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Arquivo mensal: Maio 2020
S TOMÉ E PRINCÍPE SOBE EM FLECHA NAS CONTAMINAÇÕES
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Mau! Muito má notícia. Esperemos que esta ameaça possa ser contida.

TOMÁS QUENTAL E AS OBRAS NO MUSEU CARLOS MACHADO
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Tomás Quental
1t SSSnlponhSsorredS ·
“Despacho” ou “despachado”?
Indignado com a situação, enviei por email no dia 17 de Abril deste ano uma reclamação à Direção Regional da Cultura do Governo da Região Autónoma dos Açores, com o seguinte teor: “A obra em curso no Museu Carlos Machado, em Ponta Delgada, é uma vergonha, um escândalo e um crime contra o património!!! Fica patente que os responsáveis da Direção Regional da Cultura não estão à altura das responsabilidades em que foram instituídos!!! Lamentável a todos os títulos!!!”.
Quando eu pensava que não teria qualquer resposta, fui obsequiado com um email daquela entidade governamental açoriana, a mencionar o seguinte: “Em referência ao assunto mencionado em epígrafe, e por despacho da Senhora Diretora Regional da Cultura datado a 21 de abril de 2020, informa-se que se tomou conhecimento do seu email remetido a 17 de abril de 2020”. Este email é subscrito por uma “Assistente Técnico”, tal e qual, cujo nome entendo não divulgar, porque, obviamente, só faz o que a mandam fazer.
A minha dúvida é se houve um “despacho” por causa da minha crítica ou se fui mesmo “despachado”…
Do belo Palacete Silveira e Paulo, na Rua da Conceição, na simpática cidade de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, certamente que devem sair “despachos” bem mais consentâneos com a defesa do património nos Açores, porque, de facto, o que está a acontecer no espaço envolvente do igualmente belo Convento de Santo André, em Ponta Delgada, onde está instalado o Museu Carlos Machado, é tudo quanto não seria de esperar de uma Direção Regional da Cultura digna desse nome.
Arrasar um belo jardim centenário para construir um edifício subterrâneo para alegadamente aumentar a capacidade expositiva do Museu Carlos Machado é uma ideia que só podia sair da cabeça de gente impreparada. Repito: lamentável a todos os títulos!!! Tanto mais que existiam outras soluções alternativas, como adquirir algum edifício na zona – e existem vários, até devolutos -, para aumentar a capacidade expositiva do Museu Carlos Machado.
16You, Maria Das Neves Baptista, Berta Bento and 13 others
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Augusto Athayde
Augusto Athayde Tem toda a razão caríssimo amigo.
O meu bisavô Luís Bernardo , deve dar voltas de horror na campa!!
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Augusto Athayde
Augusto Athayde Grande abraço
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Maria Stuart
Maria Stuart Caro Tomás, mais grave ainda é que muitos destes “responsáveis” também não concordam com esta obra e foram “obrigados” a avançar com este projecto “horrível”… Por vezes as decisões são tomadas a outros níveis, e nós nem imaginamos as razões…
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Chrys Chrystello
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FÉLIX RODRIGUES E OS DADOS DE DIA 3.5
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Hoje temos no país mais 242 infetados por SARS-CoV-2, um número cerca de 2,6 vezes superior ao de ontem (valor anormalmente baixo), mas que corresponde a um crescimento do acumulado de apenas 0,95%).
O número total de infetados em Portugal até hoje corresponde a 25 524 casos, menos 50 do que o estimado, só que ultimamente tem havido alguma inconstância nas atualizações e recontagens, pelo que se torna mais dificil perceber as tendências, se bem que em média temos estado a decrescer nos casos de infeção na última semana.
O número de óbitos de hoje (20), faz subir o número total de óbitos para os 1063, o mesmo número do que ontem, ou seja, menos dois óbitos dos que os previstos.
A mortalidade está a ter um comportamento muito consentâneo com os modelos matemáticos, mas a infeção, ou a sua contabilização, não produz valores tão precisos.
Nos Açores não existem novos casos nem óbitos.
Poder-se-ia perguntar para que serve uma previsão precisa? Ela é extremamente importante para a gestão de recursos hospitalares, organização de serviços e recrutamento ou não de pessoal. São as falhas de gestão dos sistemas de saúde, ou de meios alternativos, as principais causas do aumento da mortalidade na maioria dos países. Quanto mais cedo nos preparamos, mais vidas poupamos, todavia há questões ou visões que também são responsáveis por essa mortalidade, como por exemplo, pretender-se criar ou não uma imunidade de grupo.
Ontem, um estudo referiu que isso é impossível de consegui-lo este ano nos Estados Unidos, sem que se tenham pelo menos 3,3 milhões de vítimas mortais.
Essa visão de “imunidade de grupo”, está a ter um preço muito alto no Reino Unido, já com 28 520 óbitos, que ultrapassará brevemente o número de óbitos de Itália (neste momento estão contabilizados um total de 28 884 óbitos).
Tais visões, que ainda estão em discussão em países como os Estados Unidos da América, já produziram, só na cidade de Nova Iorque, 18 925 mortes, neste último mês.
Deixa-se aqui um gráfico do excesso de mortalidade verificada semanalmente em Nova Iorque.

25 de abril e a cultura inexistente
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outra versão? Itália descobriu a Mafia da OMS números falsos na Itália – YouTube
o homem comido por tubarão morreu de covid
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Coronavirus: Scientists hail ‘groundbreaking’ discovery of antibody which prevents infection | Science & Tech News | Sky News
depois da máscara ponha a maquilhagem
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covid em frança em dezembro passado
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Médicos franceses acreditam que o coronavírus que provoca a doença Covid-19 já estava ativo no país no final de dezembro, depois de terem diagnosticado retrospetivamente um doente que, a 27 de dezembro, esteve internado num hospital de Paris.
austrália volta a fechar praias
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brasil, militares, golpe ou não?
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É O QUE ELES DIZEM… MAS PODE-SE CONFIAR?
O Brasil chegou ao momento em que generais precisam afirmar que não haverá golpe. Jair Bolsonaro diz ter atingido o seu limite e declara ter as Forças Armadas ao seu lado. Anuncia ainda a semana decisiva em sua disputa com o Supremo Tribunal Federal e o Congresso, um dia depois de se encontrar com a cúpula militar do País, no Planalto. O presidente se sentia seguro, após a reunião do dia anterior, para afirmar o que disse no domingo. A sequência dos fatos, após mais essa fala de Bolsonaro, é conhecida. Repetiu-se pela enésima vez um bailado: generais disseram pensar que estava tudo pacificado em definitivo ou ainda que o presidente não sabe se expressar.




