivesse esperado, podia já estar morto”, acrescenta.
De 5 a 13 de Novembro à espera
Joaquim Viegas e Teresa Teixeira, entretanto já curados, contam agora como tudo aconteceu. “No dia 30 de Outubro tinha feito um teste à covid-19 por causa da suspeita de uma possível contaminação no ginásio que frequento. Fiz dois testes e ambos deram negativo. Mas dias depois, já no dia 5 de Novembro comecei a sentir sintomas de gripe. Nessa altura, ligámos para a Linha Saúde Açores a informar do surgimento de sintomas e para saber se não seria melhor fazer novo teste. A resposta que recebi foi que tinha obtido dois testes negativos há pouco tempo, por isso não tinha covid. E eu pensei ‘ok, se dizem que não tenho nada, é porque não tenho nada”, conta.
Mas os sintomas persistiram e agravaram-se. “Comecei a ter cada vez mais sintomas, como febre, falta de apetite, perda de olfacto, do gosto… A própria água não me sabia a nada! E a minha situação foi-se deteriorando”, explicita.
A 10 de Novembro, cinco dias após a primeira chamada para a Linha Saúde Açores, volta a ligar para a mesma linha a dar conta do agravamento dos sintomas. “Disseram-nos, então que a situação já estava referenciada e que a delegação de saúde de Ponta Delgada nos iria contactar para a realização do teste”, conta Joaquim.
Entretanto, Teresa Teixeira começou também a ficar sintomática. “Voltei a ligar dois dias depois, no dia 12, às 6 horas da manhã, porque já estava com sintomas e referenciaram-me, juntamente com o Joaquim”, explica Teresa Teixeira. “Referi ainda que ele estava cada vez pior, que já nem se levantava da cama, e perguntei o porquê de não o terem ainda contactado para fazer o teste. Informaram-me que através da Linha não me podiam ajudar e que contactasse a delegação de saúde do meu concelho. E assim o fiz”.
Fez a chamada telefónica para a delegação e saúde, mas o atendimento não foi o esperado. “Liguei para lá, expliquei a nossa situação e a resposta que obtive da senhora que me atendeu foi: ‘não ouviu a comunicação social? Tem que esperar, todos vão ser contactados para fazer o teste. Bom dia.’ E desligou o telefone na minha cara”, relata Teresa. Uma atitude que para Joaquim foi uma “falta de respeito gritante” e que mereceu uma reclamação por escrito para a delegação de saúde de Ponta Delgada, mas até ao momento não receberam feedback.
“Como é possível nós fazermos tudo o que nos é recomendado, ligarmos e sermos atendidos desta forma? Esta pessoa, sem querer, colocou em causa a minha vida! Isto é muito grave”, considera Joaquim Viegas.
O casal continuou a esperar que o contactassem, mas os sintomas de Joaquim agravavam-se cada vez mais. “Já nem conseguia comer. Tinha a febre sempre nos 39 graus”, conta.
No dia seguinte, dia 13 de Novembro, decidiram que já não podiam esperar mais, pois “ele já não aguentava mais”, relata Teresa. “Liguei para a Linha Saúde Açores a informar que íamos para o hospital e o HDES foi informado da nossa ida, enquanto casos suspeitos de covid”, acrescenta.
Nem quiseram esperar por uma ambulância, foi mesmo Teresa quem transportou Joaquim para as urgências, onde foram finalmente testados e obtiveram resultado positivo. “Fui muito bem atendido, isolaram-me num quarto, tiraram-me sangue, viram os meus níveis de oxigénio, fizeram-me um raio-x e fizeram me o teste à covid, que deu positivo. Tinha os níveis de oxigénio muito baixos. Fui transferido para o serviço de doenças infecto-contagiosas onde fiquei totalmente isolado”, explica.
A situação de Joaquim já havia evoluído para uma pneumonia viral grave, pelo que se seguiram 14 dolorosos dias de internamento. “O médico informou-me que os meus pulmões estavam a deixar de saturar o oxigénio e eu tinha que estar a ser ventilado e a receber medicação para poder recuperar. Fiquei muito assustado”, confessa ao nosso jornal.
Joaquim Viegas não esconde os dias difíceis que viveu. “Levava várias medicações intravenosas por dia. À noite dormia muito pouco, pois tinha que mudar de posição constantemente, para que os pulmões não ficassem sempre na mesma posição. No que toca à oxigenação, no primeiro dia colocaram-me apenas uns pequenos tubos no nariz, mas no dia seguinte já fui entubado para poder receber mais oxigénio. Era um sistema muito desconfortável”, descreve, acrescentando que foi-lhe administrada também penicilina. O que “custou mais”, conta ainda, “foi fazer diariamente a análise na artéria para analisar os níveis de oxigénio. Doeu imenso”, recorda Joaquim. Segundo relata, também os níveis da diabetes teimavam em não descer. “Tentavam estabilizar os níveis, mas não desciam para baixo dos 400”, conta.
O facto de não ser fumador ajudou na sua recuperação. Ao Diário dos Açores, Joaquim Viegas conta que nunca, na sua vida, tinha estado naquele estado. “Sempre fui uma pessoa saudável, apesar de ter diabetes. Pratico exercício, não sou pessoa de ficar doente. Nunca estive sem comer, sem beber ou com febre como agora aconteceu… No fundo suspeitava que tinha contraído a covid-19 quando os sintomas se foram agravando. Antes de ir para o hospital estivemos praticamente sempre em casa. Cheguei a ir uma vez a casa dos meus pais, mas felizmente não ficaram infectados. A família mais próxima teve de ser testada, mas obtiveram todos resultado negativo”, frisa.
População desvaloriza a pandemia
Joaquim teve alta a 25 de Novembro, já curado da covid-19 e sem perigo de transmitir o vírus a terceiros, garantiram-lhe os médicos. “O que mais me soube bem, depois de estar sem me poder levantar vários dias, foi tomar o meu duche sozinho. Algo tão simples, mas que agora dou muito valor. Também não podia ir à casa de banho… foi tudo muito desconfortável. Mas fui muito bem tratado e tenho que agradecer publicamente aos profissionais de saúde, que foram incansáveis comigo”, garante.
Teresa Teixeira também já recuperou e teve alta no dia 27. A sua situação não foi grave, pois teve apenas alguns sintomas, pelo que fez o tratamento em casa. “Mas foram dias de muita ansiedade”, conta Teresa, que temeu que a sua situação também se agravasse pelo facto de ser asmática.
Medidas mais restritivas
Agora a tentar retomar o quotidiano com normalidade, o casal é da opinião que a população açoriana não está a valorizar a pandemia e defende medidas mais restritivas para combater a propagação. “Não respeitam os distanciamentos, não usam bem as máscaras. Desvalorizam o vírus como se fosse uma gripe. É certo que há infectados assintomáticos, mas são estes que representam o maior perigo”, considera Joaquim Viegas.
Até hoje, continua sem saber onde contraiu o vírus. Não acredita que tenha sido no ginásio que frequenta, uma vez que realizou dois testes que deram negativo, mas não tem certezas. “Se foi no ginásio? Não sei. No supermercado? Também não sei…”, diz. “O perigo é este… O vírus está por aí e não sabemos quem nos pode contagiar”, afirma ao Diário dos Açores.
Por Alexandra Narciso
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AÇORES DESAFIOS DO NOVO GOVERNO
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Meu artigo de opinião publicado ontem no diário local: Incentivo
A NOVA GOVERNAÇÃO E O TESTE DA BATALHA COVID
Na passada semana, os Açores viram tomar posse, pela primeira vez, um Governo Regional de coligação de vários partidos perante a Assembleia Legislativa do Arquipélago mais plural de sempre. É muita diversidade a exigir entendimentos, o que pode ser fonte de esperança para a transição de um modelo de democracia autoritária de poder tentacular para um modelo de diálogo e entendimento entre partes diferentes de que é constituída uma sociedade saudável.
Além da pluralidade, o elenco mostra ainda o peso das geografias do arquipélago, tanta diversidade acarreta receios precisamente nesta época onde a radicalização de cada grupo tende a resistir à cedência – a ferramenta base de qualquer acordo entre partes distintas com visões e interesses diversificados – o que pode levar à divisão e desagregação do próprio Governo. Para já, o novo Presidente mostrou a sua capacidade de diálogo e veremos como resiste ao cansaço da necessidade de negociações permanentes. Vendo as redes sociais e jornais, concluo que José Manuel Bolieiro não encontrará uma sociedade acomodada à espera de ver as suas virtudes, mas sim uma resistência significativa, reativa e preparada para provocar a divisão e a não perdoar qualquer inexperiência.
O primeiro embate será mesmo o modo como, com engenho ou sorte, este executivo irá superar o problema da pandemia, não só em São Miguel e Terceira onde já está instalado de forma grave, mas também como travará o contágio do vírus para as outras terras dos Açores, e neste caso, a rapidez para suspender uma medida mal implementada vinda detrás não se compadece com uma eventual lentidão ou resolução tardia na questão dos testes de quem sai daquelas duas ilhas para as outras sete da Região.
A evidenciar a sensibilidade do problema para a credibilização inicial deste executivo está o facto de que muitos dos que criticaram o novo Secretário Regional por não ser da área da saúde serem os mesmos que criticam por se ter convidado para a resolução do COVID-19 um especialista nacional disponível. A urgência do ex-Diretor Regional da Saúde em ir para deputado em vez da prioridade a uma transição tranquila a bem da saúde pública, mostra bem que o atual governo não gozará de um estado de graça e que todas as farpas já lhe estão apontadas no terreno.
A questão do SARS-Cov2 é a fonte atual de maiores receios para a sobrevivência dos nossos idosos e efeitos negativos da nossa economia, medos que superam em muito a esperanças na vacinação. Aqui, o confronto entre humanistas e economicistas e interesses individuais, que variam do bom-senso ao egoísmo, não é só uma questão técnica, é sobretudo um problema político e ético.
Não sei se por estratégia comercial, facilidade em implementar os ensaios das farmacêuticas ou por desatenção ao problema humano, tudo indica que, em matéria de tentar descobrir vacinas para terminar com a pandemia, os laboratórios envolvidos no ocidente optaram por ver o sucesso e a eficácia nos grupos que na generalidades são imunes à doença (mas que transmitem o vírus de forma assintomática) e deixaram de fora os grupos de risco que era necessário proteger pela elevada taxa de mortalidade quando contaminados, com destaque para os mais idosos. Um mal ocidental, onde a maioria das medidas políticas de controlo da doença atacam mais o normal funcionamento da sociedade do que protegem os grupos de riscos e os que com eles contactam.
Assim, não me admira que em Portugal a equipa técnica para a vacinação tenha precisamente excluído do seu plano a tentativa de imunizar a faixa etária mais necessária a ficar imune, mostrando como nos tempos atuais o humanismo anda muito arredado do pensamento social, e nem viu o problema humano ao propor a exclusão dos mais vulneráveis, que geraria uma eutanásia etária, não a pedido das pessoas em risco, mas sim, por imposição duma estratégica pouco solidária.
Esteve bem o Primeiro-ministro em condenar esta estratégia desumana, nem discuto argumentos técnicos. Veremos como a situação será corrigida e como nos Açores o novo Governo se lembrará dos idosos em lares e em casa de familiares que têm de estar em contacto com a sociedade.
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Falsificou cartões de embarque e apropriou-se de 15 mil euros.
Um homem, de 39 anos, foi condenado a 3 anos e 10 meses de prisão pelo Tribunal de Coimbra por inventar viagens aos Açores de forma a beneficiar do subsídio de mobilidade nos serviços aéreos. Através deste esquema apropriou-se, entre setembro e dezembro de 2018, de 15 599 €.
O coletivo de juízes considerou, no essencial, os factos provados e condenou-o a devolver ao Estado o dinheiro de que se apropriou indevidamente, condição para que a pena de prisão aplicada fique suspensa.
O homem é natural de Matosinhos, mas desde abril de 2018 que indicou no cartão de cidadão como tendo residência nos Açores. Com essa morada, passou a ter direito a beneficiar do subsídio de mobilidade no âmbito dos serviços aéreos entre o continente e aquela Região Autónoma. Foi nesse contexto que forjou viagens que não fez, com vista a obter o referido subsídio.
Com recurso a material informático, elaborou cartões de embarque em tudo semelhantes aos emitidos pela companhia aérea, atribuía-lhes uma numeração aleatória e colocava o seu nome no lugar correspondente ao passageiro.
Da mesma forma falsificou, segundo ficou provado em tribunal, recibos e faturas. Tais documentos eram depois apresentados junto dos CTT para obter o subsídio de 390 euros.
A acusação diz que o arguido se dirigiu, entre setembro e dezembro de 2018, a lojas dos CTT no Norte e Centro do País para mais facilmente iludir os funcionários. Foi condenado por burla e falsificação de documento.

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Homem de 39 anos burla Estado com viagens aos Açores
Falsificou cartões de embarque e apropriou-se de 15 mil euros.
quem é o diretor da cultura nos Açores
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acho que vou ter que encontrar muita fé, esperança e caridade nesta cultura que aí vem Chrys
Isto vai correr mal ao Bolieiro a menos que volte atrás e nomeie alguém de jeito, se não quer nas ilhas procure nos expatriados posso arranjar mais de cem nomes melhores para a cultura Chrys C


Quem é o novo diretor regional da cultura, o padre Ricardo Tavares.
“O Pe Ricardo Tavares, natural de Vila Franca do Campo, na ilha de São Miguel, regressou este ano à diocese de Angra e encontra-se a lecionar a disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica na escola Padre João José Amaral, na Lagoa, ilha de São Miguel.
O sacerdote é licenciado em Teologia pela Universidade Católica Portuguesa, e em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores pela Universidade do Porto. Fez estudos pós-graduais na Escola Bíblica e Arqueológica Francesa, em Jerusalém, e completou o seu doutoramento em Teologia na Faculdade Teológica de Sankt Georgen, em Frankfurt. Já exerceu docência na Universidade Católica e na Universidade dos Açores.”

Roberto Y. Carreiro, Fátima Silva and 25 others
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Pelo menos, Curriculum, determinação e espírito de missão são tudo qualidades que não lhe faltam.
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O novo director regional da cultura será o padre Ricardo Tavares, pároco dos Fenais da Luz em S. Miguel.

Lúcia Duarte, Roberto Y. Carreiro and 14 others
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