“Raças não existem. Trata-se de um conceito inventado”, garante o geneticista Sérgio Pena

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Em entrevista, médico afirma que não faz sentido dividir as pessoas pela cor da pele e compartilha as descobertas de sua pesquisa sobre as raízes do povo brasileiro, que possui a maior diversidade genética do mundo

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Santa Maria. A ilha do sol, dos blues e da sopa da Aida

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Nos próximos dias 13, 14 e 15, Santa Maria deixa de ser uma ilha pacata de sol e mar para ser uma ilha pacata de gente e de blues. A ilha é palco do maior festival do género ao ar livre em Portugal e, só por isso, merece uma visita. Mas a espinha deste artigo assenta noutra música, composta por duas palavras mágicas: ‘canja’ de ‘peixe’. Vá, só mais uma: ‘Aida’, a dona do restaurante onde esta pérola é servida

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“O Kôngo vivia em democracia quando os portugueses chegaram no século XV”, diz Patrício Batsîkama – Por dentro da África

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Natalia da Luz, Por dentro da África Mbanza-kôngo, Angola – No norte de Angola, Mbanza-Kôngo ganha destaque para a história da humanidade. Foi de lá que partiu a maioria dos africanos escravizados desembarcados nas Américas, foi de lá que saiu o primeiro embaixador africano enterrado no Vaticano, também foi lá onde a primeira igreja católica (Kulumbimbi) da África

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Querida, fui às compras… e comprei dois filhos | Igreja Açores

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Por Carmo Rodeia É quase um lugar comum dizer que vivemos numa sociedade parca em valores e, com muita dificuldade em distinguir o bem do mal. Vem es

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o universo pode ser um holograma

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Teoria que diz que o universo é um holograma – enquanto o mundo “real” seria um cosmo de uma dimensão e sem gravidade, ditado pelas leis da física quântica – pode ser verdadeira

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o mais CURTO e belo conto de fadas

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Era uma vez um rapaz que pediu a uma linda garota:
– Você quer se casar comigo?
Ela respondeu:
– NÃO!
E o rapaz viveu feliz para sempre, foi pescar, jogou futebol, conheceu muitas outras garotas, visitou muitos lugares, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava dinheiro, bebia cerveja com os amigos sempre que estava com vontade e ninguém tentava mandar nele.

A moça teve celulite, varizes, os peitos caíram e ficou sozinha.
FIM

Aquenáton: O faraó alienígena do antigo Egito – OVNI Hoje!

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Já que este assunto está voltando a ser comentado na Internet, vale a pena republicá-lo para enfatizar este fato estranho que é ignorado pelos arqueólogos

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“A cultura faz parte do processo de inovação”, diz José António Salcedo – Rui Moreira

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José António Salcedo começou a primeira intervenção nas Conversas à Moda do Porto com uma declaração de interesses: “as minhas declarações normalmente são no sentido de dizer que estou cá mas não tenho nada a ver com isto. Mas desta vez eu estou aqui em apoio claro e motivado para a candidatura de Rui Moreira, como é evidente”. Ler Artigo Completo

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Glossário: palavras timorenses

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23.2.07

Glossário: palavras timorenses

Palavras timorenses no português
Baiqueno m. Língua, falada principalmente na Província do Servião, a que os Holandeses chamaram timoreesch.
Batanda f. Dança de Timor.
Bataúda f. Batuque de Timor.
Calado m. Dialecto falado nas montanhas vizinhas de Díli, em Timor.
Carosol m. Arbusto amomáceo de Timor.
Cascado m. Em Timor, doença da pele, peculiar aos indígenas.
Champló m. Árvore de Timor.
Coilão m. Pântano, paul; ribeiro que não chega às praias, escoando-se nas areias ou formando pântanos.
Cole m. Em Timor, folha de palmeira, com que se fazem esteiras, cestos e sacos.
Crubula f. Certa árvore de Timor.
Dagadá m. Língua gentílica de Timor, falada nos reinos de Faturó e Sarau, na ex-parte portuguesa.
Dasserai m. Axorcas que os Timorenses trazem nos artelhos.
Dató m. Chefe de uma aldeia (suco) ou de uma reunião de aldeias em Timor, pertencente à primeira classe social, dita mesmo dos datós.
Firaco m. Homem rude, montanhês, indígena do Leste do território.
Gabuta f. Planta de Timor.
Gonilha m. pl. Tabuões de bambu justapostos, com buracos redondos, que se colocavam nas pernas dos encarcerados.
Hacpólique m. Nome que em Timor se dá à tanga usada pelos indígenas.
Haiçá m. Árvore de Timor.
Haissuaque m. Instrumento de madeira pontiagudo com que os Timorenses amanham e revolvem a terra, em vez de arado ou de enxada.
Idate m. Um dos idiomas indígenas de Timor.
Lacalei m. Um dos idiomas indígenas de Timor.
Lamaquito m. Tribo indígena de Timor.│Indivíduo desta nação.
Lamuca f. Em Timor, espécie de rola.
Lantém m. Tarimba, mesa, estante ou banco de bambu ou hastes da palapa (espécie de palmeira da região), em Timor.
Lepalepa f. Canoa de Timor, curta e larga.
Liurai m. Em Timor, título do rei ou do régulo.
Lorçá m. Hino guerreiro e patriótico, em Timor.
Lorico m. Espécie de periquito de Timor.
Mambai m. Idioma indígena de Timor.
Manatuto m. Língua de Timor, na região do mesmo nome.
Nauete m. Dialecto indígena de Timor.
Naumique m. Um dos idiomas indígenas de Timor.
Pagar m. Em Timor, o m. q. casa.
Palapeira f. Bot. Árvore de Timor de cujas fibras as mulheres tecem panos.
Parão m. Arma usada pelos Timores, espécie de foice roçadoura, com a ponta levemente curva.
Parapa f. Bot. Certa árvore de Timor.
Pardau m. Em Timor, medida de comprimento, apenas empregada na medição dos chifres dos búfalos.
Posual m. Em Timor, lugar onde se guardam as coisas sagradas, louças, pedras, azagaias, amuletos, etc.
Salenda f. Espécie de xaile das mulheres malaias e usado igualmente pelos homens em Timor.
Suangue m. Nome que em Timor se dava ao feiticeiro.
Tabedaí m. Dança timorense.
Tais m. Pano de algodão com que os guerreiros de Timor cobrem o corpo, da cintura ao joelho.
Tamugões m. pl. Segunda classe de indígenas de Timor.
Tanleom m. Bot. Árvore de Timor, espécie de sândalo.
Tarão m. O m. q. anileira, em Timor.
Teto m. Uma das línguas faladas em Timor; o m. q. manatuto e tétum.
Tétum m. O m. q. teto.
Timungões ou tumungos m. pl. Classe dos chefes, espécie de baixa nobreza, de povoação em Timor.
Uiamá ou uimaa m. Língua de Timor-Leste falada nas áreas administrativas de Atsabe, Calicai, Laleia, Venilale e Vila Salazar (Baucau).
Valuiú f. Bot. Palmeira silvestre de Timor.

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