Quase meio-mundo afetado por poeiras dos desertos

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Nos próximos dias uma enorme pluma de poeiras do Saara precorrerá a zona equatorial do Atlântico Norte rumo à América Central, afetando especialmente a qualidade do ar do norte da América do Sul, a América Central e o sul da América do Norte. Dos arquipélagos da Macaronésia apenas se prevê que Cabo Verde seja muito afe

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PDL OUTRAS DOENÇAS E INTERNAMENTOS

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O Serviço de Cardiologia do Hospital Divino Espírito Santo, em […]

O SONHO DA COLONIZAÇAO ESPANHOLA DE PORTUGAL

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Não, não é piada. Não, não é mito. É episódio recentíssimo e foi-me contado (e testemunhado) por um grande amigo meu que, desde sempre, tenho tido como muito rigoroso nas suas palavras…
Local: um dos cafés da Esplanada Silva Guimarães, na Avenida Marginal, de frente à Praia do Relógio, na bela (e próxima) cidade balnear da Figueira da Foz; Data: anteontem, sábado, 26 de Setembro; Os protagonistas: um grupo de 5 ou 6 turistas “Espanhóis” de que o meu amigo não conseguiu perceber a Região-natal;
Conversa entre eles (que chegou a ter tom elevado, típico da espanholada a conversar, e fruto de uma manifesta irritação de alguns deles com um “facto sucedido”) : argumentava uma das senhoras que – face à proximidade com Espanha, ao tamanho do mercado espanhol versus Portugal, ao facto de Espanha ser o maior emissor de turistas estrangeiros para Portugal – era incompreensível como é que em Portugal o “espanhol” não era, no mínimo, 1a língua estrangeira no ensino, obrigatória, ou, até, porque não, língua co-oficial!!! Assim, sem tirar nem pôr, com todas as letras.!! Pode parecer uma alucinação de uma senhora de meia idade… mas a verdade é que este é um sentimento crescente entre muitos espanhóis que nos visitam, mesmo quando têm pudor em o dizer de forma tão clara!
Ah, a causa de tamanha indignação? A senhora não conseguia perceber as etiquetas com o nome de diversas variedades de gelado/sorvete artesanal, existentes numa famosa gelataria da cidade (e que estão rotulados em Português e Inglês)!
A verdade é que começo a ficar farto até aos colh… com este tipo de sobranceria imperialista (e linguista) castelhano-espanholista, que tem vindo a aumentar consideravelmente nos últimos anos (sobretudo desde que Portugal se tornou um dos principais destinos turísticos a nivel mundial)!

feeling irritated.

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TIBETE A MAIOR BIBLIOTECA

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No photo description available.
Bhagavati Helena Figueira is feeling blessed.

Biblioteca encontrada no Tibete com 84.000 rolos e livros intocáveis, contém a história da humanidade há mais de 10.000 anos.

outono Rainer Maria Rilke

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Carlos Fino
9tnoShponosmored

«Dia de Outono»
Senhor: é tempo. Foi muito grande o verão.
Nos relógios de sol estira as tuas sombras,
deixa que pelo prado os ventos vão.
Manda aos últimos frutos a espessura,
dá-lhes do sul ainda mais dois dias,
força a plenitude neles, vê se envias
ao vinho forte a última doçura.
Quem não tem casa agora, já não constrói nenhuma,
quem agora está só, vai ficar só, sombrio,
perder o sono, ler, escrever cartas a fio,
e a um ir e vir inquieto nas áleas se acostuma,
vagueando enquanto as folhas lá vão num rodopio.
Senhor, já é tempo; foi tão longo o Verão»
Rainer Maria Rilke
Trad. de Vasco da Graça Moura,
Cortesia Teresa Pizarro Beleza, September 25, 2015

Image may contain: 2 people, people sitting, table, living room and indoor
Francisco Filipe Cruz

Day in Autumn a poem by Reiner Maria Rilke & Elegy of Autumn photo by Dina Bova.
Portuguese translation by Vasco da Graça Moura.

After the summer’s yield, Lord, it is time
to let your shadow lengthen on the sundials
and in the pastures let the rough winds fly.

As for the final fruits, coax them to roundness.
Direct on them two days of warmer light
to hale them golden toward their term, and harry
the last few drops of sweetness through the wine.

Whoever’s homeless now, will build no shelter;
who lives alone will live indefinitely so,
waking up to read a little, draft long letters,
and, along the city’s avenues,
fitfully wander, when the wild leaves loosen.

Transelated by Mary Kinzie

«Dia de Outono»

Senhor: é tempo. Foi muito grande o verão.
Nos relógios de sol estira as tuas sombras,
deixa que pelo prado os ventos vão.

Manda aos últimos frutos a espessura,
dá-lhes do sul ainda mais dois dias,
força a plenitude neles, vê se envias
ao vinho forte a última doçura.

Quem não tem casa agora, já não constrói nenhuma,
quem agora está só, vai ficar só, sombrio,
perder o sono, ler, escrever cartas a fio,
e a um ir e vir inquieto nas áleas se acostuma,
vagueando enquanto as folhas lá vão num rodopio.

Senhor, já é tempo; foi tão longo o Verão»

Rainer Maria Rilke
Trad. de Vasco da Graça Moura,

Cortesia Teresa Pizarro Beleza, September 25, 2015 ·
Encontrei, finalmente: Rainer Maria Rilke traduzido por Vasco Graça Moura. Não é um soneto, mas ‘quase’. E é uma perfeita descrição do Outono que começa…

Agora vou desencantá-lo em alemão, a ver como se compara com esta recriação lusa (Graça Moura e Jorge de Sena eram dois recriadores extraordinários de poemas importados de outras línguas)

http://poemasdetodososlugares.blogspot.pt/…/dia-de-outono-r…

Aqui está ele… se os textos estão correctos (fui buscá-los à net, como indico, não sei do meu livro) VGM acrescentou um último verso. Que fica, aliás, muito bem…

«Herbsttag
Herr, es ist Zeit. Der Sommer war sehr groß.
Leg deinen Schatten auf die Sonnenuhren,
und auf den Fluren lass die Winde los.

Befiehl den letzten Früchten, voll zu sein;
gib ihnen noch zwei südlichere Tage,
dränge sie zur Vollendung hin, und jage
die letzte Süße in den schweren Wein.

Wer jetzt kein Haus hat, baut sich keines mehr.
Wer jetzt allein ist, wird es lange bleiben,
wird wachen, lesen, lange Briefe schreiben
und wird in den Alleen hin und her
unruhig wandern, wenn die Blätter treiben. »

Rainer Maria Rilke, 21.9.1902, Paris

http://rainer-maria-rilke.de/06b012herbsttag.html

https://www.facebook.com/dina.bova

Ilhas que apareceram e desapareceram nos Açores » EntornoInteligente

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Entornointeligente.com / Percorramos a história geológica do arquipélago dos Açores. Esconde muito mais do que aquilo que, à partida, poderíamos pensar que conhecíamos. Fazia ideia de que sete das ilhas do arquipélago se afundam e que, pelo contrário, as ilhas das Flores e de Santa Maria sofreram, já após a formação, processos de elevação? E […]

Source: Ilhas que apareceram e desapareceram nos Açores » EntornoInteligente