Período de incubação de novo coronavírus pode durar até 24 dias – Ciência & Saúde – SÁBADO

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Estudo realizado por 37 investigadores revela que o período de incubação do novo coronavírus pode prolongar-se até 24 dias, e não 14 como se apurou anteriormente. – Ciência & Saúde , Sábado.

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Indonesia virus cover-up?

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«A prominent Jakarta businessmen asked a rhetorical question over dinner one recent evening that increasingly preoccupies the minds of skeptical Indonesians as the coronavirus spreads across the region: “Do you really believe there are no cases here?”
The biggest country in Southeast Asia, a sprawling archipelago of 264 million people, remains remarkably free of the virus, causing many on social media to speculate on whether it’s simply blind good luck or, more ominously, the…

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Official claim that Indonesia still has no coronavirus infections spreads doubt and mistrust on social media

Coronavírus consegue “sobreviver em superfícies como portas e apoios de autocarro” durante 9 dias – Mundo – Correio da Manhã

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Especialistas garantem que vírus da China sobrevive quatro vezes mais que o de uma gripe normal e alertam para hospitais e estações de transportes.

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a evolução do coronavirus

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Veremos então… no final deste mês de fevereiro… se nos vamos defrontar com uns sempre lamentáveis e terríveis 500.000 cidadãos infectados e uns 50.000 mortos… ou veremos a confirmação de apenas 50.000 infectados e uns 5.000 mortos, sempre lamentáveis, apesar de tudo.

Seja como for… considerando a população chinesa actual que ronda os 1.500.000.000… as autoridades da China até que estão a ‘trabalhar’ excepcionalmente bem.
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9 de fevereiro de 2020 18:56
Os cientistas acreditam que o pico da disseminação do coronavírus está mais à frente.

Nas próximas semanas, a disseminação do novo coronavírus 2019-nCoV pode atingir o pico e ser infectada pelo menos a cada vigésimo dia em Wuhan, uma cidade na China que é o epicentro da epidemia global .

Isso é evidenciado pelos dados de modelagem matemática de cientistas da London School of Hygiene and Tropical Medicine, que lidera a Bloomberg .

Supondo que as tendências actuais continuem, o pico da epidemia de Wuhan é projectado em meados ou no final de fevereiro, disse o pesquisador Adam Kucharski.
Pode-se supor que, no auge, cerca de 5% dos 10 milhões de habitantes da cidade reconhecidos como os mais vulneráveis fiquem doentes.
São cerca de meio milhão de casos, ou seja, muitas vezes mais do que os 14.982 casos que as autoridades da província chinesa de Hubei, cuja capital é Wuhan, contaram na noite de sábado, 8 de fevereiro.

O número de casos relatados de infecção em Wuhan e em Hubei diminuiu nos últimos dias.

As próximas duas semanas são fundamentais para entender o que está acontecendo, disse o professor Benjamin Cowling, chefe do departamento de epidemiologia e bioestatística da Universidade de Hong Kong. Entre outras coisas, deve ficar claro se o vírus se espalhará para outros territórios ou se as medidas de contenção já tomadas evitaram o que poderia se tornar uma pandemia global.

As autoridades chinesas registaram mais de 37 mil casos de novo coronavírus nos últimos dois meses.
Mais de 800 pacientes morreram.

В ближайшие недели распространение нового коронавируса 2019-nCoV может достигнуть пика, и им может быть инфицирован как минимум 1 из 20 людей в Ухане – городе в Китае, кот…

В ближайшие недели распространение нового коронавируса 2019-nCoV может достигнуть пика, и им может быть инфицирован как минимум 1 из 20 людей в Ухане – городе в Китае, кот…

Palácio Ribeira Grande – Abandonados.pt – Lugares Abandonados em Portugal

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Tinha este palácio há bastante tempo na minha lista de locais abandonados para visitar, mas raramente vou a Lisboa (até porque não gosto, só de pensar em conduzir lá fico stressado), mas tive de ir em trabalho e pensei ir mais cedo (de madrugada) visitar o palácio e quando fossem 9/9:30 ir trabalhar. E assim […]

Source: Palácio Ribeira Grande – Abandonados.pt – Lugares Abandonados em Portugal

AÇORES, cada vez mais velhos

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“Cada vez mais velhos

O Índice de Envelhecimento demográfico (relação entre a população idosa e o número de pessoas com idades compreendidas entre os 0 e os 14 anos), fixou-se em 93,1 pessoas idosas por cada 100 pessoas jovens, contra os 89,3 em 2017.

Por ilhas, este índice atingiu os valores mais elevados na ilha de S. Jorge (163,0), Flores (158,8) e no Pico (153,1).

Os valores mais baixos verificam-se em S. Miguel (69,4), Santa Maria (100,5) e Terceira (114,6). ”

Desde 1870

os índices da aviação portuguesa

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Pierre Sousa Lima to Açores Global
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COMPANHIAS DE AVIAÇÃO PORTUGUESAS COMEÇAM 2020 COM PONTUALIDADE A DEGRADAR-SE

As três maiores companhias de aviação portuguesas tiveram no primeiro mês deste ano os piores índices de pontualidade para um mês de Janeiro no ranking da OAG, desde pelo menos 2017.

A TAP foi não só a que teve o melhor índice de pontualidade, cotando-se como a única a ter mais de 60% das chegadas até 15 minutos da hora prevista, como ainda foi a que teve a menor quebra em relação a Janeiro de 2019, com menos 10,6 pontos, de 75,6%, em Janeiro de 2019, para 65%, em Janeiro deste ano.

A TAP, de acordo com a OAG teve o 136º pior índice de pontualidade em 162 companhias incluídas no ranking da consultora, quando há um ano fora a 85ª em 153.

A SATA Air Azores, por sua vez, foi a que teve a maior degradação do índice de pontualidade, que baixou de 75,7% em Janeiro de 2019 para 57,6% este ano, que foi o 13º pior índice do ranking da consultora.

Em 162 companhias listadas no ranking da OAG a SATA Air Azores foi 150ª, quando em Janeiro de 2019 tinha sido 83ª em 153 incluídas no ranking de Janeiro de 2019.

A pior portuguesa em pontualidade voltou a ser a Azores Airlines (SATA Internacional), que teve o 8º pior índice de pontualidade das 162 companhias incluídas no ranking d OAG reativo a Fevereiro, com apenas 56,1% dos voos a aterrarem até 15 minutos da hora prevista.

A OAG cotou a Azores Airlines em 154ª companhia em pontualidade no mês de Janeiro, quando há um ano fora 132ª entra 153 transportadoras, com 64,3% dos voos a chegarem até 15 minutos da hora prevista, pior 11,1 pontos que em Janeiro de 2019.

http://www.presstur.com/…/companhias-de-aviacao-portuguesa…/

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AUTONOMIA, O CONTRATO DA VERGONHA António Bulcão

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O contrato da vergonha II
Imagine o leitor que tem um procurador para tratar dos seus assuntos. Paga-lhe mensalmente uma certa quantia, generosa.
Vem depois a descobrir que o dito procurador, sentindo-se incapaz de fazer aquilo para que fora incumbido, contratou uma firma de advogados para ir tratando dos negócios. Certamente o leitor se perguntará: mas se este homem não se achava capaz de dar conta do recado, por que diabo aceitou ser meu procurador?
Apesar disso, não revoga a procuração. O leitor quer é os problemas resolvidos, independentemente de quem os resolva. Partindo, obviamente, do princípio de que o procurador retira do que recebe o necessário para pagar os honorários dos advogados.
Só que vem a tomar conhecimento de que é o próprio leitor quem também paga aos advogados. O que faria?
Esta a primeira vergonha do contrato celebrado entre a Assembleia Regional e uma firma de advogados lisboetas. Os deputados, que são nossos representantes, admitem a sua inépcia para tratar das matérias para que foram eleitos e contratam terceiros para o fazer. Seria grave se o fizessem, admitindo uma incompetência geral. Mas se retirassem dos seus vencimentos chorudos o necessário para pagar aos ilustres causídicos, talvez ainda passasse. Só que somos todos nós a pagar a incapacidade dos nossos “procuradores”. Pagamos duas vezes. Para os sustentar e para que eles contratem quem lhes resolva as questões para as quais estão manifestamente impreparados.
A segunda vergonha prende-se com a matéria constante do próprio contrato.
Na sua cláusula primeira, estabelece-se que o objecto do contrato consiste na aquisição de serviços jurídicos especializados, em três vertentes distintas:
1ª – Alternativas à figura do Representante da República;
2ª – Aprofundamento da autonomia (assim mesmo, com a pequeno, diferentemente do Representante da República, que beneficia de dois r enormes);
3ª – Melhoramento da democracia regional (de novo com d pequeno no que respeita à democracia, e com r pequeno no que toca à região).
Em relação à primeira vertente, querem os nossos deputados que os advogados lisboetas definam “um quadro alternativo para o exercício das competências presentemente atribuídas ao Representante da República (…)”.
No que toca à segunda vertente, pretendem os nossos representantes que os doutos causídicos da capital lhes forneçam “ a concepção de um conjunto de soluções e sua justificação em temáticas políticas fundamentais em que se verifica actualmente uma forte limitação à autonomia, como, por exemplo, símbolos regionais, partidos regionais, provedorias regionais, competência legislativa e domínio público”.
No que concerne à terceira vertente lavram os deputados que “a melhoria da democracia regional convoca matérias distintas como o sistema de governo, a iniciativa legislativa dos cidadãos regionais ou a lei eleitoral incluindo designadamente temas como o das quotas, candidaturas independentes, voto electrónico, círculo de emigração, etc”.
Nas duas primeiras vertentes, a encomenda inclui: escolha e justificação das soluções e apoio na elaboração dos articulados.
Na terceira vertente, pretendem os nossos deputados que os advogados trabalhem na “formulação de concretas propostas de redacção e da sua justificação”.
Em poucas palavras, não sabem nem o que querem, nem como redigir as alterações legislativas que enunciam. Confundem matéria política com matéria jurídica, o que indicia claramente que não percebem nada nem de uma nem de outra. Querem que advogados de Lisboa escolham os caminhos e expliquem como se anda.
E pagam muito bem pelos ensinamentos. 35.000 euros pela primeira e segunda vertentes, mais 30.000 pela terceira, num total de 100.000 euros.
Falamos da Autonomia dos Açores e da sua reforma, como matéria.
Falamos da Assembleia Legislativa Regional, como órgão máximo da mesma Autonomia.
Entregar a reforma da Autonomia a um escritório de advogados, para que eles encontrem soluções e as reduzam a letra de Lei, é uma vergonha para os deputados que compõem a Assembleia, é uma vergonha para os Açores.
Se não sabem, assumam que não sabem. E demitam-se. Que haja eleições antecipadas, para que tome assento gente mais capaz, que saiba o que quer e consiga metê-lo no papel.
António Bulcão
(publicada hoje no Diário Insular)

Francisco Madruga, A outra face do homem (Malaca Casteleiro)

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A outra face do homem
Algures na primeira década deste século convidaram-me para os Colóquios da Lusofonia onde o tema da Língua Portuguesa era o prato forte. Pessoas de várias latitudes e longitudes que tinham como única ligação a língua portuguesa. Na Lagoa, ilha de S. Miguel participei na apresentação do livro de Cristóvão de Aguiar “Cães Letrados”. Entrei, saí e fiz-me ao caminho. E foram 2 longas horas a pé até Ponta Delgada.
No ano seguinte recebi novo convite para ir a Bragança por iniciativa do Chys Chrystello para a apresentação de um novo livro do Vasco Pereira da Costa.
Oportunidade única para rever o amigo Jorge Nunes à altura Presidente da Câmara Municipal de Bragança. Ao final da noite saímos do Poças, rodeamos a Praça da Sé, subimos a Alexandre Herculano e paramos na Cavaleiro Ferreira. O percurso foi lento, contos, contas, anedotas e olhares cruzados com quem se tinha acabado de conhecer. Sentados numa esplanada, batidos pelo vento frio que vinha da Sanábria e se redobrava em Montesinho fui passando em memória as vezes que por ali andei com livros, folhetos, jornais e outras atividades que tais. A Concha e o Ângelo Cristóvão tinham vindo da Galiza. No nosso grupo, quase incógnito, como alguém que escuta, vinha um senhor mais velho, vestido com um fato claro de bombazine, cabelos brancos, sotaque serrano.
Não perguntamos quem éramos nem nos apresentamos. A conversa correu até que os pés já congelados nos mandavam para a cama. No dia seguinte, questionei o Chrys sobre a personagem.
– Diz lá, ele está aqui na sala?
– Sim é aquele ali.
– Oh pá, é o professor Malaca Casteleiro.
Pois é, só me resta dizer que lhe contei a história e ele contou-me outras das sua origens, dos seus pais e das suas vivências por esse mundo fora.
Tive a sorte de com ele conviver e viver em Bragança, em Santa Maria, em S. Miguel, na Graciosa, Fundão, Montalegre, Seia, Belmonte, em Brasília, S. Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis e Macau.
Havia sempre uma mesa reservada para ele e para o professor Ivanildo Bechara. Acho que nunca me sentei na mesma mesa.
Porquê?
Sempre achei que aquela mesa era reservada para quem quisesse aprofundar conhecimento com estes dois eminentes senhores da língua.
Passei com Malaca Casteleiro longas horas em corredores de universidades, ouvindo a admiração dos seus pares na China, em Macau ou no Brasil.
Sabíamos os dois que o nosso mundo era diferenciado. E ele respeitava a minha presença na diferença.
Percorrer e ouvir as suas lições na Academia de Letras Brasileira no Rio de Janeiro, o Museu da Língua Portuguesa em S. Paulo era tão gratificante como na Maria do Mar em Florianópolis entre umas rodadas de caipirinha compormos o “hino da lusofonia” ou simplesmente a “canção do chouriço”. A Concha, a Isabel Rei e o Vasco Pereira da Costa trabalharam os poemas e as músicas que sobrevoaram oceanos e passaram a ser cantados em todas as ocasiões.
Em Montalegre, numa noite de 24 de Abril em que as canções homenageavam gerações de combatentes, Malaca Casteleiro viu-me a limpar as lágrimas, abraçou-me e disse:
– Cante que isso passa!
Era assim o professor. Amigo, atento, sempre disponível.
Já me esquecia da Conceição. A Conceição era a mulher, a amiga e a companheira.
Partiu o Professor, o homem do campo que amava a natureza e a sua terra. O homem que deixou uma obra impressionante, como professor e como escritor. Um homem que tratava a língua por tu. E por favor não me venham falar de acordo ou desacordo. Só pretendi falar do homem e do Amigo.
Até sempre Professor.