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My love for you – Johnny Mathis
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The discovery of a tiny insect fossil in Western Canada is unearthing big questions about the global movement of animals across deep time. The fossil, estimated to be 50 million years old, is the latest in a pattern of discoveries that are leading experts to contemplate a Canada-Australia connection not previously considered.
Source: New fossil discovery shows 50 million-year-old Canada-Australia connection — ScienceDaily
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A RAIVA DESCE À RUA E A INQUISIÇÃO IDEOLÓGICA AFIRMA-SE
O Desfio a uma Cultura irrefletida e enfraquecida possibilita a Anarquia
António Justo
À era pós-colonial segue-se a era do globalismo, com a formação de novas estruturas de poder no mundo. O socialismo e o capitalismo encontram-se em luta rival pela supremacia. Hoje, como no passado, as pessoas estão a ser alinhadas em fileiras rivais. Nem uma amnistia do colonialismo nem a preferência pelo domínio capitalista ou pelo domínio marxista do mundo podem legitimar a opressão de pessoas nem a continuação da tradição da violência como meio de se construir futuro.
A estátua de Cristóvão Colombo foi “afogada” na Virgínia (USA), a estátua de Churchill foi entabuada em Londres, a estátua do Gil (mascote da Expo 98) em Lisboa foi derrubada, a estátua do Pe António Vieira em Lisboa foi vandalizada; tudo isto acontece numa onda de fúria a debater-se nas praças públicas do mundo ocidental num cenário contrarracismo e contra a discriminação. Se não fosse a bandeira antirracista, o accionismo destrutivo desta onda apenas patentearia uma rebaldaria de ocidentais contra ocidentais. Antirracismo tão fundamentalista é de ser qualificado na mesma categoria daqueles que diz combater.
Os novos bárbaros derrubam estátuas para se colocarem nos seus pedestais, conscientes da fraqueza e incongruências dos sistemas que nos regem e que dão continuidade, de maneira mais velada, a velhas discriminações.
É verdade que algumas estátuas não merecem estar num pedestal, mas também elas, sem pedestal, poderiam testemunhar as partes fracas de tempos e povos na sua expressão histórica.
Submeter mentalidades de tempos passados ao crivo do espírito do tempo atual, com a agravante de se usar uma atitude de ânimo igual (preconceito) à que se condena, torna-se ridículo e contraprodutivo. Pelos vistos, a perspectiva histórica deve ser substituída pela atual inquisição ideológica.
O racismo e a opressão continuam hoje como ontem presentes só que de maneira por vezes mais sofisticada (Como o Homem é feito dele mesmo e das suas circunstâncias o mesmo homem continua só variando nas suas circunstâncias…). Hoje expressa-se mais a superficialidade da praça dado muitos pensadores serem tentados a andarem atrás dela. Seria óbvio analisar-se, com bonomia, os valores e contravalores de uma época passada para melhor se poder conseguir os pressupostos para compreender a medida dos valores e contravalores da época atual, doutro modo perdemo-nos no processo de roda de hamster de tese e antítese sem a possibilidade de mudar a atitude nem de mudar de sentido. Com a intenção de mudar o presente quer-se até acabar com o que a história nos tem para dizer e ensinar sobre o passado; em vez disso prefere-se dar continuidade aos erros do passado no presente. O objectivo em via não é acabar com a exploração do homem pelo homem, o que se quer é acabar com a História como se quer acabar com a natureza para se instalar uma cultura materialista marxista e para isso construir uma mentalidade negativa construtora de um presente sem memória e sem futuro.
Em épocas anteriores assistia-se à guerra ideológica do proletariado anti patrão, que evoluiu para um proletariado anti cultura. As redes das ONGs da ideologia parecem funcionar segundo o mesmo esquema que se observou nas reações em torno das mesquitas do mundo árabe nos protestos contra as caricaturas de Maomé. Ativistas incultos movimentados pelo instinto destrutivo de agressão, já sem povoados nem casas para assaltar, (os novos bárbaros) tentam apagar os vestígios da civilização ocidental no que ela tem de bem e de mal. Em jogo, tal como em passadas estruturas de poder, não está o bem das massas mas o dos seus lideres e de suas instituições.
Ideologias não só são instrumentos do poder, elas são também meios para chegar a ele. Por isso o centro da sociedade não se pode ficar em lamentar os extremismos. Enquanto a democracia vive do compromisso, os extremismos vivem de roturas e do contra pelo contra, aquilo que engrossa o extremismo de uma esquerda que em termos de poder se revela conformista (Veja-se a ditadura comunista chinesa: a razão não segue a moral, a moral segue a economia). Esta será uma luta da esquerda para a esquerda enquanto os antirracistas do centro direita não se declararem expressamente antirracistas em vez de se limitarem a condenar os excessos.
De repente encontramo-nos numa situação do tudo vale e “Tudo o Vento Levou” em que poderes anónimos determinam, com muitos Zés-Pereiras da comunicação, o que é permitido e o que é proibido em massas sem cabeça onde o medo e a ignorância se tornam em reguladores da coisa pública. Isto que agora vemos por todo o lado já foi praticado em Portugal com a Revolução, só que ninguém fala disso, porque são os mesmos actores.
Os novos bárbaros (soldados activistas) não encontram resistência por parte dos Governos e, na sua luta, estão conscientes que se assenhoreiam de governos, universidades e povo porque deparam, quando muito, com uma resistência envergonhada e só balofa na expressão; por isso podem contar até com apoio nos meios de comunicação social, que chegam, por vezes, a funcionar como Zés-Pereiras, a acompanhar o ritmo dos instintos populares poupando no rigor e no investimento jornalístico. O património coletivo é colocado a leilão e a política, por interesse, medo ou cinismo, cala numa de assistir ao passar da enxurrada. A cultura da violência e a desordem vão-se tornado num negócio também para as TVs, etc.
Cada época precisa das suas ideologias como moletas de identidades para menos fortes e como meios para servirem o poder estabelecido ou a estabelecer. Cada época tem o seu Zeitgeist; importante é que haja suficientes forças relevantes que ousem dar-se conta disso. A complexidade da vida social e política é demasiadamente difícil e o geral do cidadão anda tão ocupado e com tantas coisas que chega a perder-se nelas.
Estas ondas que se propagam como incêndios por todo o mundo ocidental têm método e sistema; são reacções de um incauto proletariado cultural ao serviço de agendas e ideologias que eles próprios desconhecem. Há muita gente interessada no caos e na desconstrução da cultura ocidental. Por isso se encontram tão activos só no Ocidente marimbando-se para o que acontece noutras culturas onde a opressão (colonialismo interno e externo), a exploração e a discriminação bradam aos céus!
A interpretação e a valorização dos actos sociais têm a ver com a mundivisão do interpretador que os ordena e justifica na sua determinada lógica; no meio de tudo isto encontra-se o poder que consolida uma ou outra interpretação que as massas seguem durante um circunstanciado tempo.
Ao lado da violência da rua existe a dos sistemas; aquela a que assistimos é sistémica e o povo contenta-se a abanar a cabeça julgando que se trata apenas de pessoas desmioladas um pouco estimuladas por agressões acumuladas durante o reinado de Dom Covid-19. As massas são levadas hoje por uma opinião pública que louva como anti-heroi George Floyd brutalmente assassinado aos olhos do público como ontem foi levada a louvar indecorosamente a morte sacana em directo de Kadafi e de Saddam Hussein.
Um sistema derruba o outro, e ao afirmar-se o povo bate palmas e tudo em nome da justiça. Nos USA onde povo e polícia se encontram armados até aos dentes a herança racista cultivada só poderá ser superada mediante uma mudança de consciência pronta a erguer-se contra o rearmamento policial e, pronta a atuar preventivamente, investir nas causas sociais.
O extremismo e o fundamentalismo costumam andar de mãos juntas.
Nem o ódio à esquerda nem o ódio à direita justificam a tolerância do racismo e da opressão. O ódio desliga a razão e a inteligência, quer de pensantes à esquerda quer à direita. O problema intensifica-se quando é posto a funcionar ao serviço de partidos e mundivisões! É legítimo ter uma opinião, mas sem ser necessariamente intolerante com pessoas ou grupos que têm um pensar diferente.
António da Cunha Duarte Justo
Pegadas do Tempo, https://antonio-justo.eu/?p=5953
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Escrevi há 11 anos: (CRÓNICA 49, PICO, 13 janeiro 2008)
“Ter humor é possuir a capacidade de perceber a discrepância entre duas realidades: entre os factos (brutos) e o sonho, entre as limitações do sistema e o poder da fantasia criadora. No humor ocorre um sentimento de alívio face às limitações da existência e até das próprias tragédias. O humor é sinal da transcendência do ser humano que sempre pode estar para além de qualquer situação. O humor é libertador. Por isso sorrir e ter humor sobre o que nos rodeia, sobre a violência com a qual a sociedade e as suas regras limitadoras nos pretendem submeter, é uma forma de nos opormos a ela. Somente aquele que é capaz de relativizar as coisas mais sérias, embora as assuma, pode ter bom humor. O maior inimigo do humor é o fundamentalista e o dogmático. Ninguém viu um terrorista sorrir ou um severo conservador cristão esboçar um sorriso. Geralmente são tão tristes como se fossem ao seu próprio enterro. Basta ver os seus rostos crispados. Como afirmava Nietzsche, “festejar é poder dizer: sejam bem-vindas todas as coisas”. Pela festa o ser humano rompe o ritmo monótono do quotidiano. Façamos uma festa…!
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Antena 1 Açores – Continuam a ter resultados positivos três utentes considerados curados de covid 19 no Nordeste.
A situação já tinha sido revelada em Maio.
Mas novas análises voltaram a dar positivo.
A situação está a causar alguma preocupação entre a população.
Mas a Autoridade de Saúde volta a dizer que não há perigo de contágio.
“Um idoso e dois funcionários do Lar do Nordeste continuam a dar resultado positivo no teste Covid.
Um novo teste de despiste foi feito neste último fim-de-semana. O resultado positivo causou preocupação na população concelhia.
A Antena 1 Açores falou com a Autoridade de Saúde.
Tiago Lopes tranquiliza os açorianos… diz que são os três casos que foram dados como recuperados.
Diz também que a carga viral é muito baixa e, por isso, não há motivos para alarme.
Tiago Lopes, o director da Saúde, insiste que é legitimo afirmar que os Açores até ao momento estão livres de Covid 19.
E afirma não existir necessidade de realizar testes a pessoas que tenham mantido contacto com estes três casos que continuam a dar positivo.
Quer o idoso quer os dois funcionários vão ser sujeitos a novo teste dentro de uma semana. (CV)
https://www.rtp.pt/play/p1249/e478321/jornal-das-13-00
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Creio nos / anjos que andam pelo mundo, / Creio na Deusa com olhos de diamantes, / Creio em amores lunares com piano ao fundo, / Creio nas lendas, nas fadas, nos atlantes, / Creio num engenho que falta mais fecundo / De harmonizar as partes dissonantes, / Creio que tudo eterno num segundo, / Creio num céu futuro que ho
Source: Creio nos anjos que andam pelo mundo – Poema de Natália Correia
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MEMÓRIA DE HÁ SEIS ANOS
na Travessa dos Artistas.
Noite de Poesia, dedicada aos poemas da Antologia «9 ilhas 9 escritoras» (Brites Araujo, Joana Félix, Judite Jorge, Madalena Férin, Madalena San-Bento, Maria Luísa Ribeiro, Maria Luísa Soares, Natália Correia, Renata Correia Botelho).
Antologia organizada por Helena Chrystello e Rosário Girão.
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“No Reino Unido Drake cai do pedestal. O que fazer com o nosso traficante de escravos: o Infante D.Henrique?”, foi o post que publiquei no Facebook, no seguimento do questionamento pelo movimento anti-racista da homenagem que ainda é prestada por muitos Governos, pelo mundo fora, a personagens com ligação à escravatura. .O post mereceu vários comentários críticos e alguns insultuosos (que eliminei por estarem em desacordo com o ‘código deontológico’ da minha página). Outros compreenderam que o meu objectivo era provocar o debate sobre o nosso passado colonial e esclavagista, sem o qual Portugal continuará a ser, como mostram os inquéritos sociológicos, um dos países europeus onde se manifestam mais opiniões racistas.
As reações merecem a seguinte análise:

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Pensar ainda é grátis





“São esquisitos, baixos e com bigodes e barbas. Chegam, na esmagadora maioria, homens. Elas, quando vêm, cobrem os cabelos com panos e não usam saia acima do joelho.
Muitas são proibidas pelos maridos de cortarem o cabelo. Por vezes, eles ameaçam-nas com uma chapada ou um murro; elas, subservientes, baixam a cabeça e colam as mãos ao ventre. Trazem com eles uma paixão fervorosa pela religião.
Usam colares com o símbolo das suas crenças e são capazes de dar mais do que têm para que o seu local de culto, na sua terra natal, tenha um relógio ou um telhado novo. Rezam, pelo menos, de manhã e à noite. Se puder ser, ao final da tarde, cumprem mais um ritual.
Chegam sem falar uma palavra da nossa língua. Parece que fogem de uma guerra qualquer lá no país deles, da fome e da miséria. Não têm, por isso, noção de amor à nação.
Fogem em vez de defenderem o seu país e lutarem por uma vida melhor lá, na terra deles, vêm para aqui sujar o nosso país com a sua imundície. Atravessam países inteiros a pé ou à boleia para chegarem aqui.
Pagam milhares para saírem do seu país e vêm ficar na miséria. Alguns têm muitos filhos, muito mais do que aquilo a que estamos habituados. Deixam-nos sozinhos ou com os irmãos mais velhos, que não vão à escola. Mas são muito trabalhadores.
Bem, na verdade, não roubam exactamente o nosso trabalho, porque aqui há leis que não nos permitem trabalhar 18 horas diárias, embora isso exista e dê jeito a alguns patrões. Mas de certeza que nos roubam qualquer coisa. São diferentes de nós e isso causa-nos má impressão.
Não são muito limpos, cospem para o chão e as suas maneiras em público deixam muito a desejar. Vivem em bairros de lata que mais parecem campos de refugiados. Não sei como conseguem. Se é para viverem na miséria, mais valia ficarem na terra deles.”
Diário de um Parisiense, 1969
Sobre os imigrantes Portugueses que rumavam a França, na altura.
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O ex-responsável de planeamento do Departamento de Estado norte-americano Edward Fishman avisou hoje que as alterações forçadas pela pandemia de covid-19 irão levar ao estabelecimento de uma nova ordem mundial nos próximos um a cinco anos.
Source: Covid-19. Especialista avisa que haverá uma nova ordem mundial nos próximos um a cinco anos