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Há dores insuportáveis e o único analgésico é o tempo, cura não existe…a sociedade ocidental carece da visão orientalista sobre a inevitabilidade do estado pós-vida e isso causa mais dor ainda…assim descrevo o fim das pessoas que cresceram connosco na música, nas letras, no teatro, na vida, e nos deixam. Há quem diga que morreram. Como escrevia à data Mil Ghent · “A velocidade dos acontecimentos ultrapassa-nos. Caímos no engodo. Distraímo-nos. Envolvemo-nos em assuntos prioritários. Compras e coisas assim. Família para sustentar, prole para educar. Um sem fim de compromissos. Empregos para garantir, imediatismo frenético, alta criatividade para consumo. E o pensamento vai mirrando, estiolando. Ninguém quer saber. Não tilinta no bolso, não tem futuro. Enquanto isso, a realidade acelera. E nós na fartazana, na loucura dos dias. Queremos é que nos não chateiem! Que nos não venham com tretas! O mundo vai estoirar? Depois vemos isso…”
E, assim, impávidos e serenos, quase como no Estado Novo em que íamos “cantando e rindo,” nos deixamos enlevar por este torpor, este amolecimento da capacidade críticas de pensamento e de discernimento…aceitámos que o mundo ande louco com mais xenofobia, racismo, ódio, nazismo, mas nem queremos saber por ser lá longe. É o Trump nos EUA, o Bolsonaro no Brasil, o Orban na Hungria, o Netanyahu em Israel, a loucura de Boris Johnson e do Brexit no Reino desunido, o descarado genocídio e roubo de terras palestinianas, o genocídio Rohingya na Birmânia (Myanmar), a infinda guerra no Iémen e tantos outros de que mal ouvimos falar, a guerra silenciosa no Sudão, os milhares de naufragados no Mediterrâneo pagos a preço de ouro às máfias de traficantes, os mercados de venda de escravos na Líbia e no Google onde os árabes os escolhem a dedo, o trabalho infantil que mata milhares na República Democrática do Congo (onde há genocídio mas ninguém diz), a fome oculta dos sem-abrigo que enchem as ruas das cidades norte-americanas (e quantos deles são dejetos humanos das guerras que os EUA fomentam e alimentam por todo o mundo? Dantes ainda lhes chamavam veteranos de guerra, agora são meramente ”homeless people”). Depois, há as intervenções ocultas, descaradas ou assim-assim dos EUA, nas quatro partidas do mundo, sendo notórias na América do Sul (inúmeros falhanços na Venezuela) mas a mais dolorosa é a do Chile onde as forças assassinas do regime deliberadamente cegaram a tiro centenas de pessoas que se manifestavam… para mim, que sou contra as guerras da humanidade, o Chile representa, de novo, brutais, inexplicadas e incompreensíveis formas de tortura.
Já não há operários nem proletariado mas abundam os vendedores de banha da cobra, e como disse o cineasta finlandês Aki Kaurismäki “Este planeta nunca teve tantos sociopatas e idiotas no poder”. De facto, para qualquer lado que me volte há um. “Já ninguém quer saber da verdade, apenas de que lado estás” e as sociedades dividem-se irracionalmente entre “nós” e “eles,” inimigos a abater sem lógica nem razão, pela cegueira das convicções, matamos consoante a fúria dos que nos rodeiam quando dantes, a amigos e vizinhos se dava um pão e um copo de tinto. Dantes ainda havia a má tradição dos ianques matarem os presidentes bons. Deixou de haver felicidade em dar, todos querem receber sem dar. “In dogs we trust”, parafraseando o lema estadunidense e mudando God por dogs (cito, de novo, Aki Kaurismäki). Continuarei, solitariamente, a buscar a verdade que os meus vizinhos aqui na Terra pretendem ignorar.
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A idosa da Santa Casa da Misericórdia de Bragança dada hoje como desaparecida foi encontrada num quarto do hotel de onde se pensava ter saído, disse à Lusa fonte da instituição.
Source: Idosa desaparecida em Bragança encontrada num quarto do hotel | Diário de Trás-os-Montes
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ver no facebook https://www.facebook.com/manifestovisionario/videos/2189144048049108
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“A República fundou-se em duas ideias, ambas erradas: que as causas do atraso de Portugal estavam, em primeiro lugar, na existência de uma Monarquia, e em segundo lugar na influência da Igreja Católica.
Ora, que a existência de uma Monarquia não impedia o progresso, provava-o o facto de países avançados como a Inglaterra, a Bélgica ou a Holanda não precisarem de depor a Coroa para se desenvolverem.
Mas os republicanos só tinham olhos para França e acreditavam piamente que Portugal era atrasado porque tinha um Rei – o qual protegia os padres, que tinham uma influência nefasta sobre o povo.
Assim, a primeira coisa que os republicanos fizeram, depois de deporem a Monarquia, foi perseguir a Igreja, confiscar-lhe os bens, acabar com o ensino religioso e, de uma forma geral, afastar a Igreja Católica da área do poder e influência.
Só que, depois de terem feito tudo isso, os republicanos concluíram com angústia que o país não se desenvolvia, pelo contrário, definhava. Ou seja, verificaram que o país não era atrasado por causa do Rei e dos padres mas por outras razões.
A República fez com que Portugal se tornasse mais pobre porque o clima de instabilidade política e de violência assustou os industriais e os banqueiros, travando os investimentos e dizimando os poucos embriões de um Portugal moderno que existiam no princípio do século XX.
Na segunda metade do século anterior o país tinha conhecido efectivamente um certo desenvolvimento, tendo surgido um grupo de industriais e banqueiros com espírito capitalista – Alfredo da Silva, Burnay, Sotto Mayor, etc. – que prenunciava a entrada de Portugal nos tempos modernos. Ora estes embriões de um país desenvolvido foram dizimados no tempo da I República, levando o país a andar para trás.”
José António Saraiva
SOL – 5 de Outubro de 2010
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Testes feitos no sistema privado. É pena que a maioria dos portugueses não tenham acesso ao excelente serviço de saúde da Fundação Champalimaud. Ou seja, as elites com acesso ao melhor. O resto, lares, povo é a vida da pátria. O vírus é mais igual para uns do que para outros.
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EXPROPRIAÇÕES da PROPRIEDADE PRIVADA.
Estamos, na prática, na Venezuela, na Coreia do Norte, em Cuba…
O Presidente da República acaba de Promulgar um Diploma do Governo do Partido Socialista em que, na prática, o Governo pode apropriar-se de terrenos privados, ou outros bens de pessoas, se o entender !
“(…) o Decreto da Assembleia da República que autoriza o Governo a aprovar um regime especial aplicável à expropriação e à constituição de servidões administrativas (…)”
Este Diploma é digno de Regimes Comunistas!
Este Diploma permite o roubo, pelo Estado, de Propriedades Privadas.
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FAMÍLIA REAL EM FUGA

A IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA E A FUGA DA FAMÍLIA REAL
Conta o escritor Raul Brandão, no seu livro de “Memórias II”, baseado em testemunhos da época, que D. Manuel lívido, «num gesto maquinal tirava e metia os anéis nos dedos», «sucumbido sobre um sofá de ramagens (…) num choro convulso»; D. Afonso «mostrando, aos que o acompanharam até ao fim, uma carteira com duzentos mil réis: “É o que levo…”»; a Rainha-Mãe, Dª Maria Pia, embarcando «sem uma palavra nem um protesto. Embrulhada no xaile, mais alta e mais magra, parecia sonâmbula, com um grande pão, que nunca quis largar, metido debaixo do braço – ela que nunca soube o valor do dinheiro»; Só Dª Amélia conservava o sangue-frio, o raciocínio e a autoridade, ordenando: «– Vá para aquele automóvel… tu para ali – E alto, decidida: – Só vão comigo os que me foram fiéis. – E voltando-se para alguém acrescentou: – Por sua causa e por causa de outros tais é que nós chegámos a isto.»