Covid-19: Aviões vão ter de limitar passageiros a dois terços da lotação – Açoriano Oriental

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O transporte aéreo de passageiros vai ser limitado a dois terços da lotação normalmente prevista para cada aeronave, definiu hoje o Governo, em portaria publicada em Diário da República, no âmbito das medidas contra a pandemia de covid-19.

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o contraditório – Johan Giesecke, epidemiologista sueco: “O número de mortes por covid-19 será quase o mesmo em todos os países europeus” | Coronavírus | PÚBLICO

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Vamos todos ser suecos nos próximos meses, afirma o médico e epidemologista Johan Giesecke. O modelo que foi olhado com desconfiança desde que o Reino Unidos o abandonou é para onde todos os países estão a olhar agora quando planeiam a reabertura.

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cenas da vida real, manuela barros ferreira

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Cena da vida real
Ela caminhava com passos miudinhos, curvadinha para diante, procurando que a não cansasse tanto a ladeira .

Eu – Bom dia, vizinha!
Ela – Bom dia. Hoje as pessoas nem sombra têm!
Eu – As nossas estão todas dependuradas lá em cima?
Ela – É do ditado: Esta terra não tem sombra senão a que vem do céu.
Eu – Se a sombra lá fica… não pode chegar cá em baixo.
Ela – Pois.
Eu – Vamos andando que já falta pouco.
Ela – É. O santo sacrifício da missa é isto.
Eu – Isto o quê?
Ela – Subir isto tudo.
Eu – Pois.
Ela – Cada domingo cada calvário.
Eu – Pois. Mas se calhar não chega.
Ela – Não chega…aonde?
Eu – Não chega para chegarmos ao céu.
Ela – Pois não.
Ela – Mas ajuda.
Ela – Grão a grão enche a galinha o papo.

FÉLIX RODRIGUES ANALISA DADOS DE DIA 2.5.

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Nos Açores temos mais um dia sem casos, sem mortes e com quatro recuperados. Pouco há a acrescentar a estes dados, em termos de análise, pois as cadeias de transmissão estão há muito tempo controladas. Infelizmente uma delas entrou num lar de idosos no Nordeste, ilha de São Miguel, e isso justifica a elevada letalidade por Covid-19 no Arquipélago.
No país temos mais 20 óbitos hoje, mais quatro do que ontem e menos seis do que os esperados. A taxa de letalidade nacional por covid-19, tendo em conta as análises e diagnósticos e as causas de morte consideradas oficialmente, situa-se hoje nos 4,1%, tendo subido ligeiramente em relação a ontem, mesmo que o número de infetados registados hoje (apenas 92) seja baixo. Com estes números temos uma subida de apenas 0,4% do total do número acumulado de infeções (25 190), muito mais baixo do que o estimado por qualquer modelo.
Os comportamentos da infeção nos últimos dois dias têm sido praticamente imprevisíveis, provavelmente resultantes de ajustes que a DGS faz ao número oficial de casos de infeção, mas tal não ocorre com o número de óbitos.
No país, a mortalidade parece ter atingido o seu máximo, estando a sua taxa na média dos países infectados com SARS-CoV-2. Tudo indica que o Brasil e Rússia, vão viver situações dramáticas e a mortalidade pode subir muito acima daquela que se verificou com a Itália.
Os Estados Unidos continuam a ser campeões da mortalidade, se houver que eleger uma triste liderança.
Repare-se que a taxa de mortalidade da Suécia, um país de referência, é superior à de Portugal.
O gráfico que aqui se apresenta é do Financial Times.

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Comments
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  • João Câmara Isto é serviço Público… continue com o excelente trabalho professor
  • Jorge Cruz Prof Félix Rodrigues realmente os casos positivos hoje divulgados são muito baixos!consegue dizer quantos testes foram feitos ??
  • Paulo Melo Excelente informação.
    Obrigado
    Continuação de bom Domingo
  • Beatriz Goncalves Hoje, por favor, não falem muito ,embora seja real, num VÍRUS, que matou e separou tantas FAMÍLIAS. Hoje, nem QUE seja algumas horas, vamos dedicar o tempo às MÃES. As, que cá ESTÃO e às que partiram. 😘😪😰😥
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COM SAUDADES DOS COLÓQUIOS DA LUSOFONIA MONTALEGRE 2016

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Pedro Paulo Camara and Carolina Cordeiro shared a post.
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Colóquios da Lusofonia, em Montalegre.
A minha comunicação: “Voando com Armando Côrtes-Rodrigues em busca de um nós”.
Obrigado Colóquios. Obrigado Correio dos Açores.
A repetir.

CORREIO DOS AÇORES 100 ANOS OSVALDO CABRAL

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Do jornalismo não lucrativo (nos 100 anos do Correio dos Açores)

O jornalismo nos Açores nunca foi lucrativo.
As empresas que detêm jornais sempre ancoraram o seu “core business” (negócio central) nos serviços gráficos (tipografia), aproveitando as oficinas para imprimirem os jornais nas horas de menos encomendas.
A história fez com que, apenas no século XX, com a competição dos novos média, os patrões dos conteúdos começassem a olhar de forma diferente para as edições em papel.
Nos Açores a mudança chegou mais tarde, mas ajudou a corrigir os erros cometidos pelos outros e a aperfeiçoar as ferramentas e a fiabilidade de uma imprensa historicamente centenária, como é o caso, agora, do Correio dos Açores.
Não é fácil manter de pé um jornal, sobretudo agora, em situação de crise profunda e com uma mudança de hábitos e de tendências onde prevalece a rapidez na procura de conteúdos, especialmente através das redes sociais.
O problema é a tal fiabilidade, como se tem visto por estes dias, onde imperam as notícias falsas, muita desinformação e, à mistura, muito comentário de ódio e imbecilidade.
Então onde procurar as notícias em que confiamos?
A resposta está no jornalismo profissional, na imprensa tradicional de referência e credível, nas marcas de confiança que são escrutinadas e possuem regras de ética.
Ora, no meio deste turbilhão informativo com que somos bombardeados a toda a hora, o jornalismo de qualidade tornou-se num autêntico serviço público, porque distingue a verdade da mentira e ajuda a manter os valores da democracia e do pluralismo nas sociedades.
O leitor já imaginou o que seria, no meio desta crise pandémica, se a comunicação social privasse a população de notícias?
As empresas de média poderiam, à semelhança das outras, aderir às medidas de apoio oficiais, recorrendo ao lay-off e encerrando a actividade.
Desistir não faz parte da missão da comunicação social. O jornalismo e os jornalistas têm que estar na linha da frente, em todas as circunstâncias, até em cenário de guerra.
Não se peça à comunicação social que faça o papel de governo ou oposição, nem tão pouco que seja ideológica e alarmista em qualquer cenário, mas também não lhe peçam que seja submissa e reverente seja em que cenário for.
A missão dos média é só uma: procurar a verdade dos factos, ser irreverente e coerente nas causas e escrutinar ao máximo os poderes, sempre ao serviço do público.
Os jornais açorianos estão a dar provas de resistência, apesar das enormes dificuldades que também enfrentam com esta crise.
Precisamos de informação cada vez mais asseriva, em contraponto aos boatos, especulação e opinião insultuosa das redes digitais.
Será uma prova de resistência, é certo, mas quem sobreviveu durante um século certamente que saberá ultrapassar mais esta batalha.
Não é por acaso que o lúcido Papa Francisco, ainda há poucos dias, agradecia o trabalho dos jornalistas em época de combate ao “vírus do egoísmo e da indiferença”.
É por isso que a imprensa tradicional deve ser apoiada pelas instituições públicas e pela sociedade civil, em nome destes valores e da própria promoção da literacia mediática.
Não é preciso dar dinheiro às empresas, basta promover uma série de incentivos e benefícios fiscais, como já foi proposto, até mesmo aos cidadãos e empresas que compram os conteúdos da imprensa tradicional, como já acontece nalguns países.
A reabilitação do porte pago, a distribuição de assinaturas pelas escolas e até a possibilidade de os cidadãos consignarem parte do seu IRS aos jornais, são ideias já propostas que ajudariam a revitalizar a imprensa regional. É um debate que tem de ser feito depois de passar esta tormenta sanitária.
É porque os jornais não possuem uma forte estrutura de suporte financeiro que o jornalismo enfraquece e os seus profissionais são cobiçados para assessorias e outras actividades mais aliciantes economicamente.
A História centenária do jornalismo açoriano sempre foi de inúmeras dificuldades, o que torna a sua resiliência ainda mais valorizada, à semelhança do que acontece hoje com os 100 anos deste jornal.
Os Açores nunca seriam o que são hoje se não existisse uma imprensa com essa resiliência, que esteve sempre na linha da frente das principais causas políticas ou de outra índole, reinventando-se perante todas as adversidades, mas sempre em prol dos mais justos valores da população açoriana.
Tive a felicidade, nos meus 40 anos de jornalista, de ter começado aqui, no Correio dos Açores, uma saudosa escola que só quem passa pelas redacções da imprensa escrita é que compreenderá.
Como dizia o meu querido e saudoso Mestre, Jorge do Nascimento Cabral, de quem fui adjunto na direcção deste jornal, “um dia de cada vez, uma prosa de cada vez, e sempre de cabeça levantada, sem medo dos polícias dos costumes da nossa praça”.
É esta liberdade que mais prezo, para mim e para todos os leitores, na pluralidade de ideias e opiniões, sem a boçalidade das redes sociais, que faz do Correio dos Açores a justeza desta longevidade.
Este prolongamento da História riquíssima do jornal tem rostos.
Na impossibilidade de os nomear a todos, concentro-os na bravura dos timoneiros Américo Natalino de Viveiros e Paulo Viveiros, que vão pilotando, com arrojo e sentido de responsabilidade, este barco enorme, confluente na História centenária do jornalismo açoriano,enriquecendo o nosso património regional e nacional.
Apesar de tudo, um privilégio histórico nos dias de hoje.
Parabéns Correio dos Açores!

1 de Maio de 2020
Osvaldo Cabral

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DIA DA MÃE É QUANDO A GENTE QUER 3

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ao longo dos anos houve momentos em que escrevi palavras dedicadas à minha mãe… hoje, é a data arbitráriamente definida como o dia da mãe (como cota que sou continuo a preferir o 8 de dezembro…) mas aqui ficam as minhas homenagens

569. mãe Bi (nos 90 anos da mãe Beatriz), 20 mar 2013

na leveza de três letras

se mede a palavra mãe

não se inventou ainda

o peso que a palavra tem

certa ou errada mãe

é sinónimo de amor e sabedoria

força oculta que nos protege

anima, perdoa e castiga

tudo foi escrito já

nada mais há a dizer

na certeza de três letras

se soletra a palavra mãe

não se inventou ainda

o amor que a palavra tem

feliz de nós que assistimos

às tuas nove décadas

dezoito lustros e cinco netos

fica connosco mais um pouco

para acabares as lições

que ainda não aprendemos

 

………………………………………………………………

582. dia da mãe #1, 5 maio 2013

8 de dezembro é o meu dia da mãe

mas calendários mudam-nos os políticos

e mandam que seja hoje

contrariado, obedeço

para te dizer, mãe,

errei quando te dizia

não pedi para ser nascido

bem hajas por isso

valeu a pena ter vivido

em 90 anos assististe a muita dor

preocupações, canseiras e desgostos

mas feliz de mim que ainda te dei

netos, alegrias e vitórias

livros, colóquios e memórias

fica connosco para partilhares

mais sonhos que tenho para te dar

 

 


647. Dia da mãe fora de prazo, 4 maio 2014

queria escrever um poema à mãe

neste dia que decretaram ser dia dela

mas não consigo esquecer o 8 dezembro

e aliás é dia da mãe todo o santo dia

queria escrever um poema à mãe

a pedir desculpa pelo que fiz

pelo que não disse e devia

pelo que preocupei e não alegrei

pelo que senti e não disse

queria escrever um poema à mãe

dizer da saudade dos afagos e ternuras

sentir o conforto da infância

viver o futuro que sonhaste

apagar as tristezas do caminho

as mágoas, dores e canseiras

queria escrever um poema à mãe

dizer palavras que nunca disse

escrever esta partilha de amor

lembrar os momentos protegidos

as admoestações benignas

mas nunca aprendi a dizer

amo-te mãe

 


 

DIA DA MÃE É QUANDO A GENTE QUER 2

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ao longo dos anos houve momentos em que escrevi palavras dedicadas à minha mãe… hoje, é a data arbitráriamente definida como o dia da mãe (como cota que sou continuo a preferir o 8 de dezembro…) mas aqui ficam as minhas homenagens

 

1971

1. e-31 memórias mistas na ilha encantada das brumas [nos 57 anos do meu pai] – nov 27, 1971

na ilha encantada das brumas festeja-se hoje o dia universal do AMOR.

apesar do armistício mundial, as nações beligerantes num desespero de tédio tentaram boicotar a iniciativa.

meu pai – homem de palavras poucas mas sábias – nunca me disse onde conheceu minha mãe.

guardava esse segredo ciosamente com laivos de vingança contra o mundo.

a perguntas minhas nunca calou RESPOSTA.

homem duro e marcado tinha palavras ternas nas mãos que também sabiam castigar.

meu pai era um HOMEM.

para ele vida sinonimizou sempre FAMÍLIA, ninguém como ele melhor me justificou a existência, mas na irreverência da minha dúvida eterna e jovem nem o ouvia.

compreendia-o e se o dissesse contradizia a imagem que de mim criara.

as minhas respostas eram insultos, ofensas. discutia, provocava.

bondoso acabava por vir até mim com uma palavra JUSTA e dócil, não se vergando nela como numa justificação, antes se enaltecendo e elevando a meus olhos por tal atitude.

como rebelde rejeitei sempre essa PALAVRA justa e dócil, mas ele era o CAMINHO, mostrava-mo vezes sem conta.

fingindo ouvir, baixava os olhos para mim próprio, escondendo na alcatifa os pensamentos.

falava-me: o caminho era ele e eu recusava-o, não era para mim, nem para as minhas posses.

a decisão tomara-a há muito, e ele sabia-o com dor e mágoa de pai.

embrenhado em atalhos e ruas duvidosas, sem futuro nem certezas, envergonhava-o desacreditava-o como pai e ele sempre sem saber como eu o admirava.

ao caminho demasiado árduo, preferi a vida, a aventura, emoção, luta fácil.

sei que choraria por mim se o soubesse, e merecia nem que fosse uma só palavra minha, terna, de amparo, o meu braço pouco forte em vez da mentira.

até um dia, belo, cinzento em que descobri o SEGREDO inviolável: meu pai encontrara minha mãe nas ilhas encantadas das brumas, lá onde habitava o AMOR.

jamais lá estive, por isso, sempre perto de meu pai, longe dele estive.

DO TAOÍSMO AO COVID, MENDO HENRIQUES

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Sobre o coronavirus, que diz o livro dos ensinamentos do Tao: “A saúde é a maior possessão. O contentamento é o maior tesouro. A confiança é o maior amigo. O não ser é a maior alegria.”

Na locomotiva do Ocidente liberal, os EUA, há motins para o regresso às vendas, aos mercados, a “retoma” dos economistas ocidentalistas. O consumismo liberal ainda não aprendeu a lição do Tao: “a raiz do sofrimento é o apego”.

Confúcio e Lao Tsé e Buda têm sido uma presença na linha de frente do Covid-19 no Oriente. Para Japoneses, Coreanos, Indianos, Singapura, Chineses do continente e da Formosa que foram mantidos durante semanas em diferentes formas de quarentena est´na altura de o yin compensar o yang
.
Qual o conselho do Oriente profundo ao Ocidente em tempos tão difíceis? É tão simples e está tudo no Tao: “Do carinho vem a coragem”.

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marcelo m sousa mais 4 recuperados em são miguel

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Marcelo M. Sousa
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ATUALIZAÇÃO
COVID-19 AÇORES
3 de maio de 2020

4 RECUPERADOS EM SÃO MIGUEL, TAXA DE RECUPERAÇÃO ULTRAPASSA OS 37%

143 casos confirmados desde o início do surto na Região (+ 0.00% em relação a ontem):

– 401 análises realizadas nas últimas 24 horas
+ 0 casos positivos
+ 4 recuperados (4 mulheres, entre os 28 e os 58 anos, todas de São Miguel)

Totalizam-se:
– 14 óbitos (todos em SMi) | taxa de letalidade de 9.79%
– 53 recuperados (33 SMi, 9 Ter, 5 SJ, 5 Pic, 1 Gra) | taxa de recuperação de 37.06%

Desce para 76 os casos ativos positivos na região, distribuídos da seguinte forma:
58 SMi, 2 Ter, 4 Gra, 2 SJ, 5 Pic, 5 Fai

Comunicado ASR: http://www.azores.gov.pt/…/Comunicado+da+Autoridade+de+Sa%c…

Informações atualizadas às 16 horas, em conferência de imprensa da ASR.

As medidas de prevenção e contenção da pandemia devem ser mantidas e reforçadas, sempre que possível, por cidadãos e organizações públicas, privadas e do setor social.

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